segunda-feira, 24 de junho de 2013

INFORMAÇÃO IMPORTANTE!!!!Nota a respeito do PASSE LIVRE Intermunicipal do Paraná

INFORMAÇÃO IMPORTANTE
Terá direito ao PASSE LIVRE Intermunicipal do Paraná as pessoas com deficiência e patologias crônicas, com renda per capita familiar de até 1 salário e meio (referência - salário mínimo nacional).

Além dos formulários disponíveis abaixo, o solicitante do PASSE LIVRE, deverá nos enviar também a seguinte documentação: RG, CPF, Comprovante de Renda e Residência, e 1 foto 3x4.

Nosso endereço: 
DEPARTAMENTO DE DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA - DEDIHC 
Palácio das Araucárias - Rua Jacy Loureiro de Campos S/N – Térreo ALA C
80530-915 Curitiba - PR
Fone: (41) 3221-7217 ou 3221-7252
E-mail: passelivre@seju.pr.gov.br

Nota a respeito do PASSE LIVRE Intermunicipal do Paraná: Por decisão do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência (COEDE) fica estabelecido que a partir do dia 20 de dezembro de 2010 receberemos os requerimentos de Passe Livre SOMENTE POR CORRESPONDÊNCIA.


Baixe aqui os formulários:

 

Legislação que normatiza a concessão do Passe Livre

  • LEI 11911/1997 - Assegura, conforme especifica, transporte gratuito em linhas de transporte intermunicipal, aos portadores de deficiência, quando estiverem se submetendo a processo de reabilitação e/ou de capacitação profissional.

  • LEI 13120/2001 - Assegura, conforme especifica, transporte intermunicipal, aos portadores de deficiência, quando estiverem se submetendo a processo de reabilitação e/ou de capacitação profissional.
  • LEI 15051/2006 - Modifica a Lei nº 11.911, de 01 de dezembro de 1997, e dá outras providências. (Transporte gratuito aos portadores de deficiências).
  • LEI 15423/2007 - Altera a redação da Lei nº 11.911/97, que assegura transporte gratuito em linhas de transporte intermunicipal, aos portadores de deficiência, quando estiverem se submetendo a processo de reabilitação e/ou capacitação profissional.
  • DECRETO N° 4742/2009 - Regulamenta a Lei nº 11.911/97, com as alterações das Leis nº 13.120/2001 e nº 15.051/2006, que assegura transporte gratuito nas linhas comuns do transporte intermunicipal de passageiros aos portadores de deficiência comprovadamente carentes.
  • DECRETO N° 6179/2010 - Altera o Art. 3º do Decreto nº 4.742, de 15/05/2009, que regulamentou a Lei nº 11.911/1997, com as alterações das Leis nº 13.120/2001 e nº 15.051/2006, acrescido de parágrafo único, SETR, SESA e SEJU.
  • Deliberação Conjunta/ 2010 - CEAS/COEDE/PR - Dispõe sobre a concessão de transporte gratuito nas linhas de ônibus intermunicipal de passageiros com deficiência e/ou patologias crônicas. 
  • Resolução SESA 0246/2010 - Concessão de isenção do pagamento de transporte intermunicipal e integrado de transporte coletivo de regiões metropolitanas à pessoa com deficiência.

 

Relação de carteirinhas do Passe Livre devolvidas pelo DER - PROCURE AQUI



sábado, 22 de junho de 2013

Internado há mais de 40 anos, paciente cria série de animação dentro do hospita

Paulo Henrique Machado deitado na cama do hospital, ao lado do computador de onde criou toda a sua animação

Paas Clínicas, em São Paulo, Paulo Henrique Machado, 45, decidiu transformar suas aventuras em uma animação 3D.



Voltada para o público infantil, a série de desenhos ”As Aventuras de Léca e Seus Amigulo Henrique Machado deitado na cama do hospital, ao lado do computador de onde criou toda a sua animação



Vítima de paralisia infantil e morando há mais de 40 anos em uma UTI do Hospital dos” mostra a infância de sete crianças com deficiência física. Léca, melhor amiga de Paulo, mora na cama ao lado. É Eliana Zagui, também vítima da pólio e autora do livro “Pulmão de Aço – uma vida no maior hospital do Brasil” (Belaletra Editora, R$ 36).



