sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Produção de vídeo na UTI é exemplo de superação – Gazeta GO –

Viva Paulinho estamos todos muito felizes por sua realização. Paulinho está na UTI do HC, há mais de 30 anos acamado, devido a grave Poliomelite

Viva Paulinho estamos todos muito felizes por sua realização. Paulinho está na UTI do HC, há mais de 30 anos acamado, devido a grave Poliomelite.
 
Na TV Este conteúdo foi ao ar em Jornal da Gazeta . O Jornal da Gazeta mostra as principais notícias do dia, reportagens exclusivas e análises feitas por...
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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Alguns cuidados básicos alimentares para disfagicos e evitar os engasgos frequentes.

Como diagnosticar a disfagia

A disfagia deve ser precocemente diagnosticada para uma prevenção mais eficaz da gripe, pneumonia, desnutrição e desidratação. O diagnóstico é, em geral, realizado por um fonoaudiólogo, através de uma avaliação funcional da deglutição. Para o diagnóstico e indicação de tratamento são realizados: anamnese fonoaudiológica, avaliação funcional da deglutição, avaliação instrumental através da ausculta cervical e definição de conduta e tratamento através de programas de reabilitação. Podem ser realizados outros exames complementares como a videofluoroscopia e a nasolaringofibroscopia para um diagnóstico mais completo e detalhado.

Como tratar a disfagia

Uma das melhores formas de tratar a disfagia passa por praticar a deglutição e uma terapêutica nutricional. Dessa forma, é necessário realizar uma dieta saudável e equilibrada de acordo com a gravidade dos sintomas apresentados e ajustá-la sempre que necessário. É de realçar que nos casos mais graves, a ingestão de alimentos é efetuada com o auxílio de uma sonda.
Para seguir o tratamento nutricional mais adequado, é necessário cumprir com os aspetos seguintes:
  • Modificar os alimentos (sólidos e líquidos). Os alimentos devem ser alterados de forma a ficarem mais macios. Os purés são uma das melhores maneiras de garantir uma refeição adequada, atrativa e equilibrada em termos nutricionais. A sua espessura é a ideal, pois os líquidos podem afetar as vias respiratórias.
  • Ingerir alimentos ricos em vitaminas e proteínas como, por exemplo, os sumos naturais, as sopas e os caldos. Caso não o faça, o sistema imunológico fica mais fraco, o que aumenta o risco de infeções (como a pneumonia) e a perda da massa muscular e óssea.
  • Beber muitos líquidos. As pessoas que sofrem de disfagia possuem um maior risco de desidratação devido à incapacidade de engolir e consumir quantidades adequadas de líquidos.
  • Usar suplementos hipercalóricos e hiperpróteicos na alimentação. Os carboidratos, proteínas e gorduras nos alimentos fornecem calorias e energia necessárias para as funções fisiológicas. Assim estará a nivelar as necessidades nutricionais de um regime alimentar.
http://cuidamos.com/artigos/disfagia

A reabilitação fonoaudiológica no Home Care

A reabilitação fonoaudiológica no Home Care


A Fonoaudiologia é uma profissão que pode ser inserida em diversas áreas da saúde, como clínicas particulares, hospitais, centros médicos entre outros.
Neste artigo mostrarei a importância e o diferencial do tratamento fonoaudiológico realizado por meio do Home Care, ou seja, no cuidado em casa.

No Home Care, o paciente recebe um olhar diferenciado pela equipe profissional que o rodeia, tornando, assim, um tratamento global integrado, cuja finalidade é uma ação preventiva, curativa, reabilitadora e/ou paliativa, visando a qualidade de vida do paciente. Cabe ao profissional, de forma multidisciplinar, avaliar e gerenciar as necessidades individuais do paciente.

No decorrer dos meus 10 anos atuando como fonoaudióloga em atendimento domiciliar, quantifiquei que a queixa principal e mais comum encontrada para a intervenção fonoaudiológica do paciente em tratamento domiciliar é a Disfagia.

Disfagia é a dificuldade ou desconforto desde o momento em que a pessoa coloca o alimento dentro da boca até quando o engole (deglute), seja ele líquido, pastoso ou sólido. A disfagia pode ocorrer por a pessoa apresentar sequela neurológica, tumores, ou qualquer outra doença.

Segue algumas características da disfagia:

  • Dificuldade de mastigar;
  • Dificuldade em iniciar a deglutição (ato de engolir);
  • Regurgitação nasal;
  • Tosse durante ou após as deglutições;
  • Engasgos durante as refeições;
  • Sensação de alimento parado na garganta;
  • Perda de peso.

O tratamento para o paciente disfágico visa adequar a função da deglutição, favorecendo uma alimentação saudável e segura.
A terapia fonoaudiológica, nesses casos, acontece a partir de exercícios específicos, posturas e manobras que facilitem ao paciente o ato de engolir, podendo ocorrer a retirada de sonda nasogástrica e até mesmo a gastrostomia, formas alternativas para o paciente se alimentar, que não seja pela boca.

