terça-feira, 15 de outubro de 2013

Shopping de elite barra apresentação de crianças com necessidades especiais

O Fashion Inclusivo é um projeto voltado para a moda que busca a inclusão de deficientes com as mais variadas necessidades especiais. Ele tem como objetivos, proporcionar aos alunos com necessidades educativas especiais situações que favoreçam a autoconfiança e a auto-estima, através da participação em desfiles de moda.
Com base no Diário do Poder
Tradição nos desfiles de moda de Brasília, o grupo de crianças com carências especiais, autistas ou com Síndrome de Down, integrantes do projeto Fashion Inclusivo, foi vetado de participar do evento produzido no Dia da Criança pelo Shopping Iguatemi deste ano. Pais dos meninos e meninas que, desde 2011 abriam o desfile, entenderam a barreira como uma exclusão aos garotos e garotas com necessidades especiais.
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Segundo a coordenadora do Fashion Inclusivo, professora Angela Ferreira, a explicação oficial do shopping do Lago Norte foi que “este ano não tinham espaço físico pra nós, já que sempre pedi um espaço específico pra nós para que pudéssemos ajudar as mães e na maquiagem. Sugeri que este ano íamos aceitar estar com os outros modelos”ditos normais”, mesmo assim, disseram que em reunião já tinham decidido que não estaríamos este ano?”
Para este fim de semana do Dia da Criança, estava previsto o programa do FASHION&FUN do Shopping Iguatemi. Seriam apresentadas no desfile as grifes de oito lojas. Mas ao contrário das duas edições anteriores, o Fashion Inclsuivo ficou de fora. Para compensar a exclusão sem justificativa nesta edição de 2013, o Iguatemi ofereceu ao Fashion Inclusivo um café da manhã, quando da inauguração da decoração de Natal, no dia 7 de novembro, informa a professora Angela.
Uma das mães das crainças envolvidas no projeto, Cleo Bohn, informou que justtificaram a ela que o aumento de lojas participando do evento impedia a presença o Fashion  Inclusivo.
“A diretora de marketing me contatou, se desculpando e dizendo que quer que a gente esteja lá, que o evento cresceu, aumentaram os lojistas… Sim, e eu disse: aumentaram os lojistas no desfile, aumenta a vendagem e nossos filhos ficam de fora!!! É isso que vc ensina para seus filhos?  É assim que eles vão ter que conviver, queiram ou não, com um quarto da população? Enquanto o mundo discute e caminha para a inclusão, esse Shopping exclui!!!” dise Cleo Bohn.
Se o shopping de elite barrou as crianças com necessidades especiais e que já se apresentaram até em Foz do Iguaçu em eventos internacionais, outras instituições já abriram as portas para recebê-las.
Em setembro, o Fashion Inclusivo fez abertura oficial da IV DiversidARTE no Átrio do Palácio da Justiça no TJDF. E em dezembro, a garotada fashion também poderá mostrar o talento nas passarelas no Senado, em evento programado para o dia 3.
Procurado pelo site Diário do Poder, o Shopping Iguatemi alegou – por meio de assessoria de imprensa – que o evento é de iniciativa do shopping e confirmou que neste ano as crianças com necessidades especiais não participariam. 

Sentidos... Sensações... Dons...

4a Jantar as Escuras

Você percebe os seus?
Esta é a proposta do 4° Jantar às Escuras de Curitiba: Sensibilizar e refletir sobre a importância das diferenças e desafios em mobiliar a sociedade para inclusão das Pessoas com Deficiência.
Vem aí a quarta edição do Jantar às Escuras! O evento é realizado desde 2008 pela Unilehu,IPCC e FAS.
A edição do Jantar às escuras 2013 acontecerá em 15 de outubro, no Espaço Torres e o cardápio será assinado pelo chef Fredy Ferreira. Os recursos obtidos com a venda dos convites serão destinados integralmente aos programas sociais voltados ao atendimento das pessoas com deficiência de Curitiba.
Idealizado com base numa ideia criada pela fundação Blind- Liecht na Suiça em 1999, o jantar é uma oportunidade de sensibilizar a sociedade, de maneira criativa e inovadora, para os desafios enfrentados pelo deficiente visual.

