quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Eu sou é criança, e daì?



"Eu sou criança. E vou crescer assim. Gosto de abraçar apertado, sentir alegria inteira, inventar mundos, inventar amores. O simples me faz rir, o complicado me aborrece.
(...) Sou menina levada, sou criança crescida com contas para pagar. E mesmo pequena, não deixo de crescer.
Trabalho igual gente grande, fico séria, traço metas. Mas quando chega a hora do recreio, aí vou eu... Escrevo escondido..., faço manha, tomo sorvete no pote, choro quando dói, choro quando não dói.
E eu amo. Amo igual criança. Amo com os olhos vidrados, amo com todas as letras. A - M - O. Sem restrições. Sem medo. Sem frases cortadas. Sem censura. Quer me entender? Não precisa. Quer me fazer feliz? Me dê um chocolate, um bilhete, uma mentira bonita pra me fazer sonhar. Não importa.
Todo dia é dia de ser criança e criança não liga pra preço, pra laço de fita e cartão com relevo.
Criança gosta mesmo é de beijo, abraço e surpresa! (E eu – como boa criança que sou – quero mais é rasgar o pacote!)"
- Fernanda Mello -


Via Michele Marques
♥ Mel
 
Baú de Idéias

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

O Palhaço | Crítica


Selton Mello recorre à imagem do circense melancólico para homenagear a tradição verbal do humor brasileiro

Dizem que o circo é uma família, e a de Benjamin (Selton Mello) está em crise.

Enquanto todos ao seu redor estão em harmonia em seus laços - o casal de acrobatas, os irmãos músicos, o ilusionista e sua filha - o palhaço conversa pouco com seu pai (Paulo José), também palhaço e dono do picadeiro. Existe algo incomodando Benjamin em O Palhaço, e não parece ser somente a pressão para comprar um ventilador novo para a namorada do pai, Lola (Giselle Motta), a dançarina do circo.
Em entrevistas, Selton Mello diz que este seu segundo longa-metragem como diretor, depois de Feliz Natal, não tem nada de autobiográfico. O ponto de partida, porém, foi a crise criativa que tomou o ator em 2009 - o artista que se questiona no filme e que vai atrás da sua identidade (literalmente, já que Benjamin tem só uma certidão de nascimento caindo aos pedaços) seria uma forma de encarar e curar essa crise.
Não é inédita, de qualquer forma, a imagem do palhaço triste, que pinta um sorriso sobre a boca, faz todos rirem mas chora por dentro. Ela é quase indissociável da arte do circo durante o século 20, quando o ocaso dosespetáculos itinerantes, substituídos pelo cinema, rendeu filmes melancólicos como Os Palhaços (1970), de Fellini. Não por acaso, Mello cita entre suas referências para o filme alguns ícones da memória afetiva do humor:Jacques Tati, Oscarito, Didi Mocó.
O Palhaço tem um pouco de Wes Anderson também. Por onde passam, Benjamin e sua trupe são mostrados com aqueles enquadramentos geométricos de tableau vivantque marcam o cinema de Anderson - e Benjamin, com sua fala engasgada e sua postura reta, de quem enrijeceu com tantos dilemas mal resolvidos, bem que podia ser um dos excêntricos Tenenbaums.
O que torna o filme particular, e não só um apanhado de (boas) referências, é que elas estão servindo em O Palhaço para fazer um elogio autêntico da tradição brasileira do humor verbal. Os enquadramentos geométricos transformam toda situação num palco em potencial. Quando Benjamin e os demais encontram o mecânico ou o delegado (Tonico Pereira e Moacir Franco em suas respectivas participações especiais), os personagens são dispostos na cena para que um fique no "palco" (a oficina, a mesa do delegado) e os demais fiquem na "plateia" (o banco dos réus onde Benjamin se senta).
No fundo, é nessa homenagem a nomes da comédia nacional que Selton Mello - e Benjamin - encontra a cura da sua crise. É uma cura pela coletividade, por sentir-se parte de algo, sentimento que tem uma boa expressão justamente no mundo do circo.

Isso fica mais do que evidente no plano (também geométrico) em que Jorge Loredo conta uma piada, sentado na ponta de uma mesa. A piada nem é tão boa assim, mas a interpretação do eterno Zé Bonitinho a melhora consideravelmente. Na outra ponta da mesa, de novo em posição de plateia, Benjamin sorri de verdade, enfim encontrou alguém que o fizesse rir


terça-feira, 1 de novembro de 2011

Mensagem






"O Cristo não pediu muita coisa, não exigiu que 
as pessoas escalassem o Everest ou fizessem 
grandes sacrifícios. Ele só pediu que nos 
amássemos uns aos outros." - Chico Xavier

AMIZADE VERDADEIRA E QUE JAMAIS SERÁ ROMPIDA.

