quarta-feira, 8 de julho de 2015

Você sabia que certas doenças geram isenção do Imposto de Renda sobre valores da aposentadoria? Salvar • 21 comentários • Imprimir • Reportar

Publicado por Fato Tributário - 5 dias atrás
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A pessoa que é aposentada e portadora de alguma das doenças listadas pela legislação não precisa pagar o imposto de renda sobre valores que recebe referentes à aposentadoria, pensão ou reforma, mesmo que a doença tenha sido contraída depois. Também estão inclusas as quantias recebidas em complementação de entidade privada e a pensão alimentícia.
Voc sabia que certas doenas geram iseno do Imposto de Renda sobre valores da aposentadoria
Os valores recebidos de pensão em cumprimento a acordo, decisão judicial ou por escritura pública e a prestação de alimentos provisionais recebidos por portadores da doença grave também são considerados isentos. Do mesmo modo, são isentos os rendimentos de aposentadoria ou reforma causada por acidente de trabalho e os recebidos pelos portadores de doença profissional. Vale lembrar que, para que haja a isenção, é indispensável que o portador da doença grave esteja na inatividade.
A isenção ocorre devido ao entendimento da Fazenda Nacional de que, como tais pessoas já são aposentadas, muitas das vezes com idade avançada e recebendo valores mensais menores do que recebiam quando em atividade, costumam gastar grande parte de sua renda no tratamento da enfermidade que possuem. Assim, recolher Imposto de Renda sobre esses valores seria, acima de tudo, um absurdo moral e fiscal.
Para que seja reconhecido o direito à isenção do Imposto de Renda é necessário que a doença seja comprovada por laudo pericial emitido por serviço médico oficial, da União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios, médico público do SUS ou do INSS. Se possível, o laudo deverá indicar a data em que a doença foi contraída. Caso contrário, será considerada a data da emissão do laudo como a data de início da doença. Além disso, o serviço médico deverá indicar se a doença é passível de controle e, caso afirmativo, o prazo de validade do laudo.
O laudo pericial deve possuir alguns elementos obrigatórios, sob pena de não ser válido. A Receita Federal disponibiliza um modelo de laudo aceito para fins de isenção do Imposto de Renda, que você pode conferir aqui:http://www.receita.fazenda.gov.br/público/formularios/ModelodeLaudoPericial.pdf
É importante lembrar que a aposentadoria não precisa ter decorrido de alguma doença. Além disso, a isenção se aplica a qualquer espécie de aposentadoria: por idade, tempo de contribuição, invalidez, especial etc. Aquele que recebe pensão por morte, se tiver alguma das doenças, também pode se beneficiar com a isenção do Imposto de Renda.
O aposentado tem a opção de pedir à Receita Federal a restituição dos valores pagos nos últimos cinco anos, caso já possuísse alguma das doenças, fosse aposentado e, ainda assim, tenha pago Imposto de Renda sobre os valores isentos. Só é preciso demonstrar que já estava doente no período, apresentando laudos e exames médicos que comprovem a data da doença. Os valores serão devolvidos pela Receita Federal devidamente corrigidos e atualizados. Vale ressaltar que esse pedido de restituição não é comumente aceito pela Receita, sendo possível e recomendável, portanto, que o aposentado ingresse com ação judicial perante a Justiça Federal para que seja reconhecido o direito à devolução.
Por fim, é importante ressaltar que a isenção do IR não desobriga o contribuinte do seu dever de apresentar a declaração de Imposto de Renda todos os anos. Caso esteja incluso nas situações de obrigatoriedade da entrega da declaração, esta deverá ser entregue normalmente, porém declarando-se como isentos os rendimentos recebidos.
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segunda-feira, 29 de junho de 2015

