terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Voluntários adaptam bicicletas para pessoas com deficiência no RS


Grupo usa restos de outros veículos e materiais reciclados no projeto.
Katrielle experimentou a sensação de andar de bicicleta aos 16 anos.



G1

Restos de bicicletas, partes de churrasqueiras e outros materiais reciclados são transformados em bicicletas adaptadas para serem usadas por pessoas que têm algum tipo de deficiência na Região Metropolitana dePorto Alegre. Ainda em fase de testes, o projeto nasceu da parceria entre uma ONG e um comerciante, dono de uma oficina de bicicletas na cidade deAlvorada, como mostra a reportagem do Bom Dia Rio Grande, da RBS TV (veja o vídeo).
Com o projeto, a estudante Katrielle Arruda Silveira realizou o sonho de andar de bicicleta aos 16 anos. Ela não pode usar os pés devido a uma paralisia que lhe tirou os movimentos das pernas e a obriga a andar de muletas. No veículo adaptado, ela usa as mãos. "É um sonho, nunca andei, agora é uma experiência nova poder andar de bicicleta e acompanhar minha irmã", disse. "É uma luta, ela sempre teve o sonho de andar de bicicleta e nunca conseguiu. Agora apareceu a oportunidade e ela está muito feliz", acrescentou a mãe, emocionada.
Bicicleta adaptada é usada por adolescente que não pode andar (Foto: Reprodução/RBS TV)Bicicleta adaptada é usada por adolescente que não
pode andar (Foto: Reprodução/RBS TV)
Com deficiência visual, a adolescente Vanessa Rodrigues, de 17 anos, também foi beneficiada com uma bicicleta adaptada. O veículo reúne duas bicicletas, e uma delas é pedalada por outra pessoa. "A sensação de andar de bicicleta é muito boa", resumiu.
O objetivo dos idealizadores do projeto, agora, é conseguir ajuda e patrocínio. Josué Aguiar, coordenador da ONG Embrião, também pede que pessoas que têm bicicletas velhas, sem uso, procurem a ONG para doações. "Para nós vai ter essa utilidade social, que é beneficiar outras pessoas", ressaltou.
O comerciante Adalberto Fortes diz que o projeto foi pensado para proporcionar a essas pessoas a realização de uma atividade física. Por isso os equipamentos não são elétricos, eles exigem a participação de quem usa. "Eles têm que se locomover. Então desenvolvi essa bicicleta que dá tanto para um como para outro participar de um passeio ciclístico", explicou.

CPA cria projeto para áreas de higienização em escolas


A Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) elaborou projetos para a área de higienização de pessoas com deficiência mais severas em escolas.
Imagem do post
Nos projetos foi estipulado um desnivelamento da bancada que atende tanto à necessidade do aluno em cadeira de rodas quanto do auxiliar
A Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA), órgão sediado na Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED), elaborou projetos para a área de higienização de pessoas com deficiência mais severas em escolas. O objetivo foi proporcionar um ambiente de trabalho ergonomicamente adequado aos Auxiliares de Vida Escolar que dão suporte a esses alunos. 

A necessidade de um ambiente mais apropriado surgiu da própria demanda das escolas da rede municipal, que relataram dificuldades no processo de higienização de estudantes com deficiência e que apresentam estatura elevada e/ou obesidade. Nos projetos, foi estipulado um desnivelamento da bancada que atende tanto à necessidade do aluno em cadeira de rodas quanto do auxiliar, que não precisará se abaixar para fazer a higienização.


http://www.prefeitura.sp.gov.br/

ONG permite que praia receba com mais conforto quem tem deficiência

No nosso país, isso significa incluir 45 milhões de pessoas na diversão, segundo o IBGE.

G1


Um local de lazer que reúne brasileiros de todas as condições sociais está se tornando ainda mais democrático. O esforço de uma organização não governamental permitiu que a praia passe a receber, com mais conforto e segurança, quem tenha algum tipo de deficiência. No nosso país, isso significa incluir 45 milhões de pessoas na diversão, segundo o IBGE.


No site do Praia para Todos, você encontra outras informações sobre o projeto, datas e locais de eventos, fotos e contatos.