Menino de 7 anos já juntou R$ 12 mil pilotando kart para ajudar amiga com câncer. Um garoto de 7 anos de idade da cidade de Manassas, no estado de Virgínia (EUA), tem chamado a atenção depois que começou a pilotar kart com a intenção de juntar dinheiro para ajudar uma amiga que tinha câncer. Timmy Tyrrell Jr. teve a ideia depois de ver a amiga Ella Day perder os cabelos por causa de um câncer. A menina já está curada, mas Mini – como o garoto é conhecido – continua juntando dinheiro para outros pacientes da doença. Ele já conseguiu angariar mais de US$ 7 mil (aproximadamente R$ 12,4 mil) em eventuais premiações e doaçoes de espectadores. “Eu só não quero que as pessoas fiquem doentes, porque elas podem morrer. E eu não quero isso nem um pouco”, disse Mini ao canal de TV americano NBC. Por Redação Yahoo! Brasil | Yahoo! Notícia Ponto de vista: Toda e qualquer doença se torna menos sofrida quando temos ao nosso lado amizades sinceras e que representam mesmo que indiretamente grande força para não desistirmos de continuar a caminhada.

sábado, 29 de outubro de 2011

Viver um dia de cada vez...

Há duas formas para viver sua vida.

Uma é acreditar que não existe milagre.

A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.

Albert Einstein (1879-1955)

Milagres não existem, mas a vida è um milagre! Afinal! Não podemos, nem devemos viver presos como velhos, ao um passado, que nunca irá nos levar ao futuro prometido como num milagre!

Pois quem vive no passado não curti o presente, assim, jamais chegará a um futuro feliz.

O presente pode ser mais simples que você imagina!Nós pviodemos encontrá-lo na flor que muitas vezes não a vemos e está bem abaixo de nossas janelas,ou aquela árvore que trocou suas folhas ressecadas ,enrugadas por belas folhas verdes vistosas e frutos saudáveis a nos esperar.O sol que traz o vigor,a força,a energia é o que castiga o ser, a chuva que refresca é a que traz a angustia do viver. Não! Não são os elementos terra, ar, água, fogo que modificam o humor, e sim o ser humano, que não os percebe como centelhas divinas ,que nos emprestam a alegria do presente maravilhoso pelo qual nós não sabemos desfrutar por pura ansiedade! Para chegarmos logo num futuro que talvez nem exista...

terça-feira, 25 de outubro de 2011

"Winter, o Golfinho" mostra história real de superação


A criaturas famosas que povoam o oceano do entretenimento - Moby Dick, Flipper, a baleia Willy, Bob Esponja, Polvo Paul, entre outros - acabam de ganhar um novo companheiro, a protagonista de "Winter, o Golfinho," filme claramente destinado ao público infantil, que estreia em cópias dubladas e nas versões 3D e convencional.
Foto: Divulgação
O ator Nathan Gamble interpreta Sawyer, o garoto determinado a salvar o protagonista de "Winter, o Golfinho"
Os adultos podem torcer o nariz - afinal, o filme é um tanto óbvio -, mas para a criançada, funciona bem. Golfinhos são animais cativantes e inteligentes e o cinema sempre lhes ressalta essas qualidades. Nos Estados Unidos, o filme, que retrata uma história real, chegou a liderar a bilheteria em sua estreia, há duas semanas.
A golfinho Winter encalha numa praia da Flórida, com a cauda seriamente machucada. Com a ajuda de um pescador e de um garoto chamado Sawyer (Nathan Gamble, de "Marley e Eu"), a golfinho é levada para um aquário público, onde receberá atenção de veterinários e alimentação, enquanto se recupera num tanque.
Sawyer, que é uma criança-problema para a mãe (Ashley Judd), deixa de frequentar a recuperação na escola durante as férias de verão e passa a ir todos os dias ao aquário para visitar Winter. Ajudar o animal a se recuperar torna-se a razão de viver do garoto.
Mas, para o diretor Charles Martin Smith e os roteiristas Karen Janszen e Noam Dromi, pouca desgraça é bobagem. Não basta a golfinho perder o rabo e ter dificuldade para se locomover, como também começa a ter problemas na coluna. Além disso, o aquário não tem mais verba, deverá ser fechado e nenhum zoológico ou outro aquário quer ficar com Winter.
E não pára por aí. Paralelamente, o primo de Sawyer é um jovem soldado (Austin Stowell), recém-saído da academia, que se fere e fica preso a uma cadeira de rodas e não pode mais seguir em frente com sua carreira promissora como nadador.
A novidade na história acontece quando o veterinário (Harry Connick Jr.), aliado a um protético (Morgan Freeman), tenta inventar uma cauda artificial para o animal. Ao mesmo tempo, a filha do veterinário (Cozi Zuehlsdorff) e Sawyer armam um evento para salvar Winter e o aquário.
"Winter, o Golfinho" desliza para um melodrama em vários momentos. Mas a história real do golfinho torna-se um símbolo de superação. Motivando crianças com problemas físicos, consegue ser emocionante sem nunca  cair no exagero ou na manipulação. Talvez esteja aí - mais na questão da capacidade individual de cada um do que na superação em si - que resida o que há de mais interessante e importante no filme.
http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/cinema/winter-o-golfinho-mostra-historia-real-de-superacao/n1597272367255.html

FONTE: IG 

terça-feira, 11 de outubro de 2011

VIVAAAAAA!!!!!!!