Para sair do papel, o projeto tenta um financiamento coletivo por meio do sitehttp://catarse.me/pt/leca. Serão necessários conseguir R$ 120 mil para a produção.

Leia abaixo o depoimento dele:



Minha mãe morreu dois dias depois que eu nasci. Com um ano e meio, tive paralisia infantil. Vim para o Hospital das Clínicas sem movimento nas pernas e, com o tempo, a paralisia atingiu também meu sistema respiratório. Desde então, dependo do aparelho de respiração artificial para continuar vivo.



Aqui no hospital, aprendi a ler e a escrever. Conclui o ensino médio e fiz vários outros cursos de informática e na área de softwares. Lembro-me de quando era pivete, podia andar de cadeira de rodas pelo hospital e visitar meus amigos em outros quartos. Líamos historinhas infantis uns para os outros.



Minha capacidade de respiração foi piorando e eu já não podia mais sair da cama. Eu e mais seis amigos, todos com paralisia infantil, fomos transferidos para um quarto [só ele e Eliana Zagui sobreviveram]. Era uma gangue.



Eu e a Tânia éramos os líderes e discutíamos muito. O principal motivo era a televisão. Havia dois aparelhos e a gente ficava competindo pelo volume, pelos programas. Os meninos queriam futebol, as meninas, novela.

PIPAS PELA JANELA
Apesar de estarmos presos às camas, a gente inventava brincadeiras que estimulavam a imaginação. Eu, o Pedro e o Anderson tínhamos movimentação nos braços [as meninas não tinham] e fazíamos pipas para brincar e para vender. O Anderson conseguia soltar da janela do quarto.



Era engraçado porque não ventava o suficiente. Quando a pipa estava quase subindo, caía. Era muita pipa perdida. Enganchavam nas árvores, ou eram pegas pelos meninos que já ficavam perto do hospital à espera delas. Sempre machucava a mão afiando o bambu com canivete.



Aqui no hospital tive muita oportunidade de fazer coisas que qualquer outra criança podia fazer lá fora, como armar arapucas para pegar passarinho no fundo do terraço. A diferença é aqui a gente só pegava pomba.



Um dia encontrei um gafanhoto e o amarrei com barbante. Fazia de conta que eu era o Pinóquio e ele o grilo falante. Também ganhava “presentes” dos funcionários.



Uma atendente me deu uns tatus-bolas. Outro médico que trabalhava aqui, o doutor Giovani, que eu chamava de pai [Paulo tem pai, mas que raramente o visita], me trouxe duas pererecas, aquelas que dão em rio. Eu tentava pegar, e elas pulavam. Foi aquela histeria generalizada na UTI.



Em 1992, pensei o que poderia ter para produzir, criar alguma coisa. Foi quando escrevi uma carta para uma empresa pedindo a doação de um computador. Comecei a estudar informática sozinho. Era um modelo MSX, bem limitado. Em 1994, ganhei meu primeiro PC.



No início, era aterrorizador, eu vivia quebrando o computador. A coisa melhorou depois que o hospital deixou os técnicos de informática à disposição para me ajudar. Hoje eu monto computadores. Tenho meu segundo PC montado.



A partir de 2004, lutei, também sozinho, para me profissionalizar na área de 3D. Em 2011, achei que eu precisava de um curso para trabalhar com computação gráfica. Fui atrás do Senac, e o professor veio até o hospital.



Desde então, comecei a alimentar a esperança de um dia me envolver profissionalmente com a sétima arte. Adoro cinema, meu ídolo é Charles Chaplin (1889-1977).
histórias



Foi aí que pensei numa animação com deficientes físicos. Mas não sabia se isso despertaria o interesse das pessoas. Foi então vendo as animações com personagens deficientes feitas por um estúdio britânico de que eu gosto [Aardman Animations, especializado em animações stop-motion], que fez a “Fuga das Galinhas”, que pensei estar no caminho certo.



Pensei que as minhas aventuras e dos meus amigos aqui dentro do hospital já dariam um bom roteiro para uma série animada. Ao colocar as histórias das nossas vidas, minha ideia é que as crianças possam assistir e aprender que o deficiente, numa cadeira de rodas, não é tão diferente assim. As histórias também contam sobre passeios que fiz ao Playcenter, ao circo, por exemplo.



