terça-feira, 5 de maio de 2015

Óculos de realidade virtual ajudam pessoas com Parkinson a andar

Equipamento usado em fisioterapia projeta quadriculado em 3D.
Óculos estimulam que paciente use mecanismo mais consciente para andar.


Mariana LenharoDo G1, em São Paulo
No Hospital das Clínicas de São Paulo (HC-FMUSP), um grupo de pacientes com mal de Parkinson conseguiu avanços para voltar a andar com agilidade e segurança graças ao uso de óculos de realidade virtual em sessões de fisioterapia.
O paciente Pietro Azzolini, de 68 anos, já não se desequilibra ao andar na rua. Ele foi diagnosticado com a doença há 12 anos. “Depois do tratamento, senti mais firmeza e mais segurança para andar”, diz. “O Parkinson de modo geral não tem cura, mas esse tipo de equipamento, que muita gente nem sabe que existe, pode melhorar muito o desempenho das pessoas.”
Segundo a fisioterapeuta Carolina Souza, do Instituto de Psiquiatria do HC-FMUSP,  os óculos são especialmente eficazes para tratar um sintoma comum em pacientes com Parkinson em estágio 3 (ao todo, a doença tem 5 estágios): o “freezing”, ou “congelamento”.
O congelamento ocorre quando o paciente começa a andar com passos cada vez menores até parar ou cair. Isso normalmente acontece logo quando ele começa a andar, quando está diante de um obstáculo ou quando tem que mudar de direção.
Carolina conta que, em um grupo de 18 pacientes graves, com doença em estágio 3 ou 4, que começaram a treinar com os óculos na instituição, todos experimentaram uma melhora da marcha e uma diminuição dos episódios de "freezing".
Caminho cerebral alternativo
Quando está usando os óculos, o paciente vê um caminho quadriculado em 3D. Um sensor de movimento detecta quando o paciente começa a andar e o caminho quadriculado se movimenta como uma esteira. A pessoa também ouve sons que ajudam a ritmar as passadas. Ao coordenar os passos com o quadriculado virtual, o paciente consegue mais equilíbrio.
 Pietro Azzolini, diagnosticado com Parkinson há 12 anos, treina com óculos de realidade virtual (Foto: Mariana Lenharo/G1)Pietro Azzolini, diagnosticado com Parkinson há 12 anos, treina com óculos de realidade virtual (Foto: Mariana Lenharo/G1)
A fisioterapeuta explica que o Parkinson afeta a região do cérebro responsável pelos movimentos automáticos, como o andar. O que os óculos fazem é estimular que ele adote um caminho cerebral alternativo, mais consciente, para caminhar.
“Ele faz com que o paciente consiga desenvolver outras vias cerebrais, que estão alteradas por conta da doença, e com isso consegue ter uma marcha mais perto da fisiológica”, diz o neurocirurgião Erich Fonoff, do Instituto de Psiquiatria do HC-FMUSP.
Tratamentos complementares
Não existe nenhum tratamento definitivo para o Parkinson. Até hoje, o que a medicina conseguiu foram várias estratégias que se complementam para inibir a progressão da doença e dar uma qualidade de vida melhor aos pacientes.
O tratamento com remédios visa basicamente à reposição da dopamina, hormônio que está em falta em quem tem Parkinson, já que a doença leva à morte dos neurônios dopaminérgicos. Há também um tratamento cirúrgico em que um eletrodo implantado no cérebro promove estímulos elétricos que ajudam o paciente a ter maior controle sobre seus movimentos.
Outra parte essencial do tratamento de Parkinson é a fisioterapia. E é aí que entram os óculos de realidade virtual.
Chamado GaitAid, o equipamento foi desenvolvido por uma empresa israelense e custa no Brasil cerca de R$ 15 mil. Depois de um treinamento apropriado, o paciente poderia usá-lo em casa. Porém o valor ainda torna a tecnologia inacessível a muitos pacientes. Segundo Carolina, o HC-FMUSP é uma das únicas instituições no país a oferecer fisioterapia com o equipamento.
Mariana LenharoDo G1, em São Paulo
