segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Casa do futuro tem espelho que ajuda a escolher roupas

Fantástico/Globo



Computadores disfarçados de eletrodomésticos podem tomar conta da sua casa.

Você já imaginou que num simples toque, você pudesse mudar a decoração da sua sala ou do seu quarto? Assim, olha.

Pesquisadores do mundo inteiro já estão criando, agora, os eletrodomésticos que vão bombar... Em 2050!

Pepare-se! Muito em breve, computadores disfarçados de eletrodomésticos podem tomar conta da sua casa. Mas em vez de quebrar a cabeça para interagir com eles, saltaremos barreiras, chutaremos obstáculos, seremos como maestros...

"A gente não tem que aprender comandos do computador nem apertar botões. Você simplesmente fala e o computador tenta entender a partir da nossa linguagem natural e trazer para você as informações que você precisa", explica o chefe de pesquisa, Henrique Malvar.

E nesse novo mundo,um computador dentro do espelho pode ter a cara de pau de dizer que a roupa que você escolheu está completamente fora de moda.

Na casa onde Laura mora hoje, os espelhos fazem o mesmo de sempre: ficam só refletindo, tímidos. Mas no futuro, eles virão cheios de personalidade!

Laura chega. O espelho acorda. Depois reconhece a blusa que ela escolheu. E vejam que ousadia: dá palpite…

"O espelho escolheu umas calças, umas opções de calça para eu usar. Tipo: eu posso usar essa calça, ou se eu não gostar eu posso usar essa outra calça, que combina com a blusa", diz Laura.

"Você gostou da escolha do espelho?", pergunta o repórter.

"Não.... Nessa roupa aqui não", confessa Laura.

Não tem problema. Câmeras, sensores e computadores por toda a casa vão aprender exatamente o que Laura quer.

No futuro, os móveis conversam com os objetos da casa. Uma lembrancinha posta em cima de um móvel traz lembranças e fotografias da sua última viagem.

A gente levou uma família brasileira para conhecer a casa do futuro. Mas antes de conhecer os detalhes fomos conhecer a casa da família da Laura.

Cristina estava na cozinha.

Pedro tinha que estudar.

E quando terminou, que monotonia!

Sentado no chão, preso ao controle, num universo distante da irmã.

Será que na casa do futuro ficaremos mais próximos?

A brincadeira na mesa computadorizada, não foi nada perto da partida de futebol na sala de estar!

"Vamos chegar num mundo em que o pessoal vai olhar para teclados, controles e vai achar tudo arcáico. Vão dizer: 'que coisa mais troglodita interagir com máquinas desse jeito'", acredita Alex Kipman, inventor do sistema.

Henrique Maival chefia 800 pesquisadores nos Estados Unidos. E criou o porteiro da casa do futuro.

O primeiro teste mostra uma recepcionista descobrindo quem são e o que querem os visitantes. Ela transforma tudo em informação digital. Capta tantas informações que vai ser capaz de levantar a ficha criminal de quem se aproxima… e até chamar a polícia!

Tomar decisões, aliás, será uma obrigação do eletrodoméstico.

"O eletrodoméstico vai ser inteligente. A geladeira vai ter tanta certeza que está faltando aquilo que já manda logo um e-mail para o supermercado dizendo: ‘manda ai duas garrafas de leite’", profetiza Henrique Malvar.

A dona de casa Cristina Miola ficou impressionada ao descobrir que a geladeira vai avisar quando estiver faltando comida. E não é só isso. Se tudo der certo, a cozinha vai dizer também se, por acaso, Cristina estiver usando farinha, em vez de açúcar.

"Através do código de barras dele, quando a gente põe aqui, ele vai saber que é farinha", diz ela.

No quarto, Laura descobriu que pode ligar o som ou mudar o papel de parede apenas com os gestos. E, em vez de jantar do jeito de sempre, na mesa do futuro, a família pode brincar com aviõezinhos virtuais, já pensando em outras aplicações.

"Eu acho que pode mandar mensagem secreta. Tipo: para quem está lá na outra ponta", diverte-se Laura.

Mas como vai ser, por exemplo, a cozinha daqui a 30 ou 40 anos?

Pesquisadores do mundo inteiro participam de um concurso para inventar os eletrodomésticos de 2050.

