quinta-feira, 19 de abril de 2012

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Do Facebook

Avenida Brasil: Débora sofre acidente e pode ficar paraplégica


Jovem cai enquanto faz acrobacias e é levada às pressas para o hospital




Depois de ter o relacionamento com Jorginho (Cauã Reymond) abalado por conta da chegada de Nina (Débora Falabela), Débora (Nathalia Dill) vai passar por mais sofrimentos. Segundo o site oficial da novela Avenida Brasil, a jovem, enquanto faz acrobacias na corda, escorrega e leva um tombo feio.
O treino é interrompido e a acrobata é levada com urgência ao hospital. Ainda de acordo com a publicação, enquanto Débora realiza alguns exames, Verônica (Débora Bloch) fica paranoica com a possibilidade de a filha ficar paraplégica. “Como assim paraplégica?! Mãe! Que isso?! O que o médico te falou?! Existe essa possibilidade?!”, pergunta a jovem assustada. “Calma, Verônica. Não deve ser nada grave. Se fosse uma fratura séria, teria aparecido no raio-X. Confia em mim, já acompanhei muito jogador com contusão”, completa Jorginho, que também chega ao hospital.


Encontro vai discutir acessibilidade em Alagoas



A Federação de Entidades de Pessoas com Deficiência Física de Alagoas – Fedefal em parceria com a Associação dos Deficientes Físicos de Alagoas – Adefal e a deputada federal Roseane Cavalcante (Rosinha da Adefal) realizam na próxima segunda-feira (23) no auditório da Faculdade Integrada Tiradentes – Fits das 9h às 16h o XV Encontro Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
O evento tem como tema principal “Acessibilidade um Direito de Todos” e para debater o Plano Nacional Viver sem Limites do Governo Federal o encontro contará com a participação de Antônio José Ferreira secretário nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Presidência da República e da secretária estadual da Mulher, Cidadania e dos Direitos Humanos Kátia Born.
Participam  do evento cerca de 100 representantes de diversas instituições de todo o Estado, na pauta além do debate sobre acessibilidade haverá apresentações sobre as atividades desenvolvidas em prol da pessoa com deficiência através da Rede Estadual da saúde da Pessoa com deficiência, Adefal e da Fedefal, como também a deputada federal Roseane Cavalcante (Rosinha da Adefal) fará um balanço de suas ações políticas em prol do movimento da pessoa com deficiência em Alagoas.
 

CURIOSIDADE Por que o dia 19 de abril é o Dia do Índio?



IMAGEM> GOOGLE

Em 1940, o 1º Congresso Indigenista Interamericano, reunido em Patzcuaro, México, aprovou uma recomendação proposta por delegados indígenas do Panamá, Chile, Estados Unidos e México.
Essa recomendação, de nº 59, propunha:

1. o estabelecimento do Dia do Índio pelos governos dos países americanos, que seria dedicado ao estudo do problema do índio atual pelas diversas instituições de ensino;

2. que seria adotado o dia 19 de abril para comemorar o Dia do Índio, data em que os delegados indígenas se reuniram pela primeira vez em assembléia no Congresso Indigenista. Todos os países da América foram convidados a participar dessa celebração.
Pelo Decreto-lei nº 5.540, de 02 de junho de 1943, o Brasil adotou essa recomendação do Congresso Indigenista Interamericano. Assinado pelo Presidente 
Getúlio Vargas e pelos Ministros Apolônio Sales e Oswaldo Aranha, e o seguinte o texto do Decreto:

O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o art. 180 da Constituição, e tendo em vista que o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, reunido no México, em 1940, propôs aos países da América a adoçãqo da data de 19 de abril para o "Dia do Índio", decreta:

Art. 1º - considerado - "Dia do Índio" - a data de 19 de abril.
Art. 2º- Revogam-se as disposições em contrário.
A recomendação de institucionalização do "Dia do Índio" tinha por objetivo geral, entre outros, outorgar aos governos americanos normas necessárias à orientação de suas políticas indigenistas. Já, em 1944, o Brasil celebrou a data, com solenidades, atividades educacionais e divulgação das culturas indígenas. Desde, então, existe a comemoração do "Dia do Índio", às vezes, estendida por uma semana, a "Semana do Índio".

