domingo, 7 de abril de 2013

Pai assiste aulas e ajuda filho com paralisia a se formar jornalista



bay:

Todo os dias, durante os últimos quatro anos, o ex-bancário Manuel Condez, 60, dedicou a mesma rotina ao filho Marco Aurélio, 26, que convive com sequelas severas de paralisia cerebral: deu banho, penteou os cabelos, carregou-o no colo até o carro e o levou para a faculdade de jornalismo a 17 km de casa.
O pai assistiu a todas as aulas, anotou as lições dadas pelos professores, auxiliou o filho na feitura das provas escrevendo no papel aquilo que ele lhe soprava, ajudou intermediando pensamentos, foi o motorista do grupo de trabalho e o assessorou em entrevistas e em reportagens.
Na semana passada, Marco recebeu o diploma da Universidade São Judas, em São Paulo, e Manuel viveu uma das noites mais emocionantes de sua vida, sendo o grande homenageado. Foi ovacionado pelos formandos e recebeu da direção da faculdade uma placa de honra ao mérito.
"Não fiz nada demais. Qualquer pai que tem amor ao filho também se dedicaria. Era um desejo dele fazer faculdade, e eu só ajudei a realizar", diz Manuel, com os olhos marejados.
Marco tem braços, mãos e pernas atrofiados, fala com dificuldade, já foi submetido a 11 cirurgias reparadoras, usa cadeira de rodas e programa especial de computador para ter mais autonomia. Precisa de cuidados específicos para tocar o dia a dia.
"O único ponto meu que ainda não foi operado é o cérebro", brinca o jovem, que lida com naturalidade com o estereotipo de que paralisados cerebrais, necessariamente, têm comprometimentos intelectuais.
Marcelo Justo/Folhapress
Manuel Francisco Contez, 60, ajudou o filho Marco Aurlio Contez, 26, durante todo o curso de jornalismo
Manuel Francisco Contez, 60, ajudou o filho Marco Aurlio Contez, 26, durante todo o curso de jornalismo
DESTAQUE DA TURMA
O rapaz não só tem pleno domínio do intelecto como, na avaliação de colegas de turma e de professores, foi um dos melhores alunos.
"Com o apoio do seu Manuel, o Marcão fez tudo: vídeo para TV, programa de rádio, debate. Ele se destacou muito. Tinha ideias contundentes e sempre se saia bem nas provas", conta Raquel Brandão Inácio, amiga do jovem e parte de seu grupo de trabalho de conclusão de curso, sobre novas famílias.
Professor e agora colega de profissão do rapaz, Celso de Freitas diz que pai e filho "quebram um cenário comum de pessoas com deficiência, que é ficar dentro de casa e não enfrentar a vida."
Para o mestre, "Marco tem inteligência acima da média, e Manuel foi tratado como um aluno, não como um acompanhante. Nas aulas de rádio, propus a eles fazerem apenas trabalhos escritos, mas, a sua maneira, entregavam gravações de áudio."
EXTENSÃO DO CORPO
O protagonismo que o pai teve e tem em sua vida é claro para o jornalista.
"Ele é uma extensão do meu corpo. Quando não posso fazer algo, ele está sempre ali para me ajudar, nunca para me atrapalhar", afirma Marcos.
Agora, o jovem, que gosta de rádio e de esportes, está atrás de uma vaga no mercado de trabalho.
"Quero usar o conhecimento que adquiri, quero ajudar os outros com meu trabalho. Não fiz faculdade para ficar no Facebook."
Pai e filho já começaram uma nova empreitada: estão fazendo aulas de inglês. Juntos, evidentemente.
"Nossa família está unida para tentar ajudar o Marcos a quebrar outras barreiras", declara Manuel.