O espaço é público. A diversão, de graça. Mas a praia, nem sempre, foi acessível a todos.
“Gostava, curtia, via o mar, encontrava com amigos, mas não era a mesma coisa, porque eu ficava no calçadão. Era um obstáculo muito grande entrar na areia com autonomia", lembra Ricardo Gonzalez, um dos idealizadores do projeto.
Ricardo sofreu um acidente na adolescência e decidiu que precisava fazer algo para poder aproveitar um dia de sol. Ao lado de Fábio, criaram o programa “Praia para Todos”. Depois de cinco edições na Barra da Tijuca, levaram a Copacabana atividades como bicicleta manual, frescobol e vôlei. E será assim, todos os domingos, até junho. Para alegria de Jorginho, de 11 anos.
“Eu tinha muita vontade de trazer ele na praia. Quatro anos atrás eu vim aqui em Copacabana, mas eu não consegui andar com ele na areia, pela dificuldade", conta Patrícia de Souza, mãe de Jorginho.
“Hoje acaba o meu jejum", acrescenta o menino.
Um dos momentos mais concorridos e prazerosos do projeto é quando as pessoas podem, novamente, tomar um banho de mar. Graças ao apoio de fisioterapeutas e bombeiros do Grupamento Marítimo, que cederam até uma moto aquática. Dona Tania aproveitou.
“É complicado você ficar sentado na cadeira e ver todo mundo tomando banho, e você não sente o geladinho gostoso da água. É muito bom", ela diz.
“Estamos aqui nos horários de folga, de forma voluntária, estamos com um prazer, uma alegria, uma satisfação muito grande, coração aberto, para poder inserir essas pessoas com deficiência na sociedade", explica Marcelo Pinheiro, tenente-coronel do Corpo de Bombeiros do Rio.
Ajudar não é difícil. Facilitar a vida de quem usa cadeira de rodas não é difícil. Difícil é convencer Jorginho a sair da água.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

O poder da visão original esse vídeo foi o começo de tudo ,a inspiração para O Futuro está Aqui!

Esse foi o primeiro vídeo que eu trouxe para uma aula adaptativa, há mais de 4 anos atrás como Professora de Comunicação Alternativa,ouvimos,interpretamos juntos professora de apoio e aluno e dele foi um despertar para nascer uma ideia nova, um blog!!Este blog, Futuro Está Aqui,que antes passou pelo Poder da Visão com sensibilização,intuição,liderança,alteridade,compromisso, consciência,CRIAÇÃO!!
Nem imaginava há muito tempo atrás num curso de pós de Graduação em Supervisão e Docência numa disciplina de liderança quando o vi pela primeira vez esse mesmo sentimento iria despertar e ainda desperta essa vontade imensa de crescer como "gente",como essência humana,transformadora da sociedade e aos poucos o Futuro Está Aqui permite sonhar e realizar!!
Obrigado parceiro Matheus Kreling pela parceria não só o  blogar, mas exercitar a linguagem virtual como diz num dos questionamentos desse vídeo:
___O que eu tenho feito para ser melhorar?Para  ser diferente?Como tenho encarado meus planos e objetivos?....
Sempre que ouço O poder da Visão, tenho sempre aprendido , despertado o que está adormecido e incentivador para que não me perca no meio do caminho!Caminhemos e juntemos a outros pois JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!!!

Projeto europeu pode resolver problema da violência em escolas

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Dia das Doenças Raras - 28 Fevereiro 2013, Vídeo Oficial


Publicado em 11/02/2013
Assista ao vídeo oficial do Dia das Doenças Raras de 2013 e partilhe-o!
O 6.º Dia das Doenças Raras ocorre a 28 de fevereiro de 2013. O lema deste ano, «Doenças Raras sem Fronteiras», sublinha a necessidade da cooperação internacional.
Adira a uma atividade perto de si para demonstrar a sua solidariedade global. Vamos além fronteiras em nome das doenças raras. Mostre agora a sua solidariedade!

http://www.rarediseaseday.org/rare-di...



Olhe com carinho para este Dia!
Seja mais uma pessoa que contribui no desafio mundial de tirar do isolamento milhões de pessoas, metade delas crianças, afetadas por doenças raras. Você está convidado a assistir ao mini vídeo veiculado no mundo inteiro, convocando para uma solidariedade sem fronteiras, por uma causa que enobrece a humanidade, cada pessoa.
No Brasil, a política de doenças raras proposta pelo Grupo Técnico do Ministério da Saúde será apresentada no dia 28 de fevereiro de 2013. TODOS estão convidados.
Informações: instituto.baresi@gmail.com e (11) 98129-9001, com Marcelo Higa

Felicidade é respeito pelas diferenças!

1º Campeonato Brasileiro de Power Soccer


Publicado em 20/12/2012
Vídeo oficial Primeira clínica LatinoAmericana e I Campeonato Brasileiro de Power Soccer. evento histórico na América Latina.

Pais brasileiros lutam pelo direito de educar os filhos longe da escola


Para pedagoga Maria Stela Graciani, crianças deixam de interagir quando não há convívio escolar. Cerca de mil famílias ensinam filhos em casa.


Para pedagoga Maria Stela Graciani, crianças deixam de interagir quando não há convívio escolar. Cerca de mil famílias ensinam filhos em casa.