Como funciona

Os participantes passarão por diversas situações provocadas por ações lúdicas, através da ausência do sentido da visão, causando uma maior sensibilização entre os convidados. Dessa forma poderão compreender que as limitações da deficiência podem ser facilmente superadas.
No jantar os convidados são guiados vendados às suas mesas por pessoas com deficiência visual, onde experimentam pratos e bebidas sem ver o que estão comendo e tendo a oportunidade de adivinhar os sabores pelos outros sentidos.
 
Segundo Andrea Koppe, presidente da Unilehu, os participantes irão permanecer vendados em boa parte do jantar. “Nossa intenção é provocar uma interatividade entre os participantes sobre qual é o conteúdo do cardápio, entre outras novidades”, explica.
 
Como participar
 
Grandes empresas e institutos já participaram das outras edições do Jantar às Escuras e para a quarta edição o processo de parceria já está aberto.
 
Para patrocínio existem três categorias de parcerias: ouro, prata e bronze. Entre as contrapartidas para os patrocinadores do evento estão a impressão da marca nas peças de comunicação criadas especialmente para a ocasião, assim como a possibilidade de espaço de exposição de seus produtos e serviços no local do evento.
 
Além disso, os convites já estão disponíveis para a venda. Os convites individuais custam R$ 150 e a mesa (sete convites, sendo um de inclusão) sai por R$ 1 mil.
 
“Além disso, o empresário terá sua marca alinhada a um projeto social que pretende chamar a atenção para as dificuldades da pessoa com deficiência e, dessa maneira, proporcionar uma inclusão maior das pessoas”, acredita Francisca Cury, do IPCC.
 
 
Serviço
 
Data: 15/10/2013
Local: Espaço Torres - R. Pergentina Silva Soares, 159 - Jardim Botânico
Convite Individual: R$ 150
Convite mesa: R$ 1000,00 com 7 lugares, sendo um reservado para convidado com deficiência visual
Horário: 19h30 – abertura / 20h30 – experiência sensorial coletiva (contamos com sua pontualidade)
Vagas: 350 pessoas
 
Para mais informações e compra de convites ligue: (41) 3350 3514.
 
 
Histórico
 
Criado em meados de 1999 e já realizada em vários lugares do mundo, o Jantar às Escuras é um evento social único, que tem como objetivo sensibilizar os presentes para as dificuldades sentidas pelas pessoas com deficiência em sua inclusão no mercado de trabalho, mobilidade e atividades diárias. Além isso, reafirma a parceria da FAS – Fundação de Ação social, e IPCC – Instituto Pró Cidadania, com a UNILEHU - Universidade Livre para a Eficiência Humana.
 
O evento inspira-se no restaurante "Dans le Noir" nas cidades de Paris, Londres e Bruxelas, onde se janta completamente às escuras e os empregados são cegos. O jantar conta com diversas atrações, além de um formato diferenciado e com grande interação entre os participantes. O absoluto sucesso obtido em Curitiba e outras cidades onde foi realizado, não deixa dúvida de que este evento já se consagrou como um marco para a sensibilização das pessoas para a causa da deficiência.

Fonte: IPCC

Médica e Educadora, Montessori defendia que a educação é uma conquista da criança e que já nascemos com a capacidade de ensinar a nós mesmos, se nos forem dadas as condições.


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ducar Maria Montessori (1870 – 1952), médica e feminista, revolucionou as práticas de educação e os modelos de escola no século 20. Com ênfase mais na auto-educação do aluno do que no papel do professor como fonte de conhecimento, Montessori defendia que a educação é uma conquista da criança e que já nascemos com a capacidade de ensinar a nós mesmos, se nos forem dadas as condições. Seu método educacional, contestado em sua época, passou a ser usado na maioria das escolas públicas e privadas do mundo inteiro... Imagem: Maria Montessori visita em 1950 uma das escolas pioneiras que fundou na Itália, a Casa dei Bambini. Veja mais em: http://semioticas1.blogspot.com.br/2012/07/crianca-e-design.html Veja também: http://semioticas1.blogspot.com.br/2012/09/revistinha-de-vovo.html . — com José Antônio Orlando.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

AVATAR DA CLARA

Curso de Libras para Servidores Públicos Hospitalares Municipais


 


Em continuidade à parceria entre a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED) e a Autarquia Hospitalar Municipal, será realizado mais um Curso de Libras.


