terça-feira, 7 de outubro de 2014

Comunicação inclusiva é tema de encontro técnico


Na manhã de 25 de setembro, aconteceu na sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, o evento técnico III Encontro de Gestores de Comunicação do Estado de São Paulo – Desafios da Inclusão.
 
A Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Dra. Linamara Rizzo Battistella, foi a anfitriã, abrindo o evento. O encontro foi coordenado pela jornalista e gestora da Assessoria de Comunicação Institucional da Secretaria, Maria Isabel da Silva, que apresentou a palestra "Terminologia inclusiva em linguagem humanizada:
o desafio da comunicação na vida real e no mundo virtual".

Outros palestrantes convidados levaram informações importantes sobre Comunicação acessível, como a professora em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela PUC de SP e precursora da audiodescrição no Brasil, Dra. Livia Maria de Mello Motta; o apresentador da Rádio MEC AM do Rio de Janeiro e ex-âncora da Rede CBN, Marcus Aurélio de Carvalho; e o tradutor, intérprete, instrutor de Libras e coordenador do Departamento de Libras da AME, Thiago Lemes.
 
O evento foi voltado aos profissionais e estudantes de comunicação, além de gestores interessados na temática "inclusão de pessoas com deficiência". Resgatou a história de avanços e conquistas do segmento ao longo dos séculos; o uso de terminologia inclusiva; redes sociais acessíveis; além de apresentar tecnologias de comunicação com pessoas surdas, como centrais de atendimento simultâneo em Libras.
 
Foram abordados temas como audiodescrição em eventos, teatros, programas de TV, cinemas e espetáculos. O público vivenciou a experiência de não entender uma peça de propaganda que conte apenas com elementos visuais. A professora Lívia Motta distribuiu vendas e apresentou a importância da audiodescrição na prática.
 
http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/ultimas-noticias/comunicacao-inclusiva-e-tema-de-encontro-tecnico

Irmãos Cocleares

Amigas compartilham as experiências e os ensinamentos de criar filhos surdos.

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O que você precisa saber sobre pessoas com deficiência
Foto: Reprodução
Fernanda Prandini é mães de dois filhos surdos. Pedro, que tem 4 anos, e João, que acaba de completar dois meses de vida. Para compartilhar experiências e ensinamentos, ela criou um blog, com o apoio da amiga Mariana Belmont, “A gente queria muito que as pessoas conhecessem e que servisse de apoio para muitas famílias que imaginam que a surdez é um problema sem solução”, diz Mariana Belmont.
Coclear - O implante coclear é um dispositivo eletrônico também chamado de ‘ouvido biônico’, que estimula as fibras nervosas remanescentes e permite a transmissão do sinal elétrico para o nervo auditivo, para ser decodificado pelo córtex cerebral. Saiba mais.

Campanha do Colégio Anglo promove atitude sustentável

Alunos arrecadaram lacres para o Grupo da Melhor Idade.
Divulgação/Colégio Anglo
Foto
Alunos entregam material arrecadado para o Grupo da Melhor Idade
No dia 2 de outubro, os alunos do 6º ano do Ensino Fundamental II do Colégio Cidade de Itu - Angloreceberam a visita da diretora Márcia Vaccari, acompanhada por outros funcionários do Grupo da Melhor Idade, ligado ao Fundo Social de Solidariedade (Funssol) de Itu.
Na oportunidade foram entregues aos visitantes lacres de latas de alumínio, arrecadados pelos alunos, ideia que surgiu nas aulas de ciências quando o professor Gazzola abordava o tema da reciclagem de materiais.
As dezenas de garrafas cheias de lacre acrescentarão à campanha interna do Grupo da Melhor Idade, que posteriormente deverão ser trocadas por cadeiras de rodas através da campanha “Lacre Solidário”, promovida pela CCR Via Oeste.
A ação voltada à reciclagem aborda importantes lições de aprendizado para os alunos do Colégio, entre elas a preservação do meio ambiente e a solidariedade para com os mais necessitados.
Leia mais: www.angloitu.com.br

