Fontes: Globo.com
O Mais Você dessa quarta-feira, 5 de janeiro, falou sobre a mania das pessoas que ficam falando no celular, checando e-mails ou mandando torpedos enquanto fazem outras coisas. São celulares, smartphones, tablets, notebooks, netbooks... Tanta parafernália na mão que tem hora que fica difícil conversar com as pessoas. Não dá pra negar que é maravilhoso ter acesso a tudo isso. São várias ferramentas tecnológicas que nos deixam conectados o tempo todo com o mundo, mas tem gente que já não consegue mais viver sem tudo isso. Aí isso pode ser um problema...
Mas afinal o que a gente tem que fazer pra conviver com tudo o que a tecnologia oferece de melhor e não ser prejudicado por ela? Para falar sobre o assunto, Ana Maria conversou com o psicólogo e professor Rafael Zaremba, que está preparando uma tese de doutorado justamente sobre esse tema.
Segundo Rafael, o homem atual está exposto a um número excessivo de estímulos e está lutando, e sofrendo, para dar conta de todos eles. Para ele, a humanidade já viveu situações parecidas em outros momentos da história, como durante a revolução industrial. “Traçar um paralelo com outros momentos pode ser importante para lançarmos alguma luz sobre o fenômeno que estamos acompanhando agora e para tentarmos projetar algo para o futuro”, explicou.
Outro ponto que o professor julgou relevante é a mudança na noção de tempo e espaço e a total queda de fronteiras que percebemos hoje em dia.
Mais Você
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Alunos podem observar o espaço em tempo real pela internet

por Moreno Bastos20
DivulgaçãoObservatório da Universidade Estadual de Ponta GrossaImagine-se sentado na frente de um simples computador observando, de perto, a Lua, estrelas, cometas ou até mesmo outros planetas. E tudo em tempo real. É isso que faz o projeto Telescópios na Escola (TnE), criado pela Fundação Vitae e voltado para estudantes do ensino fundamental ao superior. Sob a coordenação do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP (Universidade de São Paulo), fazem parte da iniciativa sete instituições acadêmicas ao redor do país, entre elas as Universidades Federais do Rio de Janeiro e de Santa Catarina.
O grande diferencial do projeto é aproximar os estudantes da astronomia. O que parece difícil e inatingível fica ao alcance dos olhos e das mãos: a interação entre alunos e o espaço é feita por meio de modernos telescópios robóticos instalados nos observatórios das instituições envolvidas. Os aparelhos são conectados à internet, tornando a sala de aula um observatório virtual. Pela web, os próprios alunos podem movimentar o aparelho, sem que necessite de conhecimento prévio de astronomia. “Também mantemos uma equipe nos observatórios para ajudar as escolas com informações e auxiliando nas observações”, afirma Laerte Sodré, coordenador do TnE e professor do Instituto Astronômico.
Além de possibilitar a observação do espaço a distância e em tempo real, o TnE possui uma série de atividades montadas para as instituições participantes. Em cada atividade, um pedaço da imensidão espacial para ser desvendado. O estudo das crateras lunares, o brilho e a cor das estrelas, as galáxias e os asteróides são alguns exemplos. Os projetos e o material didático podem ser acessados gratuitamente na página do projeto. O tempo de observação varia conforme a atividade escolhida. “Na atividade ‘Uma Viagem pelo Céu’, por exemplo, os observadores selecionam objetos como estrelas duplas, nebulosas, galáxias etc. Isso pode ser feito em uma única noite. Outros podem durar meses”, explica Sodré. Neste caso, para viabilizar o projeto, estão sendo criados bancos de dados com observações anteriores.
Interdisciplinaridade€
Mas ficar no mundo da lua não significa estar distante das outras disciplinas escolares. No projeto Telescópios na Escola, a astronomia torna-se uma atividade interdisciplinar. “Com ela, aprende-se conceitos de física, matemática, química, geologia, geografia, enfim, são ligadas várias áreas do conhecimento. E o mais interessante é ver a aplicação dos conceitos, pois muitas vezes os alunos aprendem na escola, mas não conseguem ver uma utilidade para eles”, afirma Maria Clara Amon, professora de física no ensino médio da Escola Estadual Patriarca da Independência, em Vinhedo.
Segundo ela, que organiza atividades com seus alunos no TnE desde 2008, a participação dos jovens é positiva, já que desperta a curiosidade por novas áreas de conhecimento. Maria Clara também descreve a reação dos alunos nos primeiros contatos com o observatório virtual. “Eles ficam muito surpresos de ver que é possível controlar um telescópio remotamente, usando somente a internet na própria escola”, afirma a professora, que promove aulas teóricas e práticas semanais para ajudar nas observações feitas durante o ano. Em 2008, seis de seus alunos participaram do programa de pré-iniciação científica da USP na área de astronomia.