Na cozinha: refrigerador, fogão e ar-condicionado numa única estante na parede. Esqueça a bagunça da roupa suja, porque o armário é que vai lavar a roupa.

A geladeira desse futuro distante não tem portas, gavetas nem prateleiras. Ondas ultrasônicas lavam a louça e transformam restos de comida em fertilizante.

E se você tiver fome, não esquente a cabeça, use capacete! O equipamento sonhado pelos projetistas vai ler seus pensamentos, mandar a ordem para uma cozinha qualquer e seu desejo será atendido em poucos minutos.

E já que os nossos desejos serão ordens... Máquinas, nos levem ao futuro, por favor!

Para ver o video, clica no titulo!!!!!!!

domingo, 19 de setembro de 2010

Felizes por viver cada dia o seu dia!Blogando,mas ainda se encantando!

Oba!Já estamos há um ano blogando!!

Tudo começou devagar,se mondando ,caracterizando com tema,a logo marca,e assim vieram os seguidores hoje em torno de 40 .Não importa quantos, mas deixam por aqui suas emoções,opiniões e dicas.

E VAMOS APRENDENDO NO UNIVERSO INCLUSÃO!Tão bom quanto dar aulas,blogar significa ganhar amigos,conhecimento,encantar-se,pois sempre é como uma jazida nas montanhas das letras,sites,revistas,jornais,ongs,enfim aqui se vê como há gente trabalhando interessada por um mundo melhor!Requer tempo,dedicação,responsabilidade,ter metas e cada vez que vemos uma mensagem ou podemos transmitir um recado em outro blog é a sensção de ser útil de alguma forma.

Felizes somos por essa conquista!Fica aqui o meu agradecimento e a oportunidade do meu aluno Matheus Kreling por oportunizar essa experiencia maravilhosa ao criar esse blog,dedicar suas horas nem sempre de maneira confortável mas sua determinação é maior que o seu estado físico.

E a todos os seguidores,visitantes,simpatizantes,professores.amigos que tiveram o privelegio de conhecer esse UNIVERSO juntamente conosco ,um abraço fraterno ,com conquistas coletivas para a INCLUSÃO que estamos inseridos.Sintam-se felizes quanto nós!
Uso pedagógico do blog – o EdublogPor profjc


Um blog de adolecente criado em 2004
“Algumas coisas que um novato na blogosfera precisa saber sobre a criação e manutenção de blogs de uma forma geral e, em especial, sobre os edublogs”.
Há cinco anos atrás eu escrevi um artigo intitulado “Blogs, Flogs e a inclusão websocial”. Na época o foco do artigo consistia em mostrar que estava nascendo uma forma de inclusão social na web, a que eu chamei de “inclusão websocial”, onde usuários sem conhecimentos da linguagem HTML e de outras linguagens de criação de páginas para a web podiam começar a criar seus “sites” e assim conquistar seu espaço de autoria na web por meio dos blogs, dos flogs e de outras ferramentas que então estavam despontando na rede (inclusive o Orkut).

Naquela época os blogs eram vistos por muitos professores como “coisa de adolescente”, pois os blogs nasceram com a inspiração de serem “diários digitais” e, além disso, a maioria dos blogs brasileiros tinha mesmo o formato de diário de adolescente, pois eram blogs criados por adolescentes e que tinham como público alvo outros adolescentes.

O fato é que os adolescentes saíram na frente e criaram seus blogs, tornam-se autores e ocuparam seu espaço na web, enquanto os professores, em sua maioria, ainda discutiam se valia ou não a pena usar novas tecnologias na educação.

Um blog de matemática

O tempo passou. Cinco anos, na história da web, é um tempo imenso! De 2004 para cá os blogs brasileiros caíram também no gosto de muitos “adultos”. Jornalistas, profissionais liberais, donas de casa e (vejam só!) até mesmo professores começaram a ocupar cada vez mais a blogosfera.

Hoje em dia eu creio que seja bobagem discutir a utilidade das TICs na educação, ou explicar o que é um blog, mas talvez ainda seja tempo de falar um pouco sobre o uso pedagógico dos blogs, principalmente tendo em vista que a cada dia mais e mais professores ingressam nesse incrível mundo da publicação e da autoria.

