sábado, 11 de fevereiro de 2012
Reatech 2012 – Informações preliminares e data da feira
A maior feira de feira de equipamentos, serviços e orientação a deficientes do Brasil e uma das maiores do mundo, já tem data marcada para 2012. A Reatech 2012 irá acontecer entre os dias 12 e 15 de abril em São Paulo.
A feira normalmente apresenta expositores nas seguintes áreas:
- Acessibilidade
- Adaptações
Agências de emprego Animais treinados - Aparelhos Auditivos
- Aparelhos e equipamentos especiais
- Avaliação Física
- Bancos e Instituições Financeiras
- Cadeiras de roda
- Departamentos de RH
Distribuidoras de produtos - Educação, aprendizado e treinamento
- Entidades Públicas e Privadas
- Empresas com ofertas de emprego
- Equipamentos Hospitalares
Esportes Adaptados - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
- Hidroterapia
- Home Care
- Indústria Farmacêutica
- Informática
- Livros e Publicações
- Produtos Ortopédicos
- Próteses e Órteses
- Terapias Alternativas
- Trabalho
- Turismo e Lazer
- Test-drive de cadeira de roda motorizada
A feira tem visitação gratuita, sem limite de idade e terá início na quinta-feira dia 12 de abril, os horários de visitação são:
- 12 e 13 (quinta e sexta) de 13h às 21h
- 14 e 15 (sabado e domingo) de 10h às 19h
Vamos ter mais novidades e informações com a proximidade da feira.
Artigos Relacionados veja no:http://www.deficientefisico.com/reatech-2012-informacoes-preliminares-e-data-da-feira/
Veja como a tecnologia pode ser melhor usada por deficientes
Vejam a decepção que o Lucas tem ao falar da falta de consideração de pessoas que não colocam um simples alt na imagem (texto alternativo para os deficientes visuais poderem identificar melhor a imagem) ou a descrição de um botão de busca, simplesmente fantástico.
A entrevista é bem humorada, apesar do entrevistador estar agoniado com o calor que estava fazendo na Campus Party.
Tecnologia é grande aliada dos deficientes físicos e visuais Conheça aparelhos que ajudam na independência dos deficientes.
FABIO TURCISão Paulo
Conversa é para jogar fora. Tempo, não. Por isso, mesmo sentado, é preciso sair do lugar. Há quatro anos, depois de cair de mau jeito em uma cama elástica, o representante comercial Flávio Luiz Domingues ficou tetraplégico. A voz quase sumiu. Só mexe o rosto. Os braços, um pouco. Com uma cadeira de rodas motorizada, isso é mais do que suficiente.
“Dá para curtir família, passear, fazer tudo. Não como antes, mas dá”, compara o representante comercial Flávio Luiz Domingues.
Dá até para exagerar como antes.
“Ela foi me buscar na padaria, não queria voltar”, lembra o representante comercial Flávio Luiz Domingues.
“Não queria voltar, 22h, 23h e ele na padaria. A independência dele melhorou bastante, está mais alegrinho até”, diz a dona de casa Paula Domingues.
Também é só com o rosto que Flávio comanda o computador. A câmera capta os movimentos do nariz como se fossem os do mouse.
“Não aceito até hoje o que aconteceu comigo, mas com essas adaptações, cadeira motorizada, computador, eu comecei a ver que a vida mudou. Estou em outra condição, mas está tudo continuando, vamos embora”, avalia Flávio Luiz Domingues.
Só que não é todo mundo que se adapta às novas tecnologias. O empresário João Pacheco encontrou outro jeito de usar o computador sem as mãos: “Com o nariz. Eu sempre tive um problema de enfiar o nariz no lugar errado e desprogramar todo o meu computador”.
Tetraplégico há 11 anos, o veterinário tem na internet a vitrine do seu negócio. Pela rede, ele vende equipamentos para pessoas com deficiências.
“Tem que ter a tecnologia de ponta, lógico, tem que ter os produtos mais atuais, mais modernos. Tem que ter aquele pneuzinho barato, aquela cadeira de roda popular. Não podemos esquecer que nos países em desenvolvimento, a deficiência está atrelada à pobreza”, comenta empresário João Pacheco.
