segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Esporte realiza os sonhos de dois jovens com síndrome de Down



Natação, futsal e atletismo. Além de  modalidades esportivas, elas têm mais uma coisa em comum: são as formas pelas quais dois amigos de Sorocaba com síndrome de Down mostram sua garra e superação e conseguem realizar seus sonhos.
André Toledo tem 22 anos, e Paulo Amaral, na foto ao lado, tem 28. Eles disputam competições pela equipe de Marília - em Sorocaba não há um grupo voltado à prática esportiva para esse tipo de deficiência - e já têm uma lista considerável de prêmios. No atletismo, por exemplo, André já venceu as cinco categorias para atletas com síndrome de Down: 100, 200, 400 metros, 4 x 100 metros e salto em distância.
- Com nove para dez anos, ele já queria ir comigo na academia. Brincava de levantar peso com um chinelo. E começou no esporte por acaso, quando faltou um corredor em uma prova regional da Praia Grande - diz Fernando Ribeiro de Toledo, lembrando da primeira das cinco medalhas de ouro do filho.
Medalhas também não faltam para Paulo. Entre água e quadra, ele ficou entre os três primeiros por 113 vezes. Agora, vai tentar mais uma, em um campeonato mundial de futsal para atletas com síndrome de Down, que acontece em agosto.
- Gosto de nadar e de jogar bola. Mas o André é melhor jogador que eu, porque marca de letra, de bicicleta, de voleio e eu só faço de pênalti. Vamos ser campeões esse ano! - promete ele, que é são-paulino, a exemplo do amigo. André, aliás, aproveitou para 'cornetar' os palmeirenses, possíveis adversários do Tricolor na final da Copa do Brasil.
A dupla, assim como outros jovens que fazem parte do grupo Felicidade Down, vai acompanhar o time do São Bento na primeira partida do time em casa pela Copa Paulista, no dia 21 de julho, contra o São Bernardo, no Estádio Municipal Walter Ribeiro.
- Mas eu gosto dos dois (times da cidade), o São Bento e o Atlético, eu adoro futebol - desconversa Paulo, ao ser indagado se o seu coração é azul e branco ou vermelho e amarelo.
Apoio local
Célia Regina Santos é a fundadora do grupo Felicidade Down, de Sorocaba. Ela lamenta que os dois vistam a camisa de uma cidade distante 350 quilômetros ao invés de defenderem as cores da cidade que vivem.
- Nós formamos esse grupo para proporcionar a felicidade deles. São pessoas comuns e normais, que precisam sair, se divertir, se exercitar. Mas assim com os pais precisam acreditar neles, a cidade também poderia. Por que não formar uma equipe aqui? - indaga.

domingo, 11 de novembro de 2012

Há 3 anos atrás…Puxa!!Niver do Futuro!!!!


Há 3 anos atrás…

Tudo começou com um jornal o Folha Estudantil, víamos  a necessidade de divulgar experiências inclusivas, valorizando os professores e habilidades dos alunos da Escola CEEBJA Paulo  Freire. Pois é! Foi ótimo o processo  de implementação de um jornal no colégio, com  a coparticipação de vários professores, ,belas histórias inclusivas que até hoje recordamos ,uma escola com grandes valores!
Mas não satisfeitos, entramos na era digital e até convidamos muita gente, mas naquele momento o pessoal ainda não entendia essa história de Blog .As pessoas olhavam e diziam “Ai que bonitinho, este blog!!”Era o que queríamos ouvir? Não! Claro! Queríamos pessoas com opiniões, sugestões, participações .
MKreling foi um nome precursor, não combinou com os assuntos abordados ,passou para INCLUSÃO. Opa! Mas já havia no momento uma campanha INCLUSÃO JÁ da revista Sentidos, como usar né? Num dado momento deu um insite, tornou-se ”O Futuro Está Aqui “ queríamos um nome que marcasse ,caracterizasse  o que somos hoje a ”Dupla do Futuro”. As quatro mãos que escrevem, pesquisam, formatam e pensam juntos !Futuro de Tecnologias Assistivas , de uma sociedade que queremos com mais acessibilidade para todos, inclusiva em todos os sentidos no âmbito escolar, social, politico, familiar, profissional enfim ,que o ser humano independentemente de suas especificidades torne-se CONSCIENTE, AUTÔNOMO E RESPEITADO pelo  SER e não pelo TER. Enfim, 12 de novembro oficialmente, faz 3 anos do Blog !O Futuro Está Aqui. 
Crescemos, erramos para acertar e temos muito o que aprender, fizemos novos amigos  e solidificamos uma amizade e parceria ,uma dupla  inserida neste movimento chamado INCLUSÃO!!!