O planejamento terapêutico é realizado após entrevista e avaliação completa do Sistema Sensório Motor Oral (bochechas, lábios, língua, palato) e suas funções (respiração, sucção, mastigação e deglutição).

São inúmeros os diferenciais de atender um paciente em casa. Entre eles, os mais importantes são:
- O paciente tem maior privacidade: pode usar sua própria roupa, tem maior controle e segurança física;
- Ter maior dignidade em um ambiente que não alimenta a ideia de enfermidade;
- Estar em um ambiente de maior socialização;
- Poder contar com o apoio, atenção e carinho da família;
- Nutrir-se adequadamente com alimentos preparados em sua casa, sob orientação e manuseio do fonoaudiólogo, o que facilita a reabilitação;
- Recuperar a saúde no menor prazo possível;
- Evitar riscos de infecções cruzadas;
- Receber tratamento e cuidados com qualidade superiores a do hospital.

Levando em consideração que o paciente que recebe o tratamento global via Home Care é um paciente que merece cuidados especiais, a reabilitação fonoaudiológica domiciliar tem um grande diferencial comparada com a realizada em consultório, por garantir maiores e melhores recursos voltados à vida cotidiana do cliente.


Dra. Viviane Turco
Fonoaudióloga formada em 1999, pela UNIMEP (Universidade Metodista de Piracicaba). Desde então, trabalha com reabilitação neurológica. Especializada em Disfagia. Realiza atendimentos em Home Care desde 2006, e atua na Clínica Vitalitta, em Piracicaba-SP. Responsável pelo exame de Videofluoroscopia da clínica CPA Radiologia, em Piracicaba-SP.
http://www.devoltaparacasa.org.br/revista/o-recomeco/materias/a-reabilitacao-fonoaudiologica-no-home-care

A videofluoroscopia da deglutição na investigação da disfagia oral e faringeana

Resumo

O exame videofluoroscópico (VFS) é considerado o melhor recurso para avaliação dos distúrbios da deglutição. A sua introdução permitiu o melhor conhecimento da fisiologia da deglutição e das alterações provocadas por doenças que causam disfagia. Embora o exame seja fácil de ser executado, requer treinamento e experiência. As principais vantagens da videofluoroscopia são: os resultados são passíveis de análise posterior, mensuração objetiva em programa computadorizado e a possibilidade de análise precisa e imediata da deglutição em diversas posições e com deglutição de bolos com diferentes volumes e consistências. Dentre as desvantagens estão: exposição à radiação, utilização do contraste de bário e a subjetividade na análise pelos examinadores. É um exame essencial em uma clínica que investiga, diagnostica e trata pacientes com disfagia provocada por doenças em boca e faringe.

Palavras-chave: Videofluoroscopia. Deglutição. Disfagia.


