quarta-feira, 4 de junho de 2014

Nota de repúdio ao secretário de Turismo do Rio

http://tribunadaimprensa.com.br/?p=85991


Pessoas com deficiência existem desde o começo dos tempos, e sua luta também existe desde então, há muito se confundindo com as lutas pela emancipação de negros, mulheres e demais excluídos. Muito provavelmente, entre seus antepassados se encontrarão pessoas com atributos que hoje denominamos como deficiências.
Nós, pessoas com deficiência brasileiras, hoje também contamos com muitas conquistas emancipatórias, que representam grandes avanços da civilização, tanto na eliminação de barreiras físicas e comunicacionais como de barreiras atitudinais, com o amparo de uma legislação considerada das melhores do mundo.
Nesse sentido, este Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Rio de Janeiro repudia suas declarações de que pessoas com deficiência não são o público-alvo do evento da Copa do Mundo de Futebol no Brasil (Rádio CBN, 27/05/2014) e, por considerar que o senhor incorreu em crime de discriminação contra as pessoas com deficiência, resolve tornar público seu repúdio, assim como oficiar ao senhor, à Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência, ao prefeito e ao Ministério Público, para as providências cabíveis. A propósito, de acordo com a Constituição, a falta de acessibilidade, de qualquer natureza, é discriminação e o agente público deve ser responsabilizado.
Com votos de que a inclusão das pessoas com deficiência faça parte de suas ações estratégicas como gestor público e de seu planejamento na Secretaria de Turismo de uma cidade maravilhosa que deve ser acessível para todos os seus cidadãos, a qualquer momento.
Andrei Bastos é presidente do Conselho Municipal de Defesa dos
Direitos da Pessoa com Deficiência do Rio de Janeiro – COMDEF-RIO (artigo enviado por Mário Assis

terça-feira, 3 de junho de 2014

Vaquinhas on-line priorizam educação, mas faltam projetos

Pessoas dizem estar mais propensas a ajudar iniciativas educativas. Sites tentam aproveitar esse cenário para angariar doações
Daniel Castellano/ Gazeta do Povo / Cladilson Nardino e a rede de voluntários da Casa da Juventude do Paraná não conseguiram juntar R$ 19 mil para um seminário

