domingo, 6 de setembro de 2015
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
terça-feira, 1 de setembro de 2015
Campanha troca lacres de alumínio por cadeiras de rodas para idosos
Do G1 São Carlos e Araraquara
de lacres de alumínio (Foto: Paulo Chiari/EPTV)
A Câmara Municipal de Santa Gertrudes(SP) está recebendo doações de lacres de latas de alumínio para trocar por cadeiras de rodas e entregar ao Lar dos Velhinhos. Segundo a administração do local, 140 garrafas pet cheias de lacres poderão ser trocadas por uma cadeira de rodas.
De acordo com os organizadores, a campanha tem por objetivo conscientizar a população e mostrar que mesmo atitudes simples podem mudar a vida muitas pessoas, incluindo idosos carentes.
Lacres de todas as cores e latas de alumínio podem ser doados. Eles devem ser colocados dentro de garrafas pet de 2 litros e entregues na Câmara Municipal, localizada na Avenida 1, 217, ou no próprio Lar dos Velhinhos, na Rodovia Constante Peruchi, km 171. Mais informações: (19) 3545-1194.
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
País será denunciado na ONU por não garantir direitos de deficientes
JAMIL CHADE - O ESTADO DE S. PAULO
Entidade avaliará políticas do Brasil e ministro Pepe Vargas tentará dar respostas às Nações Unidas nesta terça-feira
Emtidades questionam acessibilidade de pessoas com deficiência no Brasil
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GENEBRA - Especialistas, organizações não-governamentais (ONGs) e representantes da sociedade civil vão denunciar nesta terça-feira, 25, na Organização das Nações Unidas o Brasil por não garantir acesso ao transporte, educação e saúde a milhões de pessoas com deficiência no País. Hoje, em Genebra, a ONU examina as políticas do governo brasileiro em relação aos deficientes e vai cobrar respostas de Brasília em relação ao que tem sido feito para promover os direitos dessa parcela da população. O Brasil será representado pelo ministro da Secretaria de Direitos Humanos, Pepe Vargas.
Em um informe apresentado aos peritos da ONU por mais de uma dezena de organizações brasileiras e estrangeiras, as denúncias apontam que uma pessoa com deficiência no Brasil ainda vive com sérias dificuldades para ter acesso aos mesmos locais que o restante da população, seja por falta de infraestrutura adequada ou por falta de treinamento de professores, motoristas e gestores. O governo promete responder às críticas ainda nesta terça.
O exame será o primeiro que o Brasil enfrentará em uma década desde a entrada em vigor da Convenção dos Direitos de Pessoas com Deficiências. "A falta de acesso tem sido a maior barreira a ser superada no Brasil", alertou o informe apresentado pela Associação Brasileira para Ação por Direitos das Pessoas com Autismo (Abraça), a Fraternidade Cristã de Pessoas com Deficiência do Brasil (FCD), o Instituto Baresi e a Rede Brasileira do Movimento de Vida Independente, entre outras.
A lei de 2000 estabelecia até 2010 para que todo o transporte público fosse adaptado. "Mas muitas empresas ainda não cumprem a lei", acusaram as entidades. Ônibus interestatais e muitas empresas de transporte urbano ainda não teriam instalado elevadores para cadeiras de roda. Motoristas não foram instruídos a operar o sistema, quando existe, e não são poucos os casos de ônibus de linhas urbanas que "aceleram quando veem um deficiente em um ponto".
Segundo as entidades, o governo tem feito esforços para adaptar os aeroportos. Mas o mesmo compromisso não é visto com metrôs, trens e outros transportes. Os edifícios públicos teriam de ter sido adaptados até 2009. "Mas muitos ainda não estão", alerta o documento.
Com 25 milhões de pessoas com deficiências no Brasil, os grupos apontam que nem mesmo as construtoras têm erguido os novos apartamentos dentro dos padrões exigidos pela lei para garantir a circulação de cadeiras de roda ou acesso aos banheiros.
Nos centros de saúde, a questão do acesso é ainda um obstáculo. Um levantamento apresentado à ONU aponta que, de 241 unidades de saúde avaliadas em sete Estados, 60% delas não estavam adequadas a receber deficientes.
