terça-feira, 8 de maio de 2012

Integração Sensorial, Tecnologia Assitiva, Terapia Ocupacional, Tuboform

Em parceria com a Integrato, a Expansão apresenta a Mini Lousa Glow Station para viagem: é possivel criar incríveis ilustrações em qualquer lugar com luzes e estencils; os desenhos somem de forma magica possibilitando novas criações. A caneta com luz foi adptada ao facilitador TFF2 Tuboform e o acessório TAC 14 Adaptador Universal.
http://www.expansao.com/
Exemplo Ind. e Com. de Produtos Ortopédicos e terapêuticos Ltda

Totem fica no meio de calçada para deficiente em Campo Grande


Da folha.com

A Prefeitura de Campo Grande (MS) retirou ontem totem construído numa passagem para travessia adaptada para deficientes físicos.
A obra foi inaugurada em fevereiro pelo prefeito Nelson Trad Filho (PMDB) e a pilastra tinha emblemas da prefeitura e do governo federal.
Após protestos nas redes sociais, a prefeitura mandou retirar o obstáculo.
A imagem do totem foi publicada na internet pelo professor José Ricardo Marconato. Em menos de 15 horas, mais de mil pessoas publicaram a foto. Na internet, a prefeitura disse que a empresa que fez a obra foi notificada e publicou foto do local sem o totem.
Segundo a prefeitura, a Equipe Engenharia bancou os custos da retirada e informou ter demitido o funcionário que fez o serviço. A reportagem procurou a empresa, sem sucesso.
José Ricardo Marconato
Totem construído em passagem para travessia adaptada para deficientes físicos é retirado após protestos
Totem construído em passagem para travessia adaptada para deficientes físicos é retirado após protestos

Paraná adere a plano em prol de pessoas com deficiência


Da Band News FM Curitiba
O Paraná vai aderir ao Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Viver Sem Limite, em agosto deste ano. Hoje a ministra Maria do Rosário Nunes, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, veio até Curitiba para apresentar as ações do plano. Lançado pela presidente Dilma Rousseff em novembro do ano passado, o projeto reúne ações em educação, saúde, cidadania e acessibilidade. A ministra explica que o plano serve para incluir as pessoas com deficiência na sociedade, principalmente a população mais pobre.

O Brasil tem 45 milhões de pessoas com alguma
deficiência.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Tetraplégicas e mães






“Tem gente que me chama de louca porque escolhi ser mãe duas vezes, mas isso nunca me abalou” Juliana Oliveira, 36 anos, mãe de Isa, 2 anos, e de Lis, 2 meses
Assim como muitas mulheres, a jornalista Flávia Cintra, 39 anos, tem uma agenda atribulada. Ela se divide entre dois empregos (é repórter do programa “Fantástico”, da Rede Globo, e também dá palestras em empresas), cuida da casa, arruma tempo para encontrar o namorado e ainda faz questão de buscar, todos os dias, os filhos gêmeos Mariana e Mateus, 5 anos, na escola. A rotina dessa paulistana típica pode ser considerada banal, exceto por um detalhe:

Flávia é tetraplégica. Ferida gravemente em um acidente de carro em 1991, quando tinha 18 anos, a então jovem estudante perdeu os movimentos do pescoço para baixo por causa de uma lesão em sua coluna cervical. Após meses de fisioterapia, no entanto, acabou recuperando o domínio dos braços e hoje, apesar das limitações de locomoção, consegue levar uma vida muito ativa. “Lido com todos os desafios de uma mãe moderna. Ser cadeirante é apenas mais um”, diz Flávia.

A admirável história dessa tetramãe é contada no livro “Maria de Rodas – Delícias e Desafios na Maternidade de Mulheres Cadeirantes” (Editora Scortecci), que chega às livrarias nos próximos dias.

Na obra, Flávia e outras mulheres com mobilidade reduzida contam como superaram tabus e preconceitos para realizar o desejo da maternidade. “É importante mostrar para as cadeirantes que é possível, sim, ser mãe”, diz Flávia, uma militante da causa.

“Minha deficiência não interfere no meu papel de mãe, porque ser mãe não é uma condição física.”

Separada, no dia a dia, Flávia acompanha as crianças em várias tarefas, e conta com a ajuda de duas assistentes em atividades que exigem mais mobilidade, como dar banho. Muitas pessoas, porém, perpetuam a errônea crença de que uma mulher tetraplégica não teria condições de criar uma criança.

“Quando eu estava grávida, muita gente me olhava com espanto na rua, como se fosse um crime uma tetraplégica engravidar”, lembra Flávia.

“Lido com todos os desafios de uma mãe moderna. Ser cadeirante é apenas mais um” Flávia Cintra, 39 anos, mãe dos gêmeos Mariana e Mateus, 5 anos

Essas reações de assombro e desaprovação são bem conhecidas da publicitária carioca Juliana Oliveira, 36 anos. Tetraplégica desde os 22, quando sofreu um acidente de carro, ela decidiu ser mãe há três anos e logo que parou com o anticoncepcional engravidou naturalmente de Isa, que hoje tem 2 anos de idade. “Ter minha filha foi tão bom que, assim que ela nasceu, eu e meu marido já pensávamos em ter outro filho”, diz Juliana.