sábado, 6 de abril de 2013

Passeio de aventura celebra inclusão


Vejam o link 
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Cerca de 250 pessoas participaram neste sábado (6) da 5ª edição do Rally da Inclusão, promovido pela Universidade Livre para a Eficiência Humana (Unilehu) com apoio da Prefeitura de Curitiba através da Fundação de Ação Social (FAS), Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD) e Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude (Smelj). Compareceram ao rali  70 jipeiros ligados ao Jeep Clube de Curitiba e 150 pessoas com deficiência, além de voluntários, que participaram de um passeio de aventura por trilhas e caminhos acidentados de Curitiba e região metropolitana.
A largada aconteceu às 9 horas no Parque Barigüi. De lá, as equipes seguiram um percurso de cerca de 40 quilômetros por estradas de terra, cascalho e muita lama. A duração do passeio foi de cerca de três horas, seguida de um lanche de confraternização entre os participantes. “Esta foi uma das melhores edições, especialmente pela animação dos participantes e pela trilha escolhida, bastante acidentada. É um momento em que vemos o quão importante são ações de valorização da pessoa com deficiência. A inclusão deve ser feita em todas as dimensões, principalmente no lazer”, disse a presidente da Unilehu, Andrea Koppe.
Para a presidente da FAS, Marcia Oleskovicz Fruet, que participou do passeio do começo ao fim, o Rally da Inclusão é, acima de tudo, um “momento festivo e de celebração”. “A questão da inclusão é uma prioridade da gestão do prefeito Gustavo Fruet. Inclusão no sentido amplo: de participação na gestão, no mercado de trabalho e de acesso aos equipamentos da prefeitura”, afirmou. O prefeito também compareceu ao evento, dando a bandeirada na linha de chegada aos participantes.
Para o jipeiro Nestor Roussenq Junior, que participou pela quinta vez do evento, cada edição do Rally da Inclusão é diferente. No seu caso, esta foi a primeira vez em que ele não dirigiu um jipe, mas foi de carona. Em compensação, levou a família para acompanhar. Seu filho Nestor Roussenq Neto, de 19 anos, teve a responsabilidade de liderar o pelotão. “É bacana ver a piazada se animando”, disse Nestor Neto, jipeiro desde o berço, por influência do pai. “Sempre fui navegador. Liderar o pelotão é uma responsabilidade. É preciso comandar bem a galera”, completou.

Cresce a adesão de jipeiros e pessoas com deficiência no 2º Rally da Inclusão



Mais de 150 pessoas com deficiência (PcD), seus familiares e amigos, se divertiram a valer com os jipeiros no 2º Rally da Inclusão, que ocorreu no dia 18 de abril, em Curitiba. A boa surpresa foi que a adesão dos participantes foi maior que a do ano passado. Aproximadamente 70 pilotos levaram PcD de todas as idades, e com diferentes tipos de deficiência, para um passeio de quase duas horas, por uma trilha acidentada. Eles saíram do Parque Barigui, passando por Campo Magro, e voltaram ao parque. Antes da largada, a expectativa era grande por parte de todos. “Estou esperando muita emoção, como no ano passado, e é claro, muito mais adrenalina”, disse Adhelmar Babinski Jr., 26, vinculado à Universidade Livre para a Eficiência Humana (Unilehu). Outra adolescente que freqüenta a Unilehu, Jéssica Batistella, 17, estava ansiosa com o passeio e já assegurou que voltará no ano que vem.
O evento é uma iniciativa da Unilehu, em parceria com a Fundação de Ação Social (FAS) da Prefeitura Municipal de Curitiba e o Instituto Pró-Cidadania de Curitiba (IPCC), com o apoio do Jeep Clube de Curitiba, Jeep Clube de Ribeirão Pires (SP) e Assessoria Especial de Assistência à Pessoa com Deficiência da Prefeitura de Curitiba. Segundo a presidente da Unilehu, Andréa Koppe, com o sucesso das duas edições, o evento deve entrar para o calendário anual da cidade. “Além disso, queremos convidar outras cidades do Paraná e do Brasil, para fazer com que mais pessoas saibam que a PcD tem potencialidades para o lazer”, explica. “Quem ganha são as PcD e a sociedade, por poder entender a necessidade de se combater a discriminação”, completa Yvy Karla Abbade, diretora-executiva da organização.
Para o presidente do Jeep Clube de Curitiba, Rone Branco, é uma honra abrir esta oportunidade para a PcD. “Esporte é saúde e é importante colocá-lo na vida de todos. Eles vão ter a noção do nosso lazer, de como é andar na trilha do jipe. É bem interessante”, afirma. Já o assessor da Assessoria Especial de Assistência à Pessoa com Deficiência, Irajá de Brito Vaz,- que tem deficiência - está muito feliz com a consolidação do Rally da Inclusão. “É um evento que proporciona inclusão, numa atividade que teoricamente não atrairia a PcD. O Rally tira a PcD de casa, com emoção, segurança e adrenalina”, disse ele.
Ver o pessoal chegando da trilha, todo cheio de pó e com um sorriso largo nos lábios, é a resposta para o trabalho do IPCC, segundo sua presidente Helena Pereira Oliveira. “Isso vale o dia, o ano, o nosso trabalho”, diz ela. Segundo Leandro Meller, superintendente da FAS, a expectativa de todos os parceiros é de que o Rally da Inclusão se perpetue como evento do calendário do município, do Amigo Curitibano, para que seja anual e mais jipeiros e PcD possam participar.
Fotos: Rafael Nogarolli

REATECH em um tom encorajador, os organizadores convocam-nos, dizendo “chega de cobranças, chega de promessas”, e que já existem normas e legislações variadas e rigorosas a respeito.