As políticas de emprego tiveram certos avanços. Mas enquanto o Brasil gerou 6,5 milhões de postos de trabalho entre 2007 e 2010, 42 mil empregos para pessoas deficientes foram fechados.
Nas escolas, a falta de assistência especializada é a barreira. Em 2008, 93 mil estudantes com deficiência foram inscritos na rede pública. Em 2014, esse número caiu para 61 mil.
Para as entidades, "o governo tem feito pouco para conscientizar a sociedade e promover os direitos e dignidade das pessoas com deficiências". Apesar das promessas feitas à sociedade civil, até hoje nenhuma campanha tem sido organizada para que se conheça os direitos dos deficientes", completou o informe apresentado pelos grupos.
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Bandeira branca 1
A direção do Shopping Novo Batel acatou a sugestão da associação União de Pais Pelo Autismo (Uppa) para receber crianças e jovens com deficiência – não exclusivamente com autismo – uma vez por mês para uma sessão de cinema exclusiva para filhos e pais. A ideia surgiu depois do incidente da semana passada em que uma mãe acusou o diretor do shopping de discriminar seu filho em uma cafeteria. No último domingo, pais de pessoas com deficiência fizeram um encontro na praça de eventos do shopping.
A primeira sessão está marcada para o dia 5 de outubro e o filme, de temática infantil, ainda será definido.
Bandeira branca 2
Uma vez por mês uma das salas de cinema se transformará em um ambiente mais acessível, com som mais baixo e maior luminosidade durante a sessão. As crianças também ficarão mais à vontade caso desejem levantar e caminhar pela sala ou entrar e sair durante o filme. Segundo a presidente da Uppa, Adriana Czelusniak, a parceria é um grande ganho para a inclusão cultural, pois a alta sensibilidade e hiperatividade das crianças com autismo não permitem que elas frequentem salas de cinema comuns.
Há meses ela tentava uma parceria com outras redes de cinema, sem nunca receber resposta.
Bandeira 2
A União dos Taxistas de Curitiba (UTC) fará hoje a entrega do “Dossiê Uber e Pirataria”, elaborado pela associação, à Câmara Municipal. O material já foi entregue ao Ministério Público estadual, ao Procon e ao secretário de Governo Municipal da prefeitura de Curitiba, Ricardo Mac Donald Ghisi. Os taxistas da UTC também já se reuniram com a deputada federal Cristiane Yared e com deputados estaduais.
Presença vip
O arquiteto carioca Paulo Mendes da Rocha confirmou presença na abertura oficial da exposição “Nos pormenores um universo”, amanhã, no Museu Oscar Niemeyer. A mostra homenageia o centenário de nascimento do arquiteto curitibano João Batista Vilanova Artigas, de quem Rocha é discípulo.
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http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/colunistas/reinaldo-bessa/bandeira-branca-1-2fvp3c803hnxnkbg684eczvp7
Governo de São Paulo lança Central de Libras: ação pioneira para inclusão de pessoas surdas
Nesta sexta-feira, 28 de agosto, o Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, lança o primeiro posto da Central de Libras, no Centro de Tecnologia e Inclusão, em São Paulo.
A ação é voltada à inclusão da pessoa com deficiência auditiva. Outros nove pontos de atendimento serão lançados durante o mês de setembro e complementados com outros 40, até o final deste ano, somando 50, em todo o Estado de São Paulo.
A Central de Libras consiste em uma tradução simultânea, por vídeo, para estabelecer uma comunicação entre a pessoa surda e a instituição que está prestando o atendimento, com a mediação remota de intérpretes fluentes em Libras.
Na prática funciona assim: o surdo entra no estabelecimento e procura o responsável pelo atendimento. Sabendo que se trata de um surdo, a pessoa é levada à Central de Libras que, por meio de um computador, apresenta sua questão/dúvida em Libras e o intérprete remoto traduz para o atendente. O Atendente responde em Português e o intérprete remoto transfere imediatamente a informação para o solicitante surdo.
O primeiro ponto entregue será no Centro de Tecnologia e Inclusão, espaço da Secretaria que disponibiliza cursos para pessoas com e sem deficiência, no Parque Fontes do Ipiranga, mesmo local onde funcionará o Centro Paraolímpico Brasileiro.