Apesar de sua origem com formato e pretensão de “diário”, o blog é, na verdade, um site. Ter um blog ou ter um site é a mesma coisa se o objetivo for possuir um endereço na Internet onde se possam publicar materiais diversos. A única diferença é que um “site”, no sentido original do termo, é um espaço que requer a criação não apenas de conteúdo, mas também de layouts, programações em HTML, CSS, javascript, PHP, SQL e outras linguagens usadas na net.

O blog, no entanto, oferece toda essa programação, o layout, as ferramentas de divulgação e até mesmo seu “endereço na web” prontos, de forma que aos seus donos cabe apenas prover o conteúdo. E é aí que está o “X” da questão!

Para que um blog sobreviva na blogosfera e cumpra seu papel como espaço de publicação e autoria, ele precisa ter pelo menos 4 requisitos básicos:
Possuir um objetivo claro
Visar um público específico
Possuir conteúdo útil para o público visado
Ser atualizado frequentemente

(...)

Um blog com fins pedagógicos, um edublog, é um blog destinado a algum propósito educacional. Então, o primeiro passo a ser dado é definir o objetivo do seu blog. Você pode dar esse passo respondendo à seguinte pergunta: quem vier ao meu blog poderá aprender sobre…

Esse blog aqui, por exemplo, “Professor Digital”, é um edublog que tem como objetivo fornecer reflexões, dicas, sugestões e materiais de consulta sobre o uso pedagógico das TICs. Mas eu também tenho um outro blog onde o objetivo é discutir a Educação de forma mais geral, outro onde discuto assuntos relativos à Física e, ainda, um outro onde simplesmente faço um diário de reflexões sobre minha escola. Cada um deles tem um objetivo diferente e, por isso mesmo, são blogs diferentes.

Um professor de história pode criar um blog com o objetivo de fornecer material extracurricular de história para seus alunos, ou pode querer criar um onde apresentará e discutirá situações da atualidade, ou ambos; um professor de matemática pode criar um blog para ensinar matemática, ou para contar a história da matemática e contextualizar suas aulas, etc. O assunto do blog, em si, pode variar imensamente, mas é importante entender que edublogs são blogs focados na educação.
O segundo passo consiste em definir o seu público alvo. Se você leciona para alunos do Ensino Médio, então esse pode ser seu público-alvo. Mas se quiser fazer um blog para apresentar experiências didáticas, sugestões de aulas, discutir currículo ou apresentar ferramentas auxiliares para os professores da sua área, então é claro que seu público-alvo serão os professores e não os alunos. Você pode ser “pretensioso” e querer atender esses diferentes públicos em um mesmo blog, mas você corre o risco de acabar não atendendo a nenhum deles e vê-los rejeitar o seu blog.

É melhor focar seu blog em um público-alvo bem específico e concentrar esforços aí. Se você quiser atingir diferentes públicos, crie diferentes blogs, é mais eficaz. Nesse blog aqui o meu público alvo são professores e formadores de professores interessados no uso pedagógico das TICs. Nos meus outros blogs os públicos-alvos são diferentes.

O terceiro passo é a parte que requer mais “suor”: publicar conteúdo relevante. Não é preciso que o conteúdo seja produzido por você mesmo, mas é preciso que o conteúdo seja relevante, interessante e útil para quem visitar seu blog em busca da aprendizagem que você está oferencendo. Neste blog aqui a minha opção foi a de publicar meus próprios artigos sobre o uso pedagógico das TICs, mas há centenas de excelentes blogs que reúnem diversas publicações de outros blogs, inclusive do meu, e que oferecem ao seu público um material muito mais rico do que o material que cada blog “original” oferece aos seus leitores.

Tanto criar seus próprios artigos e seu próprio conteúdo, quanto pesquisar na Internet bons artigos e materiais para então oferecê-los aos leitores do seu blog, demanda trabalho, tempo de dedicação e muita responsabilidade, pois mesmo não sendo um material assinado por você, ao torná-lo disponível no seu blog, você estará sendo co-responsável pela divulgação desse material. Para quem trabalha com Educação a responsabilidade por oferecer material de qualidade e informação confiável é um dos pressupostos básicos.