Para servir a uma pessoa com deficiência, a tecnologia tem que se adaptar a ela, não o contrário. Limitações diferentes demandam projetos diferentes. É nisso que engenheiros trabalham.
A empresa faz adaptações em carros. Os comandos vão sendo aperfeiçoados e cada vez mais gente passa a ter a chance de dirigir.
“O Brasil está iniciando em algumas novas tecnologias, principalmente para essas lesões de comprometimento mais severo. Mas já existem equipamentos que permitem que pessoas com um maior grau de comprometimento iniciar esse processo de condução de um veiculo”, aponta o gerente de novos negócios Renato Baccarelli.
O que existe de mais atual está em um carro. “O carro foi desenvolvido para pessoas que têm deficiências nos quatro membros, aquelas que perderam a função da pinça, não têm função dos dedos, não têm como pegar no volante. Para isso nós desenvolvemos uma empunhadura específica, onde ela encaixa o punho e mesmo sem a pinça, ou seja, a força dos dedos, ela consegue girar. Para acelerar, a pessoa vai abaixar uma alavanca de aceleração do veículo. Para frear é na mesma alavanca”, mostra o diretor técnico Carlos Cavenaghi.
O banco tem um equipamento importado que ajuda o motorista a entrar e a sair.
“Aperta o botão, o banco vai girar para fora e vai ficar mais próximo da cadeira. Da cadeira de rodas, vai se transferir para o banco, vai se ajeitar no banco e vai apertar o outro botão. O próprio banco vai colocá-lo dentro do veículo”, completa o diretor técnico Carlos Cavenaghi.
O preço de todo este conjunto é R$ 23 mil. A estudante Kássia Karolina Silva experimentou: “É toda liberdade que a gente precisa. O deficiente físico é muito limitado para ir de um lugar ao outro e os caminhos são sempre muito limitados. A possibilidade de dirigir e autoguiar é muito importante”.
O próximo projeto já está sendo desenvolvido, e vai depender menos ainda de esforço físico.
“Os controles vão ser ativados por voz e vão ter, por exemplo, comandos para setas, buzinas, limpadores, esguichos. Simplesmente falar uma palavra que a gente vai programar com a voz da própria pessoa”, diz a estudante de engenharia Daniela Diodato.
A voz também é a chave para contornar a deficiência visual. Mas a voz da máquina. Um scanner lê o livro, literalmente.
“Sem um equipamento desses, sem uma ajuda técnica como essa, não tem como ter essa informação, não tem como ler aquele livro”, aponta o construtor de projetos de acessibilidade Naziberto Lopes.
Naziberto, que não enxerga há quase 15 anos, diz que o scanner nem seria necessário se os livros fossem lançados também em CD, em versão digital. Mas a lei que obriga as editoras a fazerem isso ainda depende de regulamentação.
“O livro em formato digital pode ser impresso em braile, pode ser ampliado na tela para uma pessoa que tem baixa visão. O livro acessível é aquele que amplia as possibilidades para as pessoas que até hoje estavam excluídas da leitura”, conclui o construtor de projetos de acessibilidade Naziberto Lopes.
http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2010/04/tecnologia-e-grande-aliada-dos-deficientes-fisicos-e-visuais.html
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Operários percorrem calçadas vendados e em cadeiras de rodas
Acessibilidade na prática
Quarenta calceteiros (operários responsáveis pela colocação de calçadas) e mestres de obras das empresas que trabalham no Anel Viário percorreram calçadas da cidade usando cadeiras de rodas e bengalas para deficientes visuais. A prática, realizada nesta quarta-feira (8), faz parte de um curso de sensibilização sobre a importância da acessibilidade para pessoas com deficiência.
“Este curso mostra aos trabalhadores das empreiteiras como é importante executar bem o serviço, cujo resultado vai influenciar e facilitar a vida de quem tem dificuldade de locomoção”, disse o secretário municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Irajá de Brito Vaz.
A ideia do curso surgiu após uma inspeção da Prefeitura nos quase 30 quilômetros de calçadas do anel Viário que estão em fase de conclusão. Depois verificar alguns pontos de ajustes, os técnicos das Secretarias Municipais de Obras e dos Direitos das Pessoas com Deficiências montaram o curso.
“Agora as empresas que fizerem calçadas para Prefeitura terão que fazer este curso para seus operários”, disse o secretário municipal de Obras Públicas, Mario Tookuni.