Já roteirizei cinco histórias. Meu objetivo é finalizar a primeira temporada com 13 roteiros. Cada episódio tem 12 minutos. Se o vento continuar soprando, outras temporadas virão. E se as pessoas gostarem, nada impede que um dia vire um longa metragem.



A ideia com o Catarse é que as pessoas compartilhem ideias sobre o projeto e deem uma força. Uma árvore para crescer precisa ser regada. A árvore em questão não é de uma só pessoa. A ideia foi minha, mas o projeto da animação pertence a todos.



Fonte: Folha de S.Paulo

Fisioterapeutas: REABILITAÇÃO NÃO É LUXO É NECESSIDADE!!!!


MR Fisioterapia

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Cadeirante é multado três vezes por estacionar em vaga de deficiênte

Mesmo com licença, escritor já foi autuado três vezes por estacionar em área para deficiente
O escritor Marcelo Rubens Paiva, de 54 anos, autor de livros como "Feliz Ano Velho" e "Malu de Bicicleta", decidiu escrever sobre o trânsito de São Paulo. Dessa vez, no entanto, abriu mão de seus atributos de ficcionista. Tratou, sim, da realidade de um cadeirante nas ruas da capital paulista. Multado três vezes por estacionar o carro em vagas para pessoas com deficiência, ele se intrigou, já que sempre exibiu a licença para portadores de necessidades especiais.
Revoltado com a situação, o romancista (que também assina uma coluna no Estado) publicou um desabafo em seu blog, hospedado no portal estadão.com.br, em um texto intitulado "Bullying municipal". "Estranhamente, comecei a ser multado, mesmo tendo a licença. Não foi uma. Foram três vezes. Em vagas que me são familiares. Sim, nos horários em que parei. As placas dos carros que uso estão corretas. Os carros estão no meu nome. A licença, tirada na Prefeitura, idem. Estou lá cadastrado. Não checaram."
Na última autuação, datada de fevereiro e testemunhada por ele, parece ter descoberto o que vem acontecendo. Depois de parar o carro na altura do número 709 da Alameda Tietê, nos Jardins, na zona sul, em uma vaga indicada para deficientes, passou pela rua uma viatura da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Rubens Paiva estava na calçada do Bar Balcão, conversando com amigos. Reparou no veículo oficial, dentro do qual um marronzinho olhava para seu carro.

"Acenei para o guardinha e falei: 'Opa, o carro é meu e a licença está no para-brisa.' Dei um tchau e ele foi embora. Mas depois chegou essa multa", disse ontem à reportagem, por telefone. O incômodo do escritor é principalmente pelo fato de o agente de trânsito não ter descido da viatura para checar se o documento que o permite estacionar ali de fato estava à mostra. "Estão fiscalizando uma coisa de forma errada e punindo quem está certo."

Ironicamente, Rubens Paiva foi a primeira pessoa de São Paulo a receber a licença que autoriza deixar o carro em espaços dedicados a portadores de deficiência,  ainda na gestão Paulo Maluf (1993-97). Foi ele quem incentivou a Prefeitura a criar esse mecanismo de estacionamento, inspirado no que viu nos Estados Unidos. Chegou a participar da solenidade da entrega das vagas pioneiras para deficientes, na Praça Benedito Calixto, em Pinheiros, na zona oeste, que já não existem mais.
O incômodo é principalmente pelo fato de o agente não ter descido da viatura para checar se o documento estava à mostra. "Estão fiscalizando de forma errada e punindo quem está certo."
O autor recorreu, enviando fotos do carro com a licença, mas, há poucos dias, recebeu a resposta do Departamento de Operação do Sistema Viário (DSV): seu pedido de revisão da multa foi rejeitado. A infração custa R$ 53,20, além de três pontos na carteira.
"Os guardinhas não saem do carro para ver a licença. Acham que ninguém tem, que todo mundo para por malandragem." A Secretaria Municipal dos Transportes informou que "o condutor não portava o cartão Defis em área visível no carro". E que o recurso não era "uma defesa baseada em formalidades do auto de infração".
A cidade tem 786 vagas para pessoas com deficiência nas ruas. Em 2012, segundo a CET, foram lavradas 8.028 autuações para quem as usou irregularmente. Mas, ao menos uma dessas multas (a primeira infração para Rubens Paiva foi registrada em dezembro) pode ter sido anotada por engano.
- See more at: http://cantinhodoscadeirantes.blogspot.com.br/2013/06/cadeirante-e-multado-tres-vezes-por.html#sthash.PIv66T7D.dpuf

quinta-feira, 20 de junho de 2013

A Menina do Cabelo Vermelho terá audiodescrição e Libras na adaptação para teatro