Saiba como participar
Escolas interessadas em participar do projeto pedagógico Telescópios na Escola (TnE) devem acessar o site do projeto http://telescopiosnaescola.pro.br/ e preencher o formulário para agendamento. Assim que este agendamento é efetivado, o professor responsável recebe um nome de usuário e uma senha, com os quais poderá acessar e comandar o telescópio na data e horário agendados, via internet, a partir da própria escola. Não é preciso conhecimento prévio de astronomia. Caso seja necessário, uma equipe do TnE dará suporte para a exploração das observações.
Saiba mais
Plataforma permite criar escola virtual
Redes Sociais Virtuais: um Espaço para Efetivação da Aprendizagem Cooperativa
Vamos poetizar?!
"Deus costuma usar a solidão Às vezes, usa a raiva para que possamos compreender o infinito valor da paz. Outras vezes usa o tédio, quando quer nos mostrar a importância da aventura e do abandono. Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar sobre a responsabilidade do que dizemos. Às vezes usa o cansaço, para que possamos compreender o valor do despertar. Outras vezes usa a doença, quando quer nos mostrar a importância da saúde. Deus costuma usar o fogo, para nos ensinar a andar sobre a água. Às vezes, usa a terra, para que possamos compreender o valor do ar. Outras vezes usa a morte, quando quer nos mostrar a importância da vida. -
Fernando Pessoa
Acessibilidade web-Custo ou Beneficio?
Leda Lucia,cega,psicóloga :
“ Eu adoro a Internet,porque posso comunicar com as pessoas posso ler jornais,revistas ,faço uma série de coisas sem sair de casa,pagamentos,compras e transações bancarias,compras.Eu uso a internet para comunicar com outros profissionais,discussão,pesquisa,importante para manter atualizado na sua área ,,principalmente no meu caso que sou cega que sem a internet seria muito difícil a autonomia e a independência que eu tenho...''
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Deficiente física volta a andar com ajuda de 'armadura'
Amanda atua como espécie de piloto de testes de um exoesqueleto criado por engenheiros da Berkeley Bionics para as Forças Armadas Americanas. Com ele, soldados conseguem levantar objetos de 90 quilos.
Imagine o que é sofrer um acidente e passar 18 anos em uma cadeira de rodas, sem poder andar. E, de repente, essa pessoa sai andando. Não é milagre. É o progresso da medicina que fez Amanda Boxter caminhar.
Foi um dia muito mais colorido do que qualquer um de nós poderia imaginar. Quando Amanda e o cachorro Tucker percorreram o último trecho de calçada no caminho até o laboratório foram atrás de uma expectativa que parecia perdida 18 anos atrás, desde que Amanda sofreu um acidente de esqui em uma montanha nevada. Ela sentiu uma corrente elétrica como um choque descendo pelo corpo e nunca mais mexeu nada da cintura para baixo.
"Quando eu perdi os movimentos das pernas, um médico veio até meu quarto no hospital e disse que eu jamais voltaria a andar. Tirou toda a esperança que existia dentro de mim", conta Amanda Boxtel.
As palavras do médico ainda latejavam na cabeça de Amanda naquela quinta-feira, até quando ela já estava ali, diante do equipamento que prometia o que talvez não fosse mais impossível, mas ainda era muito improvável. Como ela poderia andar, se quase a metade da vida foi na cadeira de rodas?
Amanda confia muito nos engenheiros da Berkeley Bionics, porque acompanha a pesquisa desde os primeiros testes. Dentro do instituto, ela viu o exoesqueleto que eles fizeram para as Forças Armadas Americanas. Com ele, soldados conseguem levantar objetos de 90 quilos como se fossem plumas, e seres humanos correm por horas e horas, incansáveis, como se fossem robôs.
Assim, a mulher que continuou atleta até mesmo depois da cadeira de rodas virou uma espécie de piloto de testes, sempre sob o olhar atento do cachorro. "Queremos que as pessoas se levantem e andem o mais rapidamente possível", disse Eythor Bender.
Quando Amanda abandona a cadeira de rodas, começa a vestir uma tecnologia que, segundo os criadores, mistura robótica e inteligência artificial. Nas costas, está um computador de última geração, ligado a sensores que são colocados nos pés, nos joelhos e na cintura, para captar a intenção de Amanda.
“A máquina não decide sozinha”, explica o engenheiro de computação John Fogelin. "Mas, uma vez que você sinaliza que está pronto para dar o passo, você tem um computador com inteligência artificial para completar aquele movimento".