A segunda gestação veio em 2011, e trouxe ao mundo a pequena Lis, de 2 meses. Apesar da alegria pela dupla maternidade, Juliana teve que lidar com comentários desagradáveis de desconhecidos e até mesmo de familiares.

“Tem gente que me chama de louca porque escolhi ser mãe duas vezes, mas isso nunca me abalou”, diz Juliana, que tem uma rotina tão repleta de afazeres quanto Flávia.

Funcionária pública e apresentadora de um programa sobre inclusão na TV Brasil, ela ainda coordena a casa, cuida das crianças e gosta de frequentar bares e a praia.

“Mas conto com a ajuda do marido e de uma funcionária, claro.”

Do ponto de vista médico, a gravidez de uma tetramãe não é muito diferente da de uma mulher sem deficiência.

“Só é preciso ter cuidado extra com a circulação, porque elas têm mais chance de desenvolver trombose, e com a bexiga, para evitar infecções urinárias”, diz Miriam Waligora, obstetra do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Pelo fato de partos de gestantes tetraplégicas serem tão raros, porém, a maioria dos médicos não sabe como lidar com essas pacientes.

Na sociedade o desconhecimento é ainda maior. “Existe um mito de que as pessoas com deficiência são assexuadas, como se a limitação motora representasse necessariamente uma disfunção sexual”, diz Ana Claudia Bortolozzi Maia, professora-doutora da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e autora do livro“Inclusão e Sexualidade na Voz de Pessoas com Deficiência Física” (Editora Juruá).

“O que a maioria da população não sabe é que os cadeirantes muitas vezes mantêm a sensibilidade e podem ter uma vida sexual plenamente satisfatória”, diz.

No caso de Flávia e Juliana, além de desfrutar de uma rica vida amorosa e sexual, as duas optaram por aproveitar também as delícias da maternidade.

“Antes de ser mãe, eu era viciada em trabalho. Hoje minha prioridade é a Mariana e o Mateus”, resume Flávia.


Fonte: Ser Lesado

Publicada por Eduardo Jorge ( Tetraplégicos)

VERDADEIRA DEFICIÊNCIA


A verdadeira deficiência é aquela que prende o ser humano por dentro e não por fora, pois até os incapacitados de andar podem ser livres para voar.


Thaís Moraes

domingo, 6 de maio de 2012

Repórter Fernanda Honorato e Teatro Novo no Zoo do Rio « Programa Especial


Matéria de 2010.Lição de vida!!!Exemplo que devia ser criado,recriado,dividido,multiplicado para haver menos preconceitos,exclusões e mais INCLUSÃO!!


Programa Especial exibido na TV Brasil em 05/02. Fernanda Honorato e sua companhia teatral, Teatro Novo, se apresentaram no Zoológico do Rio de Janeiro. A trupe, totalmente composta por pessoas com deficiência intelectual, levou para o palco a importância da preservação da fauna em uma peça inclusiva e muito divertida


Escola de Gente - Os Inclusos e os Sisos - Matéria para ''Gente que Inova''


Escola de Gente - Os Inclusos e os Sisos - Teatro de Mobilização



Do Youtube


Os Inclusos e os Sisos Teatro de Mobilização pela Diversidade é mais uma ferramenta que a ONG Escola de Gente - Comunicação em Inclusão está disponibilizando para abordar a diversidade humana e disseminar o combate à discriminação, razão de sua existência.

O grupo, formado por jovens atores, foi capacitado pela Escola de Gente para que, de forma lúdica e provocativa, criasse esquetes sobre inclusão com o objetivo de mobilizar públicos distintos para a reflexão, o entendimento e a prática de uma sociedade inclusiva. 

Desde julho de 2004, cerca de 30.000 pessoas já assistiram a apresentações do grupo Os Inclusos e os Sisos. O público-alvo é formado por escolas e universidades, eventos de responsabilidade social em empresas e projetos sociais. O projeto Os Inclusos e os Sisos contempla tanto o público jovem como o adulto e pode se apresentar para quaisquer número de pessoas.