O Hospital Dr. Alípio Correa Netto (Ermelino Matarazzo) sediará os cursos as segundas e quartas-feiras, entre os dias 14 de outubro e 4 de dezembro. Poderão se inscrever servidores autárquicos hospitalares; sendo 5 do H.M Prof. Waldomiro de Paula, 5 do H.M Tide Setubal, 22 do H.M Dr. Alípio Correa Netto e 3 para interessados dos demais hospitais municipais.


A instrutora será a servidora da SMPED, Laila Sankari.


As inscrições podem ser feitas pelo e-mail: ahmdesenvprofissional@prefeitura.sp.gov.br


Fonte: SMPED -Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida Prefeitura de São Paulo

Escolas de Manaus poderão ganhar mobiliário para pessoas com deficiência

Cadeira de rodas tem uma carteira adaptada à sua frente


A 2ª Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Câmara Municipal de Manaus (CMM) deu parecer favorável ao Projeto de Lei nº 155/2013, que propõe o uso de mobiliário escolar inclusivo e de equipamentos adequados para estudantes com necessidades educacionais especiais na rede municipal de ensino. 
 
A proposta é que em cada sala de aula tenha o número de cadeiras e carteiras escolares especiais, individuais e acessíveis para alunos que se deslocam com cadeira de rodas ou de acordo com a deficiência apresentada. 
 
O autor do projeto, Reizo Castelo Branco (PTB), afirmou que se a lei for aprovada vai contribuir de forma singular para os alunos que precisam de um espaço diferenciado.


“Conseguir a aprovação de uma lei desta natureza, que promovam condições de igualdade, para que eles possam alcançar seus objetivos como qualquer estudante, vai garantir o aluno condições na participação do processo de aprendizagem. Não tenho dúvidas que desta forma todos vão ter resultados positivos”, ressaltou.


Para a eficiência, no que diz respeito à confecção do mobiliário, as cadeiras, carteiras escolares inclusivos e mobiliários acessíveis deverão seguir os padrões da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) e portaria do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).



Fonte: Em Tempo

Inclusão social nas empresas



A Perspectiva ISAE entrevista o jornalista, Rafael Bonfim, e a diretora da Unilehu, YvY Abbade. O assunto é a inclusão social nas empresas.

As comoventes histórias de pacientes que moram em enfermarias e UTIs



A rotina, os dramas e as esperanças de oito pessoas que não podem deixar o hospital
<p> Thauan Nunes Fialho da Silva, internado desde 2009, com a mãe Maria das Graças</p>



Embora São Paulo tenha alguns dos mais conceituados centros de tratamento de saúde do país, os médicos daqui costumam seguir a mesma regra que vale para outras cidades: quanto menos tempo alguém ficar internado, melhor. Ainda assim, há duas situações em que não se pode dar alta ao paciente em um prazo muito curto. Na mais frequente delas, o doente precisa de supervisão 24 horas, aparelhos caros e tratamento longo, por causa do seu estado frágil de saúde. A outra é quando ele simplesmente não tem para onde ir depois de estar curado.
Há por aqui e nos arredores da capital alguns lugares especializados nesse tipo de atendimento, como o Auxiliar de Suzano (localizado no município homônimo, na região metropolitana). O Dom Pedro II, mantido pela Santa Casa de Misericórdia, foi projetado por Ramos de Azevedo e abriu as portas em 1911 no bairro do Jaçanã, na Zona Norte. Com capacidade para 500 internos, parece uma pequena cidade: tem capela, pracinha central e bancos com propaganda. Muitos ali já tiveram alta, mas vão ficando por falta de alternativa.
Em Mogi das Cruzes, a 63 quilômetros da capital, o hospital estadual Dr. Arnaldo Pezzuti Cavalcanti também recebe pacientes com esse perfil. Outros casos semelhantes encontram-se espalhados pelos demais hospitais das redes privada e pública. Conheça algumas dessas histórias comoventes:

