sábado, 16 de março de 2013

O Futuro vai ao teatro

Mauricio Vogue,Matheus Kreling,Eliane Clara Pepino,Regina Vogue e Rhenan Queiroz e elenco da peça "Algum Pontinho entre o céu e a Terra"


Estivemos neste sábado,16 de Março, ás 16 horas no Teatro Regina Vogue,  tivemos o privilegio de conversarmos com nosso novo amigo Rhenan Queiroz, um jovem dramaturgo, com grandes objetivos pois sabemos que Rhenan, apesar de pouco o conhecermos demostra um olhar singular e já faz a diferença nas diferenças! Claro que estando ao lado de outro dramaturgo com tradição no teatro, Mauricio Vogue paranaense, só podiam ter realizado uma grande dupla e parceira, onde percebe nada menos que essa equipe ,na qual conjuntamente puderam dar o melhor na peça ALGUM PONTINHO NO CAMINHO ENTRE O CÉU E A TERRA”
                        Ficha Técnica:

Direção: Mauricio Vogue

Dramaturgia: Mauricio Vogue e Rhenan Queiroz

Direção Musical: Sergio Justen

Assistente de Direção: Giovana de Liz

Direção de Produção: Regina Vogue

Produção Executiva: Nicole Zegbhi

Assistente de Produção: Regina Stela Limpias

Cenário: Rhenan Queiroz

Iluminação: Luiz Antonio Nobre

Sonoplastia: Kleber Gregorio

Figurinos: Maureen Miranda

Adereços: Marcello Salles

Fotos: Tiago Ferraz

Elenco: Ana Paula Machado , Diego Kozievitch ,Nathan Milléo Gualda, Rudy Mayer, Val Sales
A peça “ALGUM PONTINHO NO CAMINHO ENTRE O CÉU E A TERRA” conta história de Joaquim, um menino de oito anos vê sua vida transformada com a chegada de um bebê em sua família. Em algum momento quando se sentia só, algo muito estranho e extraordinário acontece: em algum ponto, lá pelos limites entre a terra da imaginação e a sua realidade, Joaquim conhece Mica, um menino muito diferente.

       Juntos remam num barquinho, escalam uma enorme montanha, comem panquecas, olham fotografias e acreditam que tudo aquilo que estão vivendo só pode ser um sonho. O espetáculo Algum pontinho no caminho entre o Céu e a Terra narra o encontro entre esses dois meninos e nos mostra, de forma lúdica, as dúvidas, expectativas e anseios sobre a vida, abordados sob imagem, reflexão e ponto de vista de uma criança, ensinando-nos a valorizar o entendimento e compreensão entre pais e filhos.
Sob a visão de Joaquim enquanto o novo é representado pelo irmão que acaba de chegar e o equilíbrio entre pais e filho, para o adulto que o assiste depende da perspectiva da interpretação que você  recebe o novo em sua vida o novo namorado, marido, trabalho, a casa, as mudanças que a vida te leva ,o enfrentamento dos seus medos ,receios, ensaios para a perspectivas de mudanças ,um aceitar maduro ,a criança e o adulto em você !
Mica o menino diferente a ponte para o  equilíbrio, a passagem do mágico para a realidade  pode ser bem o que a sociedade vem tentando nos novos tempos resolver suas questões inclusivas ,representante deste paradigma.
Leitores do Futuro a peça está em cartaz até dia 31 DE Março e é assim, que Mauricio Vogue, Rhenan Queiroz , grande equipe e elenco, traz a tona o caminho para entender , valorizar a compreensão entre pais e filhos. As sessões acontecem até o final do mês, sempre sábados e domingos as 16: 00 horas ,Ingressos a R$ 20 inteira e R$ 10 meia à venda na bilheteria do teatro Regina Vogue ou pelo 41 4003 1212.

Classificação: Livre.