Os Inclusos e os Sisos Teatro de Mobilização pela Diversidade
Atores: Buno Perlatto; Marco Sampaio; Natália Simoneti e Talita Werneck
Diretor: Diego Molina
Música: Talita Werneck
Figurino: Bruno Perlatto

Mais informações:
www.escoladegente.org.br
Tel: (21) 2483-1780




Sentir prá Ver: gêneros da pintura na Pinacoteca de São Paulo em formato acessível


Publicado por: Ricardo Shimosakai 
A Pinacoteca do Estado de São Paulo, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, apresenta a exposição Sentir prá Ver: gêneros da pintura na Pinacoteca de São Paulo. Realizada com o apoio do Núcleo de Ação Educativa da Pinacoteca, por meio do Programa Educativo para Públicos Especiais – PEPE a mostra exibe 14 reproduções fotográficas de obras que ilustram os principais temas das artes plásticas, paisagem urbana, rural, marinha, retrato, abstração, natureza morta e cenas, abrangendo a arte brasileira do final do século XIX a meados do século XX.
Entre os artistas presentes na exposição estão Almeida Junior, Arnaldo Ferrari, Bete Worms, Di Cavalcanti, Carlos Scilar, Dario Barbosa, Gino Bruno, Pedro Alexandrino, Rebolo, Maurício Nogueira Lima, Leopoldo Raimo e Navarro da Costa entre outros, abrangendo a arte brasileira do final do século XIX a meados do século XX. “Os temas representados na mostra foram organizados segundo uma leitura comparativa entre obras com temáticas semelhantes, representadas, porém, de formas diferentes, ampliando desse modo, as relações e significados que essas obras poderão suscitar nos visitantes”, afirma Amanda Tojal, curadora da mostra.
Para garantir uma participação efetiva e autônoma de todos os públicos, respeitando as suas diferenças e necessidades, a exposição foi concebida segundo os padrões de acessibilidade universal dirigidos principalmente às pessoas em cadeira de rodas, com mobilidade reduzida e perda parcial ou total de visão. Seguindo o mesmo critério de acessibilidade, e para estimular e ampliar o conhecimento e a apreciação da arte utilizando-se de todos os sentidos foram elaborados para essa exposição, recursos de apoio multissensoriais como, reproduções em relevo, maquetes, extratos sonoros, poemas e textos investigativos, sendo estes últimos, disponibilizados em dupla leitura (tinta com letras ampliadas e Braille) para pessoas com deficiências visuais.
Sentir prá Ver: gêneros da pintura na Pinacoteca de São Paulo
29 de abril a 15 de julho de 2012
terça a domingo, das 10h as 18h, entrada até as 17h30
Praça da Luz, 2 – Luz
Fonte: Agito SP
blog:Turismo Adpatado

Opções culturais no Rio de Janeiro promovem a acessibilidade de deficientes



Publicado por: Ricardo Shimosakai

No caminho da acessibilidade, o Teatro Serrador apresenta, em alguns dias específicos, a peça “‘A Negra Felicidade”, com a participação de um interprete de libras, a língua dos sinais, que possibilita a inclusão na platéia de deficientes auditivos, segundo a coluna Programão, do RJTV.

A trama, narra a luta pela liberdade que se passa no Brasil de 1870. A personagem principal é uma negra, chamada Felicidade, que resolve processar o seu suposto dono e pede uma carta de alforria. O espetáculo é dirigido por Moacir Chaves e vai ter sessões com o intérprete de libras nos dias 9, 13 e 15 de maio.

“Nós estamos querendo dizer que as pessoas com deficiências são bem vindas ao teatro e isso, conseqüentemente, é afirmar a lei, que garante que exige que as pessoas com deficiências tenham acesso”, explica o ator Diego Molina. O teatro fica na Rua Senador Dantas, n°13, no Centro do Rio.



Também no Centro, a Caixa Cultural abriu esta semana a exposição do artista plástico Hércules Barsotti, com vários recursos voltados para as pessoas com deficiências visuais. São trinta serigrafias que vão ser apresentadas nesta mostra que podem ser vistas e tocadas. Logo no início, a pessoa recebe do monitor um áudio guia, que faz uma descrição detalhada de cada obra. A partir daí, um piso tátil e de borracha ajuda a pessoa a ser direcionada até a entrada da exposição, que tem o título Olhem Só, escrito em braile.

Outros espaços culturais do Rio, como o Oi Futuro do Flamengo, já estão alinhados com a acessibilidade. No local, os expectadores com deficiência visual têm lugares especiais, recebem o texto da peça escrito em braile e fazem uma visita guiada ao cenário meia hora antes do início da peça.

Neste domingo (6), a diversão fica por conta da Feijoada dos Poetas, na quadra da Acadêmicos da Rocinha, em São Conrado, na Zona Sul, e do show do cantor Toninho Geraes, no Clube Renascença, no Andaraí, Zona Norte.

Serviço:
Toninho Geraes
Shows: Toninho Geraes, com participações especiais de Nelson Rufino, Aline Calixto e Marcos Sacramento.
Data: domingo (6).
Local: Clube Renascença
Endereço: Rua Barão de São Francisco, 54 – Andaraí.
Horário: a partir das 16h
Preço: R$ 20

Feijoada dos Poetas
Realização: ala dos compositores da Acadêmicos da Rocinha
Data: domingo (6).
Local: Quadra da Acadêmicos da Rocinha
Endereço: Rua Bertha Lutz, 80 – São Conrado
Entrada franca – prato de feijoada: R$15

Fonte: G1