Homem com o pescoço virado estudou, conheceu papas e motiva pessoas


 - Portal Inclusão Brasil - Ações sociais e inclusivas

Folha de S. Paulo

Devido a um problema genético, Cláudio Vieira de Oliveira, 37, de Monte Santo (BA), nasceu com o pescoço envergado para trás –mas enxerga como as pessoas comuns. Depois de aprender a ler e a escrever usando um lápis na boca, formou-se em contabilidade e hoje é suplente de diretor fiscal do Sindicato dos Contabilistas da Bahia. Seu principal trabalho, no entanto, é ministrar palestras motivacionais.

Nasci em casa, de parto normal, em Monte Santo, cidade do sertão da Bahia que foi quartel general do Exército durante a Guerra de Canudos, em 1897.

O parto foi muito difícil e quase custou a vida de minha mãe. Minha avó, parteira, tentou fazer o parto, mas não conseguiu porque eu estava numa posição difícil.

Foi quando apareceu um estudante de medicina, José Valdo Barreto, que conseguiu me trazer ao mundo. Minha mãe desmaiou após o parto. Zé Valdo quase desmaiou. Nasci com braços e pernas atrofiados, acharam que eu não ia vingar e me levaram às pressas para batizar. Houve quem incentivasse meus pais a não me alimentar. Achavam que, além de dar muito trabalho, eu acabaria vegetando.

Comecei a me interessar pelos estudos aos seis anos, ao observar meus irmãos fazendo atividades escolares. Pedi à minha mãe que me colocasse na escola, mas ela se esquivava, pois tinha medo da reação dos alunos.

Como persisti, ela procurou uma pessoa para me dar aula particular. Assim, aprendi o alfabeto e comecei a formar as primeiras palavras, tudo com a boca.

Estudei e me formei em contabilidade em 2004. Na escola e na faculdade, sempre tive o apoio de todos.

Por ficar com a cabeça para baixo quando estou em pé, muitas pessoas acham que vejo tudo de cabeça para baixo, mas não é assim. Vejo como as pessoas normais.

Em casa, leio revistas, livros e assisto TV, deitado ou em pé. Com uma caneta na boca, digito no computador. Me alimento sozinho, minha comida fica num prato e como só com a boca, sem talheres; bebo líquido também sozinho, com um canudo.

Ando com um sapato especial, feito no hospital da Rede Sarah em Salvador, onde aprendi a me adaptar e fazer minhas tarefas sozinho.

Dependo de outras pessoas para ir ao banheiro e na hora de sair, quando tenho de ser conduzido pelos braços. Mas a cada dia adquiro peso e vai ficando mais difícil sair.

Na minha casa, todos se dividem para me ajudar, não faltam voluntários.

Em 2000, tive uma das maiores emoções da minha vida: conheci o papa João Paulo 2º. Um amigo escreveu para o Vaticano relatando minha história e fui para Roma com ajuda de amigos e familiares. Encontrei o papa na praça São Pedro. Ele me deu um terço, disse que ia orar por mim e me deu a bênção.

Neste ano, tive outra grande emoção, na Jornada Mundial da Juventude, quando conheci o papa Francisco. Depois de muita dificuldade para passar, fiquei com outras pessoas esperando ele ir em direção ao hospital.

Eu e meus amigos gritamos para ele, que chegou até mim, me abraçou e fez o sinal da cruz na minha testa. “Sinta-se abençoado”, falou.

Em 2009, conheci o Zico, meu ídolo, no Maracanã. Sou flamenguista.

Meu trabalho é dar palestras motivacionais em empresas. Acho que nasci designado a cumprir uma missão: ser exemplo de perseverança e superação. Mostro que podemos enfrentar todos os problemas e obstáculos. Temos que aceitar a vida e vivê-la.