Na companhia da mãe e na companhia virtual, Calebe, de 13 anos, passa os dias aprendendo em casa. Ele saiu da escola há três anos por decisão dos pais, que moram em Belo Horizonte.
“Se você quer formar cidadão e pessoas, a física e a química não vão formar”, explica o pai e empresário Gilmar de Carvalho. 
A irmã de Calebe tem 15 anos e também não frequenta a escola desde os 12. Os pais dizem que os filhos, hoje, rendem muito mais.
“Eu lembro quando eles faziam a interpretação de texto, eu mais interpretava para eles do que eles mesmos”, conta a mãe e dona de casa Vânia Lúcia de Carvalho.
Em casa, Calebe tem um cantinho de estudo, o escritório da casa. Ele não tem um rotina muito rígida, uma quantidade específica de horas para estudar, mas uma coisa é obrigatória todos os dias: a leitura.
Será que Calebe gosta mesmo de estudar em casa? “Prefiro, porque aqui eu consigo estudar tranquilo”, diz o adolescente.
A Justiça determinou no mês passado que Calebe e a irmã voltem para a escola até o começo de março, porque a legislação brasileira não prevê a educação domiciliar.
O mesmo aconteceu com um casal que vive na zona rural de Caratinga, interior de Minas Gerais. Eles também tiraram os filhos do colégio. O Fantástico contou em 2008 a história da família.
“Eles se tornaram autodidatas, sem aquela dependência para serem ensinados para aprender”, diz o designer Cleber Andrade Nunes.
Os filhos, hoje, com 18 e 19 anos, estão há sete longe da escola.
“Em casa a gente aprendeu a gostar daquilo que a gente tava aprendendo”, conta o webdesigner Jonatas Nunes.
“A gente que fazia os horários, a gente que fazia todo o esquema de estudo”, lembra o programador Davi Nunes.
Quando tinham 12 e 13 anos passaram no vestibular de Direito, só pra provar que podiam. Agora, eles pretendem fazer o Exame Nacional do Ensino Médio, para tentar conseguir um certificado de conclusão do curso, o que é permitido pelo Ministério da Educação.
A irmã mais nova de Jonatas e Davi segue o mesmo caminho.
A Ana tem cinco anos, nunca foi a uma creche ou escola e os pais querem que continue assim, que a educação seja só em casa. Ela já está sendo alfabetizada.
“Ela já está alfabetizada com cinco. Desde quatro aninhos ela já estava lendo e alfabetizada em inglês também”, conta a mãe Bernadeth Amorim.
“Nossos filhos não precisam da escola. A escola deve ser a última alternativa”, afirma Cleber Andrade Nunes.
Essa decisão custou caro para o casal, que até hoje tem problemas com a justiça.  Eles devem mais de R$ 10 mil e respondem por abandono intelectual. “Nós corremos esse risco e estariamos disposto a ir até as últimas consequências”, diz Cleber.
Eles não estão sozinhos. A Associação Nacional de Educação Domiciliar afirma que, no Brasil, cerca de mil famílias dão lições aos filhos menores em casa.
Nos Estados Unidos, a educação domiciliar é aceita em vários estados. Em 2007, 1,5 milhão de crianças estudava assim.
No Brasil, um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional pretende liberar esse tipo de aprendizado, mas as crianças teriam que passar por exames periódicos.
Para a pedagoga da PUC de São Paulo Maria Stela Graciani, quem não tem convívio escolar deixa de interagir. “Ela perde a essência da convivência comunitária”, explica.
Os pais rebatem. Ana brinca com amiguinhas do bairro todos os diase Calebe faz aulas de violão e também tem amigos.
Para o promotor da infância e juventude de Belo Horizonte Celso Penna Fernandes Júnior, esses pais desrespeitam o Estatuto da Criança e do Adolescente, que diz que eles devem matricular os filhos na rede regular de ensino.
Já os pais se apoiam num artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que diz que eles têm prioridade na escolha do aprendizado.
“A Declaração Universal dos Direitos do Homem não é incompatível com a lei brasileira e nem poderia ser. O que eu acho que ela não quer que aconteça é que o estado resolva estabelecer um único tipo de educação para toda a sociedade”, diz o promotor.
Ele multou os pais de Calebe em três salários mínimos cada um por desrespeito ao estatuto. Eles também podem perder a guarda dos filhos se os adolescentes não voltarem à escola.
“Vamos lutar pra que a lei no nosso país admita essa instrução domiciliar”, diz o pai de Calhttp://g1.globo.com/fantastico/noticia/2013/02/pais-brasileiros-lutam-pelo-direito-de-educar-os-filhos-longe-da-escola.htmlebe.


Programa Opinião Livre: conversei com a jornalista Silvia Vinhas sobre Arte ,Ludicidade e Saúde


Enviado em 29/10/2011
Arte e Saúde : a importância da ludicidade e dos recursos expressivos (música, artes plásticas ,cênicas etc) para a prevenção e recuperação da saúde. Ludoterapia e recreação em clínica , hospitais, reabilitação, pedaagogia e desenvolvimento corporativo. Josgos para aprendizado escolar e corporativos.Bem-Estar, Qiualidade de Vida ,Desenvolvimento Humano.