Menina autista faz terapia com ajuda de seu gato de estimação

Crianças autistas têm dificuldades para se comunicar e para socializar, preferindo, na maioria das vezes, ficar sozinhas. Para tentar contornar esse transtorno e viver uma vida melhor, a garotinha Iris Grace Halmshaw, de 5 anos, encontrou na pintura sua terapia. Como já falamos aqui no Hypeness, ela descobriu nas tintas e no papel um grande talento, que rende não só belas telas, como deixa a menina menos ansiosa. O que a gente não sabia é que por trás dessa atividade há também um grande incentivador: uma gatinha chamada Thula.
Segundo a mãe da menina, Arabella Carter-Johnson, não é raro encontrar casos de crianças autistas que apresentam melhora ao conviver com animais. Após tentar o hipismo e até mesmo um cãozinho, foi na gata Thula, uma Maine Coon, raça conhecida por sua gentileza e inteligência, que Iris fez uma amizade fiel. Com pouco mais de 1 ano de idade, a gatinha ainda é pequena para os padrões da raça e acompanha Iris durante todas as suas atividades diárias – da pintura e passeios ao banho.
“Em todas as atividades que nós fazemos, Thula está lá e quer ajudar e estar envolvida. (…) Ela oferece companhia, amizade e me ajuda a incentivar Iris a interagir”, afirmou a mãe. Conviver com a gata tornou Iris mais ativa, mais comunicativa (ela costuma conversar com Thula) e menos ansiosa. Apesar de não ter recebido nenhum tipo de treinamento específico, a gatinha é a principal responsável por tornar a vida de Iris mais tranquila e segura. Confira algumas das fotos que demonstram essa bela amizade:
Fonte: Hypeness

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Que bacana saber que essa exposição chegou ao Brasil. Que ótima oportunidade para ver esse trabalho incrível!Acessem!!


https://www.facebook.com/outubrorosa1?fref=photo

Luan Santana enlouquece fãs em Curitiba

O domingo de eleições terminou com música, na Revista RPC. Cristina Graeml foi ao show do fenômeno sertanejo Luan Santana, em Curitiba, para conversar com ele e com as fãs que gritam e fazem de tudo para chegar perto do ídolo.
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Vídeo: http://redeglobo.globo.com/platb/rpctv-revistarpc/2014/10/05/luan-santana-enlouquece-fas-em-curitiba/

Foi decretado o dia Rosa na redação da Revista Incluir!


Tudo isso para lembrar da importância do auto-exame e da mamografia na prevenção e no diagnostico precoce do câncer de mama.

O Outubro Rosa é um movimento mundial pela prevenção do câncer de mama. O evento cresce no Brasil a cada nova edição, desde 2008, tanto em termos de adesão de empresas, entidades, ONGs, instituições de saúde, órgãos ...públicos e privados, quanto como evento em si, com ações que acontecem em várias localidades brasileiras.

Entre nessa você também!

#outubrorosa #equipeincluir
Ver mais

Brinquedo Adaptado

 

Imagem Brinquedos Adaptados
Pessoas com:
  • deficiência auditiva
  • deficiência intelectual
  • deficiência física
  • deficiência múltipla

Modelo:

Modelo 2009

Finalidade:

Os brinquedos adaptados permitem que a criança com dificuldade motora possa interagir e brincar com autonomia. São excelentes estímulos para iniciar um trabalho com acionador.

Categoria ISO 9999:2007:

30 03 Brinquedos

Empresa/Instituição:


Fabricante:


Distribuidor:


Outra(s) informação(ões) sobre o produto que a sua empresa/instituição considera importante:

Vários modelos de brinquedos que são classificados em:
*Brinquedos com som, luz e movimento
*Brinquedos com som
*Brinquedos com luz

Observações gerais do produto:

*Os brinquedos adaptados são estímulos para iniciar um trabalho com acionador. A criança ao pressionar um acionador e ligar um brinquedo cria uma relação de causa e efeito com o acionador que futuramente pode ser transferida para um acesso a informática, ao controle de ambiente ou até mesmo ao controlar uma cadeira motorizada