Ponto de venda sem taxa de conveniência
Espaço Teatro Regina Vogue
Endereço: Avenida Sete de Setembro
Número: 2775 Bairro: Centro
CEP: 80230010


Novo implante retinal permite a cegos recuperar visão

Um novo implante ocular chamado Alpha IMS, desenvolvido na Alemanha, conseguiu restaurar a visão de vários pacientes com deficiência visual com retinite pigmentosa.
O sistema, feito pela empresa alemã Retina Implant AG, especialista no desenvolvimento de implantes sub-retinais, consiste num microchip eletrônico sem fios, com 3 x 3 milímetros e com uma resolução de 1.500 pixels.
O dispositivo, implantado sob a retina, estimula o nervo ótico, fazendo com que ele envie os dados visuais ao cérebro.
Ao contrário de outros métodos similares, este implante não se apoia numa câmara externa: a luz é detectada no interior do olho do paciente, fazendo com que ele possa mover os olhos para ver o que se passa à sua volta, em vez de mover a cabeça.
O Alpha IMS também tem uma resolução muito superior à dos seus antecessores e, por ser implantado diretamente sob a retina, permite que esta parte do olho processe as informações recebidas antes de enviá-las ao córtex visual.
Em comunicado, a Retina Implant AG revela que o seu mais recente ensaio clínico em humanos, o segundo realizado pela companhia desde 2005, envolveu nove pacientes alemães com retinite pigmentosa, doença hereditária que causa a degeneração da retina e consequente cegueira, que receberam um destes microchips.
Ao longo dos três a nove meses de observação, a visão funcional da maioria dos voluntários foi recuperada e dois dos participantes no ensaio conseguiram enxergar com uma resolução superior à alcançada pelos pacientes dos primeiros testes clínicos com o dispositivo.
"Dos nove pacientes observados ao longo do estudo, publicado na revista científica Proceedings of the Royal Society B, três foram capazes de ler letras espontaneamente. Durante a observação dentro e fora do laboratório, os pacientes reportaram também a capacidade de reconhecer rostos, distinguir objetos como telefones e ler sinais em portas", revelou a Retina Implant AG.
De acordo com Eberhart Zrenner, o coordenador da pesquisa, "os resultados do primeiro ensaio clínico com humanos já tinham excedido as expetativas" e a equipe "está ainda mais encorajada pelos resultados do segundo ensaio", que teve início em Maio de 2010 em Tuebingen, na Alemanha, e se expandiu a Hong Kong e ao Reino Unido.
"Esta pesquisa fornece-nos evidências adicionais de que a nossa tecnologia de implantes sub-retinais pode ajudar pacientes com degeneração ocular a recuperar a visão funcional, sem a necessidade de equipamentos externos e visíveis", concluiu Zrenner.
Fonte: Site Só Notícia Boa

Jornal Inclusão Brasil



sexta-feira, 15 de março de 2013

Ruas Inclinadas

Em alguns bairros de São Paulo onde as ruas são muito inclinadas, como por exemplo: Perdizes e Vila Madalena.
As pessoas sofrem para escalar calçadas que são escadarias cansativas a céu aberto. Se for idoso pior ainda. Para quem tem mobilidade reduzida ou usa cadeira de rodas fica impossível circular por esse tipo de calçada e na rua é arriscado, além de ser inclinado até para veículos.
Achei na internet algumas fotos de Perdizes:

As pessoas precisam se arriscar no meio da rua, entre os carros. Mas mesmo sem degraus a rua é muito inclinada. Em dias de chuva fica muito escorregadia e pode acontecer acidente.
Achei também na internet esta foto acima, onde mostra uma sucessão de degraus. Como os veículos sempre são privilegiados, não existem degraus nas ruas. Só nas calçadas mesmo.
Recentemente eu vi uma solução ótima em fotos do Pinterest e vou compartilhar com vocês.
Olha só que interessante. A rua foi inutilizada para o fluxo de veículos e deu lugar a rampas no sentido transversal de forma que a inclinação fique suave. Entre as rampas existem jardins, o que é ótimo para que a água da chuva seja absorvida.
Tem outras parecidas:
Existem soluções onde os veículos ainda são privilegiados, como na foto a seguir, por exemplo. Ao lado das rampas existe uma escadaria para pedestres. O ideal seria que as rampas fossem utilizadas também por pedestres!
É difícil alguma Prefeitura restringir totalmente a passagem de veículos, ainda mais quando na rua tem algumas estradas de edifícios com garagem. Porém, a redução do fluxo de veículos pode ser reduzida e o transito pode ser liberado apenas para veículos de moradores deste quarteirão.
Para que esse projeto aconteça nas grandes cidades, é preciso um estudo de planejamento urbano dos entornos, para não atrapalhar o trânsito local. Creio que em São Paulo algumas ruas com inclinação muito acentuada poderiam ser estudadas. Exemplo: o fluxo de veículos pode ser liberado durante a semana apenas em horário de pico.
Fiz esse post para mostrar que existe solução! E pode ficar muito agradável e acessível. :D