No mundo das vaquinhas on-line, o chamado crowdfunding, a educação é a área em que as pessoas mais querem doar dinheiro. No entanto, é também aquela em que há um menor número de projetos. É o que mostra a pesquisa Retrato do Financiamento Coletivo do Brasil, do site Crowdfunding Catarse.
Um questionário foi apresentado a 3.336 pessoas entre agosto e setembro do ano passado. Na pesquisa, educação ficou à frente em uma lista de 26 áreas, que incluíam religião, negócios sociais, mobilidade e transporte e ciência e tecnologia. O engajamento na internet para ajudar projetos voltados ao ensino ou ao financiamento de estudos é tão grande que plataformas de financiamento coletivo direcionadas exclusivamente a propostas de educação vêm sendo criadas.
Determinação
Nem todos conseguem doações e mesmo assim mantêm ideias em pé
Jorge Olavo
Apesar da pré-disposição existente em ajudar projetos educacionais, nem todas as ideias obtêm sucesso em campanhas de financiamento coletivo. As três iniciativas paranaenses cadastradas no Catarse, por exemplo, não conseguiram angariar o valor proposto. E não foi por isso que as propostas foram abandonadas. “Todo mundo fala que gostaria de ajudar um projeto de educação, mas, na hora H, deixam para outra hora”, diz Fábio Rahal, sócio-fundador da revista científica Polyteck.
Em 40 dias, a publicação angariou R$ 9 mil dos R$ 62 mil estimados para aumentar a equipe, melhorar a qualidade do material produzido e cobrir os custos de distribuição da revista em outras universidades brasileiras. Apesar da arrecadação insuficiente, o que impede o projeto de receber qualquer quantia, Rahal conta que a visibilidade da Polyteck no Catarse rendeu novos patrocinadores e anunciantes e ajudou a levar a revista a instituições como UFSC, USP e UFGRS.
Outra ideia que foi adiante mesmo sem as doações foi o Seminário Estadual A Juventude Quer Viver, promovido em março pela Casa da Juventude do Paraná. A iniciativa de estimular jovens à reflexão sobre o momento que vivem reuniu R$ 820 dos R$ 19 mil pretendidos. “O evento aconteceu da mesma forma. Reduzimos o número de participantes e pedimos doações de alimentos e outros materiais, o que minimizou os custos”, conta um dos coordenadores do evento Cladilson Nardino. “Não tínhamos nada a perder. Era um tiro no escuro. Talvez teríamos conseguido se tivéssemos pedido um valor menor”, avalia.
O professor universitário e designer John Ramalho também não desistiu de desenvolver a plataforma digital de conteúdos educativos Educante (www.educante.com.br). Em 2013, conseguiu arrecadar R$ 240 dos cerca R$ 15 mil pretendidos e, agora, com parte do projeto desenvolvido, pretende relançar a campanha no Catarse. “Faltam projetos de educação mesmo. É uma área promissora, mas os projetos existentes são muito parecidos”, afirma Ramalho.
Nos Estados Unidos, a DonorsChoose (em tradução livre, “doadores escolhem”) faz enorme sucesso com projetos propostos pelos professores de escolas públicas. A plataforma existe há mais de dez anos e é uma das mais experientes no ramo de crowdfunding. Ao todo, já arrecadou mais de US$ 243 milhões para mais de 458 mil projetos, ajudando 11,4 milhões de estudantes de 55 mil escolas.
Segundo o pesquisador do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e especialista em crowdfunding Rodrigo Davies, agora novas plataformas estão surgindo em países onde o sistema público de educação não tem recursos suficientes. “No Peru, por exemplo, a PeruChamps arrecada dinheiro para promissores jovens que não têm recursos para realizar seus projetos”, conta.
Universitários
No Brasil, a primeira plataforma de crowdfunding voltada à educação foi fundada por três estudantes universitários. Gabriel Richter, Pedro Thomas e Renan Ferreirinha montaram, no ano passado, o site O Formigueiro.
Inspirada no Donors­Choose, a plataforma só traz projetos de escolas públicas e com baixo custo de execução, de até R$ 2 mil. Em nove meses, a organização que nasceu despretensiosamente em um sofá de uma cafeteria no Rio de Janeiro já juntou R$ 8 mil para seis projetos e ajudou 250 crianças e jovens de diversas partes do país.
“A gente lançou o site em agosto, com diversas dúvidas se ia funcionar, mas está dando muito certo. O meu sonho é que cada escola pública brasileira tenha ao menos um projeto financiado pelo O Formigueiro”, afirma Ferreirinha, 20 anos. Ele é estudante do 2.º ano da Universidade Harvard e pretende, no futuro, trabalhar com educação. “Eu fiz uma escola pública de qualidade semelhante às mais caras do Rio. Fui transformado pela educação e quero multiplicar isso.”
Em maio, ele viajou para Sobral, no Ceará, e estabeleceu a primeira parceria do site com uma rede de ensino público. Agora, todas as escolas da rede municipal da cidade do sertão nordestino podem inscrever projetos educacionais para serem financiados coletivamente.
É só doar
Há vários sites de crowdfunding ajudando diversas causas. Projetos em educação podem ser encontrados em Catarse (www.catarse.me), Juntos (www.juntos.com.vc), Benfeitoria (www.benfeitoria.com), Kickante (www.kickante.com.br), entre outros.
Sua opinião
Como você gostaria de contribuir com projetos educativos? Até quanto doaria por mês para essa causa? Deixe seu comentário abaixo e participe do debate.
http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/conteudo.phtml?tl=1&id=1473412&tit=Vaquinhas-on-line-priorizam-educacao,-mas-faltam-projetos

sábado, 31 de maio de 2014

Mães de filhos hiperativos

Se seu filho é uma criança muito agitada e desatenta, pode ser que seja hiperativo. Entenda mais sobre o assunto

mãe observa o filho

Algumas crianças parecem ser ‘elétricas’, correm, pulam de um lado para o outro, sobem em lugares altos, perdem objetos, gritam o tempo todo e não prestam atenção. O sono nem sempre é tranquilo, na escola vivem aprontado, e não é raro envolverem-se em brigas e confusões. Nesses casos as mães costumam entrar em choque sem saber o que fazer com os filhos.
Caso o seu filho apresente essas características existe uma grande possibilidade de que ele seja hiperativo. A hiperatividade é uma síndrome denominada Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH).