*Todos estes brinquedos possuem saída para um acionador que pode ligar e desligar o brinquedo ou mate-lo funcionando enquanto pressionado. Estas funções poderão ser modificadas de acordo com o acionador utilizado
* Todos os brinquedos funcionam com pilhas. (Não inclusas)


Produto publicado em: 10 / 2009
Produto atualizado em: 08 / 2011
Para pessoas:
deficiência visual
Empresa:
Para pessoas:
deficiência intelectual
deficiência visual
Empresa:

Estudo comprova que tablets melhoram as capacidades verbais de crianças com Autismo

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Estima-se que cerca de 30% das crianças com Autismo não desenvolvem fluência para poder ter uma interação verbal funcional em aspectos sociais complexos. Devido a este aspecto, uma equipe de pesquisadores da Universidade da Califórnia, Los Angeles (UCLA), dirigido por Connie Kasari, realizou um estudo de três anos com o objetivo de descobrir se o uso de tablets  potencializava o desenvolvimento da linguagem verbal e como consequência, melhorava a interação social.
O estudo incluiu 61 crianças com Autismo com idades entre 5 e 8 anos. Durante seis meses, cada criança recebeu terapia objetivando a comunicação em uma finalidade social, estimulando a interação por meio do desenvolvimento de jogos. Metade das crianças, também selecionadas aleatoriamente, receberam apoio através de um tablet. Os pesquisadores descobriram que as crianças que usaram tablets eram mais propensas a usar a linguagem espontaneamente desenvolvendo mais habilidades sociais do que as crianças que não usaram. Em ambos os grupos a metodologia foi a mesma, com exceção da introdução ao dispositivo tecnológico.
“Foi notável o quão bem o tablet funcionou para melhorar o acesso à comunicação para essas crianças”, disse Kasari, professor de desenvolvimento humano e psicologia na Faculdade de Educação da UCLA e professora de psiquiatria da UCLA Instituto Semel para Neurociência e Comportamento Humano. “As crianças que receberam a intervenção comportamental com o tablet para apoiar as suas tentativas de comunicação têm avançado muito mais rápido para aprender a se comunicar, e em particular quanto ao uso da linguagem falada.”
Obviamente, o simples uso do tablet por a criança não garante o aprendizado por si só, para resultados como este exige-se uma metodologia que incentive a comunicação verbal e também a interação social. O tablet é apenas uma ferramenta, embora muito poderosa pelo feedback e estimulação visual e auditiva gerada,  e é através desse interesse e atenção que este dispositivo desperta, que existe a potencialidade para usá-lo uma grande ferramenta.
Quem se interessou pelo assunto e quer detalhes, eis a referência:
Connie Kasari, Ann Kaiser, Kelly Goods, Jennifer Nietfeld, Pamela Mathy, Rebecca Landa, Susan Murphy, Daniel Almirall.Communication Interventions for Minimally Verbal Children With Autism: A Sequential Multiple Assignment Randomized TrialJournal of the American Academy of Child & Adolescent Psychiatry, 2014; 53 (6): 635 DOI:10.1016/j.jaac.2014.01.019
Imagem: ebayink

 