Por fim, o quarto passo talvez seja mais difícil do que o terceiro, pois implica em repetir o terceiro passo muitas vezes, já que um blog que não recebe atualizações frequentes tende a se tornar apenas um “repositório de textos mortos”. É claro que esse blog sempre receberá visitas de novos usuários, mas ele perderá seus antigos leitores por falta de conteúdo atualizado. Por outro lado, dependendo dos conteúdos que você publique no seu blog, atualizá-lo poderá não ser uma tarefa fácil. Além disso, é preciso dedicar um bom tempo para essas atualizações.

Blog da EE Paulina Rosa
Resumindo: criar um blog é fácil, criar um blog útil é um pouco mais difícil. Criar um blog útil e mantê-lo útil ao longo do tempo é ainda mais difícil e trabalhoso, mas é muito compensador se o objetivo que você escolheu estiver sendo atingido ao longo da vida do seu blog.

Os blogs são ferramentas web 2.0 disponíveis gratuitamente na rede e oferecidas por muitas empresas. Para criar seu blog você pode usar qualquer uma dessas empresas e o processo de criação dura cerca de cinco minutos e requer apenas uma meia dúzia de cliques no mouse. Veja no final do artigo alguns links de empresas que oferecem blogs e hospedagem gratuita para eles.

Alguns exemplos de uso pedagógico para blogs são listados abaixo e não esgotam nem de longe as possibilidades, mas podem ajudar os iniciantes a descobrirem alguma utilidade para o seu blog:
Blog de conteúdo curricular: muitos professores usam seus blogs para publicar os conteúdos curriculares de suas aulas e assim permitirem que seus alunos os consultem pela Internet. Com isso os alunos podem acessar textos, filmes, músicas, simulações, animações e outros materiais usados em classe ou sugeridos como materiais extras;

Blog de apoio às atividades de classe: os blogs podem servir como meios auxiliares para se “propor tarefas” ou para “receber tarefas”. Por exemplo, você pode publicar uma poesia e pedir aos seus alunos que “comentem a poesia”, como faria em sala de aula com textos impressos, a única diferença é que esses comentários ficam publicados no seu blog;

Blog de registro de projeto: você pode usar blogs para registrar o andamento de um projeto, onde além de você, os grupos de alunos que participam do projeto também podem escrever no blog (ou por meio de comentários ou diretamente, publicando textos eles mesmos sob sua supervisão). Imagine por exemplo que sua escola participe de um projeto de reciclagem, todas as atividades do projeto, desde as reuniões iniciais até o os resultados finais, podem ser documentas de forma bem rica (usando imagens, textos, filmes, depoimentos gravados, etc.) no blog;
Blog institucional da escola: uma escola pode (e realmente deve) possuir um site ou um blog (que é bem mais simples de criar e manter do que um site) onde publique as notícias, eventos, avisos, comunicados, horários, dados dos professores e da escola, etc., a fim de facilitar sua comunicação com a comunidade. Muitas escolas já possuem blogs e os utiliza como uma forma de prestar contas à comunidade e de informar melhor suas ações;
Blog de uma disciplina: como a atualização de um blog requer que seu autor (ou autores) publique novas matérias regularmente, em algumas escolas os professores de uma dada disciplina se unem e mantêm um blog para a disciplina toda. Nesse blog se podem publicar dicas para os alunos, materiais extras, datas de provas, provas resolvidas, listas de exercícios, etc., e os alunos podem compartilhar materiais de diversos professores sobre um mesmo assunto.
É claro que um único blog pode servir para várias dessas finalidades (e outras ainda), mas tenha em mente que quanto mais “confuso e desfocado” for o seu blog, mais dificilmente ele será útil ou despertará a atenção do seu público alvo.
Professores que possuem blogs afirmam que isso facilita seu trabalho, pois com o blog eles podem:
fornecer e armazenar materiais de consulta para os alunos;
criar atividades que os alunos possam acessar de suas casas e entregar via Internet;
criar “bibliotecas” de atividades e materiais que ficam disponíveis de um ano para outro, poupando espaço e recursos;
divulgar o seu trabalho e torná-lo transparente para os pais dos alunos e para a comunidade toda;
interagir com outros professores de sua área e trocar informações, links, materiais, atividades, etc.;
melhorar seu relacionamento com os alunos e fornecer a eles maior possibilidade de acesso ao professor.