O que é um filho hiperativo


A síndrome costuma ser mais frequente entre meninos, a hiperatividade costuma diminuir normalmente até os 18 anos. É importante afirmar que nem toda criança portadora da síndrome possui a hiperatividade acompanhada pelo déficit de atenção, algumas são apenas hiperativas ou desatenciosas. A preocupação deve ser maior com crianças que apresentarem um grau de déficit de atenção mais elevado que a própria hiperatividade.
Uma criança hiperativa é aquela que normalmente costuma ser mais agitada que o restante de sua idade, que possui dificuldades para se concentrar em apenas uma atividade e não consegue ficar quieta. O filho hiperativo não é uma criança má, estúpida ou preguiçosa. Ele pode não conseguir ficar sentado no sofá da sala assistindo a TV, ou passar horas a fio na frente do computador ou vídeo game, no geral ele age de forma diferente das demais crianças, é inconstante e em alguns casos tem algum grau de dificuldade nas relações de amizade.
Normalmente mães de filhos hiperativos  possuem mais dificuldade em disciplina-los, tornando-se um desafio para os pais e professores, no entanto todas essas diferenças no comportamento não impedem que o filho hiperativo ame os pais e também queira ser amado e tratado com carinho.

Como diagnosticar a hiperatividade


Nesses casos o acompanhamento do profissional da saúde especializado em TDAH é indispensável, pois somente a avaliação do médico poderá determinar se existe ou não a hiperatividade.
Alguns estudos indicam que a hiperatividade pode se manifestar já nos primeiros meses, ou seja, aquele bebê agitado que quase não dorme e está sempre choramingando, pode ser um bebê hiperativo. O comportamento da criança portadora do Déficit de Atenção com Hiperatividade dá sinais claros que indicam a presença da síndrome, por isso é de extrema importância os pais observarem atentamente o desenvolvimento dos filhos ao longo dos primeiros anos de vida.
No entanto é preciso muita cautela antes de afirmar com toda certeza que a criança é hiperativa, algumas vezes a negligencia dos pais em relação à educação dos filhos ou a falta de limites, faz com que a criança apresente comportamento desajustado que pode vir a ser identificado erroneamente como se fosse hiperatividade.

Tratamento para a hiperatividade


Tratar a criança hiperativa requer muita paciência, disciplina e amor por parte dos pais e familiares. A missão é desafiadora e cabe ao casal unir forças para lidar com a situação agindo em conjunto com firmeza e dedicação. O uso dos medicamentos prescritos pelo médico e o tratamento psicológico adequado somado à ação firme e determinada dos pais sempre geram resultados positivos que tornam a vida da criança mais saudável e alegre.
Aos pais cabe ainda a tarefa de estabelecer normas que irão ser aplicadas no dia a dia, tais como agendar horário para a realização das tarefas diárias, acompanhamento do desenvolvimento escolar e principalmente estimular a criança através de elogios e palavras de incentivo evitando as críticas e toda e qualquer forma de agressividade.
A hiperatividade pode ser confundida com problemas comportamentais ou outros tipos de doenças que podem afetar o comportamento da criança. Por este motivo para identificar se seu filho é hiperativo é necessário um diagnóstico médico e um acompanhamento adequado.
Assista o vídeo e veja algumas dicas de como identificar se seu filho é uma criança hiperativa e tratamentos
Como saber se meu filho é hiperativo - Programa TPM Ulbra TV 4/2/13

Saiba mais informações sobre mães de filhos hiperativos


http://mundomulheres.com/maes-de-filhos-hiperativos/

Seminário debate turismo acessível

Começa nesta segunda-feira (02) o Seminário Turismo Acessível: uma cidade hospitaleira para todos. O evento é promovido pela Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência e Instituto Municipal de Turismo e será realizado até terça-feira, na Universidade Positivo.
O objetivo do seminário é debater o turismo e o lazer inclusivos, levando em conta desde o atendimento adequado até questões mais técnicas de acessibilidade.
O seminário também visa ao aprimoramento do atendimento ao público com deficiência para a Copa do Mundo 2014.
Participam funcionários da rede hoteleira, de bares e restaurantes e servidores públicos.
Seminário de Turismo Acessível
Data: 02 e 03 de junho
Horário: 8h às 17h15
Local: Universidade Positivo (Rua Professor Pedro Viriato de Souza, 5300)
2 de Junho: no Auditório 1 do Bloco Vermelho
3 de Junho: no Auditório do Bloco Azul. 
Inscrições: no local ou através do site: http://aprendere.imap.org.br/portal
(clique no menu inscrições aos cursos/presenciais e selecione o mês de maio)
Entrada Franca
Mais informações: (41) 3363-5236 Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