quarta-feira, 18 de abril de 2012

SEMINARIO DE ACESSIBILIDADE E CIDADANIA


II ENCONTRO SERÁ EM CURITIBA
SEMINÁRIO PARANAENSE DE ACESSIBILIDADE E CIDADANIA
Local: MON - Museu Oscar Niemeyer - Curitiba PR
Data: 19 de abril de 2012 18h00
Inscrições: 01 kg de alimento não perecível
Programação
18h00 - credenciamento
18h30 - composição da mesa diretora e abertura solene
19h00 - Talk Show com convidados
20h00 - Painel 1 - " ACESSIBILIDADE NO TURISMO, UM GRANDE NEGÓCIO"
* Prefeitura Municipal da Estancia de Socorro SP
secretaria de turismo - Sec Carlos Tavares
* Case Campos dos Sonhos
Empresário José Fernandes Franco
20h30 - Painel 2 - " ACESSIBILIDADE NO MUNDO GLOBALIZADO"
* arquiteta Silvana Cambiaghi
Prefeitura Municipal de São Paulo SP
* arquiteto Jorge Luiz
Instituto Idea - Jangada Acessível - Macéio AL
21h30 - Coquetel de encerramento

DIA 21 FEIJOADA DO COTOLENGO,VAMOS?



Acessibilidade tem que ser para todos?










Acessibilidade tem ser para todos, não é?
Compartilhem essa ideia!

Mãe tenta passar com um carrinho de bebê por calçada com árvore que obstrui todo o caminho.

Necessidades diferentes, direito igual ao voto




A Justiça Eleitoral quer facilitar a sua vida na hora de votar. Por isso, se você é um eleitor com deficiência ou com mobilidade reduzida e sua seção não é acessível, procure um Cartório Eleitoral, comunique sua necessidade e atualize seus dados.

Dia 9 de maio é o prazo limite. Não deixe para a última hora.

Obsevação: estas informações são válidas para todo o Brasil e não apenas para Mato Grosso do Sul.

Justiça Eleitoral – TRE/MS

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terça-feira, 17 de abril de 2012