Uma dica final, e bastante interessante, é criar um blog para a escola e colocar nele os links para os blogs dos professores e alunos da escola, criando assim uma forma simplifica de “Comunidade Virtual” e explorando com isso diversas novas possibilidades de interação e participação colaborativa.
Glossário online: Blog, Edublog, HTML, Comunidade Virtual
Onde criar seu blog: Blogger (br), WordPress, Blig, BLog Sapo, UOL Blog, Spaces, Blog Some.
Onde discutir sobre blogs: Lista Blogs Educativos (Yahoo)

Uso pedagógico dos blogs – os “edublogs”
“Algumas coisas que um novato na blogosfera precisa saber sobre a criação e manutenção de blogs de uma forma geral e, em especial, sobre os edublogs”.

Há cinco anos atrás eu escrevi um artigo intitulado “Blogs, Flogs e a inclusão websocial”. Na época o foco do artigo consistia em mostrar que estava nascendo uma forma de inclusão social na web, a que eu chamei de “inclusão websocial”, onde usuários sem conhecimentos da linguagem HTML e outras linguagens de criação de páginas para a web podiam começar a criar seus “sites” e, assim, conquistar seu espaço de autoria na web por meio dos blogs, dos flogs e de outras ferramentas que então estavam despontando na rede (inclusive o Orkut).

Naquela época os blogs eram vistos por muitos professores como “coisa de adolescente”, pois os blogs nasceram com a inspiração de serem “diários digitais” e, além disso, a maioria dos blogs brasileiros tinha mesmo o formato de diário de adolescente, pois eram blogs de adolescentes e tinham como público alvo outros adolescentes.

O fato é que os adolescentes saíram na frente e criaram seus blogs, tornam-se autores e ocuparam seu espaço na web, enquanto os professores, em sua maioria, ainda discutiam se valia ou não a pena usar novas tecnologias na educação e, grande parte deles, nem sequer usavam e-mail ou computadores.

O tempo passou. Cinco anos, na história da web, é um tempo imenso! De 2004 para cá os blogs brasileiros caíram também no gosto de muitos “adultos”. Jornalistas, profissionais liberais, donas de casa e (vejam só!) até mesmo professores começaram a ocupar cada vez mais a blogosfera.
Hoje em dia eu creio que seja bobagem discutir a utilidade das TICs na educação, ou explicar o que é um blog, mas talvez ainda seja tempo de falar um pouco sobre o uso pedagógico dos blogs, principalmente tendo em vista que, a cada dia, mais e mais professores ingressam nesse incrível mundo da publicação e da autoria.
Apesar de sua origem com formato e pretensão de “diário”, o blog é, na verdade, um site. Ter um blog ou ter um site é a mesma coisa se o objetivo for possuir um endereço na Internet onde se possam publicar materiais diversos. A única diferença é que um “site”, no sentido original do termo, é um espaço que requer a criação não apenas de conteúdo, mas também de layouts, programações em HTML, CSS, javascript, PHP, SQL e outras linguagens usadas na net. Porém, o blog oferece toda essa programação, o layout, as ferramentas de divulgação e até mesmo seu “endereço na web” prontos, de forma que aos seus donos cabe apenas prover o conteúdo. E é aí que está o “X” da questão!
Para que um blog sobreviva na blogosfera, e cumpra seu papel como espaço de publicação e autoria, ele precisa ter pelo menos 4 requisitos básicos:
Possuir um objetivo claro
Visar um público específico
Possuir conteúdo útil para o público visado
Ser atualizado frequentemente
A “cara” do seu blog não é tão importante quanto o conteúdo que você colocará nele, mas dependendo do seu público ela pode ser também um requisito. Há muitos layouts disponíveis e você pode escolher aquele que julgar mais adequado. Vamos então nos ater ao conteúdo e ao pressuposto de que você quer dar um “uso pedagógico” ao seu blog.
Um blog com fins pedagógicos é um blog destinado a algum propósito educacional. Então, o primeiro passo a ser dado é definir o objetivo do seu blog e você pode dar esse passo respondendo a seguinte pergunta: quem vier ao meu blog poderá aprender sobre…
Esse blog aqui, por exemplo, “Professor Digital”, é um edublog que tem como objetivo fornecer reflexões, dicas, sugestões e materiais de consulta sobre o uso pedagógico das TICs. Mas eu também tenho um outro blog onde o objetivo é discutir a Educação de forma mais geral, outro onde discuto assuntos relativos à física e, ainda, um outro onde simplesmente faço um diário de reflexões sobre minha escola. Cada um deles tem um objetivo diferente e, por isso mesmo, são blogs diferentes. Um professor de história pode criar um blog com o objetivo de fornecer material extracurricular de história para seus alunos, ou pode querer criar um onde apresentará e discutirá situações da atualidade, ou ambos; um professor de matemática pode criar um blog para ensinar matemática, ou para contar a história da matemática e contextualizar suas aulas, etc. Se o objetivo é promover de alguma forma a melhoria da Educação, então teremos um blog com finalidade educacional, isto é, um edublog; o assunto em si pode variar imensamente mas é importante entender que edublogs são blogs focados na educação.
(...)

