segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Guia Prático para Pais de crianças com TDAH
É em Espanhol, mas vale a pena ter, folhear e quem sabe até enviar para interessados.
O Guia é uma iniciativa da Federação Espanhola de Associações para ajuda a Pessoa com Déficit de Atenção e Hiperatividade.
Quer conhecer? Clica aqui!!
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Quando o preconceito vem da família
“No dia das crianças, minha mãe reuniu toda a família em sua casa. Comprou presentes iguais para todos os netos, exceto para meu filho.
Para ele, ela deu um presente diferente, mais simples, com a justificativa de que “ele não entende nada mesmo”.
Ela vive dizendo que não vale a pena comprar presente caro para meu filho, porque ele quebra tudo. Fala os maiores absurdos na frente dele e, quando eu chamo sua atenção, ela sempre alega que isto é bobagem, pois ele é alheio a tudo.
Não foi a primeira vez que isto aconteceu. E todas as vezes que acontece, meu coração fica machucado…”
“Minha sogra, minha cunhada e até mesmo minha irmã jamais se oferecem para ficar com minha filha autista quando eu preciso. A desculpa é sempre a mesma: “adoraria te ajudar, mas eu não sei lidar com ela”.
Sinto- me sozinha, exausta e tenho a clara certeza de que não posso contar com ninguém, somente com Deus.”
“Estou evitando frequentar as reuniões da família. Percebo que meu irmão e a esposa ficam cochichando a cada estereotipia que meu filho faz. No último encontro familiar, surpreendi os dois quando os flagrei conversando com os filhos e instruindo as crianças a não se aproximarem do primo, porque ele é muito “esquisito” e poderia agredi-los.
Apesar da raiva e da tristeza, não consegui falar nada…apenas comecei a chorar e fomos embora para casa. Descobrir que meu próprio irmão tem preconceito em relação ao meu filho me causou nojo…”
“Eu já desisti de tentar explicar à família do meu marido o que é autismo. Eles vivem dizendo que é coisa da minha cabeça, que eu estou inventando coisas e que não há nada de diferente com o nosso menino.
Na verdade, eles não querem admitir que “ACONTECEU” com a família deles. Eles acreditam que a doença só acontece com o “filho dos outros”.”
“A minha família insiste em dizer que minha filha é autista porque puxou a genética “ruim” do meu marido. Meu pai, que sempre foi contra o nosso casamento, parece que se sente vitorioso ao afirmar que a neta é autista porque puxou ao genro. E sempre que pode, ele faz questão de frisar que me avisou para não me casar com ele, mas que eu não dei ouvidos e, agora, “deu no que deu”.”
Os relatos acima expostos são compilações de conversas, telefonemas e e-mails que recebo. Constatei, com muita tristeza, que estas situações são muito mais comuns e corriqueiras do que possamos imaginar. Desta forma, resolvi abordar o assunto neste post.
No primeiro relato é possível observar o típico estereótipo que diz que o autista não entende o que se passa ao seu redor.
Entretanto, torna-se vital desmistificar este conceito equivocado, pois o fato de não verbalizar NÃO significa que a pessoa com autismo seja incapaz de compreender o mundo à sua volta. Autistas não somente percebem, como também sofrem com a discriminação e a falta de compreensão alheia.
O segundo caso também é bastante comum. Familiares que não se envolvem, mas não admitem
meu marido. Meu pai, que sempre foi contra o nosso casamento, parece que se sente vitorioso ao afirmar que a neta é autista porque puxou ao genro. E sempre que pode, ele faz questão de frisar que me avisou para não me casar com ele, mas que eu não dei ouvidos e, agora, “deu no que deu”.”
Os relatos acima expostos são compilações de conversas, telefonemas e e-mails que recebo. Constatei, com muita tristeza, que estas situações são muito mais comuns e corriqueiras do que possamos imaginar. Desta forma, resolvi abordar o assunto neste post.
No primeiro relato é possível observar o típico estereótipo que diz que o autista não entende o que se passa ao seu redor.
Entretanto, torna-se vital desmistificar este conceito equivocado, pois o fato de não verbalizar NÃO significa que a pessoa com autismo seja incapaz de compreender o mundo à sua volta. Autistas não somente percebem, como também sofrem com a discriminação e a falta de compreensão alheia.