Com o objetivo de transmitir para crianças valores como o respeito às diferenças, a peça infantil "A Menina do Cabelo Vermelho", assinada pela Las Brujas Cia de Teatro, está em temporada até o dia 30 de junho. As apresentações acontecem no Teatro de Câmara Túlio Piva, em Porto Alegre. Este é o primeiro trabalho do grupo fundado em 2011 pela atriz catarinense Diana Manenti e pela atriz gaúcha Lolita Goldschmidt.
A Menina do Cabelo Vermelho
Lolita Goldschmidt, Diana Manenti e Denis Gosh em cena na peça (Foto: Renata Ibis/Divulgação)
Vencedor do Prêmio Myrian Muniz 2012, o projeto inclui ainda o lançamento do livro que deu origem à peça, escrito por Lolita, inspirada em suas experiências pela Europa, Ásia e América Latina, e ilustrado por Mônika Papescu.
A montagem está centrada em Filó, uma garota de cabelos vermelhos que gosta de imaginar muitas histórias. Diferente das outras crianças e sem amigos, ela se sente sozinha.
- A menina é interpretada pela Lolita, autora do livro, que trabalhou como comissária e acabou viajando em vários lugares. Com essas experiências, ela começou a escrever o livro e adaptamos para teatro - conta Diana.
Na peça, a menina utiliza a imaginação. Seu mundo gira em torno de objetos da casa, com os quais ela fala "pelos cotovelos" em seus devaneios. Até que um dia, brincando com sua pipa, Filó engata nos pensamentos e o vento sopra forte. Ela voa mundo afora, passando por vários países, onde se depara com pessoas, roupas e hábitos distintos.
- Nesse final de semana, percebemos que as crianças ficaram bem atentas e impressionadas com esse universo mágico. A peça emociona, tem brincadeiras, comédia e aborda a amizade - afirma.
Filó viaja e conhece pessoas novas (Foto: Renata
Ibis/Divulgação)
Para lidar com a temática da discriminação e do preconceito, a peça respeita a inteligência dos pequenos, e, inspirada nas histórias em quadrinhos, une diferentes linguagens. A direção é de Daniel Colin, um dos profissionais mais renomados e premiados do panorama artístico gaúcho da última década. Dividindo a cena com Diana e Lolita e Douglas Dias, ainda integra o elenco o ator e bailarino Denis Gosh.
A peça ainda será apresentada gratuitamente em escolas públicas do município, onde mil exemplares do livro "A Menina do Cabelo Vermelho" serão distribuídos.
- A ideia da doação a escolas públicas é que os alunos poderão assistir o espetáculo e os professores poderão complementar o trabalho em aula com os livros - diz.
O projeto também conta com sessões programadas com tradução simultânea em libras (voltada a estudantes com deficiência auditiva), e uma com audiodescrição (para crianças com deficiência visual) nas escolas. Estas iniciativas têm tudo a ver com a temática do espetáculo, que propõe uma reflexão sobre as diferenças entre as pessoas. A ideia é não só abrir a mente da gurizada, mas também promover inclusão.
SERVIÇO
Temporada: 15 a 30 de junho, aos sábados e domingos, sempre às 16h
Local: Teatro de Câmara Túlio Piva (Rua da República, 575 – Bairro Cidade Baixa)
Valor dos ingressos: R$ 20,00 (geral) e R$ 10,00 (estudantes, classe artística, idosos e professores)
Duração do espetáculo: 50 minutos.
Fonte: Patrola

segunda-feira, 17 de junho de 2013

TECNOLOGIA ASSISTIVA GRÁTIS: Aplicativo gratuito que traduz fala para Libras chega à plataforma Apple