domingo, 5 de outubro de 2014

Em PE, paciente com esclerose lateral amiotrófica deixa hospital para votar

Paciente com esclerose lateral amiotrófica deixou hospital para votar (Foto: Paula Cavalcante/ G1)Paciente com esclerose lateral amiotrófica deixou hospital para votar (Foto: Paula Cavalcante/ G1)
Há quem não faça tanta questão de exercer o direito do voto neste dia 5 de outubro. Porém em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, uma paciente com esclerose lateral amiotrófica (ELA) deixou pela primeira vez o hospital onde mora há dois anos para ir à urna. Otávia de Pontes Bandeira, 30 anos, não tem movimentos nos braços e nem nas pernas, mas, ainda assim, decidiu que iria votar. Acompanhada da mãe, ela saiu do hospital para a seção.
Otávia de Pontes Bandeira foi auxiliada pela presidente da seção e pelo mesário (Foto: Paula Cavalcante/ G1)Otávia foi auxiliada pela presidente da seção e pelo
mesário (Foto: Paula Cavalcante/ G1)
Quando chegou ao local de votação, Otávia foi auxiliada pela presidente da seção e por um mesário. A mãe dela, Maria dos Anjos de Pontes, com quem se comunica por leitura labial, digitou os números dos candidatos. "Foi ótimo, foi maravilhoso. É como se fosse o casamento da Otávia", comemora. Maria dos Anjos também reproduziu as palavras da filha: "Eu gostei porque eu exerci minha cidadania".
Emocionada, a médica Rosangela Fonseca comenta que valeu a pena todo o esforço. "A sensação é de dever cumprido. A gente conseguiu realizar o sonho de uma paciente que vive no hospital há dois anos. E, inclusive, ela se emocionou muito durante o trajeto porque foi reconhecendo as ruas, disse que estava com muita saudade. Encontrou as amigas. É muito gratificante".
Caminho da cidadania
Paciente foi acompanhada por equipe médica (Foto: Paula Cavalcante/ G1)Paciente foi acompanhada por equipe médica
(Foto: Paula Cavalcante/ G1)
Levá-la ao lugar da votação exigiu plajenamento da unidade de saúde e de profissionais. "Fui verificar se havia condição. Daí eu pensei na estrutura. Em pegar a UTI [Unidade de Terapia Intensiva] Móvel e conduzi-la até o local de votação. Pedi autorização ao hospital e a gente conseguiu. É a primeira vez que ela está saindo. Ela é lúcida, consciente, orientada, tem a memória, a cognição. Então, pode votar e exercer o direito da cidadania", diz a clínica geral e intensivista Rosangela Fonseca.
O trajeto para a escola onde fica a seção de Otávia foi acompanhado também por um fisioterapeuta, que cuidou do equipamento que auxilia na respiração. "Na área da fisioterapia, a gente tentou deixar ela o mais confortável possível para que ela conseguisse chegar tranquila, na parte de aspiração", pontua o fisioterapeuta Diogo Cardoso.
Amigas foram até à escola para espera Otávia chegar (Foto: Paula Cavalcante/ G1)Amigas foram até à escola esperar Otávia chegar
(Foto: Paula Cavalcante/ G1)
Na escola, um grupo de amigas aguardava Otávia. "A mãe dela entrou em contato com a gente e viemos aqui para esperar. A gente escolheu um cartaz porque é uma coisa simples e de coração. Ela é uma superação, uma motivação. Quando a gente chega lá [no hospital], ela está sempre rindo. Nunca a vi triste, apesar da situação. Ela é uma superação de vida mesmo. Para quem não gosta ou não quer vir às urnas tem que ver isso, porque é incrível a vontade dela de mostrar a democracia. Ela é uma guerreira mesmo", comenta a vendedora Amanda Barbosa.
Para Maria dos Anjos, a filha é um exemplo para as pessoas. "Eu acho muito importante até porque é o dia da eleição, né? É muito importante você escolher o candidato. Vejo outras pessoas dizendo 'Ah, eu não vou não' e eu pergunto o porquê. Eu acho muito importante você escolher seu administrador. Minha filha é um exemplo de cidadania. Ela tinha que votar. Se ela não votasse, iria ficar muito triste. Quando confirmou [que iria votar], o sorriso foi escandaloso".
Maria dos Anjos de Pontes e Otávia de Pontes Bandeira (Foto: Paula Cavalcante/ G1)Maria dos Anjos de Pontes e Otávia de Pontes Bandeira (Foto: Paula Cavalcante/ G1)
Sobre a doença 
De caráter progressivo e com incidências 10% genética e 90% esporádica, a ELA afeta os neurônios responsáveis pelos movimentos do corpo e causa a perda do controle muscular. Famosos aderiram ao "desafio do balde de gelo”, uma campanha que pretende chamar a atenção para o mal degenerativo. Além de ser uma doença ainda sem cura, a esclerose amiotrófica tem um diagnóstico difícil. São necessários cerca de 11 meses para detectar a doença. Os únicos tratamentos que existem buscam retardar a evolução da doença. No Brasil, há medicação oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas, segundo especialistas na doença, na maioria dos casos, só há fornecimento quando o paciente já perdeu cerca de 50% dos neurônios motores.
G1