O segundo caso também é bastante comum. Familiares que não se envolvem, mas não admitem esta falta de participação, preferindo se esconder atrás da velha desculpa de que não sabem lidar com a criança ou com o jovem. Quando tivemos o diagnóstico de nossos filhos, também não sabíamos como agir com eles. Tivemos que aprender com a convivência, com o dia a dia. Ninguém aprende a conviver, senão convivendo. Da mesma forma, a omissão destes familiares NÃO é justificável, muito menos aceitável.
No terceiro exemplo, encontramos parentes que, para manter as aparências, fingem aceitar a situação, mas que, na verdade, são tão ou mais preconceituosos do que aqueles que admitem francamente ter preconceito.
A quarta história é um “clássico” da cultura dominante que impera entre nós. De acordo com esta “filosofia”, problemas, doenças ou qualquer outro aspecto que seja considerado fora da normalidade não acontecem com nossa família, ocorrendo apenas na família do vizinho.
O último relato também é muito conhecido entre nós, familiares deste grande universo azul.
Famílias que procuram eleger um “culpado” para o autismo de seus filhos. As pessoas ou famílias que agem desta forma parecem acreditar que, achando o responsável, o autismo desaparece de suas vidas.
Estas situações têm um ponto em comum: o preconceito e a falta de aceitação.
O preconceito é o motivador de atitudes odiosas como as que percebemos nos relatos, bem como é responsável também pelos comportamentos equivocados destes familiares.
Por estes e por outros motivos que insisto sempre na conscientização da sociedade através da divulgação de informações CORRETAS e VERDADEIRAS sobre o Transtorno do Espectro Autista.
Porque, muitas vezes, o preconceito convive conosco em nossa própria casa.
Agora, se você cumpriu sua parte e o trabalho de conscientização já foi feito e, ainda assim, sua família insiste nestas atitudes equivocadas e comportamentos deploráveis, siga em frente com sua vida e lamente.
Lamente, mas não por você ou por seu filho.
Lamente pela incapacidade de evoluir que seu familiar possui.
Lamente por tudo que ele está deixando de aprender.
E, principalmente, lamente por sua incapacidade de AMAR e compreender as diferenças!
Pois “a vida é muito curta para ser pequena”, já dizia Benjamim Disraeli.
Assim sendo, cuide de seu filho e vá ser feliz!!!
Denise Aragão
http://www.institutopriorit.com.br/?p=1609
Para ele, ela deu um presente diferente, mais simples, com a justificativa de que “ele não entende nada mesmo”.
Ela vive dizendo que não vale a pena comprar presente caro para meu filho, porque ele quebra tudo. Fala os maiores absurdos na frente dele e, quando eu chamo sua atenção, ela sempre alega que isto é bobagem, pois ele é alheio a tudo.
Não foi a primeira vez que isto aconteceu. E todas as vezes que acontece, meu coração fica machucado…”
“Minha sogra, minha cunhada e até mesmo minha irmã jamais se oferecem para ficar com minha filha autista quando eu preciso. A desculpa é sempre a mesma: “adoraria te ajudar, mas eu não sei lidar com ela”.
Sinto- me sozinha, exausta e tenho a clara certeza de que não posso contar com ninguém, somente com Deus.”
“Estou evitando frequentar as reuniões da família. Percebo que meu irmão e a esposa ficam cochichando a cada estereotipia que meu filho faz. No último encontro familiar, surpreendi os dois quando os flagrei conversando com os filhos e instruindo as crianças a não se aproximarem do primo, porque ele é muito “esquisito” e poderia agredi-los.
Apesar da raiva e da tristeza, não consegui falar nada…apenas comecei a chorar e fomos embora para casa. Descobrir que meu próprio irmão tem preconceito em relação ao meu filho me causou nojo…”
“Eu já desisti de tentar explicar à família do meu marido o que é autismo. Eles vivem dizendo que é coisa da minha cabeça, que eu estou inventando coisas e que não há nada de diferente com o nosso menino.
Na verdade, eles não querem admitir que “ACONTECEU” com a família deles. Eles acreditam que a doença só acontece com o “filho dos outros”.”
“A minha família insiste em dizer que minha filha é autista porque puxou a genética “ruim” do meu marido. Meu pai, que sempre foi contra o nosso casamento, parece que se sente vitorioso ao afirmar que a neta é autista porque puxou ao genro. E sempre que pode, ele faz questão de frisar que me avisou para não me casar com ele, mas que eu não dei ouvidos e, agora, “deu no que deu”.”
Os relatos acima expostos são compilações de conversas, telefonemas e e-mails que recebo. Constatei, com muita tristeza, que estas situações são muito mais comuns e corriqueiras do que possamos imaginar. Desta forma, resolvi abordar o assunto neste post.