Aplicativo gratuito que traduz a fala em Português para Libras
ganha versão para plataforma Apple e facilita comunicação entre surdos e ouvintes
Com mais de 15 mil downloads em smartphones e tables com sistema Android,
ProDeaf Móvel chega à plataforma iOS para atender aos usuários Apple
Publicado em  por 
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil conta com uma população de 10 milhões de surdos e, dentre estes, 2,7 milhões não conhecem a língua portuguesa e se comunicam apenas na Língua Brasileira de Sinais (Libras) – o segundo idioma oficial do país, utilizado por mais de 5 milhões de brasileiros.
Com o objetivo de eliminar a barreira de comunicação existente entre ouvintes e surdos, o ProDeaf acaba de lançar a versão iOS – compatível com smartphones e tablets Apple – do ProDeaf Móvel, o primeiro aplicativo capaz de traduzir a fala em Português para Libras.
Desenvolvido pela companhia pernambucana de mesmo nome, o projeto é fruto de um investimento de R$ 500 mil, feito pelo próprio ProDeaf – com financiamento do Sebrae e do CNPQ -, e patrocinado pelo Grupo Bradesco Seguros.
O aplicativo funciona de maneira simples, reconhecendo a voz do usuário e traduzindo a fala diretamente para Libras. Assim, com a ajuda de um personagem que faz os gestos na tela do celular ou tablet, o sistema se baseia em um dicionário com de cerca de 2.000 sinais – base que, em breve, será ampliada e também regionalizada.
De acordo com o CEO do ProDeaf, João Paulo Oliveira, a nova versão para o sistema operacional da Apple já está disponível aos usuários e pode ser baixada, gratuitamente, na App Store, no Google Play ou ainda no link  http://prodeaf.net/download. “Com este anúncio, já garantimos o uso do ProDeaf Móvel para usuários de smartphones e tablets baseados nos dois sistemas operacionais mais populares do merc ado”, diz o executivo, lembrando que a versão Android foi lançada em abril deste ano e já obteve 15 mil downloads.
Oliveira destaca que a oferta do ProDeaf Móvel para usuários de tablets atende a uma parcela importante da população. “Este é um mercado que não pode ser desconsiderado, pois o país já tem mais de 4 milhões de tablets em uso e, até o final deste ano, deveremos ter quase 6 milhões de equipamentos a mais, de acordo com a IDC”, lembra.
Desenvolvimento multidisciplinar
O desenvolvimento do ProDeaf Móvel levou dois anos e contou com a participação de 12 profissionais, incluindo designers, intérpretes, linguistas e programadores, liderados por Oliveira, junto a dois executivos da companhia, Flávio Almeida, Chief Operations Officer, e Amirton Chagas, Chief Technology Officer – que, além de comandar a área tecnológica, é surdo e conhece bem a importância do aplicativo.
O projeto ainda contou com a particip ação de colaboradores surdos das empresas do Grupo Bradesco Seguros. “A comunidade surda atuou bastante, nos fornecendo feedback para que chegássemos ao resultado atual”, explica Oliveira.
As duas versões do aplicativo (Android e iOS) podem ser baixadas gratuitamente no site da companhia, no link http://prodeaf.net/download, bem como na App Store e no Google Play. “Os custos operacionais da distribuição do aplicativo estão sendo subsidiados pelo Grupo Bradesco Seguros que, com isso, garante a entrega dessa inovadora tecnologia aos surdos, de forma gratuita”, ressalta Oliveira.
O objetivo do Grupo Bradesco Seguros em abraçar as causas de comunicação e acessibilidade, é ajudar surdos e ouvintes na interação. Um parente ou amigo pode usar o seu celular para transmitir uma mensagem que será compreendida pelo surdo. Além disso, o a plicativo também pode ser bem útil em  estabelecimentos comerciais e de serviços, em geral.
Segundo Oliveira, em alguns anos, o ProDeaf planeja publicar ferramentas que permitam a comunicação com surdos em duas vias, traduzindo português para Libras e Libras para português.
Sobre o ProDeaf
O ProDeaf um software inédito para tradução de conteúdo em Português para a Língua Brasileira de Sinais (Libras), segundo idioma oficial do país, utilizado por mais de 5 milhões de brasileiros. O ProDeaf é o projeto carro-chefe da empresa homônima, uma startup pernambucana que desenvolve soluções em tecnologia assistiva, com o foco na comunicação e integração social entre surdos e ouvintes.
Em linha com a missão da empresa, de permitir a quebra das barreiras de comunicação, o software apresenta soluções viáveis para o mercado corporativo e usuários finais, realizando a tradução de sites e ví deos para Libras, além de traduzir, através de aplicativos gratuitos, o som falado em Português para a língua de sinais, em tempo real.
Com operações em Recife (PE) e São Paulo, a empresa oferece ao mercado serviços diferenciados e orientados por qualidade, resultado e especialização. É uma startup acelerada da academia de inovação da Telefonica (Wayra) e parceira da Microsoft.

