segunda-feira, 28 de novembro de 2011
A Arte de Compreender
Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos: Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas? Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles. Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado? questionou novamente o pensador. Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo. E o mestre volta a perguntar: Então não é possível falar-lhe em voz baixa? Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu: Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas? Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam siquer sussurrar, apenas se olham, e basta. Seus corações se entendem. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas. Por fim, o pensador conclui, dizendo: Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais.
O eu tem falado tão alto ultimamente que o homem esquece-se da sua dependência do Criador. O caminhar consigo mesmo e confiar somente em si pode conduzir a muitos lugares, menos à cruz de Cristo e ao plano de salvação. Se Deus me deu um dom, esse dom a Ele pertence, não posso, de maneira alguma sentir-me orgulhosa de mim. O que me é dado pode me ser retirado. É preciso inclinarmos a cabeça muitas vezes se quisermos nos encontrar com Deus. Ele está bem mais perto do nosso coração e da nossa alma que da nossa cabeça. Ele vê nossas fraquezas e segura nossa mão, Ele é a força da qual precisamos a cada dia, a fonte da qual devemos beber, o maná que deve nos sustentar. Nas lutas diárias da vida,lembre-se de que tudo tem um tempo próprio para realizar-se!
Que Deus te cubra de bençãos e te encha de amor que é o mais precioso tesouro.
Fonte: Refúgio em Deus
domingo, 27 de novembro de 2011
|
sábado, 26 de novembro de 2011
Mude se for preciso!
"Mude as atitudes. Mude as escolhas. Mude a postura! Enfim, resolva seus problemas e pare de adiá-los por conta do outro.
Pare de justificar sua indignação e sua insatisfação através das atitudes do outro. Não está bom
Vá embora!
Não quer ir?
Então, querido, arregace as mangas, lance mão da sua força, do seu amor e da sua vontade de fazer dar certo e comece tudo outra vez.
Afinal de contas, a vida é isso: um constante recomeço... especialmente quando o que pode renascer é o amor!"
[ Rosana Braga ]
Fonte: Baú de idéias
Miguel Nicolelis explica por que é tão difícil fazer ciência no Brasil
O cientista brasileiro Miguel Nicolelis será palestrante no evento em comemoração de 10 anos do ITS BRASIL no próximo dia 26 de novembro.
Confirme sua presença pelo E-mail:its@itsbrasil.org.br
Leia abaixo a entrevista de Miguel Nicolelis dada a revista Carta Capital:
Miguel Nicolelis explica por que é tão difícil fazer ciência no Brasil
Otimista, Miguel Nicolelis falou ao site de CartaCapital sobre as grandes mudanças que a academia brasileira terá que fazer para tornar o País uma referência na ciência mundial.
O homem de expressão grave que recebe a reportagem de CartaCapital no saguão de um hotel em São Paulo tem muito a dizer sobre a ciência no Brasil. Aos 50 anos, Miguel Nicolelis já foi considerado um dos 20 maiores cientistas do mundo pela revista Scientific American, uma gigante na área. Devemos ouvir falar bastante nele nos próximos anos. É de Nicolelis o projeto de interface entre cérebro e computador mais próximo de fazer um ser humano paraplégico voltar a andar, o que ele pretende fazer até a Copa do Mundo de 2014, no Brasil.
A história desse paulistano do Bixiga mostra que ele não veio ao mundo a passeio. Após se tornar um aluno-prodígio de graduação e doutorado na Faculdade de Medicina da USP, nos anos 1980, brigou com professores da instituição que, no seu entender, faziam parte de uma estrutura arcaica e nociva ao desenvolvimento científico. “Exilado” na Filadélfia, deu prosseguimento a uma carreira brilhante que culminou como chefe de laboratório da Universidade de Duke, na Carolina do Norte, e do Instituto de Neurociências de Natal (RN), o IINN-ELS.
A criação do instituto potiguar é um capítulo à parte de sua carreira. Mais que um projeto profissional, faz parte de um ideal pessoal de Nicolelis, que sonha em produzir conhecimento científico aliado ao desenvolvimento social de uma região carente – o IINN está numa região bastante pobre da capital potiguar e preza o envolvimento de toda a comunidade.
CartaCapitalprocurou o maior cientista brasileiro para entender por que é tão difícil produzir ciência no Brasil. Somos vistos como um gigante emergente econômico lá fora, mas estamos aptos a nos tornarmos também um produtor de conhecimento científico? É um passo fundamental para o Brasil passar da classificação “emergente” para “desenvolvido”. Quais são os grandes gargalos da universidade brasileira para isso?
Dois são os motivos que tornaram Nicolelis apto a responder estas questões, talvez melhor que ninguém no País. Primeiro, é um cientista bem sucedido que passou pela experiência acadêmica no Brasil e nos Estados Unidos, este último reconhecido como o grande exemplo na área. Segundo, é integrante da Comissão do Futuro, um braço do Ministério da Ciência e Tecnologia que está mapeando a nossa vida acadêmica para torná-la dinâmica e palatável ao cientista.
Ao receber o repórter, Miguel Nicolelis sentou-se num sofá, pediu uma limonada e concentrou ouvidos e olhos, estes verdes como as cores do clube pelo qual é fanático torcedor, o Palmeiras, para responder didaticamente cada uma das perguntas. O resultado você lê nas páginas abaixo.
Miguel Nicolelis: ‘Einstein não seria considerado pesquisador top no CNPq’
Miguel Nicolelis, continuação: ‘O pesquisador precisa só pesquisar, não ser professor ou administrador’
Miguel Nicolelis, continuação: ‘O pesquisador precisa só pesquisar, não ser professor ou administrador’
Fonte:
Carta Capitalsexta-feira, 25 de novembro de 2011
Veja o link Curitiba discutindo Inclusão sob vários aspectos!
Encontro discute soluções de tecnologia para pessoas com
O encontro terminou hoje em Curitiba. Para ver toda a programação e participar é só se inscrever no site www.cpce.org.br
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1708340-7823-
Assinar:
Postagens (Atom)