TEXTO DE QUATRO MÃOS como nossa amiga psicologa Olinda nos intitulou!!Hé,hé,hé....

"A esperança é um empréstimo que se pede à felicidade." (Joseph Joubert) Paralisia: Investigação abre caminho à regeneração


Investigadores britânicos descobriram um método capaz de promover a regeneração dos tecidos da espinal medula que poderá abrir caminho à cura de paralisias. A técnica consiste na modificação dos açúcares de cadeia longa que impedem a regeneração destes nervos. A investigação foi publicada no The Journal of Neuroscience mas ainda vai passar pela fase de testes em animais.
O principal desafio no tratamento destas lesões resulta do facto do tecido lesionado da espinal medula criar uma barreira impenetrável que impede a regeneração dos nervos. Isto conduz às paralisias irreversíveis associadas a estas lesões (quadriplegia e paraplegia). 
Uma maneira de reparar estas lesões nervosas é fazer um transplante de células dos nervos periféricos da espinal medula, as chamadas células de Schwann, para os nervos de suporte central. No entanto, a equipa de investigadores britânicos, percebeu que estas células segregam açúcares de sulfato de heparano, que criam cicatrizes que frustram a eficácia da reparação dos nervos danificados.
Ao tentar contornar o problema, a investigação liderada por Jennifer Higginson (Universidade de Glasgow) e Jerry Turnbull (Universidade de Liverpool) conseguiu descobrir um método de inibir esta cicatrização negativa: modificando quimicamente os açúcares de sulfato com outros açucares (as heparinas) que impedem a reação cicatrizante, abrindo assim novas oportunidades para a regeneração dos nervos.
 “Descobrimos que alguns açúcares provocam reações de cicatrização mas através da manipulação em laboratório com a ajuda de outros açucares (as heparinas), podemos prevenir este processo, pelo menos nos modelos computacionais,” explica Jerry Turnbull, acrescentando que agora a investigação tem de ser confirmada através de testes em animais.

Clique 
AQUI para consultar o resumo do estudo no The Journal of Neuroscience (em inglês).
http://educacaoemespecial.blogspot.com.br/

Superação!!

sábado, 10 de novembro de 2012

SE VOCÊ RESPEITA, ENTÃO CLICK AQUI E PARTICIPE

http://www.facebook.com/essavaganaoesuanemporumminuto

GUIA DE ACESSIBILIDADE CULTURAL

banner Guia de Acessibilidade Cultural
http://www.img.org.br/cultura


GUIA DE ACESSIBILIDADE CULTURAL
Produção de Guia com informações sobre a acessibilidade dos equipamentos culturais da cidade de São Paulo avaliados pela equipe do projeto. O Guia impresso será distribuído para Secretarias Estaduais ligadas a Cultura, Educação, Turismo, instituições e órgãos do governo ligados a temática da deficiência, sempre acompanhado com um audiolivro.
 
O Guia está disponível na internet, no endereço http://acessibilidadecultural.com.br, que atende a requisitos de acessibilidade, onde também se pode fazer pesquisa filtrada por tipo de equipamento, região da cidade ou palavra-chave.
 