Falhas Famosas




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                                   Imagem via http://on.fb.me/JSQuWA

O Dia Internacional da Síndrome de Down, 21/3 está chegando!!!!!


O Dia Internacional da Síndrome de Down, 21/3 está chegando e o Brasil é campeão em número de celebrações. Confira a programação em todo país no site da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down - FBASD e participe! http://www.federacaodown.org.br/site/index.php/component/jevents/month.calendar/2013/03/14/-.html

Movimento Down


A nossa escolhida hoje é a Ana Luisa.

A Sheyla Dutra nos mandou a foto da filha. "A Ana Luisa Dutra tem 8 anos. Desde os dois anos estuda numa escola regular e já lê e escreve. Adora a escola e fazer tarefa. Seus irmãos, Rafael, de 22, e Vitor, de 16 anos, são seus xodós. Pratica equitação e faz aulas de teatro. É muito educada e tem muitos amigos".

Mande também a sua foto para o nosso mural!

Para

Movimento Down

quinta-feira, 14 de março de 2013

AUTISMO


O que é?
Autismo é uma desordem na qual uma criança jovem não pode desenvolver relações sociais normais, se comporta de modo compulsivo e ritualista, e geralmente não desenvolve inteligência normal.
O autismo é uma patologia diferente do retardo mental ou da lesão cerebral, embora algumas crianças com autismo também tenham essas doenças. 
AUTISMOSinais de autismo normalmente aparecem no primeiro ano de vida e sempre antes dos três anos de idade. A desordem é duas a quatro vezes mais comum em meninos do que em meninas.
Causas
A causa do autismo não é conhecida. Estudos de gêmeos idênticos indicam que a desordem pode ser, em parte, genética, porque tende a acontecer em ambos os gêmeos se acontecer em um. Embora a maioria dos casos não tenha nenhuma causa óbvia, alguns podem estar relacionados a uma infecção viral (por exemplo, rubéola congênita ou doença de inclusão citomegálica), fenilcetonúria (uma deficiência herdada de enzima), ou a síndrome do X frágil (uma dosagem cromossômica).
Sintomas e diagnóstico
Uma criança autista prefere estar só, não forma relações pessoais íntimas, não abraça, evita contato de olho, resiste às mudanças, é excessivamente presa a objetos familiares e repete continuamente certos atos e rituais. A criança pode começar a falar depois de outras crianças da mesma idade, pode usar o idioma de um modo estranho, ou pode não conseguir - por não poder ou não querer - falar nada. Quando falamos com a criança, ela freqüentemente tem dificuldade em entender o que foi dito. Ela pode repetir as palavras que são ditas a ela (ecolalia) e inverter o uso normal de pronomes, principalmente usando o tu em vez de eu ou mim ao se referir a si própria.
Sintomas de autismo em uma criança levam o médico ao diagnóstico, que é feito através da observação. Embora nenhum teste específico para autismo esteja disponível, o médico pode executar certos testes para procurar outras causas de desordem cerebral.
A maioria das crianças autistas tem desempenho intelectual desigual, assim, testar a inteligência não é uma tarefa simples. Pode ser necessário repetir os testes várias vezes. Crianças autistas normalmente se saem melhor nos itens de desempenho (habilidades motoras e espaciais) do que nos itens verbais durante testes padrão de Q.I. Acredita-se que aproximadamente 70 por cento das crianças com autismo têm algum grau de retardamento mental (Q.I. menor do que 70).
Entre 20 e 40 por cento das crianças autistas, especialmente aquelas com um Q.I. abaixo de 50, começam a ter convulsões antes da adolescência.
Algumas crianças autistas apresentam aumento dos ventrículos cerebrais que podem ser vistos na tomografia cerebral computadorizada. Em adultos com autismo, as imagens da ressonância magnética podem mostrar anormalidades cerebrais adicionais.
Uma variante do autismo, às vezes chamada de desordem desenvolvimental pervasiva de início na infância ou autismo atípico, pode ter início mais tardio, até os 12 anos de idade. Assim como a criança com autismo de início precoce, a criança com autismo atípico não desenvolve relacionamentos sociais normais e freqüentemente apresenta maneirismos bizarros e padrões anormais de fala. Essas crianças também podem ter síndrome de Tourette, doença obsessivo-compulsiva ou hiperatividade.
Assim, pode ser muito difícil para o médico diferenciar entre essas condições.
Prognóstico e tratamento
Os sintomas de autismo geralmente persistem ao longo de toda a vida.
Muitos especialistas acreditam que o prognóstico é fortemente relacionado a quanto idioma utilizável a criança adquiriu até os sete anos de idade. Crianças autistas com inteligência subnormal - por exemplo, aquelas com Q.I. abaixo de 50 em testes padrão - provavelmente irão precisar de cuidado institucional em tempo integral quando adultos.
Crianças autistas na faixa de Q.I. próximo ao normal ou mais alto, freqüentemente se beneficiam de psicoterapia e educação especial.
Fonoterapia é iniciada precocemente bem como a terapia ocupacional e a fisioterapia.
A linguagem dos sinais às vezes é utilizada para a comunicação com crianças mudas, embora seus benefícios sejam desconhecidos. Terapia comportamental pode ajudar crianças severamente autistas a se controlarem em casa e na escola. Essa terapia é útil quando uma criança autista testar a paciência de até mesmo os pais mais amorosos e os professores mais dedicados.


