quinta-feira, 15 de março de 2012

Projeto 21




O Projeto 21 visa incluir a pessoa com síndrome de Down na sociedade, através da fotografia. Vem, desde 2010, mostrando as pessoas com síndrome de Down de uma maneira única, verdadeira e especial!
Mais do que usar a fotografia como inclusão, procuro entender a visão das pessoas com SD e suas famílias e captar a personalidade de cada uma. Assim a cada sessão não mostro a síndrome de Down, mostro uma pessoa, da maneira que ela realmente é, como quer ser mostrada. Portanto mais do que um projeto inclusivo, o Projeto 21 procura ser a voz da pessoa com síndrome de Down e seus familiares perante a sociedade.

Saiba mais sobre o Projeto 21 através do site:http://projeto21.org/Sobre.html



quarta-feira, 14 de março de 2012

IRMÃOS DE DEFICIENTES A força da união !



DO FACEBOOK

Historias de superação

MP brasileiro ganha norma de acessibilidade


 



O Plenário do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) aprovou, nesta terça-feira, 31 de janeiro, resolução que regulamenta a adequação de edifícios e serviços do MP às normas de acessibilidade. Com a decisão, cada unidade do MP brasileiro deverá oferecer atendimento prioritário e tratamento diferenciado às pessoas com deficiência, além de idosos, gestantes e lactantes. A resolução é de autoria do conselheiro Luiz Moreira e foi aprovada por unanimidade, com pequenas alterações no texto original.
A nova resolução cria a Comissão Provisória de Acessibilidade no CNMP, cujo presidente, eleito por unanimidade, será o conselheiro Luiz Moreira. A comissão terá como objetivo traçar metas e fiscalizar o seu cumprimento, assim como adotar estratégias de articulação com entidades públicas e privadas para melhor atender às pessoas com deficiência.
A norma prevê ainda providências de inclusão, como o oferecimento de assentos preferenciais, mobiliário adequado e sinalização sonora. Além disso, todas as sedes deverão garantir pelo menos um dos acessos ao interior do edifício livre de barreiras ou obstáculos, além de banheiros e elevadores adaptados. A resolução estabelece prazos para os MPs se adequarem às exigências.
Fonte: CNMP

terça-feira, 13 de março de 2012

por favor com licenca muito obrigado e desculpa.wmv

Curitiba cadastra pessoas com deficiências Projeto tem por objetivo mapear o perfil destas pessoas e apresentar políticas públicas específicas


Quem é você. Esse é o nome do projeto criado pela Secretaria Especial Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência a fim de mapear as pessoas com deficiência na Capital e, indiretamente, às que estão na Região Metropolitana, mas estudam, trabalham ou tem acesso permanente a Curitiba. De acordo com o secretário Irajá de Brito Vaz, cerca de seis mil pessoas já foram caastradas desde outubro do ano passado, quando começou o programa.
“O objetivo é saber quantos deficientes temos na cidade, quais as áreas, qual escolaridade, trabalho. Se estão inseridos em atividades terapêuticas, quem faz tratamento para seu caso, se recebem benefícios garantido por lei”, enumerou Irajá. No entanto, o secretário diz que o mais importante no projeto é promover a “qualidade de vida” para a pessoa com deficiência, a partir de um mapa que trace o perfil real do deficiente.

Apesar da iniciativa tida como pioneira pela Secretaria, Rio de Janeiro, São Paulo, Manaus e Piauí já tem programas estaduais com esse tipo de monitoramento. Curitiba seria então o quarto município com um cadastramento dessa natureza, segundo a Secretaria. Uma das metas é traçar ações específicas por zona, ou seja, apontar áreas que necessitem de melhor acessibilidade ao deficiente, vagas em escolas, terapias de reabilitação entre uma série de atividades que contribuam para a socialização da pessoa com deficiência.
“A previsão é de que esse mapeamento pelo Quem é Você seja de três a cinco anos”, analisou Irajá. O trabalho também visa unificar ações e eventos para o programa. “Geralmente as ações são dispersas e sem alcance. Há direitos assegurados para a pessoa com deficiência e os projetos precisam de prazos para acontecer”.
O Instituto Curitiba de Informática é responsável pelo formulário do Quem é você, que cataloga informações pessoais, dados específicos referentes aos direitos e necessidades dos deficientes. O sistema permite que a busca seja feita de vários modos: sexo, idade, econômico, região e demais ferramentas. O cadastramento é realizado em eventos, escolas e a meta é estender para unidades de saúde. Também pode ser preenchido formulário na própria Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência, na Rua Engenheiros Rebouças, 875, no Jardim Botânico ou pelo telefone (41) 3262-1314/3363-5236.