Durante a pesquisa foram avaliados os seguintes itens:
  • Acessibilidade física
  • Acesso a informações
  • Acesso ao conteúdo e mediação
  • Propostas inclusivas
    • Propostas inclusivas

    OBJETIVOS
    Oferecer um serviço de informação para a população de São Paulo e para os turistas com deficiência que queiram consumir cultura. 
    Avaliar as condições de acessibilidade dos equipamentos culturais
    Sensibilizar a sociedade sobre a importância da acessibilidade
    Reconhecer as iniciativas positivas como exemplo de boas práticas
     
    Locais avaliados (aproximadamente 320)
    Bibliotecas |  Museus | Cinemas | Casas de espetáculos | Teatros | Centros Culturais

    CLIPPING 
    Matérias e noticias sobre o Guia de Acessibilidade Cultural veiculadas em jornais, revistas, sites e outros meios de comunicação.
     

    EQUIPE
     
    Viviane Sarraf: Fundadora da empresa Museus Acessíveis e atua na FDNC.
    Graduada em Educação Artística - FAAP, especialização em Museologia - MAE-USP, mestre em Ciência da Informação USP e doutoranda em Semiótica - PUC-SP. 

    Silvana Cambiaghi: Arquiteta, mestre em Desenho Universal FAU-USP. Presidente da CPA de São Paulo. Docente dos cursos de Acessibilidade– FAU-USP e SENAC.

    Cláudia Cotes: Fonoaudióloga, doutora em linguística. Presidente da ONG Vez da Voz. Criou o Telelibras, o primeiro telejornal inclusivo do país. 

    Arthur Calasans: Fotógrafo premiado pela OMS e CVI - RJ. Participou de exposições coletivas como o Arte Inclui, promovida pela Prefeitura de São Paulo. Trabalhou nos portais IG e Universia Brasil, e no Instituto Paradigma.
     
    Patrícia Zuvia: Formada em administração, atua na gestão de projetos sociais no terceiro setor e no setor público há mais de 10 anos. 

    Projeto aprovado na Lei Rouanet (art. 18), realizado com o patrocínio da SABESP e o apoio do Governo de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura. 
     lei roaunet
     

    PATROCÍNIO:
     
    SABESP

    APOIO: 
     

    REALIZAÇÃO:
     
      

CAMPANHA: faça um vídeo pela educação inclusiva!


http://inclusaoja.com.br
Companheiros, professores, mães, pais, gestores, pessoas com e sem deficiência,
Fórum Nacional de Educação Inclusiva lança hoje a campanha #PNEpraVALER SÓ COM EDUCAÇÃO INCLUSIVA!
Prepare a câmera de filmar do seu celular ou da máquina fotográfica! É hora de gravar mensagens aos senadores dizendo com todas as letras: NÃO AO RETROCESSO!
Nossa intenção é impedir que retrocessos – que contrariam a Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, a Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do Adolescente, a Conferência Nacional de Educação (CONAE/2010) e o próprio objetivo do Plano Nacional de Educação (PNE) — venham a fazer parte do novo Plano Nacional de Educação, como tentam agora fazer com a Meta 4 (entenda). Queremos o texto ORIGINAL da META 4!
Por isso, convidamos a todos e todas a fazer parte da caminhada e a participar ativamente!
Pedimos que façam pequenos vídeos para os senadores, com duração de 8 a 30 segundos, e nos enviem por e-mail (mecavalcante@gmail.com). Poste também no Youtube e envie para a gente o link. A mensagem pode ser o lema da nossa campanha, mas não se esqueça que estamos tratando do Plano Nacional de Educação e é preciso falar com os senadores! Faça também vídeos com seus filhos, com os colegas da escola, com professores… Imagens de crianças só serão publicadas com autorização expressa de responsável por e-mail, no envio da mensagem com o vídeo.
Divulgaremos todos os vídeos reivindicando palavras de protesto. Veja alguns exemplos:
- PNEpraVALER só com Educação Inclusiva!
- Segregação não é meta, é retrocesso!
- O Senado garante PNE com educação inclusiva!
- Queremos o texto original da Meta 4 do PNE
E assim por diante…
Vamos lá? Estamos aguardando sua colaboração. A mobilização começa agora!
Fórum Nacional de Educação Inclusiva
Rede Inclusiva – Direitos Humanos Brasil
Portal Inclusão Já!