18 de junho: Dia do Orgulho Autista - melhor que seja todo dia


Tudo Bem Ser Diferente - Educação Inclusiva

sábado, 15 de junho de 2013

A OBADIN conta com sua ajuda!AJUDE-NOS A DIVULGAR

 Precisamos efetivar alguns serviços para os 

pacientes como: fisioterapia, fonoaudiologia e 

outros, para isso é necessário uma SEDE com espaço 

para esses atendimentos. 

OBADIN - Org. Bras. de Apoio aos Portadores de Disfunção Neuromuscular
CNPJ: 15.027.537/0001-12
Caixa Econômica Federal
Agência: 1482
Conta Corrente: 2366-2 (Operação: 003)

PROGREDIR É.....

Veja os sintomas de uma pessoa autista e aprenda a diagnosticar o quanto antes para o melhor tratamento


O principal passo para o tratamento de um autista é o diagnóstico precoce do problema. Quantos antes se descobrir, antes o tratamento começa. O autismo é determinado através de um amplo protocolo de avaliações de preferência multidisciplinares (neurologista, pediatra, psicóloga, fonoaudióloga dentre outros). É necessário também uma avaliação auditiva, análise bioquímica para erros inatos do metabolismo, exames de cariótipo, eletroencefalograma, ressonância magnética de crânio, além de outros.
Essa bateria de processos é desgastante, mas fundamental. Além de detectar o autismo, é preciso estabelecer em que grau ele se encontra, para que o tratamento seja o melhor possível.

•CID-10: Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados. Diretrizes diagnósticas para autismo infantil de acordo com o CID-10

Principais sintomas do autismo

Os sintomas do autismo são muitos. O que vale destacar é que uma pessoa não precisa ter todos eles para ter quadro positivo de autismo. Basta identificar alguns fazer o teste detalhado. Vamos a lista

Dificuldade de relacionamento com outras pessoas
Riso inapropriado
Pouco ou nenhum contato visual - não olha nos olhos
Aparente insensibilidade à dor - não responde adequadamente a uma situação de dor
Preferência pela solidão; modos arredios - busca o isolamento e não procura outras crianças
Rotação de objetos - brinca de forma inadequada ou bizarra com os mais variados objetos
Inapropriada fixação em objetos
Perceptível hiperatividade ou extrema inatividade - muitos têm problemas de sono ou excesso de passividade
Ausência de resposta aos métodos normais de ensino - muitos precisam de material adaptado
Insistência em repetição, resistência à mudança de rotina
Não tem real medo do perigo (consciência de situações que envolvam perigo)
Procedimento com poses bizarras (fixar objeto ficando de cócoras; colocar-se de pé numa perna só; impedir a passagem por uma porta, somente liberando-a após tocar de uma determinada maneira os alisares)
Ecolalia (repete palavras ou frases em lugar da linguagem normal)
Recusa colo ou afagos - bebês preferem ficar no chão que no colo
Age como se estivesse surdo - não responde pelo nome
Dificuldade em expressar necessidades - sem ou limitada linguagem oral e/ou corporal (gestos)
Acessos de raiva - demonstra extrema aflição sem razão aparente
Irregular habilidade motora - pode não querer chutar uma bola, mas pode arrumar blocos
Desorganização sensorial - hipo ou hipersensibilidade, por exemplo, auditiva
Não faz referência social - entra num lugar desconhecido sem antes olhar para o adulto (pai/mãe) para fazer referência antes e saber se é seguro

Fonte: ASA (Autism Society of American)

Com todos esses sintomas, a dica é a observação. Os pais precisam analisar os filhos e, na constatação de alguns desses transtornos, procurar os exames detalhados. O diagnóstico precisa ser preciso e os pais vão ter que se adaptar as exigências dos filhos, com muito carinho, paciência e afeto.

http://proporcaodevida.blogspot.com.br/2013/06/como-diagnosticar-o-autismo-principais.html