Texto completo

IntroduçãoA utilização da imagem como forma auxiliar no diagnóstico e monitorização de doenças vem apresentando cada vez maior importância na medicina e vem contribuindo sobremaneira na elucidação de caminhos terapêuticos mais precisos. Em meio ao avanço tecnológico, técnicas de imagens que demonstram detalhes anatômicos e fisiológicos de órgãos e tecidos são amplamente utilizadas.
Dentre as técnicas de imagem utilizadas no estudo da deglutição destaca-se a videofluoroscopia (VFS), videodeglutograma ou avaliação modificada com o sulfato de bário. Trata-se de um exame radiológico o qual utiliza a movie-type x-ray denominado fluoroscopia, possibilitando a observação detalhada das estruturas anatômicas e a relação temporal dos fenômenos ocorridos nas fases oral e faríngea da deglutição durante a ingestão de alimentos de diferentes consistências e volumes, misturados ao contraste de bário1, 2. Outros meios de contraste podem ser utilizados, mas são mais caros do que o sulfato de bário. Com a visualização do percurso do bolo alimentar no trato aerodigestivo em tempo real, o exame apresenta alta sensibilidade e especificidade no diagnóstico da aspiração traqueal3. Pode ser utilizado em pacientes de todas as idades e com as mais diversas doenças, incluindo as neurológicas e de câncer de cabeça e pescoço4, 5, 6.
É possível destacar as principais vantagens da VFS: trata-se de um método eficaz na avaliação anatômica e fisiológica da deglutição, com resultados passíveis de análise posterior, mensuração objetiva em programa computadorizado7 e com possibilidade de análise precisa e imediata da deglutição em diversas posições8, 9. Dentre as desvantagens: exposição à radiação, utilização do contraste de bário e a subjetividade na análise pelos examinadores10.
Apesar da existência de uma gama de técnicas de imagem para a avaliação da deglutição, como a ultrassonografia11, a videoendoscopia12, o sonar doppler13, a ressonância magnética funcional14, dentre outras, a VFS ainda é considerada o método instrumental de referência na detecção e monitoramento da disfagia oral e faríngea e da aspiração traqueal15, 16.
ObjetivoO objetivo desta revisão foi estudar trabalhos recentes sobre o método videofluoroscópico no estudo da deglutição e na detecção de alterações, discutindo a sua indicação, vantagens, desvantagens, além de oferecer informações que facilitem a compreensão da técnica.
MetodologiaUma pesquisa na base de dados Publine/Medline foi realizada utilizando os termos «videofluoroscopic evaluation» e «modified barium swallow», nas línguas «português, inglês, francês e espanhol», em agosto de 2013. A razão para a exclusão de alguns artigos foi ausência de resumos, ausência de publicação do artigo completo e ausência de relação entre a utilização do procedimento e avaliação da deglutição. Foram também acrescentados 6 artigos selecionados em pesquisa prévia. Foram selecionados no total 67 artigos, e incluídos mais alguns trabalhos importantes publicados há mais de 5 anos.
Resultados Vantagens e desvantagens da videofluoroscopiaApesar de ser considerado um método complementar na avaliação da deglutição, a VFS é distinguida dentre os demais métodos17. De forma não invasiva, possibilita a visualização de todas as fases da deglutição, desde a fase preparatória do alimento a ser deglutido, como a abertura dos lábios, os movimentos das regiões anterior, média e posterior da língua, até à movimentação de abertura do esfíncter superior do esôfago durante a passagem do bolo alimentar18, 19. É possível identificar a presença de escape anterior e/ou posterior do alimento, regurgitação nasofaríngea20, disparo do reflexo de deglutição, fechamento velofaríngeo17, 21, 22, elevação do complexo hiolaríngeo, fechamento glótico e supraglótico23, presença de refluxo gastroesofágico e movimentação peristáltica da faringe e esôfago24. Permite, de maneira detalhada, a observação anatômica e fisiológica da deglutição25, 26. Desta maneira, a identificação da aspiração traqueal, penetração laríngea e resíduos oral e faríngeo, o momento de sua ocorrência, suas possíveis causas, e reações a tais alterações, como a presença e a efetividade do reflexo de tosse, são facilmente percebidos27.
Considerando-se que a deglutição orofaríngea ocorre em espaço de tempo extremamente pequeno, menor que 2 segundos28, a visualização quadro a quadro repetida e imediata do evento torna-se fundamental na análise e discussão dos casos estudados8. Estudos demonstraram que a VFS é vantajosa em relação à avaliação clínica quanto aos custos e efetividade diagnóstica9, 29. Por tratar-se de um método objetivo, não é limitado pelas alterações cognitivas e déficit de linguagem, muito comum em pacientes com lesões neurológicas30.
O exame é indicado em casos de suspeita de aspiração silenciosa31, 32, ou silente, e na confirmação de alterações na deglutição orofaríngea detectadas por testes clínicos22, 33, 34. Aspiração silenciosa é assim considerada quando não há reação à ocorrência de aspiração, como tosse e sinais de engasgo. VFS é frequentemente utilizada na recomendação da nutrição oral ou parenteral de pacientes disfágicos35, 36. O exame é considerado importante no diagnóstico de aspiração traqueal após cirurgias torácicas37 e após tratamento quimioterápico do câncer orofaríngeo24. Para uma melhor acurácia na avaliação da deglutição, a VFS pode ser combinada à manometria faríngea5, 38, possibilitando a investigação entre diferentes alterações, como exemplo, a relação entre alterações na abertura do esfíncter superior do esôfago, a redução da movimentação laríngea e a falta de contração em faringe, o que, em situação clínica, inviabilizaria a compreensão de qual mecanismo afetaria o outro39. Uma nova técnica de avaliação modificada pelo bário, a VFS digitalizada, é eficaz para quantificar as alterações da deglutição40.
O profissional especialista em deglutição geralmente realiza e/ou acompanha a realização do exame, podendo detectar a consistência alimentar mais segura e apropriada para ser utilizada pelo paciente6, 41. A avaliação da efetividade de estratégias facilitadoras na reabilitação da disfagia, como mudanças posturais de cabeça, manobras compensatórias, modificações do bolo alimentar, dentre outras, podem ser testadas durante o procedimento30, 42, 43, assim como os resultados pós-terapêuticos44, 45. A possibilidade do planejamento do tempo e custo do tratamento dos pacientes é outra vantagem da VFS46.
