segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

O poder da visão original esse vídeo foi o começo de tudo ,a inspiração para O Futuro está Aqui!

Esse foi o primeiro vídeo que eu trouxe para uma aula adaptativa, há mais de 4 anos atrás como Professora de Comunicação Alternativa,ouvimos,interpretamos juntos professora de apoio e aluno e dele foi um despertar para nascer uma ideia nova, um blog!!Este blog, Futuro Está Aqui,que antes passou pelo Poder da Visão com sensibilização,intuição,liderança,alteridade,compromisso, consciência,CRIAÇÃO!!
Nem imaginava há muito tempo atrás num curso de pós de Graduação em Supervisão e Docência numa disciplina de liderança quando o vi pela primeira vez esse mesmo sentimento iria despertar e ainda desperta essa vontade imensa de crescer como "gente",como essência humana,transformadora da sociedade e aos poucos o Futuro Está Aqui permite sonhar e realizar!!
Obrigado parceiro Matheus Kreling pela parceria não só o  blogar, mas exercitar a linguagem virtual como diz num dos questionamentos desse vídeo:
___O que eu tenho feito para ser melhorar?Para  ser diferente?Como tenho encarado meus planos e objetivos?....
Sempre que ouço O poder da Visão, tenho sempre aprendido , despertado o que está adormecido e incentivador para que não me perca no meio do caminho!Caminhemos e juntemos a outros pois JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!!!

Projeto europeu pode resolver problema da violência em escolas

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Dia das Doenças Raras - 28 Fevereiro 2013, Vídeo Oficial


Publicado em 11/02/2013
Assista ao vídeo oficial do Dia das Doenças Raras de 2013 e partilhe-o!
O 6.º Dia das Doenças Raras ocorre a 28 de fevereiro de 2013. O lema deste ano, «Doenças Raras sem Fronteiras», sublinha a necessidade da cooperação internacional.
Adira a uma atividade perto de si para demonstrar a sua solidariedade global. Vamos além fronteiras em nome das doenças raras. Mostre agora a sua solidariedade!

http://www.rarediseaseday.org/rare-di...



Olhe com carinho para este Dia!
Seja mais uma pessoa que contribui no desafio mundial de tirar do isolamento milhões de pessoas, metade delas crianças, afetadas por doenças raras. Você está convidado a assistir ao mini vídeo veiculado no mundo inteiro, convocando para uma solidariedade sem fronteiras, por uma causa que enobrece a humanidade, cada pessoa.
No Brasil, a política de doenças raras proposta pelo Grupo Técnico do Ministério da Saúde será apresentada no dia 28 de fevereiro de 2013. TODOS estão convidados.
Informações: instituto.baresi@gmail.com e (11) 98129-9001, com Marcelo Higa

Felicidade é respeito pelas diferenças!

1º Campeonato Brasileiro de Power Soccer


Publicado em 20/12/2012
Vídeo oficial Primeira clínica LatinoAmericana e I Campeonato Brasileiro de Power Soccer. evento histórico na América Latina.

Pais brasileiros lutam pelo direito de educar os filhos longe da escola


Para pedagoga Maria Stela Graciani, crianças deixam de interagir quando não há convívio escolar. Cerca de mil famílias ensinam filhos em casa.


Para pedagoga Maria Stela Graciani, crianças deixam de interagir quando não há convívio escolar. Cerca de mil famílias ensinam filhos em casa.