Playgrounds que ajudam na Inclusão de crianças especiais - Aventuraplay

Parque das Nações ganha o primeiro parque infantil adaptado do Estado


O parque é totalmente adaptado para crianças com deficiência (Foto: Marcelo Calazans)O parque é totalmente adaptado para crianças com deficiência (Foto: Marcelo Calazans)
O 1º parque infantil adaptado de Mato Grosso do Sul, que atenderá crianças com alguma deficiência física ou autismo, foi inaugurado nesta quinta-feira (18) no Parque das Nações Indígenas de Campo Grande. A construção foi uma parceria da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) e o MPE (Ministério Público Estadual).
A promotora Jaceguara Dantas da Silva Passos, da 67ª Promotoria de Justiça da Comarca de Campo Grande, ressaltou que o parque é um marco para a acessibilidade da Capital. “É o 1º passo para que o Estado seja referência em acessibilidade”.
Para o presidente da CDL, Ricardo Kuninari, a construção do 1º parque é um passo para a conscientização. “Nós plantamos uma semente, um incentivo para as empresas públicas e privadas se conscientizarem e multiplicarem a ação”, valorizou.
Ele explicou que a CDL quer divulgação nas cidades do interior do Estado e usar Campo Grande como exemplo.
O parquinho é todo adaptado para cadeiras de rodas, crianças com baixa visão ou dificuldade de locomoção. Há dois balanços, uma casinha, escorregador e um carregador.
Soeli Rodrigues Ferraz, 36 anos, levou a filha para se divertir durante a inauguração e aprovou o local. “É ótimo. Ajuda na interação com outras crianças e desenvolvimento motor”.
“Esse é o primeiro parque que não precisamos nos adaptar a ele, mas ele é adaptado para nós”, ressaltou.
A segurança foi aprovada por Luisa Viana, 51. “Não tem problema de brincar aqui. Elas ficam bem seguras, sem perigos”.
A promotora assegurou que outros parquinhos como este podem ser construídos em Campo Grande. “Nós sabemos que estamos fazendo algo certo, quando vemos o brilho no olhar e sorriso das crianças”, assumiu.
http://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/parque-das-nacoes-ganha-o-primeiro-parque-infantil-adaptado-do-estado

Juiz de MT reduz carga horária de servidora para cuidar de filho autista

Servidora da UFMT conseguiu reduzir carga horária semanal de trabalho.Decisão foi proferida por juiz da 8ª Vara Federal de Mato Grosso.




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Juiz de MT reduz carga horária de servidora para cuidar de filho autista
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A servidora pública federal Aline Cristina Jara da Silva conseguiu na Justiça reduzir metade da carga horária de trabalho, sem compensação, para cuidar de seu filho, Davi de Oliveira Jara, de cinco anos, portador de transtorno de espectro autista, popularmente chamado de autismo. Arquiteta e servidora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Aline conseguiu o benefício por meio de uma decisão da Justiça Federal em Mato Grosso no dia 18 de junho.
A decisão é da 8ª Vara Federal de Mato Grosso, que levou em consideração a “Convenção sobre o direito das pessoas com deficiência” e a legislação federal sobre os regimes jurídicos dos servidores públicos civis, que prevê o benefício da redução de carga horária para servidores com filhos ou cônjuges portadores de necessidades especiais.
"Neste contexto, a presença da mãe tem primazia, não só pelo seu papel de quem traz à vida, mas de quem está mais próxima, no sentido de estimular as habilidades naturais da criança, dando-lhe suporte ao desenvolvimento adequado, de filho que demanda atenção diferenciada, disponibilidade financeira e de tempo para tratamento multiprofissional, que um servidor que trabalha em tempo integral (08 horas/dia, ainda que com intervalos de almoço), não tem como contemplar", registrou o juiz Raphael Cazelli de Almeida Carvalho na decisão.
Diagnóstico
O filho de Aline foi diagnosticado como portador do transtorno de espectro austista aos três anos, conta a mãe. “Minha irmã, que é médica, começou a desconfiar por causa do comportamento fechado dele. No começo eu achei que ele era quieto mais por causa de um traço de personalidade. Quando levamos na psiquiatra infantil, na primeira consulta ela praticamente já deu o diagnóstico. Nesse momento a gente sempre pensa no caso mais severo”, relata.
Davi acabou passando por outros exames, que descartaram outras doenças. Por fim, o garoto foi diagnosticado como portador de um grau leve de autismo. De acordo com Aline, o distúrbio neurológico do filho se manifestava – antes do início do tratamento - através da fala e de alguns comportamentos específicos.
“Ele fazia bastante ecolalia [repetição de sons comum em crianças com autismo]. A gente perguntava ‘Oi, Davi, tudo bem?’ e ele respondia ‘Oi, Davi, tudo bem?’”, comenta. Além disso, Aline diz que ele gostava de colecionar e enfileirar objetos em forma de círculo, demonstrava significativa falta de atenção e gostava de rodar em seu próprio eixo.
Tratamento
O diagnóstico e o tratamento precoce ajudaram na qualidade de vida de Davi. Segundo Aline, hoje ele tem mais facilidade de comunicação em casa e na escola, no aprendizado e na interação com as outras pessoas. Enquanto isso, ele treina para melhorar ainda outros aspectos.
“Ele ainda tem dificuldade de ir ao banheiro e comer, por exemplo. Hoje, ele só aceita comer bife cortado bem picadinho e uma bolacha de água e sal de uma marca específica. Do resto das comidas que tentamos, ele não se acostumou com a textura”, comenta.
Aline conta que todo o aprendizado de Davi é lúdico. Ela diz que ele começou, há poucos meses, a assistir a filmes de super-heróis e que, por sugestão da psiquiatra, ela e o marido acabam estimulando o aprendizado a partir disso. Eles comentam que recentemente Davi conheceu o Capitão América e que devem estimulá-lo a ir ao banheiro se utilizando da figura do herói. “'Você não é o Capitão América, então, tem que ir ao banheiro'”, contam, rindo, sobre como deve ser o treinamento.
A servidora comenta que participa de reuniões da Associação de Amigos do Autista (AMA) e que, embora a entidade não tenha uma sede fixa em Cuiabá, os pais dos autistas sempre se reúnem para debater sobre a enfermidade e questões jurídicas.
“Eu ganhei o meu caso, mas, só resolveu a questão da minha família. Lá [na AMA] nós nos reunimos para ir atrás dos nossos direitos. Para discutir quem já conseguiu uma aposentadoria para o filho, quem já conseguiu uma redução [da jornada de trabalho]”, afirma.
UFMT
Segundo a assessoria da UFMT, a Secretária de Gestão de Pessoas (SGP) da instituição ainda não recebeu a sentença da Justiça sobre a carga horária da servidora Aline Cristina Jara da Silva e só deve se pronunciar posteriormente.