Entretanto, nem sempre há um consenso entre os profissionais quanto ao uso da terminologia na descrição da fisiologia da deglutição e também nos achados do exame47. Em virtude disso, programas de análise computadorizada de imagem têm sido desenvolvidos com intuito de aumentar a confiabilidade entre os examinadores na descrição dos componentes avaliados7. É recomendável que o tempo de exposição à radiação não exceda 2 minutos devido ao efeito biológico cumulativo em tecidos vivos47, 48. Estudos apontaram, entretanto, que a gravidade da disfagia, além da pouca experiência clínica do profissional, influencia significativamente o tempo de exposição à radiação49. Outras limitações da VFS seriam a impossibilidade, em alguns casos, em manter o paciente posicionado22, e a mistura do bário ao alimento, alterando as suas características naturais50.
TécnicaO exame videofluoroscópico é realizado em seriógrafos, angiógrafos e arcos em C. A disponibilidade de saída adicional no monitor destes equipamentos permite que as imagens fluoroscópicas sejam captadas e registradas em mídia magnética51. O registro deve ser feito em pelo menos 30 quadros por segundo. Fornece uma imagem bidimensional, associando o raio-X às diferentes densidades das estruturas avaliadas52. A utilização de um relógio acoplado ao equipamento é necessária, permitindo a mensuração das imagens em tempo real e possibilitando avaliar a duração dos eventos. É importante a proteção do profissional e paciente com avental de chumbo, protetor da glândula tireoide, óculos e luva com chumbo53. As imagens radiográficas são visualizadas em um monitor e a gravação é realizada simultaneamente em fita VHS ou em forma digital25. É recomendável a avaliação mínima de 3 deglutições de cada consistência e volume do bolo alimentar, como forma de garantia da obtenção das diferenças individuais54, entretanto, alguns estudos limitam-se à avaliação de deglutição única de cada bolo55.
É importante a presença do fonoaudiólogo (profissional frequentemente envolvido no diagnóstico e tratamento da disfagia) e radiologista durante a VFS25. Não há um protocolo específico a ser aplicado56, no entanto, algumas práticas devem ser seguidas53. O paciente deve ser primeiramente bem orientado quanto ao procedimento. O posicionamento do paciente deve ocorrer em seguida. Recomenda-se que ele esteja sentado em posição ereta ou posicionado de forma a simular uma alimentação usual. Na avaliação de bebês, os mesmos podem estar levemente reclinados. É importante a visualização das estruturas antes do oferecimento do alimento. A avaliação deve ser iniciada com a captação da imagem em incidência latero-lateral53, sendo esta ideal para a visualização das estruturas faríngeas e laríngeas57. Devem ser ofertados alimentos de consistências variadas, desde a líquida à sólida. Os volumes testados podem ser graduados em seringas, colheres ou, se possível, copos, sendo recomendados um, 3, 5, 10 mL. Volumes maiores (15-20 mL) podem ser testados, dependendo das condições do paciente. Podem ser avaliadas deglutições isoladas ou sequenciais em copos, ou com o auxílio de canudos, e sequenciais em mamadeiras53. A ingestão de volume livre do alimento pode também ser avaliada58. O profissional deve levar em consideração a tolerância, o grau do comprometimento da deglutição e o risco de aspiração traqueal do paciente durante o procedimento53. Sendo assim, a avaliação clínica da deglutição prévia faz-se necessária59, 60.
São utilizados critérios para quantificação da disfagia e das alterações observadas durante o exame, sugeridas por diferentes autores. São as escalas de gravidade de disfagia61 e escalas de penetração/aspiração62, 63, 64. Estudos mostraram que o treinamento dos profissionais na utilização das escalas de penetração/aspiração melhorou a acurácia do diagnóstico65.
Durante a análise é importante incorporar a história e diagnóstico médico do paciente aos achados do exame53. A análise contempla os parâmetros temporais, como o trânsito do bolo alimentar através da faringe e do esfíncter superior do esôfago, medido em segundos ou milissegundos; os parâmetros temporais e espaciais associadamente, como a movimentação máxima anterior e vertical do osso hioide, medida em milímetros, e o tempo gasto em sua excursão (segundos); e parâmetros visuoperceptuais, como o escape anterior e/ou posterior do alimento, como possibilidade de mensuração através da utilização de escalas66. Frequentemente são realizadas análises também do trânsito oral, faríngeo, latência da movimentação faríngea27, depuração faríngea67, tempo de resposta da faringe, duração do contato entre as estruturas, como da base da língua e parede faríngea66, além da possibilidade de inferência sobre as porcentagens de resíduo oral e faríngeo após a deglutição5. As principais causas de variações nas medidas de tempo e seus intervalos em indivíduos saudáveis estão relacionadas às diferenças metodológicas dos estudos, como critérios de elegibilidade dos pacientes, concordância entre os examinadores nas medidas dos parâmetros avaliados, volumes testados, densidade do bário preparado e a escolha da análise de quadros/segundo. Com relação aos participantes, fatores como a idade podem, por exemplo, influenciar a duração da abertura do esfíncter superior do esôfago. Este parâmetro pode variar de 0,21-0,67 segundos, com diferenças individuais mínimas55. Medidas de distância e velocidade de movimentos, obtidas com análise cinemática, são válidas e confiáveis68. Para diminuir a variabilidade intrassujeitos e interssujeitos em relação a estas medidas é necessária precisa definição das variáveis estudadas e protocolo de treinamento dos examinadores bem estabelecido69. Deglutição com comando tem diferentes tempos quando comparada com a deglutição sem comando. Sem comando o trânsito pela faringe é mais rápido70. Em futuro próximo, com o desenvolvimento da tecnologia, de programas de análise e da diminuição do custo do equipamento, a associação entre VFS e manometria faríngea71, 72 será a melhor metodologia para avaliar as fases oral e faringeana da deglutição. Os sistemas de saúde de vários países já perceberam a importância de ter à disposição dos profissionais de saúde pelo menos a VFS.
http://www.elsevier.pt/pt/revistas/ge-jornal-portugues-gastrenterologia-347/artigo/a-videofluoroscopia-da-degluticao-na-investigacao-da-disfagia-90275621