Na companhia da mãe e na companhia virtual, Calebe, de 13 anos, passa os dias aprendendo em casa. Ele saiu da escola há três anos por decisão dos pais, que moram em Belo Horizonte.
“Se você quer formar cidadão e pessoas, a física e a química não vão formar”, explica o pai e empresário Gilmar de Carvalho. 
A irmã de Calebe tem 15 anos e também não frequenta a escola desde os 12. Os pais dizem que os filhos, hoje, rendem muito mais.
“Eu lembro quando eles faziam a interpretação de texto, eu mais interpretava para eles do que eles mesmos”, conta a mãe e dona de casa Vânia Lúcia de Carvalho.
Em casa, Calebe tem um cantinho de estudo, o escritório da casa. Ele não tem um rotina muito rígida, uma quantidade específica de horas para estudar, mas uma coisa é obrigatória todos os dias: a leitura.
Será que Calebe gosta mesmo de estudar em casa? “Prefiro, porque aqui eu consigo estudar tranquilo”, diz o adolescente.
A Justiça determinou no mês passado que Calebe e a irmã voltem para a escola até o começo de março, porque a legislação brasileira não prevê a educação domiciliar.
O mesmo aconteceu com um casal que vive na zona rural de Caratinga, interior de Minas Gerais. Eles também tiraram os filhos do colégio. O Fantástico contou em 2008 a história da família.
“Eles se tornaram autodidatas, sem aquela dependência para serem ensinados para aprender”, diz o designer Cleber Andrade Nunes.
Os filhos, hoje, com 18 e 19 anos, estão há sete longe da escola.
“Em casa a gente aprendeu a gostar daquilo que a gente tava aprendendo”, conta o webdesigner Jonatas Nunes.
“A gente que fazia os horários, a gente que fazia todo o esquema de estudo”, lembra o programador Davi Nunes.
Quando tinham 12 e 13 anos passaram no vestibular de Direito, só pra provar que podiam. Agora, eles pretendem fazer o Exame Nacional do Ensino Médio, para tentar conseguir um certificado de conclusão do curso, o que é permitido pelo Ministério da Educação.
A irmã mais nova de Jonatas e Davi segue o mesmo caminho.
A Ana tem cinco anos, nunca foi a uma creche ou escola e os pais querem que continue assim, que a educação seja só em casa. Ela já está sendo alfabetizada.
“Ela já está alfabetizada com cinco. Desde quatro aninhos ela já estava lendo e alfabetizada em inglês também”, conta a mãe Bernadeth Amorim.
“Nossos filhos não precisam da escola. A escola deve ser a última alternativa”, afirma Cleber Andrade Nunes.
Essa decisão custou caro para o casal, que até hoje tem problemas com a justiça.  Eles devem mais de R$ 10 mil e respondem por abandono intelectual. “Nós corremos esse risco e estariamos disposto a ir até as últimas consequências”, diz Cleber.
Eles não estão sozinhos. A Associação Nacional de Educação Domiciliar afirma que, no Brasil, cerca de mil famílias dão lições aos filhos menores em casa.
Nos Estados Unidos, a educação domiciliar é aceita em vários estados. Em 2007, 1,5 milhão de crianças estudava assim.
No Brasil, um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional pretende liberar esse tipo de aprendizado, mas as crianças teriam que passar por exames periódicos.
Para a pedagoga da PUC de São Paulo Maria Stela Graciani, quem não tem convívio escolar deixa de interagir. “Ela perde a essência da convivência comunitária”, explica.
Os pais rebatem. Ana brinca com amiguinhas do bairro todos os diase Calebe faz aulas de violão e também tem amigos.
Para o promotor da infância e juventude de Belo Horizonte Celso Penna Fernandes Júnior, esses pais desrespeitam o Estatuto da Criança e do Adolescente, que diz que eles devem matricular os filhos na rede regular de ensino.
Já os pais se apoiam num artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que diz que eles têm prioridade na escolha do aprendizado.
“A Declaração Universal dos Direitos do Homem não é incompatível com a lei brasileira e nem poderia ser. O que eu acho que ela não quer que aconteça é que o estado resolva estabelecer um único tipo de educação para toda a sociedade”, diz o promotor.
Ele multou os pais de Calebe em três salários mínimos cada um por desrespeito ao estatuto. Eles também podem perder a guarda dos filhos se os adolescentes não voltarem à escola.
“Vamos lutar pra que a lei no nosso país admita essa instrução domiciliar”, diz o pai de Calhttp://g1.globo.com/fantastico/noticia/2013/02/pais-brasileiros-lutam-pelo-direito-de-educar-os-filhos-longe-da-escola.htmlebe.


