quinta-feira, 1 de março de 2012

PROJETO MINHA CALÇADA!


O projeto Minha Calçada é uma iniciativa da Prefeitura de Porto Alegre que visa revitalizar as calçadas da cidade e conscientizar os cidadãos sobre as suas responsabilidades no processo de conservação dos passeios públicos.

Além de determinar a reforma das calçadas de competência do poder público, o projeto estabelece novos prazos, procedimentos e até mesmo financiamentos para que cada cidadão, indústria, comércio e entidades possam cumprir com seu dever de manter os passeios em boas condições de utilização.

Minha Calçada conta com a parceria do Ministério Público, por meio do projeto Andanças, Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), Sindilojas, Sindpoa, Crea, Orçamento Participativo, Banrisul, Setcergs, Associação dos Bancos do Estado, Associação dos Carros Fortes, CEEE e concessionárias que utilizam redes subterrâneas.

Cuidar de sua calçada é um sinal de amor pela cidade e de respeito pelas pessoas.
apoio

Guri de Uruguaiana e a importância da calçada.

video Jão 1 .wmv

Labuta pela Dignidade


Uma porção de gente se identificou comigo em um texto publicado ontem (28/02), na Folha, no qual eu contava um bocadinho da minha aflição em ver minha mãe, que por tantos e tantos quilômetros me empurrou por essa vida, envelhecendo e perdendo, aos poucos, sua presteza, suas habilidades (para assinantes Uol e Folha que quiserem ler, é só clicar na carinha) :)  
Pois hoje, mais uma vez, tenho de colocar a mãe na roda… :D A razão não poderia ser mais nobre, mais legítima. A luta braçal, dolorosa, corajosa e indignante de Maria Elvira para que o filho João, “malacabadinho”, consiga estudar….
As cenas que vocês poderão ver (menos os cegões, evidentemente, que vão apenas ouvir) me remeteram direeeeto para a dureza da minha própria infância, lá na Trelagoa….
Me entristece conhecer o fato que crianças com deficiência ainda precisam penar para conseguir um direto dos mais básicos, mais universal: acesso à educação.
O relato da mãe dá conta que João, que tem uma síndrome rara chamada “Artrogripose Congênita” (má formação que atinge as articulações), não conseguiu vaga em uma escola próxima de casa e, por isso, é preciso padecer até ficar com a língua de fora para levá-lo ao encontro do conhecimento.
Neste caso, a  meu ver, a proteção à criança teria de ser incondicional. Não se trata de dar a ela um privilégio, trata-se de dar ao menino e a mãe um pouco de dignidade.
Não sei se Maria Elvira procurou a Justiça, se ela tentou todos os meios legais antes de botar na rede esse apelo, só sei que a mim, cada pedacinho dessa caminhada dolorosa, me deixou com um amargor na boca.
Peço que me ajudem a espalhar esse vídeo até que ele chegue para alguém da administração pública que se sinta envergonhado ou minimamente comovido para alterar essa realidade…

Fonte Folha .com

IMAGEM DO DIA!!



Uma imagem fala mais que mil palavras!!! Você acredita nisso???


DO FACEBOOK

Aniversário: famosos de fora do Rio dão dicas de passeios na Cidade Maravilhosa

DO R7


Capital encanta quem largou cidade de origem para trabalhar e viver aqui





03montagem
FOTO: Michel Angelo/Record e Getty ImagesGuilherme Berenguer gosta de curtir a praia do Leblon, na zona sul



O apelido de Cidade Maravilhosa já define bem o Rio de Janeiro. Com 447 anos, completados nesta quinta-feira (1º), a capital fluminense se tornou o local escolhido por muitos artistas que vieram trabalhar ou apenas mudar de vida. Para comemorar a data, os famosos de fora do Rio dão dicas de como aproveitar a beleza natural da cidade e unir trabalho com qualidade de vida.

Aniversário do Rio na quinta terá bolo gigante e programação especial de passeios
Foi esta mistura que encantou o ator Guilherme Berenguer, 31 anos, que interpreta o personagem Francisco deVidas em Jogo (Record). O nordestino, de Recife, veio para o Rio trabalhar. Apesar de morar há oito anos na Cidade Maravilhosa, ele ainda não elegeu seu cantinho favorito.

- É difícil responder qual lugar eu mais gosto no Rio. São tantos! Eu adoro as praias e o Jardim Botânico. Sempre levo meus amigos à praia de Grumari, mas também curto muito Ipanema e Leblon. Ali, a gente sempre encontra um bom restaurante, é um cantinho gostoso do Rio.

Outra apaixonada por praia é Mel Fronckowiack, 24 anos, que interpreta a estudante Carla em Rebelde(Record). A gaúcha de Pelotas (Rio Grande do Sul) não esconde o amor pela capital fluminense. Ela conta que sempre sonhou em morar no Rio.

- O Rio sempre foi uma cidade dos meus sonhos. É uma cidade gostosa, tem uma qualidade de vida ótima. Vou correndo todos os dias de casa até a academia para aproveitar a vista da praia. Adoro a Prainha e a vista da avenida Niemeyer para o mar de São Conrado.