Blog de conteúdo curricular: muitos professores usam seus blogs para publicar os conteúdos curriculares de suas aulas e permitirem que seus alunos os consultem pela Internet. Com isso os alunos podem acessar textos, filmes, músicas, simulações, animações e outros materiais usados em classe ou sugeridos como materiais extras;
Blog de apoio às atividades de classe: os blogs podem servir como meios auxiliares de se “deixar tarefas” ou de se “receber tarefas”. Por exemplo, você pode publicar uma poesia e pedir aos seus alunos que “comentem a poesia”, como faria em sala de aula com textos impressos, a única diferença é que esses comentários ficam publicados no seu blog;
Blog de registro de projeto: você pode usar blogs para registrar o andamento de um projeto, por exemplo, onde além de você os grupos de alunos que participam do projeto também podem escrever no blog (ou por meio de comentários ou publicando textos, eles mesmos). Imagine por exemplo que sua escola participe de um projeto de reciclagem, todas as atividades do projeto, desde as reuniões iniciais até o os resultados finais, podem ser documentas de forma bem rica (usando imagens, textos, filmes, depoimentos gravados, etc.) no blog;
Blog da escola: uma escola pode (e realmente deve) possuir um site ou um blog (que é bem mais simples) onde publique as notícias, eventos, avisos, comunicados, horários, dados dos professores e da escola, etc., a fim de facilitar sua comunicação com a comunidade. Muitas escolas já possuem blogs e os utiliza como uma forma de prestar contas à comunidade e de informar melhor suas ações;
Blog da disciplina: como a atualização de um blog requer que seu autor (ou autores) publique novas matérias regularmente, em algumas escolas os professores de uma dada disciplina se unem e mantêm um blog para a disciplina toda. Nesse blog se podem publicar dicas para os alunos, materiais extras, datas de provas, provas resolvidas, listas de exercícios, etc.
É claro que um único blog pode servir para várias dessas finalidades (e outras ainda), mas tenha em mente que quanto mais “confuso” e “desfocado” for o seu blog, mais dificilmente ele será útil ou despertará a atenção do seu público alvo.
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Tecnologias para a Educação Especial

Interfaces para a Educação Especial

Ao analisar algum software dito para educação especial podemos observar que alguns não respeitam as especificidades de seu público-alvo e não fazem uso de recursos que poderiam diminuir a diferença do interface homem-máquina.

Para a utilização de software com portadores de alguma deficiência ou dificuldade devemos, antes, verificar quais as necessidades do sujeito e avaliar quais as preferências deste quanto a um ou outro sistema de representação para comunicação para, depois, escolher um software.

Para a construcção de um software para educação especial devemos, antes de tudo, ter atenção na formação da equipe multidisciplinar que fornecerá as directrizes básicas para este devendo fazer parte desta, além de programadores, especialistas como psicólogos, terapeutas ocupacionais, professores, e outros, conforme o caso.
fonhttp://student.dei.uc.pt/~asilva/te

Continua materia na proxima postagem com dicas como lidar com cada deficiê.ncia

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O verdadeiro amigo do homem

GAZETA DO POVO/VIVER BEM








Os benefícios físicos e psicológicos da equoterapia

Há quatro anos, terças e quintas são dias especiais para Bianca Gonçalvez Ribas, 16 anos. Ao acordar, ela já tenta descobrir como está o tempo. A menos que esteja chovendo, a mãe de Luciana a coloca na cadeira de rodas e as duas seguem para o Centro de Equo­­­terapia Andaluz. Duas horas e dois ônibus depois, é fácil perceber que a espera valeu a pena. Ao subir no cavalo, Bianca se sente livre e radiante, resultado dos 30 minutos que passa sobre o amigo equino. “Desde a primeira vez ela já ficou encantada, e comenta sempre sobre a sensação de liberdade que sente no cavalo. Ela pratica desde os 12 anos, mas toda vez é como se fosse a primeira”, conta a mãe.