Relação Professor Aluno ( Paulo Freire).

segunda-feira, 12 de março de 2012

Me olho frequentemente no espelho e pergunto a mim mesma: Que pessoa vejo aqui?

Acessem a fonte deste post: http://donadecasa-online.blogspot.com/2012/02/me-olho-frequentemente-no-espelho-e.html?showComment=1331606829777#c560890992778653781 


A coragem,a sensibilidade ,a busca de si mesma,uma dona de casa INCLUINDO-SE no UNIVERSO VIRTUAL!!!



Meu carinho e meu amor pela vida coloco em frente a tudo que vou fazer, desde uma simples imagem para alguém que quero bem, a uma atitude necessária a quem quero mais que bem, quero perfeitamente bem. Não compartilho tristezas, compartilho possibilidades, compartilho a opção de um novo caminho. 
Abandonar ideias que não servem mais, é natural. O que não é natural e a insistência em preservar ideias que causam sempre as mesmas reações e atitudes. Se "pra frente é que se anda", então vamos olhar além. 
Pode ser que o caminho te traga desespero, pode ser que você não chegue onde pretendia, mas pode ser também que você fique bem. Mas ficar com medo de seguir, continuar a insistir na velha ideia, sabendo que dia a dia você vai parar na mesma situação, acaba que a cada fim de história você toma atitudes diferentes, as reações as suas atitudes ficam cada vez mais impróprias, intoleráveis até mesmo pra você.
Me olho frequentemente no espelho e pergunto a mim mesma: Que pessoa vejo aqui?
Por ter certeza da minha identidade, do tipo de pessoa que sou, das habilidades que tenho, do motivo das escolhas que fiz até hoje, EU abandono as velhas ideias. 
As ideias que não me servem mais, as que me fazem parar e ter medo, as que não me permitem olhar além.  
Todas elas, estão anuladas em meus pensamentos. 
Estou seguindo em frente.

Somos bons?


Imagem de Destaque

Da Canção Nova


Gente boa que não esquecemos
Não poucas vezes, dizemos que é boa uma pessoa que é somente “bonachona”, isto é, que tem bons sentimentos, nunca briga, cede a tudo, é condescendente conosco até em coisas que nos fazem mal…, mas não nos faz nenhum bem profundo e construtivo.

Bom, de verdade, é somente aquele que nos faz bem. E o bem é, acima de tudo, o valor moral e espiritual de uma pessoa. Portanto, bom mesmo é somente aquele que nos ajuda a ser melhores.

Quando já vivemos um bom pedaço da vida e olhamos para trás, contemplamos um vasto panorama de vicissitudes diversas, de erros e acertos, de perigos que nos ameaçaram, de dúvidas que nos paralisaram, de alegrias e tristezas. Mas, no meio dessas lembranças, todos nós podemos ver brilhar uns pontos de luz que jamais esqueceremos: pessoas que, no momento em que mais precisávamos, nos fizeram bem: “Fulano - dizemos - ajudou-me muito”, “significou muito para mim”; “graças à Sicrana, consegui superar um problema grave (ou uma crise ou um estado de ânimo) que me poderia ter arrasado”…

Mesmo sem darmos por isso e sem dizê-lo explicitamente, estamos falando de pessoas “verdadeiramente boas”. Inconscientemente, possuímos a convicção de que foram bons, para nós, aqueles que nos despertaram para ideais mais nobres, que nos deram a mão para nos levar a encontrar um sentido mais alto da vida, que iluminaram as nossas escuridões interiores fazendo-nos compreender aquilo por que vale a pena viver.

Em suma, foram “bons” os que nos elevaram a um maior nível de dignidade moral e nos ajudaram a ser melhores, mesmo que para isso tivessem precisado, em algum momento, de nos fazer sofrer. Contribuíram para que descobríssemos e abraçássemos o bem, e não se contentaram com o deixar que nos “sentíssemos bem”…

Se, para tanto, foi necessário que nos aplicassem uma enérgica e paciente “cirurgia”, não duvidaram em fazê-la, mesmo sabendo que, de início, não os compreenderíamos. Souberam ter a coragem – pensemos, por exemplo, nos pais e educadores – de dizer-nos serenamente “não” e de manter essa posição em defesa do nosso bem, ainda que nós a interpretássemos como teimosia prepotente e irracional. Passado o tempo, compreendemos e agradecemos o que essa energia amorosa significou para nós.