Apesar de a praia ser a opção preferida dos artistas, a atriz Bianca Castanho, 33 anos, que viveu a personagem Selima em Rei Davi (Record) no mês passado, escolheu um lugar diferente para os dias de lazer. A gaúcha de Santa Maria (Rio Grande do Sul), que mora no Rio há 14 anos, indica para os turistas a Cadeg (Centro de Abastecimento do Estado da Guanabara), polo comercial que reúne bares, mercados e restaurantes em Benfica, na zona norte.

- Amo a Cadeg. Descobri há pouco tempo. É um lugar excelente para comprar flores. O preço lá é maravilhoso. Além de ter várias opções de restaurantes. É bem legal.

Quem dá um abraço especial no Rio neste aniversário é a Mulher Melão, Renata Frisson, 25 anos. A cantora e dançarina de funk saiu de Balneário Camboriú (Santa Catarina) para conhecer o Carnaval carioca e nunca mais voltou. Ela diz que não se vê morando em outro lugar e elege o Cristo Redentor como ponto turístico favorito.

- Adoro o Cristo Redentor. É lindo ver este monumento de braços abertos olhando pela nossa cidade. Eu amo o Rio e não me vejo morando em outro lugar mais.

Wagner Montes também indica seus pontos turísticos favoritos 
Apesar de ter orgulho em dizer que é caxiense, por ter sido criado em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, o apresentador da Record Wagner Montes ganhou a cara do Rio. Ele dá dicas de pontos turísticos para todos os públicos.

- Para quem curte a zona norte, o Piscinão de Ramos é uma boa opção. Aquilo lá é o maior barato! Para quem gosta da zona sul, o bom é curtir uma praia e depois parar em algum restaurante. Mas, em minha opinião, o Pão de Açúcar continua sendo a grande atração da cidade. Temos também o Corcovado com a imagem do Cristo Redentor. São passeios imprescindíveis! Quem não quer gastar muita grana pode visitar a Quinta da Boa vista e o zoológico.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

3 Capturar o vento

Capturar o vento?!?!

Este vídeo vale a pena ver...gosto muito dele, pois leva para algumas reflexões tanto para nossa vida pessoal, quanto profissional...aqui irei falar do profissional...assistam...

Muitas vezes queremos atingir alguns alunos dos quais achamos "complicados" não é mesmo?
Assim como neste vídeo precisamos de algumas chaves para conseguir o sucesso, vou listar...
- Paciência; (O menino trilhou quanto para capturar o vento? Muitas vezes o caminho é realmente longo com nosso aluno, por isso requer paciência);
- Criatividade; (Você já viu alguém capturar vento e colocar no vidro? Muitas vezes precisamos ousar, mesmo que para muitos é loucura, se acreditar em você e na potencialidade de seu aluno sua criatividade fluirá, independente do que outros fizeram ou fazem);
- Entusiasmo; (Mesmo estando longe de casa, o retorno foi cheio de entusiasmo; Não podemos perder o entusiamo, mesmo sendo um caminho longo a trilhar);
- Persistência; (Não desista! Mesmo que aquele aluno não responda rapidamente como você gostaria)
- Alegria; (Misture tudo, paciência, criatividade, entusiasmo, persistência e dê uma pitada de bom humor e alegria, essa receita com certeza será deliciosa; Você verá os resultados! 
O menino ajudou seu avô a soprar as velinhas de uma forma criativa e surpreendente! 
Você professor, ajude seu aluno a superar suas dificuldades e valorize suas potencialidades, assim, até você se surpreenderá com os resultados!