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Ninguém é Igual a Ninguém




Para comprar o CD Olha só quem vem aí...! informe-se pelo e-mail atendimento@escolastagium.com.br

Lançamento do CD Infantil "Olha só quem vem aí...!". Como o próprio nome já diz, parem, assistam, escutem, encantem-se com o que as crianças são capazes de fazer. Os projetos trabalhados em sala de aula viraram lindas canções escritas em parceria com o compositor Milton Karam

26 filmes sobre Educação Especial

sobre Educação Especial





Confira abaixo alguns filmes que você educador poderá usar para vivenciar o universo dos sujeitos que apresentam necessidades educacionais especiais. Muitos desses filmes podem ser alugados ou encontrados na internet. As histórias desses personagens podem ser utilizadas como objeto de discussão não só pelos seus alunos, mas também por toda a comunidade escolar.


SURDEZ:
No silencio do amor
Lágrimas do silêncio
Gestos de smor
Filhos do silêncio
Mr. Holland- Adorável professor
Tortura perigosa
Jonas



DEFICIÊNCIA FÍSICA:
Gabi, uma história verdadeira
Procurando Nemo (infantil)
A bela e a fera (infantil)
O corcunda de Notre-Dame (infantil)



CONDUTAS TÍPICAS:
Rain man
Oitavo dia
Nell


DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA:
Desafio sem limites
O silêncio


DEFICIÊNCIA VISUAL:
Perfume de mulher
O milagre de Anne Sullivan
Helen Keller:o milagre continua


DEFICIÊNCIA MENTAL:
Gilbert Grape- Aprendiz de sonhador
Simplesmente amar
Sempre amigos (infantil)
Forrest Gump- O contador de histórias


ALTAS HABILIDADES:
Uma mente brilhante
Mentes que brilham
Jimmy neutron

Recomendamos o curso de Educação Especial: CLIQUE AQUI
http://pedagogiadobrasil.blogspot.com.br/2014/11/26-filmes-sobre-educacao-especial.html?spref=fb

Jovem com deficiência intelectual alcança nota superior à média nacional no Enem

Bruno Santos Martins, 22 anos, obteve 280 pontos na redação e 567 em ciências humanas

Enquanto mais de meio milhão de estudantes em todo o país zeraram a prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano, Bruno Santos Martins, 22 anos, que tem deficiência intelectual, conseguiu atingir 280 pontos. Um exemplo de que, apesar das limitações, é possível correr atrás dos sonhos.

Na avaliação de ciências humanas, ele alcançou a nota de 567,7, desempenho superior a média nacional, que ficou em 546 nessa área de conhecimento.

“Meu sonho é fazer faculdade de Direito. Advogar é uma profissão que admiro muito”, diz o estudante que também concluiu em 2014 o curso técnico em Segurança do Trabalho.

Bruno conseguiu ainda as notas de 430,2 em ciências da natureza e 449,6 em linguagens e códigos.

De acordo com a assistente de Educação Infantil e mãe de Bruno, Lucia Maria dos Santos Martins, ele não criou uma rotina específica de estudo. “Ele sempre gostou muito de ler jornais, revistas, sites, conteúdo ligado ao cinema e isso o ajudou muito na hora de enfrentar o teste”.

Em 2013 o desempenho do estudante não foi o mesmo. “Neste ano fiz a prova com mais calma. Os monitores não puseram pressão e esclareceram minhas dúvidas”, conta o estudante.

Foto: Edson Chagas - GZ
Bruno (no centro) comemora o resultado que obteve no Enem com o irmão, Samuel, e a mãe, Lúcia


Genética

Lucia explica que assim como seus outros dois filhos, entre eles Samuel, Bruno foi diagnosticado muito cedo com deficiência intelectual congênita ligada ao cromossomo X. Ela afirma que sente orgulho do desempenho do filho. “Estamos colhendo fruto de muita dedicação. Estamos felizes”, disse emocionada.

Essa deficiência, de acordo com a psicóloga e coordenadora do Curso de Psicologia da Universidade de Vila Velha (UVV) Luciana Bicalho, causa um retardo no desenvolvimento cognitivo, limitando a capacidade de julgamento, o raciocínio verbal e lógico, hipotético e dedutivo, além da capacidade de autocuidado, relacionamento interpessoal, entre outros fatores.