Enquanto estiver vivo, sinta-se vivo. Se sentir saudades do que fazia, volte a fazê-lo. Não viva de fotografias amareladas... Continue, quando todos esperam que desistas. Não deixe que enferruje o ferro que existe em você. Faça com que em vez de pena, tenham respeito por você. Quando não conseguir correr através dos anos, trote. Quando não conseguir trotar, caminhe. Quando não conseguir caminhar, use uma bengala. Mas nunca se detenha. Madre Tereza de Calcuta

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Biografia de Jobs terá lançamento antecipado e chegará ao Brasil no dia 24 de outubro

A biografia oficial de Steve Jobs teve o lançamento antecipado pela editora Simon & Schuster, detentora dos direitos da obra do jornalista Walter Isaacson. Chamado de “Steve Jobs”, o livro estava previsto para ser lançado no fim de novembro, porém a detentora dos direitos da obra decidiu antecipar a estreia mundial para 24 de outubro. O livro, que já está em pré-venda no Brasil, tem preço sugerido pela Companhia das Letras de R$ 49,90 – apesar de algumas livrarias estarem vendendo a biografia por R$ 39,90.
Com a notícia da morte do autor, algumas livrarias brasileiras apontaram grande interesse dos leitores no livro que ainda nem foi lançado. Segundo a Livraria Cultura, a procura aumentou pelo menos 50% após as notícias divulgadas sobre o empresário americano. A Fnac informou que após as 20h desta quarta a procura pela biografia cresceu dez vezes.
Na Amazon, empresa de comércio eletrônico dos Estados Unidos, o livro passou da posição 424 no ranking de vendas para a primeira em menos de 24 horas. Na Barnes & Noble, livraria americana, o livro sobre o cofundador da Apple já está na quarta posição entre os mais vendidos.


Biografia

A biografia escrita por Walter Isaacson será o primeiro livro em que Steve Jobs participou do processo e autorizou o autor a entrevistar familiares dele. Ao todo, o autor entrevistou Jobs por mais de 40 vezes em período de dois anos e fez mais de cem entrevistas com amigos, familiares, adversários, concorrentes e colegas de trabalho
De acordo com a editora, Jobs, conhecido por ser reservado, cooperou com os trabalhos do autor e não impôs limites nem condições. Inclusive, ele não pediu para ler uma versão do livro antes de sua publicação, como é praxe entre alguns biografados.


* Com informações da AFP

FONTES: uol

sábado, 1 de outubro de 2011

TELETON

 

Com o objetivo de ampliar a quantidade de atendimentos, que até 1998 eram centralizados na unidade de São Paulo, a AACD criou o Teleton, uma maratona televisiva que busca conscientizar a população a respeito das possibilidades de um deficiente físico, gerando grande mobilização social.

Além de prestar contas das atividades realizadas pela entidade, é uma das principais ferramentas de captação de recursos da instituição.

Em 2010, o evento arrecadou R$ 23,9 milhões, valor destinado à construção de uma nova unidade da instituição, em Mogi das Cruzes (SP), que deve ser concluída em outubro de 2011.

A 14ª edição do Teleton será realizada nos dias 21 e 22 de outubro de 2011. Mais uma vez a AACD contará com a parceria do SBT, responsável pela geração e transmissão do evento para todo o país, durante mais de 24 horas, ao vivo.

Você pode doar para o Teleton a qualquer momento. Com a sua contribuição, a instituição poderá manter os atendimentos que já realiza e atender mais de 32 mil pacientes que estão na fila de espera.


Curiosidade

Criado em 1966 nos Estados Unidos pelo ator Jerry Lewis, que teve um filho deficiente físico, o Teleton é realizado em mais de 20 países da Europa, América do Norte e América do Sul, anualmente. A América Latina possui uma organização dos países que realizam o Teleton, a Organização Internacional dos Teletons (Oritel). O objetivo da Oritel é favorecer a troca de conhecimento entre os países e instituições, além de possibilitar uma melhor integração entre aqueles que visam uma sociedade mais justa e produtiva para os deficientes físicos de todo o mundo.

As empresas que apoiam causas sociais, como o Teleton, são preferidas por consumidores e formadores de opinião. Contribua para melhorar a vida de milhares de deficientes físicos.

Como doar:

0500 12345 05 – R$ 5,00
0500 12345 10 – R$ 10,00
0500 12345 20 – R$ 20,00
0800 774 2011 – para doações acima de R$ 30,00
www.teleton.org.br – doação de qualquer valor acima de R$ 5,00

FONTES:  www.teleton.org.br