http://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/seminario-debate-turismo-acessivel/33068#.U4jJwwfzgN4.facebook

INCLUSÃO: A DIFERENÇA ENTRE TER INTELIGÊNCIA E SER UMA PESSOA INTELIGENTE

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A DIFERENÇA ENTRE TER INTELIGÊNCIA E SER UMA PESSOA INTELIGENTE
Temos o costume de associar inteligência ao desempenho intelectual e acadêmico ou a carência de habilidades para processar informações que repercutem no desenvolvimento escolar
AMESTOY (1996) coloca que a inteligência é um sistema aberto e modificável, capaz de responder aos efeitos de uma estimulação dirigida, integral e sistemática, ou seja, uma capacidade que permite ao indivíduo adaptar-se a situações problemáticas que se apresentam na vida.
Desta forma, uma pessoa inteligente é aquela que tem habilidade para resolver problemas, habilidade verbal e habilidade social.
Segundo Amestoy uma pessoa inteligente é aquela que:
- interessa-se por tudo;
- raciocina logicamente;
- aceita os outros como eles são;
- leem muito e sobre diversos temas;
- reconhecem seus erros;
- mostram sentido comum;
- tem facilidade de se expressar;
- entendem o que leem;
- relacionam e encontram aspectos comuns entre ideias;
- tem mente clara e aberta;
- pensam antes de falar e agir;
- mostram flexibilidade em seus atos e em seus pensamentos;
- sabem muito a respeito de um campo específico;
- são francas e honestas consigo mesma;
- avaliam as situações;
- entendem-se com as pessoas;
- acatam normas sociais;
- são sensíveis as necessidades dos outros.
Desta forma, a inteligência é um conceito que não se baseia no indivíduo, e sim, leva em conta o mundo a sua volta e a cultura onde o indivíduo está inserido.
Além disso, o indivíduo inteligente obedece aos seus impulsos não conscientes os quais o motivam a buscar e tentar. A intuição é uma capacidade muitas vezes reprimidas em nossa sociedade pois não é estimulada na educação formal.
Ela pode se manifestar de forma espontânea ou desenvolvida nos ajudando a conectar ideias prévias, a suprimir bloqueios, a articular ideias e nos abre para o novo onde podemos demonstrar de forma efetiva o nosso potencial de inteligência que, nem sempre, está relacionado a dados obtidos em testes classificatórios.
http://atividadesparaeducacaoespecial.com/publicacoes-relacioadas-a-educacao-especial/inclusao-a-diferenca-entre-ter-inteligencia-e-ser-uma-pessoa-nteligente/

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sexta-feira, 30 de maio de 2014

Minha vida em Cor de Rosa


Pais mostram em vídeo transformação de filho transgênero de 6 anos

Uma das primeiras coisas que Ryland disse foi: "Eu sou um menino" Foto: Reprodução / Youtube / The Whittington Family
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Se muitos adultos têm dificuldade de compreender o conceito de identidade de gênero, imagine uma criança. Para Ryland Whittington, de 6 anos, isso sempre foi muito claro. Nascido como menina, ele nunca se identificou com o seu sexo e questionava constantemente seus pais sobre o assunto. Quando completou 5 anos, Jeff e Hillary Whittington, de San Diego, Estados Unidos, permitiram que ele fizesse a transição do universo feminino para o masculino.
Ryland durante sua transição, com roupas masculinas
Ryland durante sua transição, com roupas masculinas Foto: Reprodução / Youtube / The Whittington Family

Na última semana, a família foi homenageada no 6º Harvey Milk Diversity Breakfast e recebeu o Premio Inspiração depois de exibir o vídeo em que mostra a transição do filho Ryland de menino para menina. No evento, o garoto subiu ao palco usando terno e gravata e leu um anúncio ao público: “Meu nome é Ryland Whittington. Eu sou uma criança transgênera”.