Programa Opinião Livre: conversei com a jornalista Silvia Vinhas sobre Arte ,Ludicidade e Saúde


Enviado em 29/10/2011
Arte e Saúde : a importância da ludicidade e dos recursos expressivos (música, artes plásticas ,cênicas etc) para a prevenção e recuperação da saúde. Ludoterapia e recreação em clínica , hospitais, reabilitação, pedaagogia e desenvolvimento corporativo. Josgos para aprendizado escolar e corporativos.Bem-Estar, Qiualidade de Vida ,Desenvolvimento Humano.

Propaganda enganosa


https://www.facebook.com/ricardoferraz.ferraz

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Entrevista sobre Humanização Hospitalar e Qualidade de Vida. com Germana Savoy




Publicado em 07/10/2012
Nossa entrevista sobre Humanização Hospitalar e Qualidade de Vida. Como abordar adequadamente o stress nas situações de internação.Como diminuir o sofrimento e a percepção da dor? Políticas públicas brasileiras e recomendações internaciois sobre hospitalidade e acolhimento em serciços de saúde.
Germana Savoy Consultoria

Conheça Tati Rolim


    

   Meu nome é Tatiana Rolim , tenho 35 anos a vésperas de em breve fazer 36 anos. Também sou aquariana , sempre comento isto porque justifica meu jeito acelerado de ser e as vezes até atrapalhado por tantas coisa que me proponho a fazer ao mesmo tempo .. 
    Estou separada ha dois anos e meio, exatamente a idade da minha filha , no final da minha gestação ele teve depressão e disto evolui com outras complicações que necessariamente me impôs a separação como medida até de segurança a mim e minha filha . O transtorno mental é um dos maiores sofrimentos que alguém pode passar..Mas depois da separação  já revivi a sensação de uma paixão avassaladora .. mas tb já passou ...
   Sofri a lesão medular há 20 anos  e ao mesmo tempo que é tão distante mas é também bem  aproximo, porque todos os dias de alguma forma seja pelo preconceito ,seja pela dificuldade de acessibilidade você acaba se confortando com a deficiência e com sua história.
   Eu sofri um acidente em 25 jan de 95, no aniversário da cidade de SP , eu tinha 17 anos na época era modelo, jogava voley-ball pela cidade de franco da rocha, trabalhava , e tinha muitos  sonhos e desejos. Yinha acabado de descobrir os prazeres de um amor, uma relação e os prazeres que a própria relação sexual oferece.
   Fui atropelada por um caminhão, tive lesão medular t10, sequelas nos braços que por uns meses me deixou com lesão cervical , e sem movimentos nos braços  foi muito ruim no inicio, mas pouco me lembro porque fiquei muito tempo em coma, cerca de 2 meses, então não tenho muita história pra contar , só sei que depois de tudo juntei as histórias que me falaram e fiz um livro "meu andar sobre rodas", que aborda várias questões relacionadas a chegada da deficiência na adolescência.