Bianca chegou à equoterapia pela indicação de um neuropediatra. Prematura, a menina teve paralisia cerebral ao nascer. Apesar de também ter sessões de fisioterapia tradicional e de jogar bocha (como terapia), é na equoterapia que a menina tem os maiores ganhos. “Ela melhorou a postura e o equilíbrio do tronco. A autoestima aumentou muito também”, diz Luciana.

A equoterapia é um meio de reabilitação, com diversos benefícios físicos e psicológicos. A fisioterapeuta Ana Carolina Pereira Matos, coordenadora do Centro de Equoterapia Andaluz, explica que o cavalo se assemelha ao homem pelo movimento que faz enquanto anda e por isso a terapia acaba ajudando crianças e adultos com dificuldades motoras, que precisam de melhor equilíbrio, postura e controle do corpo. Os ganhos não param por aí. “Quando uma criança sobe em um cavalo, que é um animal grande e poderoso, ela se sente poderosa também. A terapia também acaba melhorando o convívio social, a comunicação, a atenção, a memória e a concentração”, explica. A equoterapia também costuma ser indicada para crianças com problemas psicológicos ou de comportamento.

“Quando uma criança começa a terapia, ela tem de obedecer as regras e os limites, além de ter a rotina. Se uma criança é agitada, não consegue ficar na mesma atividade por muito tempo, ou perde a atenção na sala de aula. A equoterapia pode ajudá-la organizando o seu desenvolvimento”, explica o fisioterapeuta Ênio Funchal, professor na área de Neuropediatria da PUCPR.

Serviços

Conheça três das principais divisões da equoterapia:

Hipoterapia

Indicada as pessoas portadoras de necessidades especiais, é um meio de reabilitação física e psíquica, utilizando os vários estímulos dados pelo cavalo em conjunto com técnicas específicas da fisioterapia e equitação.

Equitação terapêutica

Indicado para praticantes que têm independência para manter-se sobre o cavalo com o objetivo de estimular a organização espacial, sociabilização, linguagem e aprendizagem.

Pré-esportivo

Inclui os primeiros contatos, os cuidados preliminares, a montaria e o manuseio final, desenvolvem ainda novas formas de socialização, autoconfiança e autoestima.

Serviço

Centro de Equoterapia Andaluz, na Sociedade Hípica Paranaense, BR 116 Km 93, 5.861, Tarumã, fone (41) 3027-1666 begin_of_the_skype_highlighting (41) 3027-1666 end_of_the_skype_highlighting.

Horse Place, R. Miguel Fillus, 88, Jardim Bom Pastor, Campo Magro, fone (41) 8413-0705 begin_of_the_skype_highlighting (41) 8413-0705 end_of_the_skype_highlighting, e e-mail riskallaf@hotmail.com.

Por dentro da terapia

A fisioterapeuta e psicomotricista relacional Fabiana Riskalla é coordenadora terapêutica dos programas de equoterapia do Horse Place. Ela esclarece dúvidas sobre a equoterapia.

> Quem é atendido – Bebês já podem praticar com indicação médica, mas o mais comum é iniciar a equoterapia a partir dos três anos. Adultos e idosos também podem praticar, cada um com um programa específico, de acordo com sua indicação, seja por um quadro neurológico, ortopédico, por lesão medular, síndromes, transtornos invasivos ou intelectuais, questões emocionais ou outros.

> As sessões – As atividades variam de acordo com o objetivo e planejamento específicos de cada praticante, que pode participar da escovação e da alimentação do cavalo. O programa de montaria pode envolver atividades de coordenação, equilíbrio, correção postural, integração sensorial, cognitivas, comportamentais, de comunicação e de socialização. Ao final é feita a despedida entre o praticante e o cavalo, o que também estimula o afeto com o animal.

Guerreiros!!!Gritem,deixem marcas,registrem,opinem!Já.