No primeiro relato é possível observar o típico estereótipo que diz que o autista não entende o que se passa ao seu redor.
Entretanto, torna-se vital desmistificar este conceito equivocado, pois o fato de não verbalizar NÃO significa que a pessoa com autismo seja incapaz de compreender o mundo à sua volta. Autistas não somente percebem, como também sofrem com a discriminação e a falta de compreensão alheia.
O segundo caso também é bastante comum. Familiares que não se envolvem, mas não admitem
meu marido. Meu pai, que sempre foi contra o nosso casamento, parece que se sente vitorioso ao afirmar que a neta é autista porque puxou ao genro. E sempre que pode, ele faz questão de frisar que me avisou para não me casar com ele, mas que eu não dei ouvidos e, agora, “deu no que deu”.”
Os relatos acima expostos são compilações de conversas, telefonemas e e-mails que recebo. Constatei, com muita tristeza, que estas situações são muito mais comuns e corriqueiras do que possamos imaginar. Desta forma, resolvi abordar o assunto neste post.
No primeiro relato é possível observar o típico estereótipo que diz que o autista não entende o que se passa ao seu redor.
Entretanto, torna-se vital desmistificar este conceito equivocado, pois o fato de não verbalizar NÃO significa que a pessoa com autismo seja incapaz de compreender o mundo à sua volta. Autistas não somente percebem, como também sofrem com a discriminação e a falta de compreensão alheia.
O segundo caso também é bastante comum. Familiares que não se envolvem, mas não admitem esta falta de participação, preferindo se esconder atrás da velha desculpa de que não sabem lidar com a criança ou com o jovem. Quando tivemos o diagnóstico de nossos filhos, também não sabíamos como agir com eles. Tivemos que aprender com a convivência, com o dia a dia. Ninguém aprende a conviver, senão convivendo. Da mesma forma, a omissão destes familiares NÃO é justificável, muito menos aceitável.
No terceiro exemplo, encontramos parentes que, para manter as aparências, fingem aceitar a situação, mas que, na verdade, são tão ou mais preconceituosos do que aqueles que admitem francamente ter preconceito.
A quarta história é um “clássico” da cultura dominante que impera entre nós. De acordo com esta “filosofia”, problemas, doenças ou qualquer outro aspecto que seja considerado fora da normalidade não acontecem com nossa família, ocorrendo apenas na família do vizinho.
O último relato também é muito conhecido entre nós, familiares deste grande universo azul.
Famílias que procuram eleger um “culpado” para o autismo de seus filhos. As pessoas ou famílias que agem desta forma parecem acreditar que, achando o responsável, o autismo desaparece de suas vidas.
Estas situações têm um ponto em comum: o preconceito e a falta de aceitação.
O preconceito é o motivador de atitudes odiosas como as que percebemos nos relatos, bem como é responsável também pelos comportamentos equivocados destes familiares.
Por estes e por outros motivos que insisto sempre na conscientização da sociedade através da divulgação de informações CORRETAS e VERDADEIRAS sobre o Transtorno do Espectro Autista.
Porque, muitas vezes, o preconceito convive conosco em nossa própria casa.
Agora, se você cumpriu sua parte e o trabalho de conscientização já foi feito e, ainda assim, sua família insiste nestas atitudes equivocadas e comportamentos deploráveis, siga em frente com sua vida e lamente.
Lamente, mas não por você ou por seu filho.
Lamente pela incapacidade de evoluir que seu familiar possui.
Lamente por tudo que ele está deixando de aprender.
E, principalmente, lamente por sua incapacidade de AMAR e compreender as diferenças!
Pois “a vida é muito curta para ser pequena”, já dizia Benjamim Disraeli.
Assim sendo, cuide de seu filho e vá ser feliz!!!
Denise Aragão
http://www.institutopriorit.com.br/?p=1609
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Ano Novo, novos ares, literalmente. Vôo de balão também pode ser acessível

https://www.facebook.com/pages/Turismo-Adaptado/289561055806
O Futuro Está Aqui aproveita essa imagem que traz ótimas ideias para desejar a todos 2014 de aventuras inesquecíveis, realizações jamais esperadas , bom humor mesmo nas tribulações ,amizades verdadeiras com abraços acolhedores....E mais e mais sabores, cores e humores.