No Hospital das Clínicas de São Paulo (HC-FMUSP), um grupo de pacientes com mal de Parkinson conseguiu avanços para voltar a andar com agilidade e segurança graças ao uso de óculos de realidade virtual em sessões de fisioterapia.
O paciente Pietro Azzolini, de 68 anos, já não se desequilibra ao andar na rua. Ele foi diagnosticado com a doença há 12 anos. “Depois do tratamento, senti mais firmeza e mais segurança para andar”, diz. “O Parkinson de modo geral não tem cura, mas esse tipo de equipamento, que muita gente nem sabe que existe, pode melhorar muito o desempenho das pessoas.”
Segundo a fisioterapeuta Carolina Souza, do Instituto de Psiquiatria do HC-FMUSP,  os óculos são especialmente eficazes para tratar um sintoma comum em pacientes com Parkinson em estágio 3 (ao todo, a doença tem 5 estágios): o “freezing”, ou “congelamento”.
O congelamento ocorre quando o paciente começa a andar com passos cada vez menores até parar ou cair. Isso normalmente acontece logo quando ele começa a andar, quando está diante de um obstáculo ou quando tem que mudar de direção.
Carolina conta que, em um grupo de 18 pacientes graves, com doença em estágio 3 ou 4, que começaram a treinar com os óculos na instituição, todos experimentaram uma melhora da marcha e uma diminuição dos episódios de "freezing".
Caminho cerebral alternativo
Quando está usando os óculos, o paciente vê um caminho quadriculado em 3D. Um sensor de movimento detecta quando o paciente começa a andar e o caminho quadriculado se movimenta como uma esteira. A pessoa também ouve sons que ajudam a ritmar as passadas. Ao coordenar os passos com o quadriculado virtual, o paciente consegue mais equilíbrio.
 Pietro Azzolini, diagnosticado com Parkinson há 12 anos, treina com óculos de realidade virtual (Foto: Mariana Lenharo/G1)Pietro Azzolini, diagnosticado com Parkinson há 12 anos, treina com óculos de realidade virtual (Foto: Mariana Lenharo/G1)
A fisioterapeuta explica que o Parkinson afeta a região do cérebro responsável pelos movimentos automáticos, como o andar. O que os óculos fazem é estimular que ele adote um caminho cerebral alternativo, mais consciente, para caminhar.
“Ele faz com que o paciente consiga desenvolver outras vias cerebrais, que estão alteradas por conta da doença, e com isso consegue ter uma marcha mais perto da fisiológica”, diz o neurocirurgião Erich Fonoff, do Instituto de Psiquiatria do HC-FMUSP.
Tratamentos complementares
Não existe nenhum tratamento definitivo para o Parkinson. Até hoje, o que a medicina conseguiu foram várias estratégias que se complementam para inibir a progressão da doença e dar uma qualidade de vida melhor aos pacientes.
O tratamento com remédios visa basicamente à reposição da dopamina, hormônio que está em falta em quem tem Parkinson, já que a doença leva à morte dos neurônios dopaminérgicos. Há também um tratamento cirúrgico em que um eletrodo implantado no cérebro promove estímulos elétricos que ajudam o paciente a ter maior controle sobre seus movimentos.
Outra parte essencial do tratamento de Parkinson é a fisioterapia. E é aí que entram os óculos de realidade virtual.
Chamado GaitAid, o equipamento foi desenvolvido por uma empresa israelense e custa no Brasil cerca de R$ 15 mil. Depois de um treinamento apropriado, o paciente poderia usá-lo em casa. Porém o valor ainda torna a tecnologia inacessível a muitos pacientes. Segundo Carolina, o HC-FMUSP é uma das únicas instituições no país a oferecer fisioterapia com o equipamento.
http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2015/05/oculos-de-realidade-virtual-ajudam-pessoas-com-parkinson-andar.html

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Futuro ,divulgando Campanha:LACRE DO BEM!!Confiram!!!


PARABÉNS LUCIA PELA INICIATIVA.
BH GANHA COM SUA POSTURA SOLIDARIA!!