“Mas isso não significa ausência de inteligência. Há relatos de pessoas com deficiência intelectual que fazem faculdade. Elas precisam de acompanhamento multidisciplinar com fonoaudiólogo, psicopedagogo, terapeuta para se desenvolverem e assim conseguirem avançar”, esclarece.

Bruno frequenta a Apae de Laranjeiras, na Serra, onde participa de diversas atividades artísticas, como ir ao cinema, desenhar, pintar e produzir produtos artesanais. “Com isso, eles desenvolvem a autonomia para decidir entre uma coisa e outra, fundamental para o desenvolvimento intelectual e social”, explica a orientadora Patricia Andrade Costa.

Mãe queria cotas para deficientes

Apesar do desempenho do filho Bruno Santos Martins, 22 anos, no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano, a assistente de educação infantil Lucia Maria dos Santos está descontente. Segundo ela, o exame em si é excludente.

“O Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Programa Universidade para Todos (ProUni) e do Programa Nossa Bolsa não pretendem o ingresso de deficientes intelectuais. Nem as cotas contemplam as pessoas nessas condições”, explica.

Além disso, ela ressalta que os critérios do processo seletivo do Enem não fazem distinção entre deficientes intelectuais e não-deficientes. “Considerando as limitações do meu filho, seu desempenho é similar aos que tiveram boas notas. Ou seja, a pontuação mínima exigida pelo Enem deveria ser diferente para deficientes intelectuais. Ou nossos filhos estão fadados a serem embaladores e repositores de supermercados?”, desabafa.

Fonte: A Gazeta

 

A maneira como crianças e adultos olham para a deficiência. Genial.



A Associação Noémi realizou este vídeo com o objectivo de mudar a forma como as pessoas pensam e agem em torno daqueles que são deficientes . O vídeo mostra a diferença entre os pontos de vista inocentes que uma criança tem em comparação com os de um adulto. Genial.

Odontologia inclusiva: livro aborda tratamento adequado para pacientes com necessidades especiais




 O paciente especial, de maneira simples e didática, é aquele que precisa, de forma temporária ou permanente, de apoio em algum segmento da vida devido à alteração de forma (síndromes e amputação), função (doenças crônicas nos rins, coração, pâncreas) e pensar, sentir e querer (transtornos psíquicos).... Professora universitária, a cirurgiã-dentista Maria Lucia Varellis lança a segunda edição do livro 'O paciente com necessidades especiais na odontologia – manual prático'. Nele, a autora aponta a importância da saúde bucal também para os pacientes especiais, portadores de distúrbios neuropsicomotores.

http://portalinclusao.com/noticia/19-01-2015+odontologia-inclusiva-livro-aborda-tratamento-adequado-para-pacientes-com-necessidades-es

Dificuldade para abrir potes e garrafas pet e demais outros utencilios,calcados ...

Para abrir potes, existem "abridores de potes anti-derrapantes”, "abridores de garrafas pet”, "abridores good grips”, "abridores sure shot”.
O Abridor de potes anti-derrapantes é um tipo de borracha que dá firmeza para segurar e abrir os potes sem o risco do pote escorregar, cair e quebrar.

Os abridores de potes podem ser encontrados na internet através das palavras acimas ou "Abridor de potes, garrafas, tampas, vidros, roscas, conservas”, existe uma infinidade de modelos, alguns parecem alicates que podem ser encaixados nas tampas conforme o tamanho, permitindo abrir vários tamanhos de potes e tampas.
O abridor de garrafa pet é perfeito para abrir garrafas de refrigerantes e água, o mais legal é que a maioria desses abridores podem ser levados na bolsa para qualquer lugar.
Você pode encontrar esses utensílios nos seguintes site:
MN Suprimentos: www.mnsuprimentos.com.br/
Pratiflex - www.pratiflex.com.br
Abridor de Garrafa Pet: Mercado Livre
Post original na minha coluna no Site Viva Bem com Artrite Reumatoide www.artritereutoide.com.br

Acabe com a dificuldade para calçar sapatos

Última atualização: 07/10/2014
A calçadeira de sapatos com cabo longo, ajuda a calçar os sapatos, sem precisar de ajuda, sendo bastante útil para quem tem artrite reumatoide, problemas no joelho ou coluna.
Calçadeira de Sapato com cabos longos
Calçadeira de Sapato com cabo longos
Para buscar na internet use os termos "Calçadores de sapatos” ou "Calçadeira de sapato",
O calçador de sapatos não ajuda a colocar meias, por isso, se você tem essa dificuldade é importante, ter os dois em casa.
O menor preço consultado na internet foi de R$ 25.45 em www.sitedospes.com.br