abraço!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

A inclusão e a realidade nacional

As prioridades federais são nítidas e decorrem, entre outros poderes, do império de economistas que conseguiram acertar um plano após inúmeras tentativas frustradas durante as décadas de oitenta a noventa (Leitão) num Brasil quebrado pelo erro de previsão em relação aos efeitos dos choques do petróleo nos anos setenta e projetos incompatíveis com nossa realidade naqueles tempos (OS ARQUIVOS DE DELFIM, 2003). O dinheiro barato e fácil da abundância dos petrodólares transformou-se em pesadelo inflacionário após a elevação dos juros norteamericanos (Safatle, 2012), pesadelo que o Brasil enfrentou com táticas e técnicas equivocadas.
O mundo se transforma e é fundamental aprender, evoluir.
Em nosso país o combate à inflação criou um ambiente de retrocesso diante da falta de recursos. Todos sabiam o que seria necessário, era impossível fazer o que as boas técnicas de Engenharia, Educação, Saneamento Básico, Saúde, Segurança etc. recomendavam. Pior ainda, a corrupção tornou-se uma praga, só não pior, talvez (pois condena milhões de brasileiros a padrões de vida inferiores), do que a formada pelas drogas baratas que inundam nosso país.
Convenções internacionais e avaliações inovadoras exigem, entretanto, mudanças.
Felizmente o Brasil estabilizou-se (mas continua pagando juros de país em crise profunda???) e já se dispõe a emprestar dinheiro até para o FMI.
Temos, entretanto, problemas gravíssimos a serem resolvidos e programas estranhos de investimentos desconexos em certas áreas.
Na Educação a evolução das escolas e de seus profissionais é essencial ao futuro que almejamos. Isso está acontecendo de forma enérgica, firme e eficaz?
Estamos progredindo [(Brasil aumenta em 121% gastos por aluno até ensino médio, 2011), (Kang, 2012)], precisamos, contudo, avaliar a qualidade deste progresso e estimar metas com soluções inteligentes.
Por exemplo, como fica nesse desafio de crescimento o aluno com deficiência?
A inclusão é um desafio colossal, se entendida como algo a ser feito de forma competente, eficaz. O artigo (Escolas dos diferentes ou escolas das diferenças?, 2012) traz ponderações significativas.
Merece transcrição o final contundente:
“A Educação Especial conquistou posições importantes do ponto de vista legal e educacional na educação brasileira e esses marcos estão fundamentados na Constituição de 1988 e na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência/ONU, 2006, ratificada e assimilada ao texto constitucional pelo Decreto no. 6.949/2009. A Política Nacional de Educação Especial, na Perspectiva da Educação Inclusiva/MEC 2008 é o testemunho de nossos avanços em direção à inclusão escolar. Ela é explícita quando propõe a diferenciação para incluir e reconhece o sentido multiplicativo da diferença, que vaza e não permite contenções, porque está sempre mudando e se diferenciando, interna e externamente, em cada sujeito. Em seu texto fica patente que a diferenciação é fluída (Burbules,2008) e bem-vinda, porque não celebra, aceita, nivela, mas questiona a diferença!
Não há mais como recusar, negar, desvalidar a diferença na sociedade brasileira e no cenário internacional. Cabe-nos, pois, como educadores, colocar em cheque a produção social da diferença, como um valor negativo, discriminador e marginalizante, dentro e fora das nossas escolas.”
Ótimo, mas como viabilizar escolas de bom nível se elas, sendo públicas, dependem no Ensino Fundamental dos municípios onde estão instaladas (qual é a capacidade fiscal e de investimentos e custeio dessas unidades?)? E nos demais níveis, o que fazer se os recursos diminuem (Corte de Dilma no Orçamento tira R$ 1,927 bi da Educação, 2012), quando sob responsabilidade federal, e nos estados os cortes orçamentários são uma rotina desde que inventaram o Brasil?
Quem mais perde com tudo isso é o aluno com deficiência física, sensorial, intelectual ou múltipla. Naturalmente ele precisa de professores bem preparados, escolas adaptadas, transporte escolar especial e educação de seus colegas, ou seja, uma ampla e custosa transformação de nossas tradições refratárias à boa educação, em qualquer nível.
A sensação que temos é que, diante do desperdício e definições de prioridades demagógicas, ainda levaremos muito tempo até chegarmos a um nível digno e necessário de escolas públicas, mais ainda em condições de acolher com dignidade e eficiência o aluno PcD.

Cascaes
27.2.2012
Brasil aumenta em 121% gastos por aluno até ensino médio. (14 de 9 de 2011). Fonte: portal apreniz: http://portal.aprendiz.uol.com.br/2011/09/14/brasil-aumenta-em-121-gastos-por-aluno-ate-ensino-medio/
ANDES-SN, S. N. (16 de 2 de 2012). Corte de Dilma no Orçamento tira R$ 1,927 bi da Educação. Fonte: Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior - ANDES-SN: http://www.andes.org.br:8080/andes/print-ultimas-noticias.andes?id=5166
Grinbaum, M. D. (19 de 11 de 2003). OS ARQUIVOS DE DELFIM. Fonte: Isto É Dinheiro: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/12001_OS+ARQUIVOS+DE+DELFIM
Kang, T. H. (17 de 2 de 2012). Gastos em educação por estudante. Fonte: Oikomania: http://oikomania.blogspot.com/2012/02/gastos-em-educacao-por-estudante.html
Leitão, M. (s.d.). Saga Brasileira. Fonte: Livros e Filmes Especiais: http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com/2011/07/saga-brasileira.html
Mantoan, M. T. (10 de 2 de 2012). Escolas dos diferentes ou escolas das diferenças? Fonte: LuMiy's Blog: http://lumiy.wordpress.com/2012/02/11/escolas-dos-diferentes-ou-escolas-das-diferencas/
Safatle, C. (10 de 2 de 2012). O homem que se reinventou. Fonte: Valor Econômico: http://www.valor.com.br/cultura/2525158/o-homem-que-se-reinventou
FONTE VIA:http://pp1-mirantedoaprendiz.blogspot.com/2012/02/arte-de-pensar-e-sua-dinamica.html

CHURRASCO NO PEQUENO COTOLENGO

NESTE DOMINGO TEM CHURRASCO NO PEQUENO  COTOLENGO!!! Preparem-se para um 


almoço com muita música diversão e solidariedade. Tragam a família e os 


amigos! Informações: (41)3314-1900.




FONTE: PEQUENO  COTOLENGO