Os deficientes visuais vão ao cinema


DO ESTADÃO

Antes de entrar no cinema, Leonardo Rossi Lazzari avisa à reportagem: “Esperem um pouco, vou fazer um aquecimento vocal e já volto”. Ele precisa preparar a voz para narrar toda a audiodescrição do filme “Melancolia”, de Lars von Trier. O longa de 136 minutos é um dos títulos  exibidos no Festival Melhores Filmes 2011, no CineSESC, que acontece até dia 29 de abril. Todas as sessões exibidas durante o período são acessíveis a deficientes visuais e auditivos.
Isto só é possível graças ao trabalho da Iguale, empresa fundada por Maurício Santana no fim de 2007. Ele conversava com um amigo que trabalhava na elaboração de legendas para deficientes auditivos (closed caption) na televisão. “Perguntei a ele se existia alguma ferramenta para que os deficientes visuais assistissem aos programas”, conta Santana. Ainda não era feito nada assim no Brasil, mas o empresário descobriu que já existiam empresas de audiodescrição em países como Espanha, Inglaterra e Estados Unidos.
Para assistir a um filme com audiodescrição, é preciso retirar na entrada do cinema fones de ouvido com receptor sem fio, semelhantes aos usados em eventos com tradução simultânea. O deficiente visual pode, então, perceber mais detalhes da obra. “Os diálogos podem ajudar na compreensão da história, mas há detalhes que passam despercebidos”, diz Santana. As primeiras cenas de Melancolia, por exemplo, são compostas apenas de imagens e música. A única voz ouvida é a do audiodescritor. Este é o trecho inicial do filme:
Tela escura. Aos poucos surge em primeiro plano, a imagem fechada do rosto de uma mulher jovem, de cabelos loiros, curtos e lisos. A cena em câmera lenta mostra-a abrindo os olhos. Ela tem o rosto sutilmente arredondado, lábios finos, olhos um pouco puxados e nariz reto, porém levemente abaulado na ponta. / Ao fundo as nuvens do céu são suavemente alaranjadas, de onde começam a cair mortas, algumas aves de rapina. / A imagem abre em plano geral de um enorme jardim gramado de frente para o mar. Ele é cercado nas laterais por pequenos pinheiros, alinhados longitudinalmente. Em primeiro plano há um grande relógio de Sol, com a base de pedra e o ponteiro de metal. Ao fundo a mulher gira uma criança pelos braços. O local parece estar em uma montanha, pois é cercado por floresta e rochas. / Imagem do quadro “Os caçadores na neve” de Pieter Bruegel. A pintura mostra uma cena de inverno no qual três caçadores cansados estão voltando de uma expedição mal sucedida, acompanhados pelos seus cães. A impressão visual do todo é de um dia frio e nublado. De repente, ainda em câmera lenta, surgem pequenas manchas negras sobre a tela, e a pintura começa a queimar.
Além da descrição visual das cenas, os filmes estrangeiros utilizam uma estratégia chamada voice over, que é uma espécie de leitura interpretada das legendas. Não é dublagem, já que é feita ao vivo e por apenas uma pessoa, que tem que acentuar a voz de maneira diferente para cada personagem. Por este motivo, todos os narradores da Iguale são atores. “A pessoa precisa saber quando mudar a entonação, quando falar mais lentamente”, afirma Santana.

Cena do filme Melancolia, de Lars von Trier
O fundador da Iguale explica por que a audiodescrição tem que ser feita ao vivo. “Queremos manter a maior sincronização possível com o filme”, afirma. “Os cinemas brasileiros ainda não são digitais, cada filme é projetado em uma velocidade diferente, o que pode comprometer o trabalho”. A presença de narradores no momento de exibição, de acordo com Santana, permite um encaixe melhor entre as falar e a ação na tela.
Leonardo Lazzari também participa da equipe que compõe roteiros de audiodescrição. Antes de elaborar o trabalho, eles precisam estudar a obra e escolher aspectos que devem ser ressaltados para a compreensão do deficiente visual. “Melancolia, por exemplo, é um filme com muito simbolismo”, afirma Lazzari. “Se não tivéssemos feito um trabalho de pesquisa, não poderíamos passar aos espectadores todas as referências a obras de arte feitas por Lars von Trier”. Para adaptar totalmente a obra cinematográfica à audiodescrição, foram investidas cerca de 30 horas de trabalho.
A sala da qual Lazzari narra o filme é semelhante às usadas em eventos que contam com tradução simultânea. Ao lado de uma mesa de som, ficam garrafas d’água sem gelo,  que são esvaziadas durante a exibição da obra. O cubículo fica em meio ao bar da parte dos fundos do CineSESC. Os visitantes não estranham a instalação, já que é o terceiro ano com audiodescrição no festival.
Para o narrador, o número de visitantes com deficiência visual tem aumentado ano a ano. “Eles costumam dizer que é a única época do ano em que podem ir ao cinema”, conta Lazzari. “Para nós, é muito bom ouvir este tipo de coisa”.
Além da audiodescrição, as sessões do festival têm uma opção para os deficientes auditivos. Em uma tela menor, abaixo da em que o filme é projetado, é exibida uma legenda no estilo closed caption. Uma pessoa, sentada na primeira fila, controla o momento em que as palavras serão exibidas. Grupos e instituições que desejarem conhecer o evento podem entrar em contato com o cinema para requisitar uma van de acesso ao local ou um pessoal de apoio para o trajeto do metrô Consolação até o CineSESC.
Serviço:
Festival SESC Melhores Filmes 2011
Até  29/4
CineSESC – R. Augusta, 2.075, Jardins, 3087-0500
Programação em www.sesc