O Estado de São Paulo conta com 1.893.359 surdos, segundo dados do Censo IBGE/2010.
SERVIÇO
Lançamento Central de Libras do Governo do Estado de São Paulo
lançada pela Secretaria de Estado dos Direitos da pessoa com Deficiência
Data: 28 de agosto
Local: Centro de Tecnologia e Inclusão – Parque Fontes do Ipiranga
Endereço: Rodovia dos Imigrantes km 11,5, São Paulo /SP - bairro Jabaquara
TODOS ESTÃO CONVIDADOS!
http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/ultimas-noticias/governo-de-sao-paulo-lanca-central-de-librasacao-pioneira-para-inclusao-de-pessoas-surdas
terça-feira, 25 de agosto de 2015
Programa PlayTable oferece 60% de Subsídio para aquisição de mesa digital
Programa PlayTable de Acessibilidade oferece até 60% de subsídio para aquisição de mesa digital
Condições especiais são voltadas à pessoa física e instituições sem fins lucrativos especializadas no atendimento a crianças com deficiência
Depois de firmar parceria com a Escola Municipal Adelaide Starke, de Blumenau (SC), para a realização de um projeto piloto em educação inclusiva com o uso da PlayTable, primeira mesa digital com jogos educativos do Brasil, a Playmove lança o Programa PlayTable de Acessibilidade. A iniciativa oferece 60% de subsídio à pessoa física e 50% a instituições privadas sem fins lucrativos especializadas no atendimento a crianças com deficiência para aquisição da mesa digital desenvolvida pela empresa, além da possibilidade de parcelar a compra em até 6 vezes no cartão de crédito (ver termos e condições no site). O programa, que pretende alcançar 100 instituições em todo o Brasil até o primeiro semestre de 2016, tem como objetivo aumentar a qualidade de desenvolvimento e inclusão digital de crianças com necessidades especiais.
Presente em aproximadamente 350 escolas públicas e privadas de todas as regiões do Brasil, a PlayTable é utilizada como ferramenta ludopedagógica em instituições de ensino que também atendem crianças com deficiência, como é o caso da Escola Municipal Adelaide Starke e as salas de Atendimento Educacional Especializado (AEE) do ensino municipal de Fraiburgo (SC), mas o programa pretende agora atingir instituições específicas para este atendimento. De acordo com o diretor geral da Playmove, Marlon Souza, empresa responsável pela criação e desenvolvimento da mesa digital, desde 2014, quando a solução foi lançada, é possível perceber um aumento no interesse de pais na aquisição da mesa. “As crianças que têm acesso à PlayTable na escola apresentaram um desenvolvimento além do comum. Por isso, queremos facilitar as condições para que essas famílias tenham a ferramenta também em casa e difundir seu uso em insituições especializadas”, conta.
Para o especialista em ludopedagogia da Playmove, Cristiano Sieves, a solução favorece o desenvolvimento motor, cognitivo e psíquico de crianças com diferentes níveis de deficiência motora ou psíquica e, por isso, a mesa digital tem ganhado adesão em escolas de educação especial. “Além de ser resistente, lacrada e totalmente segura porque é feita de plástico e possui cantos arredondados, a tela da PlayTable conta com uma tecnologia de sensor infravermelho, que reconhece objetos de plástico, metal, feltro, além do toque do dedo e de outras partes do corpo”, explica. Todos os jogos exclusivos da mesa possuem diferentes níveis de aprendizado, acompanhando e auxiliando o desenvolvimento da criança. Os aplicativos contam ainda com elementos visuais de fácil compreensão e auxílio auditivo. A longo prazo, a Playmove pretende desenvolver novos jogos e ferramentas específicas para o trabalho com crianças com diferentes tipos de deficiências.