Dificuldades para colocar meias? conheça esse

Última atualização: 03/10/2014
Vestir a meia, é uma tarefa tão corriqueira, mas para alguns momentos da vida com Artrite Reumatoide, pode ser uma grande frustração, pois a rigidez de coluna, tronco ou joelho, dificulta a flexibilidade de levar as mãos aos pés, pensando em melhorar as condições para o auto cuidado, fizemos uma pesquisa e encontramos utensílios para auxiliar a tarefa de vestir meias.
O utensílio se chama "Calçador de meias" - Menor valor R$ 59.00
Calcador-meia
Tem um formato flexível, através da sua abertura a meia é facilmente introduzida no pé, bastando um simples puxão nas alças para que as meias fiquem nos pés.   Menor Valor R$ 59.00
A dificuldade para vestir meias pode ser transitória, com doença em atividade a flexibilidade fica comprometida, principalmente no período da manhã, essa dificuldade de flexibilidade pode ser transitória, mas podemos trabalhar junto com o médico e equipe multiprofissional para melhorar essa condição, pois assim que a doença estiver entrando em controle, é importante fazer exercícios de alongamentos e fortalecimento muscular, além de fisioterapia para melhorar a postura e coluna. 
Converse com o seu médico e explique as dificuldades do seu dia a dia, as vezes, parece banal, falar para o médico que não consegue vestir as meias, mas para o médico isso, é um índice de comprometimento para o auto cuidado e requer cuidados específicos. 
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Utensílios para cortar alimentos - tábua de carne, tesoura e faca especial

Última atualização: 09/10/2014
Cortar uma carne gelada, descascar uma abóbora, alho, abacaxi e mexer uma panela de coxinha, são desafios que nos fazem lembrar que a doença está ali e nos impede de fazer coisas tão simples e triviais. Para cozinha também existem adaptadores.
Cortando carnes, legumes, frutas, etc, para isso temos tábuas de carnes adaptadas, ou que podem ser facilmente adaptadas, uma tábua de carne de madeira, pode ser facilmente adaptada, usando fixadores de borrachas na parte debaixo da tábua, ajudando na fixação da tábua na pia e tornando o cortar mais seguro (não permitindo que a tábua escorregue).  Além dos fixadores de borracha é possível adaptar pregos para fixação do alimento, impedindo de escorregar e ferir a mão.
Dicas:
Utensilios-Cortar-Alimentos
Tábua de Carne: Tábua Workstation ou Tábua de Carne Adaptada, média de preço de R$ 250,00 à R$ 500,00
Facas: Faca em balanço - Faca de Serra Angulada - média de preço de R$ 120,00 à 250,00
Tesoura 5 lâminas para Cortar temperos - média de preço de R$ 29,00 à R$ 72,50
Descascar alho também é difícil, a casquinha do alho é muito fina e o alho muito pequeno o que torna tirar a casca algo difícil e altamente irritante, para descascar alho, existe um rolinho de silicone chamado "Descascador de Alho de Silicone” e tem também o "Triturador de Alho”. Se colocar o alho de molho na água por uns 30 minutos, a casca do alho sai ao esfregar com a mão.
Para descascar batatas e outros legumes, ajuda bastante usar aqueles utensílios para descascar legumes, onde não é preciso fazer o movimento rotativo de descascar batata por exemplo.
O picador de legumes, ajuda bastante, na hora de cortar batata para fritar ou legumes para saladas.
Descascar abóbora, eu não descobri nada que fosse capaz de tirar a casca de uma abóbora moranga, por exemplo, um dia picotei uma todinha de raiva, porque não conseguia corta-la, nessas horas vale um pedido de ajuda para evitar acidentes.
E o abacaxi, lave-o bem, e tente corta-lo primeira em rodelas e depois ir tirando as cascas das rodelas, elas ficam mais molinhas de cortar.
E a dica final é na ausência da possibilidade de adaptar a atividade na cozinha, não se envergonhe em pedir ajuda, é mais seguro falar me ajuda do que me "socorre”.
Os utensílios de adaptação para cozinha, podem ser encontrados em lojas de departamentos, lojas de utensílios para cozinhas e alguns em lojas de equipamentos médicos, hospitalares e de reabilitação. A internet também possibilita comprar com segurança muitos desses adaptadores, basta, digitar os nomes citados que você os encontrará.
Você pode encontrar esses utensílios nos seguintes site:
MN Suprimentos: www.mnsuprimentos.com.br/
Pratiflex - www.pratiflex.com.br
Tesoura de 5 lâminas: Mercado Livre
Post original na minha coluna no Site Viva Bem com Artrite Reumatoide www.artritereutoide.com.brbs: Publicação com fins informativos, indicamos o fornecedor através do menor preço.