VAI AI O FACE DESSA GATINHA E TODA SUA TRUPE :
https://www.facebook.com/pages/Lacre-do-Bem/710698032317878?fref=photo 







sexta-feira, 1 de maio de 2015

SONATA PARA VIOLONCELO - UM FILME SOBRE FIBROMIALGIA


'Sonata para violoncelo' de Anna M. Bofarull, vai ser apresentado ao mundo no Dia Mundial da Fibromialgia, 12 de Maio de 2015. 

Este é o primeiro filme dedicado a este tema.

Sinopse:
Julia é uma reconhecida violoncelista de quase 50 anos, que passa a vida a viajar para diferentes cidades do mundo, a fim de dar concertos.
O seu trabalho exige muitas horas de estudo e de ensaios o que ela aceita, porque gosta do que faz e porque desfruta da companhia dos seus amigos, mantendo uma vida social muito animada.
O aparecimento de um problema imprevisto vai obrigar Julia a repensar toda a sua vida, a longo prazo. Depois de vários anos sofrendo dores intermitentes em diferentes partes do corpo, é finalmente, diagnosticada com fibromialgia, uma doença crónica. Enquanto Julia tenta viver a sua vida como sempre fez, a doença vai impondo numerosos obstáculos e ela começa a relacionar-se com pessoas, até então, afastadas.
Com Montse Germán, Juanjo Puigcorbé, Jan Cornet más 
Género Drama 
País España 

trailer



Anna M. Bofarull diz "São poucos os que realmente entendem como vive alguém com fibromialgia". 
Neste filme a realizadora pisa um terreno que conhece muito bem, usando a música como fio condutor. A sua mãe sofre de fibromialgia há anos e, é esta a causa do envolvimento pessoal e da necessidade de falar sobre o assunto, através do cinema. Graças à divulgação que faz da doença, o filme recebeu o apoio de diversas associações e entidades, públicas e privadas, relacionadas com a fibromialgia. Para financiar o filme usaram-se os meios tradicionais mas também o crowdfunding (financiamento colaborativo).

Julia é uma mulher atraente, elegante e culta, disposta a viver a vida à sua maneira, entregue de corpo e alma à música. Reconhecida violoncelista de trajectória internacional, a determinado momento enfrenta uma reviravolta inesperada que a vai obrigar a repensar a sua vida, a longo prazo. Depois de anos de dores esporádicas em várias partes do corpo, Julia recebe um diagnóstico definitivo: fibromialgia. 

A longa metragem protagonizada por Montse Germán, Juanjo Puigcorbé e Anna Salas, rodou-se principalmente nas comarcas de Tarragona e também em Lleida, Barcelona, nos Pirinéus e em Berlim. A estreia do filme foi no Festival de Málaga e vai agora iniciar a apresentação em vários outros festivais, até chegar às salas comerciais.


COMO SURGE ESTE PROJECTO?

A ideia já surgiu há muito tempo. A minha mãe sofre de fibromialgia e a mim interessava-me ver o reflexo desta doença no grande écran. Quis confrontar este problema com o processo de criação, de modo a que a mudança de vida que a dor crónica implica não obrigue apenas a mudar de trabalho mas obrigue a renunciar à única coisa importante na vida de uma artista, neste caso uma violoncelista reconhecida a nível internacional. Para Julia, a protagonista, a dor converte-se numa limitação que a leva a lutar contra o próprio corpo para continuar a tocar.


APESAR DO GRANDE NÚMERO DE PESSOAS DIAGNOSTICADAS EM TODO O MUNDO, PERTO DE 4%, NÃO EXISTE AINDA NENHUM FILME QUE FALE DA FIBROMIALGIA...

Certo. Assim que tive um guião escrito e comecei a pesquisar formas de financiar o projecto, investiguei e fiquei muito surpreendida ao saber que nunca ninguém tinha feito um filme sobre este assunto, apesar do grande número de afectados pela doença. Assim pensei que este seria mais um motivo para apostar neste projecto.


PORQUE É TÃO DESCONHECIDA, A FIBROMIALGIA?