Leia Mais: AUTISMO - ABC da Saúde http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?44#ixzz2NZJw4iJZ 
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Jovem paraplégica diz que é possível sentir prazer no sexo após acidente


Sophie Morgan, de 28 anos, está paralisada abaixo do peito desde 2003. Britânica conta como retomou sua vida sexual e conheceu o noivo Tom.
 
Sophie relatou sua história de vida e sexo
ao site do jornal britânico 'Daily Mail'
(Foto: Daily Mail/Reprodução)
  
 Uma inglesa de 28 anos que sofreu uma grave lesão na coluna em um acidente de carro em 2003 relata ao site do jornal "Daily Mail" que é possível sentir prazer no sexo, mesmo tendo ficado paralisada do peito para baixo.
   Sophie Morgan está noiva há um mês e diz que não tem do que reclamar sobre sua vida sexual. Quando perdeu parcialmente os movimentos do corpo e começou a andar de cadeira de rodas, a jovem achou que viveria em celibato, mas com o tempo descobriu que isso estava longe de ser verdade.
   Quando Sophie foi convidada a escrever sobre sua vida sexual, ficou hesitante, pois nunca foi exibicionista nem gostava da ideia de que pessoas estranhas soubessem de detalhes da sua intimidade. Mas ela decidiu abrir sua história ao perceber que esse tema era um tabu para muita gente.
   A jovem confirma que muitos indivíduos com deficiência não são assexuados, também fazem sexo – uma "necessidade humana básica" para ela – e são capazes de apreciar esse momento. Segundo Sophie, falar francamente sobre o assunto pode ajudar a romper barreiras de desigualdade e falta de liberdade.