Os assistentes fazem os últimos ajustes e se certificam de que o equipamento está bem preso ao corpo da paciente. Depois de um clique no botão, chega o grande momento.
Amanda surpreende e levanta de primeira. Em seguida, testa o equilíbrio do corpo em busca de firmeza e segurança. Ela precisa de muletas. Afinal, é preciso lembrar que ela não tem nenhuma força nas pernas.
Assim que a mente de Amanda diz ao corpo que gostaria de andar, a região em volta da cintura, a última parte que ainda responde ao cérebro, transmite essa mesma ordem ao computador. Isso acontece porque os sensores traduzem os mínimos movimentos de Amanda, e a máquina diz ao robô pra andar na direção exata em que ela tentou se mexer.
Enfim, depois de 18 anos de espera, qual é o sentimento de Amanda? "Você consegue imaginar: ficar paraplégico, sempre sonhar com isso e, de repente, não ter mais que sonhar? Essa é a minha realidade", destaca a americana.
Amanda faz questão de ressaltar que está caminhando e ao mesmo tempo conversando com o repórter, sem se cansar. Ela também não sente o peso do equipamento, porque ele é feito para se sustentar por conta própria. São baterias potentes que, supostamente, aguentam um dia inteiro de caminhada.
Ainda que pareça simples, do ponto de vista tecnológico, é algo complicadíssimo. "Quanto mais você estuda o ato de andar, mais você percebe como é um modelo mecânico complexo. É um ato contínuo de cair e retomar o equilíbrio, o que é muito complicado de reproduzir em um computador", ressalta o engenheiro John Fogelin.
Mas, agora que robótica avançou muito, o software está perfeitamente afinado, e a máquina navega com perfeição. Amanda Boxter se aventura calmamente pelo laboratório.
Na cadeira de rodas desde os 24 anos e agora, aos 43, depois de fazer o que nem o médico mais otimista poderia imaginar, ela fala outra vez em esperança.
"Não existe mais razão para não sonhar. Isso está acontecendo neste momento. A percepção dos médicos sobre o futuro de paciente com paralisia mudou, seja por meio de tratamentos com células-tronco ou com a tecnologia robótica. Agora dá para dizer: 'você vai se levantar e caminhar'. E eu estou fazendo isso, desafiando todas as probabilidades", afirma Amanda.
Por fim, Amanda faz questão de exibir a conquista ao companheiro Tucker. E o dia termina com um convite inesperado para ele: vamos caminhar?
Imagine o que é sofrer um acidente e passar 18 anos em uma cadeira de rodas, sem poder andar. E, de repente, essa pessoa sai andando. Não é milagre. É o progresso da medicina que fez Amanda Boxter caminhar.
Foi um dia muito mais colorido do que qualquer um de nós poderia imaginar. Quando Amanda e o cachorro Tucker percorreram o último trecho de calçada no caminho até o laboratório foram atrás de uma expectativa que parecia perdida 18 anos atrás, desde que Amanda sofreu um acidente de esqui em uma montanha nevada. Ela sentiu uma corrente elétrica como um choque descendo pelo corpo e nunca mais mexeu nada da cintura para baixo.
"Quando eu perdi os movimentos das pernas, um médico veio até meu quarto no hospital e disse que eu jamais voltaria a andar. Tirou toda a esperança que existia dentro de mim", conta Amanda Boxtel.
As palavras do médico ainda latejavam na cabeça de Amanda naquela quinta-feira, até quando ela já estava ali, diante do equipamento que prometia o que talvez não fosse mais impossível, mas ainda era muito improvável. Como ela poderia andar, se quase a metade da vida foi na cadeira de rodas?
Amanda confia muito nos engenheiros da Berkeley Bionics, porque acompanha a pesquisa desde os primeiros testes. Dentro do instituto, ela viu o exoesqueleto que eles fizeram para as Forças Armadas Americanas. Com ele, soldados conseguem levantar objetos de 90 quilos como se fossem plumas, e seres humanos correm por horas e horas, incansáveis, como se fossem robôs.
Assim, a mulher que continuou atleta até mesmo depois da cadeira de rodas virou uma espécie de piloto de testes, sempre sob o olhar atento do cachorro. "Queremos que as pessoas se levantem e andem o mais rapidamente possível", disse Eythor Bender.
Quando Amanda abandona a cadeira de rodas, começa a vestir uma tecnologia que, segundo os criadores, mistura robótica e inteligência artificial. Nas costas, está um computador de última geração, ligado a sensores que são colocados nos pés, nos joelhos e na cintura, para captar a intenção de Amanda.