O pessoa boa recusa-se a tomar como princípio de comportamento o infeliz ditado segundo o qual “aquele que diz as verdades perde as amizades”. Pratica a lealdade sincera quando o nosso bem está em jogo. Certamente, não confunde a sinceridade com a franqueza rude, que se limita a nos lançar no rosto os nossos erros e defeitos em tom áspero e acusatório. Mas arrisca-se de bom grado a ser incompreendida, a ser tachada de pessoa moralista e intrometida, quando percebe que precisa nos falar clara e caridosamente, mas sem ambiguidades, e não hesita em praticar aquela excelente obra de misericórdia que consiste em “corrigir o que erra”, a fim de levar-nos a encontrar a retidão do caminho moral.

Calar-se, deixando o barco correr e afundar-se é, sem dúvida, mais cômodo. Alhear-se, ou até mostrar-se conivente com os erros alheios, atrai benevolências e simpatias. Mas é uma forma covarde de omissão e uma triste colaboração com o mal.

Assista: "O amor cobre uma multidão de pecados" com Márcio Mendes


Traços da bondade
Pessoa boa é, pois, aquela que exerce sobre nós uma influência benfazeja, uma influência que tem como efeito nos elevar, ajudar-nos a alcançar uma maior altura moral.

Por isso, a mulher ou o homem bons têm, principalmente, uma qualidade: o dom de despertar-nos do sono espiritual, da letargia moral, da mediocridade e da acomodação. São pessoas que nos impelem a “olhar para cima” e nos ajudam - sobretudo com o seu exemplo - a ver a bondade como uma meta acessível.

O ambiente que nos cerca leva-nos facilmente a ser medíocres. Os idealistas são poucos, e não raro parecem ingênuos ou tolos se os compararmos com muitos dos que vemos triunfar ou, pelo menos, singrar na vida: os egoístas, os espertos e os aproveitadores. Com efeito, aspirar a pautar a vida pela honestidade, pela fidelidade, pelo mérito, pelo desprendimento ou pela sinceridade - para falar apenas de algumas facetas do ideal moral - pode ser algo de muito belo na teoria, mas dá a impressão de ser muito pouco prático, pouco eficaz na luta pela vida. Na “selva” do mundo, o “bom” parece ser “bobo”.

Daí que, lá no fundo, muitos prefiram ser “como todo o mundo”. E se um idealismo maior lhes bate às portas da alma, afastam-no com desconfiança: não vamos complicar a vida - dizem -, não vamos ser tolos, é mais garantido ficar na “média”, como todos fazem; os Ícaros que pretendem voar muito alto com asas de cera acabam despencando no chão.

Até que, numa hora qualquer da vida, deparamos com uma mulher boa, com um homem bom. O primeiro choque que experimentamos ao tomar contato com essa pessoa é o desconcerto. Começamos a vislumbrar nela algo de inexplicável - pois foge aos padrões habituais – e, ao mesmo tempo, algo de estranhamente atraente.

Percebemos que é alguém que pensa de maneira diferente, vive de maneira diferente. Acredita em valores mais elevados, abraça-os com serena convicção e não vacila em pautar por eles a sua vida. Prescinde tranquilamente do que a maioria considera imprescindível para ser feliz: o egoísmo interesseiro, o comodismo, o culto do prazer e do bem-estar, o jogo de pequenos e grandes enganos para obter vantagens… Abraça com firmeza a honestidade, a dedicação desinteressada, o sacrifício, o amor serviçal, a renúncia voluntária, para fazer felizes os outros… Parece estar a um milímetro da utopia, da loucura ou da estupidez. E, no entanto, deixa-nos a impressão indestrutível de ser infinitamente mais alegre, mais realizado e vitalmente mais rico do que a massa anódina sobre a qual, mesmo sem o pretender, ele - ou ela - se eleva. Neles há como que um reflexo de Deus.

É por isso que o homem bom nos obriga a olhar “para cima” e também “por cima” dos nossos esquemas mentais e das nossas opções rotineiras. É como que uma bandeira que incita a entrar por caminhos novos, caminhos que lá no fundo da alma nós desejaríamos trilhar para curar o coração cansado de sábias espertezas e de prudentes mediocridades. E, com o seu exemplo, vem dizer-nos que esses caminhos são possíveis, ao passo que nos mostra o roteiro a seguir.

E é assim que a limpa autenticidade do homem bom faz-nos descobrir o norte, o verdadeiro norte da vida, e para ele nos atrai. Dele irradia, sem palavras, um apelo que nos sugere: vale a pena viver assim e é possível viver assim; se, com o auxílio de Deus, nós o conseguíssemos - livrando-nos de ser engolidos pelo que “todo o mundo faz” -, alcançaríamos a plenitude da paz e da felicidade que sempre almejamos e nunca, até agora, conseguimos conquistar.


(Adaptação de um trecho do livro "O homem bom" de padre Francisco Faus)

Padre Francisco Faus
http://www.padrefaus.org/


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