http://www.cenariomt.com.br/noticia/455805/juiz-de-mt-reduz-carga-horaria-de-servidora-para-cuidar-de-filho-autista.html
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sexta-feira, 26 de junho de 2015

Deficiente pode receber benefício, mesmo com renda per capita maior que 1/4 do mínimo

O juiz Rodrigo de Melo Brustolin julgou procedente o pedido para conceder o benefício assistencial – Lei Orgânica da Assistência Social (Loas) – a Ana Maria Monteiro do Amaral, mesmo com o seu núcleo familiar tendo renda per capita superior a um quarto do salário-mínimo. Ana Maria tem 42 anos, é paraplégica, tem câncer, problemas neurológicos e família carente.
A sentença foi proferida durante a realização, na comarca de Itapirapuã, do Programa Acelerar – Núcleo Previdenciário, que terminou nesta quarta-feira (24). Além das audiências previdenciárias, cerca de 75 perícias médicas também foram realizadas nos dois dias de trabalho. Amanhã, a força tarefa segue para a comarca de Uruana e finaliza a semana, na sexta-feira (26), em Rialma.
O magistrado enfatizou que o benefício pleiteado visa exclusivamente que as pessoas idosos ou portadoras de deficiência que não possuem meios de prover sua subsistência nem de tê-la provida por suas famílias possam atender às suas necessidades mais urgentes, como alimentação e vestuário, com o mínimo de dignidade, até o momento em que estiverem aptas a exercer alguma função no mercado de trabalho. Entretanto, ao analisar o caso, Rodrigo Brustolin levou em consideração a situação economicamente vulnerável da família. No caso específico de Ana Maria, ele observou que eles são aposentados rurais e utilizam suas rendas para sobreviverem.
“Firmou-se jurisprudência de que, para fins de cálculo da renda familiar mensal, não deve ser considerado o benefício (mesmo que de natureza previdenciária) que já venha sendo pago a um membro da família, desde que seja um salário-mínimo, forte na aplicação analógica do parágrafo único do artigo 34, da Lai 10.741/2003, o Estatuto do Idoso”, ressaltou, ao citar julgado de caso semelhante do Tribunal Região Federal da 1ª Região.
Ana Maria foi vítima de paralisia infantil aos 9 meses, o que a tornou incapaz para a vida independente, conforme laudos médicos. A família, formada pelo pai e pela mãe, sobrevive com dois salários-mínimos, relativos a aposentadoria deles. Ocorre que esse valor, se dividido, é maior que um quarto do salário-mínimo mínimo (se considerada a renda per capita da família).
“Esse dinheiro vai nos ajudar demais. Com o nosso dinheiro, compro comida e remédios porque uma parte fica para pagar a prestação do carro que comprei para levar minha filha para fazer quimioterapia a cada 21 dias em Goiânia”, relatou José Monteiro de Amaral, o pai de Ana Maria.
A família vive na zona rural de Itapirapuã, a 25 quilômetros da cidade e, segundo José, depois que a filha teve câncer na cabeça, a necessidade de morar na cidade aumentou. “Precisamos ir sempre à cidade comprar as coisas ou para atendimento médico. Quem sabe daqui alguns anos esse dinheiro nos ajudar a ir para cidade”, planejou.
Por TJ-GO