SER FELIZ!!!

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

NO FUSCA SHOW - EPISÓDIO 11 - RAFAEL BONFIM


"Tem que parar de pensar que sexo é só penetração e pronto".

A minha entrevista para o No Fusca Show está no ar! Eu falei sobre a minha infância, sobre meus amigos de escola, sobre os Super Normais e sobre sexo. Confira no FUSCA SHOW !(Rafael Bonfim)


Humor em favor da inclusão

 /


Gazeta do Povo

Um grupo de amigos resolveu usar a comicidade para retratar a sua condição física e as dificuldades enfrentadas por quem tem alguma deficiência



Ivonaldo Alexandre/ Gazeta do Povo
Ivonaldo Alexandre/ Gazeta do Povo / O cartunista Rafael Camargo com os supernormais Mirella Prosdócimo, Manoel Negraes e Rafael Bonfim. Acima, tirinha produzida especialmente para a Gazeta do PovoAmpliar imagem
O cartunista Rafael Camargo com os supernormais Mirella Prosdócimo, Manoel Negraes e Rafael Bonfim. Acima, tirinha produzida especialmente para a Gazeta do Povo
Tirinhas
Ficou curioso sobre o projeto?
Confira mais em www.supernormais.com.br  e veja toda segunda-feira uma tirinha nova.
Histórias em quadrinhos com cenas do cotidiano, personagens da vida real e frases de efeito (“Minha vida é um livro aberto com algumas páginas em braile”) foram as maneiras encontradas por três amigos de Curitiba para retratar sua condição física e derrubar a falsa imagem que alguns têm a respeito das pessoas com deficiência. Por meio das tirinhas “Super Normais”, divulgadas na internet, Mirella Prosdócimo e Rafael Bonfim, que são cadeirantes, e Manoel Negraes, deficiente visual, contam os desafios enfrentados no cotidiano – como o cavalete do candidato instalado no meio da calçada e a dificuldade de usar um orelhão –, e incentivam a inclusão, o respeito e a aproximação com a sociedade.
“A sociedade nos vê ou como super-heróis ou como coitadinhos. As pessoas têm de nos ver como pessoas normais”, conta Mirella, que tem 38 anos e atua como consultora para a inclusão. Nessa busca, ela e os amigos, que se conhecem há dois anos, resolveram retratar a realidade a partir do humor e de desenhos que poderiam ser usados em palestras e publicados na internet. O trabalho começou há dois meses, depois que eles conheceram o trabalho do cartunista Rafael Camargo, que não tem nenhuma deficiência e ficou responsável pela produção das tirinhas.
O grupo defende que a deficiência ainda é um tabu a ser quebrado e que precisa ser vista de maneira mais natural e discutida com maior profundidade. “Quero que a cadeira de rodas seja vista com a mesma naturalidade com que as pessoas olham para os óculos que uso por causa da miopia”, conta Bonfim.
Uma das metas é continuar a publicação na internet e conquistar um espaço fixo em um veículo de comunicação. O quarteto também luta para que Curitiba se torne uma cidade mais acessível às pessoas com deficiência. Segundo o Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 464.595 pessoas possuem algum tipo de deficiência na capital paranaense.
Outro objetivo dos “Super Normais” é mostrar a deficiência como uma condição que pode afetar qualquer pessoa. “As tiras abordam respeito e mostram que a deficiência pode ser de várias formas”, conta o cartunista Camargo, que finalizou uma das tiras com a palavra “ainda” no lugar que seria destinado ao “fim”, após mostrar um personagem que nunca havia andado de cadeira de rodas.