Dicas para auxiliar a escrita à mão, para pessoas com artrite reumatoide e artrite idiopática juvenil

Última atualização: 08/10/2014
Acredito que boa parte das pessoas com artrite reumatoide e artrite idiopática juvenil, já devem ter sentido algum tipo de dificuldade para escrever à mão, o uso de canetas se torna doloroso e escrever mais do que uma folha de caderno já se torna um desafio.
As canetas convencionais são em sua maioria finas e roliças, o que não ajuda as pessoas com dificuldade para escrever, pois não oferecem estabilidade para segura-las e escrever se torna algo desconfortável e logo vem a dor nos dedos, antes da artrite nunca imagine ter dor nos dedos! 
A principal mudança que observei na escrita, também foi a qualidade da escrita, a minha letra nas primeiras 15 linhas é normal, mas, no final do texto, a letra vai se tornando diferente e o texto sempre termina praticamente ilegível, além da letra feia, conforme vai doendo, os dedos ficam meio que soltando a caneta sozinho.
Adaptadores-Escrita

Dicas de adaptadores para escrita:
Existem adaptadores de borracha ou silicone para colocarmos nas canetas, lápis e lapiseiras. 
Para dificuldades leve de escrita, sugiro esses adaptadores:
"Adaptação Bulbo para escrita”, "Adaptação Multi Size para escrita” "Adaptação triangular” e "Adaptação Passarinho”.
Melhor preço pesquisado: www.camargocomercial.com.br - R$ 15.00
Para as pessoas com deformidades severas de mãos ou para crianças, sugiro esses:
 "Auxiliar para escrita Slip On” existe várias marcas, mas a maioria tem esse nome, é uma órtese para escrita que se acomoda nas mãos, dando estabilidade para segurar a caneta, extremamente útil e funcional.
Melhor preço pesquisado para "Auxiliar para escrita Slip On": www.ibiubi.com.br - R$ 149.00
As adaptações para escrita, são encontradas nas lojas virtuais de reabilitação, e nas lojas de materiais médicos hospitalares e de reabilitação.
Dicas de canetas:
Escolha canetas que estejam prontas para o uso, que são aquelas com base A dica de canetas para escrever com conforto é sempre escolher canetas que já estejam prontas para uso, temos vários modelos de canetas que são grossas e na base de segurar para escrever tem borracha, dando firmeza para escrever e sendo bem parecidas com as canetas com as adaptações.
Dica para quem estuda: Solicite autorização para usar meios digitais para escrever
Solicite ao seu médico um relatório médico, informando que devido a doença (artrite reumatoide, artrite idiopática juvenil, etc), é necessário usar meios digitais para escrita. Este relatório deve ser apresentado na coordenação do curso (diretoria da escola ou faculdade), junto com uma solicitação em formulário da instituição, solicitando essa condição especial para o estudo.
No meu caso, eu tenho autorização da faculdade para usar o computador durante as aulas e nos dias de prova, realizo as provas na coordenação do meu curso da faculdade, onde faço as provas em um computador supervisionada por um funcionário da faculdade. Preciso dizer, que é um processo chato, pois temos que expor a nossa doença a coordenação do curso e às vezes, a faculdade ou escola pode ter resistência, mas nós temos que ser mais persistente, é uma garantia de direitos, o direito de estudar e não ser prejudicado na prova porque o professor não entendeu a sua letra. 

Salto Alto e Artrite

Última atualização: 14/11/2013 Mulher com artrite e sapatos, uma combinação desajeitada!
Vai mudando a estação e com ela as vitrinas das lojas ficam lindas e nossa frustação aumenta, pois parece que de fato artrite e sapatos bonitos não combinam.
O uso do salto alto é algo sensível para todas as mulheres com artrite, seja qual for à idade, a frustação de não poder usar salto alto é sempre grande. Importante aceitar que o salto alto fará mal, é um importante passo pra a qualidade de vida. É preciso lembrar que a artrite reumatoide é uma doença para toda a vida, portanto, mudanças de atitudes no dia a dia passam a ser importantes.
O uso de salto alto deixa as mulheres elegantes, mas sobrecarrega os joelhos, especialistas recomendam o uso de sapatos de salto de até 2 centímetros, existe inclusive campanhas alertando que o uso de salto alto é ruim para os pés de todas as pessoas, e para pessoas com qualquer tipo de artrite, o salto alto tem efeitos ainda piores.
Quando usamos salto alto, sobrecarregamos joelhos, arqueamos o peito do pé e com a movimentação podemos desgastar articulações, além de estar expostos a um risco aumentado de virar o pé e lesar toda a articulação dos pés e tornozelos. Nossos pés são compostos por 52 ossos, 66 articulações e mais de 200 músculos, tendões e ligamentos, os pés faz parte de nossa estrutura para andar e servem de apoio ao esqueleto proporcionando equilíbrio e mobilidade. Não deixe, que o prazer de alguns momentos te traga dores e desgastes por toda a vida. Evite o salto alto e explore as opções de sapatos com saltinhos pequenos.
Dica: escolha sempre sapatos que façam parte da linha "confort", existe algumas marcas que tem a linha maxi-confort, com uma linha exclusiva de sapatos voltados para o conforto e segurança. Para quem não abre mão do saltinho, vale a pena experimentar usar os saltos anabela, onde todo o pé tem apoio e não o andar é mais seguro.
Prevenção de lesões em pessoas com artrites, é muito importante.
http://reumatoguia.com.br/interna.php?cat=13&id=1598&menu=13