O Programa PlayTable de Acessibilidade é exclusivo para pessoas físicas responsáveis por crianças com deficiência e instituições privadas sem fins lucrativos especializadas no atendimento a crianças deficientes. Para conhecer mais, acesse a página do Programa no site da PlayTable:www.playtable.com.br/acessibilidade
Para mais informações, entre em contato por meio do sitehttp://playtable.com.br/acessibilidade/
Sobre a Playmove
Empresa de Blumenau (SC), fundada em 2013. A Playmove é uma empresa focada no desenvolvimento de soluções tecnológicas para educação infantil e ensino fundamental. Criadora e desenvolvedora da PlayTable, a primeira mesa digital com jogos educativos do Brasil, utilizada em escolas públicas e privadas no país. A PlayTable é uma mesa interativa e multidisciplinar, com jogos e aplicativos para crianças a partir de 3 anos de idade, voltada ao desenvolvimento das habilidades cognitivas e motoras dos pequenos. A tecnologia touch screen se caracteriza pela fácil usabilidade, inclusive, por ser acessível a crianças com deficiência.
(fonte: PlayTable)
(fonte: PlayTable)
segunda-feira, 17 de agosto de 2015
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
Em PE, app para deficientes chega a escolas públicas e tem 10 mil usuários
Do G1 PE
Um aplicativo criado por um pernambucano está causando uma revolução na vida de cerca de dez mil pessoas. A tecnologia, que ajuda pessoas com deficiência a se comunicarem, se chama Livox e já foi traduzida para 25 idiomas. Nos países de língua árabe, por exemplo, o aplicativo deve ser lançado em dois meses. A ideia também começa a chegar nas escolas públicas do Recife, em fase de testes.
O escolhido para os testes no Recife foi o estudante Jhonatan, de 18 anos. Ele tem paralisia cerebral e não é alfabetizado, mas é louco por internet e tem habilidade com aplicativos no telefone. Com o aplicativo, Jhonatan pode se comunicar melhor e também aumentar o aprendizado na escola. "As questões pedagógicas se iniciam a partir da comunicação. Se eu me faço compreender e faço com que o meu aluno seja compreendido, isso dá uma autonomia pra ele, uma segurança no aprendizado", explica a professora Jeisy Oliveira.
De acordo com o analista de sistemas Carlos Pereira, criador do aplicativo, a tecnologia tem algoritmos inteligentes que fazem o sistema se adaptar ao usuário, a partir da deficiência dele. "Não importa se a pessoa tem deficiência motora, visual ou cognitiva. Ele se ajusta a cada deficiência", explica. Exemplo disso é que dois terços dos usuários do aplicativos são pessoas autistas. Carlos criou o aplicativo para ajudar a filha, Clara, que tem paralisia cerebral, a se comunicar.
Aplicativo
A filha de Carlos Pereira, Clarinha, de sete anos, teve paralisia cerebral por causa de complicações durante o parto. Ela não consegue controlar os movimentos do corpo mas entende tudo, e o Livox foi criado para ajudá-la a se comunicar.
A filha de Carlos Pereira, Clarinha, de sete anos, teve paralisia cerebral por causa de complicações durante o parto. Ela não consegue controlar os movimentos do corpo mas entende tudo, e o Livox foi criado para ajudá-la a se comunicar.
Os pais de Clarinha não se conformaram em deixá-la viver com total lucidez mas sem capacidade de se expressar. Eles foram até a China, fizeram um tratamento pioneiro com células-tronco e chegaram a abrir uma clínica no Recife, que atende 300 pacientes.
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Mas Carlos achou pouco -- por isso, criou o sistema. Clarinha, que foi a primeira a usar o Livox, passou a se expressar, contar o que pensa e o que sente. "Hoje eu posso orientar, educar de uma forma mais precisa. Isso é ótimo, porque ela faz até perguntas e eu posso responder", explica a mãe, Aline Costa Pereira.
O Livox já ganhou o prêmio de melhor aplicativo de inclusão do mundo, pela Organização das Nações Unidades; de inovação tecnológica com maior impacto em 2014, do Banco Interamericano de Desenvolvimento; e foi o primeiro lugar na Copa do Mundo de Tecnologia do Vale do Silício, em junho deste ano. "Eu fico muito feliz com todos esses prêmios, mas o maior prêmio que eu tenho é ver minha filha se comunicar", conta Carlos Pereira.
Deixa que eu te ensino - AMOR
Para começar o dia! Você sabe o que é o Amor? Então, deixa que a Ju te ensina! Emoticon heart Confira o vídeo mais fofo do dia e conheça o projeto: "Outro Olhar": https://goo.gl/Uh6xzb
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