Interrupção e volta à vida sexual

    Antes do acidente, Sophie diz que era uma pessoa aventureira e gostava de viajar e dançar. Porém, nos meses após o acidente, em meio a dores e emoções como negação, raiva, medo, tristeza profunda e depois aceitação, ela afirma que não se lembra se chegou a pensar em sexo.
   Na época, a jovem estava solteira, mas já havia tido um relacionamento sério na adolescência. Ela conta que ninguém conversou com ela sobre sexo – nem os cirurgiões, médicos, fisioterapeutas e psicoterapeutas que a atenderam. Sophie destaca que os profissionais estavam ocupados em salvar a vida dela, devolver-lhe os movimentos e fazê-la reaprender as tarefas diárias mais básicas, como se lavar, vestir e ir ao banheiro.
    O que a consolava, segundo a britânica, eram suas memórias. Até que algo surpreendente aconteceu: Sophie se matriculou em uma escola de artes, e um surfista bonito de cabelos compridos, chamado Olly, convidou-a para sair. Ela diz que estava disposta a aceitar e resolveu investir no rapaz.
    Com o tempo, a garota foi tomando consciência sobre áreas de seu corpo que se tornaram mais sensíveis após o acidente. E, quanto mais ela se envolvia mentalmente, mais tinha prazer – podia, inclusive, sentir a penetração do namorado e chegar ao orgasmo.
   "Essas sensações são, sem dúvida, diferentes em comparação ao que eu sentia antes do acidente. Mas, apesar de o dano à medula espinhal ter afetado grande parte do meu corpo, existem outras vias nervosas em atividade", ressalta.
   O relacionamento com Olly chegou ao fim, Sophie ficou triste, mas ao mesmo tempo recuperou a confiança no próprio corpo. Alguns meses mais tarde, seis anos atrás, ela foi visitar um amigo da faculdade e foi apresentada a alguns colegas dele, como o acupunturista Tom, de 28 – que agora é seu noivo.
   Ela lembra que, inicialmente, eles flertaram, mas nada aconteceu. Mais tarde, Tom admitiu que, apesar de achá-la linda, ele pensava que ela seria incapaz de se envolver sexualmente ou ter filhos. Na dúvida, o rapaz perguntou ao amigo em comum se a jovem poderia transar.
   Sophie confirma que as principais dúvidas das pessoas sobre ela são realmente essas – além de como ela vai ao banheiro.
   A jovem diz que Tom confessou seus sentimentos iniciais de pena, e que ela não sentiu raiva ou surpresa com isso, afinal, tinha pensado a mesma coisa durante muito tempo sobre pessoas com deficiência. Ela também sabe que não é porque pode ter certas sensações abaixo da cintura que isso vale para todos os paraplégicos.
   A intenção da britânica com tudo isso é mostrar que pessoas deficientes também podem ser sensuais, desejadas e ter um final feliz, ao usar a criatividade para superar suas limitações físicas.

Sexo x deficiência

   O tema "sexo e deficiência" veio à tona recentemente com o filme "As sessões",que concorreu ao Oscar na categoria melhor atriz coadjuvante para Helen Hunt. A história explora a vida do poeta Mark O'Brien, que ficou inválido por uma poliomielite. E o enredo gira em torno de sua relação com a terapeuta interpretada por Helen, que o ajuda a perder a virgindade.
   No Reino Unido, há cerca de 11 milhões de pessoas com deficiências físicas, 15% delas em idade sexualmente ativa. E a maioria (83%) não nasceu paralisada, mas ficou com o problema mais tarde, em decorrência de doença ou acidente.
   Uma publicação britânica sobre deficiências, que entrevistou mais de mil pessoas nessas condições, aponta que 85% já fizeram sexo alguma vez na vida e metade tinha um parceiro. Mas, por outro lado, um levantamento divulgado por um jornal do país revelou que 70% dos britânicos não iriam para a cama com alguém com algum tipo de deficiência física.


Francisco servo de Deus



Mistérios de Deus

Nosso papa, quando ainda cardeal beijando os pés 

de um jovem enfermo. A imagem fala por si só. Papa 

Francisco, o servidor

SIALORRÉIA

O escape de saliva pela boca é um sintoma que apresenta-se com
certa freqüência nas crianças com paralisia cerebral, o que dificulta bastante a
correta articulação.
A Sialorréia (baba) pode vir como conseqüência de uma deglutição do
tipo infantil, por falta de tonicidade do músculo orbicular dos lábios, ou pela
introdução da borda lateral da língua entre as arcadas dentárias; que produz um
canal facilitando a saída de saliva pela comissura labial. A criança pode babar
porque para ela isto é mais fácil do que deglutir ou ainda por alterações de
sensibilidade oral que fazem com que ela não sinta a baba.

Mariana _ Síndrome de West