Nos últimos anos este nome 'fibromialgia' tem-se ouvido mais, mas, ainda que muitos comecem a associá-la a dor crónica, poucos são os que realmente entendem como vive alguém com fibromialgia. Os portadores desta doença queixam-se de que nem amigos nem familiares os compreendem, que os acusam de "fazer de conta" ou que não têm vontade de trabalhar, não são activos. Isto é muito injusto.


'SONATA PARA VIOLONCELO' PARTE DE UM CONTEXTO DE FICÇÃO, ATRAVÉS DO CINEMA, ATÉ À COMPLEXA REALIDADE QUE ENVOLVE A FIBROMIALGIA. O QUE VAMOS DESCOBRIR SOBRE ESTA DOENÇA?

O espectador vai descobrir, não tanto as razões médicas da doença, mas de que forma se pode viver com a dor, como se enfrenta, como condiciona muitos aspectos da vida. Trata-se de um caso concreto mas, até à data, o filme tem sido muito bem recebido por parte dos afectados pela doença (maioritariamente mulheres), que se vêm reflectidas, o que, para mim, é muito importante.


NÃO É A PRIMEIRA VEZ QUE ABORDAS, EM FILME, UMA PROBLEMÁTICA SOCIAL. O QUE TE ATRAI NO TEMA?

Para mim, escrever, realizar e produzir um filme significa dedicar muitos anos de vida a um projecto, envolver-me de forma obssessiva, já que o tema e os personagens me absorvem por completo. Por isso sinto necessidade de ser útil, de alguma forma, à sociedade onde vivo, que o meu trabalho tenha mais sentido do que a pura diversão cinematográfica. Consigo isso ao estar próxima de temas sociais relevantes.

A INTERNET E AS REDES SOCIAIS FORAM AS GRANDES ALIADAS DESTE PROJECTO. DE QUE MANEIRA CONTRIBUIRAM PARA QUE O FILME SE FIZESSE?

Há 4 anos decidimos avançar com este projecto, publicamente. Partilhamos a ideia e a dificuldade de financiar o filme com todos os portadores de fibromialgia, ao mesmo tempo que apelamos ao crowdfunding (uma forma de financiamento colectivo). O mais interessante foi receber o feedback de muita gente, em todo o mundo, durante todo este tempo, o que nos animava a prosseguir pelo duro caminho que se percorre para concretizar um filme. Houve momentos em que isto foi a única causa pela qual continuamos a trabalhar, sem atirar a toalha ao chão. A cada semana recebemos contactos a perguntarem quando poderão ver o filme, em cada um dos países.


PORQUE FOI ESCOLHIDO O FESTIVAL DE MÁLAGA PARA ESTREAR O FILME?

Foi uma espécie de prémio pelo longo processo de produção, um reconhecimento pelo trabalho realizado. Málaga é uma montra fundamental para o panorama cinematográfico espanhol, recebe muita atenção da imprensa e pode ser uma grande ajuda para abrir caminho até às salas de cinema.


Jan Cornet, Anna Maria Bofarull e Montse Germán no Festival de Málaga



website do filme Sonata para Violoncelo
@ El Diario
http://fibromialgiaempt.blogspot.com.br/2015/04/sonata-para-violoncelo-um-filme-sobre.html?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Pernas pra que te quero! Primeira corrida para crianças em cadeira de rodas

Saiba mais sobre o evento que busca promover a inclusão e socialização de crianças em cadeiras de rodas. Primeira corrida Pernas pra que te quero! Leia mais:
Pernas pra que te quero! Primeira corrida para crianças em cadeira de rodas
ESPECIAL,  SEM CATEGORIA
29 DE ABRIL DE 2015
 
 