Agradecemos a todos que estiveram conosco seja pessoalmente, virtualmente lendo nossos posts, colocando suas opiniões , confiando suas criações ou imagem através de suas fotos para enviar ao mundo como podemos transforma-lo mais fraterno, consciente e cidadão. Em especial nosso agradecimento a nossa Shirley Ordonio que nos honra de tê-la como amiga de Fórum e nos trouxe no nosso quinto ano de blog uma nova cara essa logo linda acima no banner, que caracteriza o que somos e queremos chegar numa sociedade mais tecnológica mas justa através da acessibilidade e inclusão!!
Então saudemos o novo ano que chega sob a regência deste grande planeta que simboliza nada menos que a TECNOLOGIA ,planeta JUPITER,, que também representa o signo de SAGITÁRIO que não poderia ser tanta coincidência assim nosso administrador Matheus Kreling sagitariano .Coincidência ou não, amigooo, o UNIVERSO conspira, aproveite, este é O ANO!!!
Abraços aconchegantes !!!
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Comissão aprova medidas para sucesso escolar de aluno com distúrbio de aprendizagem
Segundo o projeto, deverão ser desenvolvidas, entre outras, ações com o objetivo de desenvolver métodos específicos para a aprendizagem desse tipo de estudante, formar professores especializados e envolver a família.
Arquivo/Antonio Augusto
Eduardo Barbosa ressalta que o projeto vai criar ferramentas para permitir a permanência desses alunos no sistema de ensino.
Para o aperfeiçoamento da política educacional brasileira dos sistemas públicos de ensino, a proposta, do deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP), prevê oito ações a serem cumpridas pelo Poder Público:
- planejamento para desenvolver a aprendizagem do aluno, levando em conta as necessidades educacionais de cada um;
- formação continuada de professores para pedagogia especializada;
- difusão do conhecimento sobre os problemas de aprendizagem;
- desenvolvimento de diagnósticos;
- conscientização da necessidade de combate à exclusão ou estigmatização dos alunos com distúrbios;
- abordagem sobre o papel e a influência da família e da sociedade em relação às dificuldades;
- envolvimento dos familiares no processo de atendimento das necessidades específicas; e
- ampliação do atendimento especializado.
- Segundo o relator, deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), que sugeriu a aprovação do projeto sem mudanças no texto, as despesas com a execução da lei ocorrerão por meio de dotações orçamentárias próprias. Barbosa destacou que o projeto vai viabilizar a formação de professores de apoio para que os alunos possam permanecer dentro do sistema e tendo suas necessidades atendidas.
Metodologia aberta
A psicóloga com especialização em psicopedagogia Viviane Orlandi explica que a escola normalmente se depara com alunos que têm necessidades diferentes de aprendizagem, e hoje em dia não é mais possível se ater à forma tradicional de ensino, por meio da escrita e leitura. A metodologia do professor precisa ser mais aberta e perceber quais são os canais de recepção pelos quais o aluno mais se desenvolve, segundo ela.
Viviane Orlandi alerta que insistir em um método que não dá certo para determinado aluno aumenta o fracasso, deixando-o infeliz e transformando-o, muitas vezes, em um profissional incompetente. “Com isso o País perde a sua riqueza maior hoje em dia que é a inteligência”, ressalta, acrescentando que “todo sujeito é capaz de alguma coisa, é preciso oferecer o caminho certo".
Para a psicóloga, cabe aos pais ajudar os filhos dando-lhes estímulo e instrumentos necessários para se desenvolverem, além de cobrar a adequação da realidade da escola à do seu filho.
Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, já havia sido aprovado pela Comissão de Seguridade Social e Família, e ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta:
Reportagem – Luiz Cláudio Canuto
Edição – Marcos Rossi
A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'
NÃO É AQUILO QUE SE PENSA

Esta não é uma fotografia de uma janela. É uma fotografia do que está refletido na janela. Muitas vezes, o que pensamos que o nosso filho está a ver não é o que ele/ela está realmente a ver.
Quanto mais achamos que sabemos, menos vemos. Verá mais do mundo do seu filho (o que ele/ela vê, quer, gosta, etc.) quando o/a abordar sem quaisquer pressupostos....
Portanto, quando o seu filho olha fixamente para algo para onde já olhou fixamente antes, ou quando pede algo que já pediu antes, ajudará manter a sua mente aberta. Talvez o seu filho esteja a olhar fixamente para um risco na mesa, não para a própria mesa. Talvez o seu filho esteja a pedir o camião amarelo e não o animal de peluche ao lado do camião.
Já alguma vez viu, num momento livre de pressupostos, algo novo sobre o seu filho?
Raun K. Kaufman
Diretor da Global Education
Autism Treatment Center of AmericaTM
https://www.facebook.com/estouautista
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