Curso – O curso teve palestras sobre as características de pessoas com deficiência e suas dificuldades. Depois os operários vivenciaram como é andar e levar uma pessoa na cadeira de rodas. Os participantes tiveram ainda os olhos vendados andaram com uma bengala para cegos, procurando perceber a importância das pistas tácteis para os deficientes.
O encarregado de obras da empresa Obetacem, Elmar Pazinato, disse que o curso ajudou a entender a importância de uma calçada bem feita. “Agora sei o que cobrar na hora de pedir uma calçada de qualidade. Percebi como é importante que as nossas calçadas sejam bem feitas, porque isto vai influenciar na vida dos deficientes”, disse.
Mesma opinião teve o calceteiro Sidnei Santana, da empresa Marc Engenharia. “A gente tinha uma ideia que a calçada era importante. Agora, depois do curso, percebi que meu trabalho ajuda uma pessoa a sair de casa e passear sem tropeçar e se machucar por causa de uma rampa mal feita”, afirmou.
A ideia do curso surgiu após uma inspeção da Prefeitura nos quase 30 quilômetros de calçadas do anel Viário que estão em fase de conclusão. Depois verificar alguns pontos de ajustes, os técnicos das Secretarias Municipais de Obras e dos Direitos das Pessoas com Deficiências montaram o curso.
“Agora as empresas que fizerem calçadas para Prefeitura terão que fazer este curso para seus operários”, disse o secretário municipal de Obras Públicas, Mario Tookuni.
Curso – O curso teve palestras sobre as características de pessoas com deficiência e suas dificuldades. Depois os operários vivenciaram como é andar e levar uma pessoa na cadeira de rodas. Os participantes tiveram ainda os olhos vendados andaram com uma bengala para cegos, procurando perceber a importância das pistas tácteis para os deficientes.
O encarregado de obras da empresa Obetacem, Elmar Pazinato, disse que o curso ajudou a entender a importância de uma calçada bem feita. “Agora sei o que cobrar na hora de pedir uma calçada de qualidade. Percebi como é importante que as nossas calçadas sejam bem feitas, porque isto vai influenciar na vida dos deficientes”, disse.
Mesma opinião teve o calceteiro Sidnei Santana, da empresa Marc Engenharia. “A gente tinha uma ideia que a calçada era importante. Agora, depois do curso, percebi que meu trabalho ajuda uma pessoa a sair de casa e passear sem tropeçar e se machucar por causa de uma rampa mal feita”, afirmou.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
PENSAMENTO INDÍGENA-
"A minha espada é o amor,O meu escudo é o humor,
O meu espaço é a coerência,
O meu texto é a liberdade.
O meu espaço é a coerência,
O meu texto é a liberdade.
Perdoem-me,se a minha felicidade é insuportável,
mas não escolhi o bom senso comum.
Prefiro a imaginação dos indios,
que tem embutida a inocência.
É possível que tenhamos que ser apenas humanos.
Sem Amor nada tem sentido,
sem Amor estamos perdidos,
sem Amor corremos de novo o risco de estarmos
caminhando de costas para a luz.
Sem Amor nada tem sentido,
sem Amor estamos perdidos,
sem Amor corremos de novo o risco de estarmos
caminhando de costas para a luz.
Por esta razão é muito importante
que apenas o Amor
inspire as nossas ações.
Não sou um sábio,
sou apenas um ser apaixonado pela vida."
“Declaro-me vivo!” é um poema escrito pelo índio ”Chamalú” da tribo Quéchua.
"Sem Amor corremos de novo o risco de estarmos
caminhando de costas para a luz."
caminhando de costas para a luz."
Sim é com ele cantamos quando logo antes estávamos deprimidos,voltamos a sonhar,somos corajosos a exercer o papel de humanos que somos,corremos riscos, mas ganhamos amigos,felicidade, que para, alguns não são significativas mas ELE tudo sabe e quer que sejamos assim,sem máscaras,sem divisões,sem preconceitos.
Declaro também, estou viva!Amo a vida!E quero participar dela da melhor forma possível deixando o legado de levar a felicidade para aqueles que vivem na minha vida também.
É VOCÊ O QUE TEM DEIXADO PARA SEU LEGADO TAMBÉM?
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