Crianças se divertindo com seus familiares ou voluntários. Essa ideia é extraordinária e por isso merece todo o nosso apoio. Dia 21 de maio, acontece em Curitiba a Primeira corrida para crianças em cadeiras de rodas. Esse super evento é promovido pela Associação Paranaense de Reabilitação (APR) em parceria com a Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude (SMELJ) e apoio da Secretaria da Pessoa com Deficiência de Curitiba. Você pode ajudar de diversas formas, inclusive sendo voluntário como corredor.  Leia o texto que você saberá como pode participar.
Porque mais importante que partir é a vontade de chegar
Inspirada na história de Karolina Cordeiro que largou tudo para se dedicar ao filho Pedro – diagnosticado com uma grave paralisia –  e correr junto com ele, a APR adere a esse desafio inovador. O objetivo é permitindo que todas as crianças, mesmo as com dificuldade de locomoção, possam praticar a corrida, promovendo a sua inclusão e sociabilização.
“Pernas pra que te quero” é uma ação que integra crianças que usam cadeiras de rodas ao Circuito Infantil de Corridas da Cidade de Curitiba. Nesta proposta, as crianças são levadas por corredores voluntários em suas cadeiras adaptadas, podendo sentir a emoção de “correr” através das pernas de outras pessoas. A primeira corrida “Pernas pra te quero” será no próximo dia 21 de junho, com a participação de 20 crianças cadeirantes e 60 voluntários corredores.
O projeto é desenvolvido pelas empresas SerSustentável e Bliss Care e a comunicação é de responsabilidade da Agência de Transformação Social Nossa Causa.
corrida

Se você quer ver uma criança feliz, não fique parado!

Você pode garantir o seu lugar na corrida “Pernas pra que te quero”. Faça parte da construção desse evento e contribua colaborativamente através da plataforma Kickante, afinal, só juntos vamos mais longe: http://www.kickante.com.br/campanhas/pernas-pra-que-te-quero-por-nossas-criancas
Seja um apoiador curtindo e compartilhando as novidades da nossa página no facebook:https://www.facebook.com/CorridaPernasPraQueTeQuero.
Você pode ainda ser um patrocinador, adotando uma criança em sua cadeira de rodas. Entre em contato pelo email contato@pernaspraquetequero.org e corra para garantir a sua participação!
Para os interessados em se voluntariar como corredor ou parte da organização é só efetivar sua inscrição pelo link e comparecer na sede da Associação Paranaense de Reabilitação, na Rua dos Funcionários, 805 Cabral – Curitiba/ PR, nesta quarta-feira, dia 29/04, às 19h30.
09/05 1º Treino
O 1º treino vai ser também o 1º contato entre criança e voluntário. Esse momento é muito importante para que as crianças adquiram confiança no seu corredor e possa desfrutar de um momento inesquecível sem preocupações. Também é nesse treino que vamos avaliar a força e resistência dos atletas para definir as distâncias a serem percorridas.
Haverá, nesse dia, barraquinha para venda solidária de materiais promocionais da campanha, cedida pela Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Juventude.
Horário: 10h
Local: Parque Barigui encontro no estacionamento próximo à ExpoRenault

06/06 2º Treino
No 2º treino já teremos o sistema de encaixe pronto. Esse sistema será encaixado na cadeira das crianças para incluir uma terceira roda, que dará estabilidade para a cadeira e uma manopla que ajudará o corredor a guiar a criança de maneira segura. Nesse treino, também haverá barraquinha para venda solidária de materiais promocionais da campanha.
Horário: 10h
Local: Parque Barigui encontro no estacionamento próximo à ExpoRenault
21/06 2ª Etapa do Circuito Infantil de Corridas de Rua de Curitiba
E finalmente, no dia 21 de junho vai acontecer a verdadeira inclusão. 20 crianças e 60 voluntários participarão da ação, que insere crianças em cadeiras de rodas no Circuito Infantil de Corrida de Rua de Curitiba. Os corredores correrão lado a lado e se revezarão conduzindo a cadeira, enquanto os outros dois observam a criança.
Será uma experiência única e inesquecível.
Horário: 8h30
Local: Parque Náutico
 Serviço
1ª Corrida Pernas, pra que te quero!
Data: 21 de junho 2015
Local: Parque Náutico
Horário: 8h30
pernaspraquetequero.org
contato@pernaspraquetequero.org
http://www.maezissima.com.br/sem-categoria/pernas-pra-que-te-quero-primeira-corrida-para-criancas-em-cadeira-de-rodas/