“A máquina não decide sozinha”, explica o engenheiro de computação John Fogelin. "Mas, uma vez que você sinaliza que está pronto para dar o passo, você tem um computador com inteligência artificial para completar aquele movimento".
Os assistentes fazem os últimos ajustes e se certificam de que o equipamento está bem preso ao corpo da paciente. Depois de um clique no botão, chega o grande momento.
Amanda surpreende e levanta de primeira. Em seguida, testa o equilíbrio do corpo em busca de firmeza e segurança. Ela precisa de muletas. Afinal, é preciso lembrar que ela não tem nenhuma força nas pernas.
Assim que a mente de Amanda diz ao corpo que gostaria de andar, a região em volta da cintura, a última parte que ainda responde ao cérebro, transmite essa mesma ordem ao computador. Isso acontece porque os sensores traduzem os mínimos movimentos de Amanda, e a máquina diz ao robô pra andar na direção exata em que ela tentou se mexer.
Enfim, depois de 18 anos de espera, qual é o sentimento de Amanda? "Você consegue imaginar: ficar paraplégico, sempre sonhar com isso e, de repente, não ter mais que sonhar? Essa é a minha realidade", destaca a americana.
Amanda faz questão de ressaltar que está caminhando e ao mesmo tempo conversando com o repórter, sem se cansar. Ela também não sente o peso do equipamento, porque ele é feito para se sustentar por conta própria. São baterias potentes que, supostamente, aguentam um dia inteiro de caminhada.
Ainda que pareça simples, do ponto de vista tecnológico, é algo complicadíssimo. "Quanto mais você estuda o ato de andar, mais você percebe como é um modelo mecânico complexo. É um ato contínuo de cair e retomar o equilíbrio, o que é muito complicado de reproduzir em um computador", ressalta o engenheiro John Fogelin.
Mas, agora que robótica avançou muito, o software está perfeitamente afinado, e a máquina navega com perfeição. Amanda Boxter se aventura calmamente pelo laboratório.
Na cadeira de rodas desde os 24 anos e agora, aos 43, depois de fazer o que nem o médico mais otimista poderia imaginar, ela fala outra vez em esperança.
"Não existe mais razão para não sonhar. Isso está acontecendo neste momento. A percepção dos médicos sobre o futuro de paciente com paralisia mudou, seja por meio de tratamentos com células-tronco ou com a tecnologia robótica. Agora dá para dizer: 'você vai se levantar e caminhar'. E eu estou fazendo isso, desafiando todas as probabilidades", afirma Amanda.
Por fim, Amanda faz questão de exibir a conquista ao companheiro Tucker. E o dia termina com um convite inesperado para ele: vamos caminhar?
domingo, 2 de janeiro de 2011
Ano noo!!
sábado, 1 de janeiro de 2011
Amor de mãe

Já fazia algum tempo que minha mãe e eu estávamos na casa de praia da família. Logo após o falecimento do meu pai. Nós duas dávamos muito bem, íamos á praia duas vezes ao dia . Após almoçarmos ,arrumarmos a cozinha , íamos deitar ou então ficávamos inventado poesias na mesa da cozinha.Um exemplo destes e lembro-me até hoje, talvez assim:
“ Ele é lindo, nós o amamos muito!
Adoramos estar em sua companhia.
É forte enfim , quando este me toca,
e eu fico todinha, arrepiada!´’
Adoramos estar em sua companhia.
É forte enfim , quando este me toca,
e eu fico todinha, arrepiada!´’
Pasmem! O que pensaram que fosse?Não.Me referia ao todo poderoso REI-MAR,este que leva todas as mazelas embora,que traz também a Boa Nova,que refresca,apazigua nossos pensamentos ,lugar este sagrado ,onde sinto-me livre,onde meu corpo e minha alma sentem-se bem,fico plena e vejo quantos que ali vão num dia tão importante na passagem de ano.Muitos poetas já se inspiraram nas grandes águas
,cito aqui “O Homem e o Mar” de Charles Baudelaire.”Homem livre, o oceano é um espelho fulgente
Que tu sempre hás-de amar. No seu dorso agitado,
Como em puro cristal, contemplas, retratado,
Teu íntimo sentir, teu coração ardente.”
O Mar surge como símbolo da dinâmica da vida. Tudo vem dele e tudo a el
e regressa. É o espaço da vida, das transformações e da morte,da liberdade,da paz que necessitamos.É essa busca que faço quando estou morando no litoral e percebo em cada rosto que vejo na noite do dia 1 de janeiro a necessidade de VIDA NOVA .Deixar para traz as magóas,as más lembranças e deixar fluir NOVAS ENERGIAS.
Caro leitor esta é a mensagem que eu deixo para vocês nesta passagem do ano de 2. 011!!!
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