     Naturalmente não foi facil aceitar, mas existem pessoas que se dizem que nasceram pra se tornarem deficiente , eu não!! Fui me aceitando, me redescobrindo e a medida que me encontrei em mim mesma, com meu jeito de ser, minha personalidade, meu eu interior, retomei todos os meus sonhos, os meus planos, ideais e objetivos na vida.
   Depois de 3 meses num hospital, 2 em coma e mais dois em plena confusão mental de onde eu vinha e pra onde eu ia , as coisas foram tomando um sentido dolorido de ser , pela própria história -um caminhão!! não é todo dia que alguém é atropelado por um caminhão e sai viva!!- Eu pelo menos sai paraplégica e isto no começo era confuso de entender e aceitar.
   Sempre tive muto apoio dos meus pais, que são tudo pra mim , meus amigos também foram essências pra me ajudar nesta fase inicial , e até chegar o processo de reabilitação foi também um longo período. Naquela época não era assim como são as coisas hoje, as pessoas hoje tem acesso a tudo, a rede lucy, ao hc, a aacd, ao sara, apaes, muitos centros de tratamento, empresas que te empregam, vagas no trabalho, etc...Sem duvidas hoje quem se torna um pcd esta na rampa do acesso a quase igualdade de oportunidades mas ainda alta muito!!
   O começo pra mim foi a parte mais difícil, porque eu era tetraplégica e nao tinha movimentos nos braços, depois voltou do braço esquerdo, e um ano depois quase retornou os movimentos do braço direito. Hoje sou paraplégica classificadamente t10!!
   Mas sinceramente os mais difícil era fazer xixi e cocô ( 1 e 2 ) . Esta fase era triste, difícil não sentia, não tinha controle, era constrangedor, e pra namorar também era chato , eu n sentia nada , não percebia a penetracão , mas hoje depois de tanto tempo é ótimo.
   A aceitação em sí, passa por muitas etapas e leva um tempo, que depende pra cada um. Eu conheço gente da minha época de tratamento (ou seja 20 anos atras) que nunca se aceitou, fica em casa sofrendo com as limitações, com tudo . Cada um faz uma escolha e esta escolha é fundamental pra
contribuir com a aceitação e não tem regra se aceita primeiro ou se escolhe viver depois.
   A maternidade pra mim veio na fase dos 32 anos, eu me sentia em apuros, era como se meus óvulos estivessem acabando e eu tivesse de fecundar naquele momento ,e foi assim rápido e simples, eu não esperava, mas já vinha desejando a alguns meses engravidar , mas no mês de nov 2009 foi certeiro, era a hora, era o momento!
   Quando engravidei, a noticia foi dada e tomava conta de tudo na imprensa, fui na Hebe e em vários canais, revistas, meu trabalho intensificou. Fiz mais apalestras, trabalhei mais, fiz tudo mais lindo ,mais gostoso, mais gravida... foi amravilhosso!
   Não tive complicações clinicas, foi uma gestação muito esperada, muito adequada, não tive restrições, dirigi ate o 8 meses, até o último dia quando ela (Maria Eduarda) nasceu . O parto foi foi perfeito!
   Hoje me considero muito feliz, passei por muitas barreiras, me sinto realizada como pessoa, como mulher , como mãe e profissional, hoje tenho a TRinclusão como minha linha de frente de trabalho.
   O qte me faz feliz também, é eu ser quem eu sou !! Ser prática, dinâmica, mole pra algumas coisas e dura pra outras.. amar, aprender amar , conhecer pessoas, entender q cada um é , respeitar as pessoas, tive uma ultima experiência que me trouxe muito conhecimento de como não devo ser e sim manter meus valores, isto tem me feito mais feliz!!
   A deficiência nem conta, juro que não preciso andar, consigo tudo oque quero, faço tudo que posso e quando não dá peço ajuda sem problema nenhum.
   Borá, gente a vida é mole pra quem é mole !!! não tem nada fácil pra ninguém , pra eu chegar onde cheguei chorei muito, fui muitas vezes carregada no colo em buzão sem acesso, cai nas escadas rolantes de metro, passei vergonha porque não tinha como chegar a tempo num banheiro que era usado por um andante na maior cara de pau, tive apertos financeiros, amores tristes, mas sempre acreditei que era capaz de tudo e de realizar todos os meus sonhos e assim tem sido , inclusive esta entrevista: era um sonho !! e já esta realizado !!!
   Assim continuo sonhando , com outras tantas coisas, que nem dá pra expor aqui minha lista é imensa e espero que vocês também tenham uma lista imensa de sonhos e desejos a serem concretizados, porque andar, como digo no meu primeiro livro: “andar independe da forma que se locomove, andar esta na intenção de se chegar a algum lugar..”
Fico por aqui, quem quiser me add no face e no orkut meu nome está Tatiana ROLIM, no twitter é @rolimtatiana




http://cantinhodoscadeirantes.blogspot.com.br