Que video!Maravilha.Divulguem,reflitam.
Parabéns participantes,que texto critico,contagiante,expressivo co humor mas pura realidade.
Assistam !!!

Como lidamos com a diferença - parte 2

Faça curso de técnicas de redação jornalística no RJ


Faça curso de técnicas de redação jornalística no RJ

Texto Priscila Sampaio

Começa dia 27 de setembro o curso avançado de Técnica de Redação Jornalística. O objetivo é suprir a necessidade de blogueiros, profissionais liberais, colunistas, na construção de textos informativos e coerentes. O curso é voltado, também, às pessoas com deficiência.
Para aqueles que possuem deficiência visual, será disponibilizado material em braille e para quem possui deficiência auditiva, poderá contar com um intérprete de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) durante as aulas, que serão ministradas pela jornalista Sandra Balbino.
Sandra trabalhou por quase 15 anos no antigo Jornal do POVO, no Rio de Janeiro. Ela teve um problema na audição e hoje usa prótese. No ano passado ela sofreu um deslocamento da retina, que resultou na perda da visão do olho direito e comprometeu o da esquerda. Mas sua vocação para a vida de jornalista não ficou no escuro, fez sua reabilitação no Instituto Benjamim Constante e regressou no mercado de trabalho. Atualmente é repórter da revista Sentidos, produz jornais para políticos e leciona aulas sobre comunicação.

Técnica de Redação Jornalística
Local: Instituto de Gestão e Comunicação - IGEC
Rua Buenos Aires, 90/4 andar
Centro
Rio de Janeiro - RJ
Início: 27/09/2010 Duração: 60 horasHorário: Segunda e quarta-feira, das 19h às 22 h.
Forma de pagamento: Taxa de matrícula: R$ 20
Mais 3 X R$ 250,00
Informações: (21) 2543-3491

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Música, arte e poesia marcam evento de inclusão digital

Oficinas e palestras sobre criação de blogs e colaboração através da internet auxiliam a inserir Alagoas no Mapa do desenvolvimento digital

Ascom

Atrações musicais, videoarte e momento de poesias com o Papel no Varal vão marcar o lançamento do portal DeRepente, que acontece amanhã (16) no Espaço Linda Mascarenhas. O evento faz parte do programa Alagoas no Mapa, e tem como foco incentivar a inclusão digital e a difusão do conhecimento no Estado.

O evento também pode ser acompanhado de casa, de qualquer lugar do Brasil, através do portal www.derepente.org ou através do twitter @derepente_al. O ambiente também está aparelhado com rede wi-fi, facilitando a vida do usuário que levar seu notebook.

Os shows vão encerrar as atividades, que começam às 15h e se estendem até às 22h. O som instrumental post-rock do Projeto Sonho, o Dj Fritz e o RapRepente com o grupo Guerreiros Quilombolas em duelo com o repentista João de Lima prometem agitar a noite. Além dessas atrações, o ambiente contará com efeitos de artes visuais, através das Saudáveis Projeções Subversivas.

Oficinas e palestras

As oficinas terão início às 15h e serão ministradas por Pedro Markun e Daniela Silva, do Laboratório Brasileiro de Cultura Digital de São Paulo e a blogueira Kaka Marinho. Os participantes irão aprender a publicar informações sobre Alagoas, através da criação de um blog, a publicar conteúdos multimídia na Wikipedia e colaborar com informações no Wikitravel e no OpenStreet Maps.

As palestras “Construindo uma cultura da colaboração digital em Alagoas”, ministrada por Pedro Markun, e “Como podemos colocar Alagoas no Mapa”, por Thiago Ávila, coordenador do programa Alagoas no Mapa também fazem parte do evento.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Cadeirante ganha casa nova e adaptada no Sonhar Mais Um Sonho

Após um acidente de moto, Jaqueline Monteiro ficou paraplégica. Mas, mesmo com as dificuldades, ela se tornou uma para atleta e é vice-campeã de SP no arremesso de dardos. Veja a casa nova e adaptada aos problemas de locomoção que Jaqueline e sua mãe ganharam do Programa do Gugu!


Clique aqui para ver o video>
http://entretenimento.r7.com/videos/cadeirante-ganha-casa-nova-e-adaptada-no-sonhar-mais-um-sonho-/idmedia/911052c0053e4ec183719b4c51cd6606.html