Ryland após realizar o implante coclear
Ryland após realizar o implante coclear Foto: Reprodução / Youtube / The Whittington Family

O vídeo “The Whittington Family: Ryland's Story”, publicado na web nesta semana, já alcançou quase 350 mil visualizações no Youtube. A família só foi confrontada com a identidade de gênero dele, quando Ryland já estava mais crescido. Isso porque ele nasceu com um problema de surdez e só começou a escutar após fazer um implante coclear — dispositivo tecnológico que estimula as fibras nervosas do ouvido. Pouco depois de aprender a falar, ele contou aos pais: “Eu sou um menino”.
O menino se identificava com outro gênero desde pequeno
O menino se identificava com outro gênero desde pequeno Foto: Reprodução / Youtube / The Whittington Family

Jeff e Hillary, despreparados para lidar com a novidade, acharam que era algo temporário, que iria passar. Mas, ao completar 5 anos, ele começou a rejeitar tudo que se relacionasse ao universo feminino. O estopim foi quando ele questionou aos pais: “Por que Deus me fez assim?”.
A família decidiu, então buscar ajuda profissional e pesquisar sobre a identidade de gênero de crianças. A explicação encontrada foi que Ryland é transgênero. A pesquisa trouxe um baque: 41% das pessoas transgêneras tentam cometer suicídio devido à dificuldade de serem aceitos socialmente. Decididos, Jeff e Hillary, que têm também uma filha mais nova, abraçaram a “nova” identidade de seu filho.
A família reunida
A família reunida

A mudança das roupas, dos brinquedos e da decoração do quarto foram apenas algumas das alterações. O menino adorou cortar os cabelos e a família ainda precisou se adaptar a se referir a ele no gênero masculino.
O menino dançando em um casamento
O menino dançando em um casamento Foto: Reprodução / Youtube / The Whittington Family

“A identidade de gênero de Ryland não foi provocada pelo nosso jeito de criá-lo, nossa estrutura familiar ou fatores ambientais”, explica um trecho do vídeo. As imagens retratam a infância de um menino comum e feliz.
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Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/mundo/pais-mostram-em-video-transformacao-de-filho-transgenero-de-6-anos-12658070.html#ixzz33FZHpc5u

terça-feira, 27 de maio de 2014

Lenine visita o projeto “Diferentes Talentos”

Lhttp://encontrossocioambientais.com.br/home/?p=1141enine visita o projeto


                                        A paixão pela transformação na vida das pessoas e a luta continua por uma sociedade que respeite às diferenças. Esse é o mote de um dos anfitriões dos Encontros no Rio de Janeiro, a “Associação Niteroiense de Deficientes Físicos (Andef)”. Com uma recepção calorosa da médica neurologista Tania Rodrigues e do presidente Guilherme Ramalho, o tema da conversa foi a inclusão inversa. Afinal, se antigamente as pessoas com deficiência iam até a sociedade para mostrar que fazem parte dela, hoje toda a comunidade é trazida para esse convívio. Em todas as atividades realizadas na linda sede de 26.000 m2, existem pessoas com e sem deficiência juntas. Lenine jogou com os atletas de basquetebol em cadeira de rodas e com a equipe de bocha, além de assistir ao treino da Seleção de Futebol de Cinco para Cegos e do grupo de Dança Corpo em Movimento, com direito a uma versão especial de “Jack Soul Brasileiro”.
A criação do Ano Internacional da Pessoa com Deficiência, instituído pela ONU em 1981, foi o estopim para começar a sonhar com um local para a valorização dos direitos do segmento. De lá para cá, vem crescendo e se transformou na principal instituição de pessoas com deficiência do Brasil, com 800 profissionais com deficiência, 200 atletas paralímpicos e quase 10.000 atendimentos realizados por ano. O projeto “Diferentes Talentos” foi aprovado na primeira seleção pública do Esporte Educacional da Petrobras, e hoje atende 500 crianças e adolescentes de Niterói e municípios vizinhos. Os preconceitos vão diminuindo e as pessoas atendidas multiplicam essa ideia. Elas que serão os principais agentes dessa mudança de mentalidade em nossa sociedade.