Gosto de sair com os amigos, danço, namoro, viajo, faço tudo. Essa motivação é fruto de minha família, que nunca me enxergou como um deficiente. Isso me fortalece.

domingo, 13 de outubro de 2013

1º Seminário de Tecnologia e Acessibilidade

Bem Vindo
Seminário Acessibilidade

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1º Seminário de Tecnologia e Acessibilidade


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De 16 a 18 de outubro o Instituto de Engenharia do Paraná reúne especialistas para discutir perspectivas técnicas e soluções que melhorem a acessibilidade, inclusão e autonomia de pessoas com necessidades especiais.
O encontro também tem o objetivo de avaliar a situação nacional de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) no setor, bem como a produção e a comercialização de soluções em Tecnologia de Automação (TA).
Inscrições: R$ 50,00

PROGRAMAÇÃO
DIA 16 OUTUBRO

Laboratório na Rua das Flores (SEDPcD)

DIA 17 DE OUTUBRO

08h00 - Credenciamento

08h30 - Abertura

09h30 -
“Conquistando direitos“ Berenice Piana (Mãe de um autista e autora do projeto que instituiu a lei nº 12.764)
10h15 -
“Vivência e superação”Eduardo Menezes da Silva  (Consultor de ERP hospitalar, controladoria de hospitais, com especialização em qualidade total hospitalar pela fundação Cristiano Otoni e principalmente pai de uma pessoa com deficiência).
11h00
“A Tecnologia Assistiva como elemento de inclusão social” Claiton Voigt Warnk (Professor, coordenador do Programa de Tecnologia Assistiva – PROTA, Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR)

14h00 - “Inovação para a ciclomobilidade”
Antonio Miranda (Arquiteto, coordenador técnico da Associação de Ciclistas do Alto Iguaçu).
15h00 - Palestra “A calçada é um bem público”


16h00 - Intervalo - Coffee Break

16h30 - “Tecnologia para acessibilidade – diversos caminhos”
Sérgio Yamawaki (Engenheiro mecânico, presidente da comissão de acessibilidade do CREA-PR).
17h30 - Espaço para perguntas

DIA 18 DE OUTUBRO
08h30 - Mesa-redonda “O Papel da Universidade na Geração de Tecnologias Voltadas à Acessibilidade”
Representantes das Universidades convidadas (UFPR, UTFPR, TUIUTI, POSITIVO, PUC e outras)
10h00 - Intervalo (Coffee Break)
10h30 - “Como proceder para apresentar um pedido de financiamento à FINEP”
Palestrante convidado da FINEP
11h00 - “Segurança Pública e acessibilidade”
Coronel Roberson Bondaruk (Comandante da Polícia Militar do Estado do Paraná)
11h30 - Perguntas (Debates)
14h00 - “Acessibilidade: uma responsabilidade social e profissional”Ricardo Tempel Mesquita (Arquiteto, perito judicial para assuntos de acessibilidade arquitetônica e consultor de acessibilidade junto ao Ministério Público Estadual/PR).
14h30 - “Elaboração de projetos sustentáveis e inclusivos orientados para tecnologia assistiva”
Lúcia Miyake (Doutoranda e Mestra em Engenharia de Produção e Sistemas - Gerência de Produção e Logística - pela PUC-PR. Especialista em Educação Especial e Graduação em Administração de Empresas e Processos Gerenciais).
15h00 - Debate
15h30 - Intervalo (Coffee Break)
16h00 - “A EAD uma inovação a favor da PCD” 
Prof.ª Leomar Marchesini (Especialista em educação à distância e em inclusão educacional. Fundadora e coordenadora do SIANEE - Serviço de Inclusão e Atendimento aos Alunos com Necessidades Educacionais Especiais do Centro Universitário Uninter).
16h30 - "Cadeiras de rodas - evolução e perspectivas"
Irajá de Brito Vaz (ex-secretário da SEDPcD)
17h30 - Planos e projetos para Curitiba – PMC
17h30 - Debates, conclusões, propostas
18h00 - Encerramento

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