A 11ª edição da Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade (Reatech) já tem data marcada: vai acontecer de 18 a 21 de abril do próximo ano no tradicional Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Com o lema “Desperte para a inclusão”, a Reatech 2013 pretende chamar atenção da sociedade que a questão da inclusão não é apenas de direito, mas de exigência da realidade nos seus diversos segmentos.
Nos quatro dias de exposição, a feira, que já é a maior da América Latina neste segmento, vai reunir várias tecnologias voltadas para estes três tópicos. Os visitantes que já passaram pela feira confirmam que as novidades são interessantíssimas, uma feira onde se concentram muitos surdos, o que é uma surpresa, pois eles se afastam um pouco desta questão de deficiência. Nesta feira se reúnem quem tem um objetivo comum, que é a melhora da qualidade de vida.
Apesar da divulgação já estar sendo realizada, os organizadores ainda disponibilizam um contato para empresas que tem tecnologias para acessibilidade reservarem um estande. Em um tom encorajador, os organizadores convocam-nos, dizendo “chega de cobranças, chega de promessas”, e que já existem normas e legislações variadas e rigorosas a respeito.
Para mais informações, basta acessar http://www.reatech.tmp.br/
Com informações: Reatech

Transtorno Bi Polar de Humor ...


Você sabe.Então só basta ACESSIBILIDADE ATITUDINAL.Oras?!!!!



sexta-feira, 5 de abril de 2013

eBeam InfoComm Movie


Conheça 15 crianças geniais que nasceram nos últimos 25 anos


Arfa Karim Randhawa nasceu no Paquistão em 1995. Em 2004, tornou-se a mais jovem profissional certificada pela Microsoft (MCPs). Por isso, Bill Gates fez questão de convidá-la para conhecer a sede da Microsoft nos EUA. Em 2006, a pedido da empresa, ela palestrou para mais de 5 mil desenvolvedores de software durante um evento. Além disso, Arfa conquistou um prêmio Fatima Jinnah por seu alto desempenho na área de Ciência e Tecnologia, e o prêmio Salam Pakistan Youth Award por suas pesquisas. Ela morreu em janeiro de 2012 devido a complicações causadas por uma crise epilética.
Foto: Sahib Karim Khan's Blog


Sho Yano nasceu em Portland nos Estados Unidos em 1990. Aos 3 anos de idade, ele já sabia ler e escrever. Com 4 anos, começou a tocar piano. Fez sua primeira composição musical quando tinha 5 anos. Por ser superdotado, concluiu o Ensino Médio americano por um curso de correspondência. Yano ingressou na Loyola University Chicago aos 9 anos e se graduou aos 12. Nesta época, começou a cursar medicina na Universidade de Chicago. Em 2009, aos 18 anos, conquistou seu diploma de Doutorado. Atualmente, ele cuida de crianças com paralisia cerebral e transtornos mentais em um hospital de Chicago.
Foto: Divulgação

Jacob Barnett nasceu em 1998 nos Estados Unidos e tem o incrível Q.I. de 170. Mesmo com Síndrome de Asperger, desde bem pequeno, ele mostrava grande interesse em Astronomia. Seus primeiros cálculos de Astrofísica foram feitos aos 3 anos de idade. Entediado por causa das aulas da escola, ele ingressou no curso de Matemática da Universidade de Indiana quando tinha 8 anos de idade. Atualmente, Jacob desenvolve uma teoria para provar, por meio de Matemática Avançada, que o Big Bang não ocorreu.
Foto: Reprodução

CONHEÇA OUTROS GÊNIOS NA SUPER DE ABRIL http://super.abril.com.br/galerias-fotos/conheca-15-criancas-geniais-nasceram-ultimos-25-anos-705543.shtml#0 .Como sabemos além de serem gênios evidentes ligados a artes,astronomia,informatica,física qual área as quais estejam com maior ou maiores habilidades a maioria dedica a tentar solucionar uma questão seja SAÚDE,CONSTRUÇÃO DE SOFTWARES  e perceba como as grandes empresas já estejam de olho nestes super.Bom se nos 25 anos eles surgiram nos próximos 25 teremos boas novidades .E por quê não lançar o desafio para CONSTRUÇÃO DE SOFTWARES LIVRES EDUCACIONAIS NA ÁREA DE TECNOLOGIA ASSSISTIVA.JÁ IMAGINOU COMO ESTE SER HUMANO QUE 
SENTE
PENSA
PODERIA COMUNICAR-SE MELHOR NESTE UNIVERSO EXTERIOR?
  

Entidade assistencial passa por dificuldades financeiras em Biguaçu


A Ong ajuda mais de 70 famílias com cestas básicas
A Ong Casa da Esperança, em Biguaçu, está passando por dificuldades financeiras. A entidade ajuda mais de 70 famílias com cestas básicas, além de apoio para agilizar a realização de exames e cirurgias. O serviço de captação é feito por apenas três voluntários. Doadores ajudam a entidade, mas o auxílio não está sendo suficiente. Saiba como ajudar.

Fibromialgia - Falando de ... 9