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Crianças em cadeira de rodas participam de corrida de rua

Crianças em cadeira de rodas participam de corrida de rua

21/06/2015 12:33:00
Mais de 1,2 mil crianças, com idades entre 8 e 16 anos, participaram neste domingo (21) da 2ª etapa do Circuito Infantil de Corridas de Rua 2015, promovido pela Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude de Curitiba, no Parque Náutico, em São José dos Pinhais. A grande novidade desta edição foi a 1ª Corrida Pernas Pra que Te Quero, com a participação de 24 crianças usuárias de cadeiras de rodas que foram conduzidas por corredores voluntários.
A etapa é resultado de uma parceria entre a Prefeitura de Curitiba e a Associação Paranaense de Reabilitação (APR). A ação visa à integração de crianças que usam cadeiras de rodas ao Circuito Infantil de Corridas da Cidade de Curitiba, proporcionando a inclusão de crianças com deficiência em um ambiente antes restrito.
Com trajetos de 2 mil e 3 mil metros, cada uma das crianças com deficiência contou com o apoio de uma equipe formada por seis corredores voluntários que se revezaram durante a prova. Amanda Vaz, 16 anos, já praticava corridas com cadeiras de rodas. Ela contou que gostou muito da iniciativa e principalmente do carinho e interação com os atletas que ela teve oportunidade de conhecer já durante os treinos anteriores à corrida. “Gostei muito da experiência e quero participar mais vezes”, afirmou a jovem.
A empresária Danielle Milarski, uma das atletas voluntárias, pratica corrida há cinco anos. Ela soube do projeto pela internet e fez questão de participar para poder dividir os bons frutos do esporte com outras pessoas. “Correr nos dá uma sensação muito boa de alegria, de liberdade. Poder proporcionar isso a uma dessas crianças é incrível. Algumas gritam, vibram e é possível perceber que elas estão amando”, afirmou.
Amanda Riesemberg Ferreira, da Agência de Transformação Social Nossa Causa e uma das organizadoras do evento, explicou que o objetivo do projeto é promover a inclusão social de crianças e adolescentes em um esporte do qual elas não podiam participar. Segundo ela, a intenção é ampliar o projeto para que outras crianças usuárias de cadeiras de rodas também possam participar.
A organizadora disse que, para garantir a segurança de todos, as cadeiras de rodas foram adaptadas e instalados dispositivos para dar estabilidade ao equipamento e também que permitissem as crianças correr sem nenhum tipo de risco. 
“Com essa iniciativa, a Prefeitura consegue atingir todas as crianças. Quando se inclui a criança com deficiência, toda a sociedade sai ganhando”, enfatizou o secretário de Esporte, Lazer e Juventude, Aluísio Dutra Júnior.
http://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/criancas-em-cadeira-de-rodas-participam-de-corrida-de-rua/36780

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Bonecas com deficiências são lançadas após campanha nas redes sociais por diversidade


Publicado há 2 semanas - em 5 de junho de 2015 » Atualizado às 10:20 
Categoria » Racismo e Preconceitos
makies

Modelos com bengalas e marcas de nascença foram produzidos pela marca britânica Makies
Do O Globo
Depois que uma campanha por maior diversidade na indústria de brinquedos se tornou viral em redes sociais com a hashtag “#ToysLikeMe” (brinquedos como eu, em tradução livre), um fabricante de brinquedos britânico criou uma nova linha de bonecos com deficiência.
Além de modelos com bengalas e deficiência auditiva, a empresa Makies criou alternativas com marcas de nascença e cicatrizes. Personagens em cadeira de rodas também estão sendo desenvolvidos pela equipe de design e produção.
Usando a impressão 3D para projetar as bonecas e os acessórios, o fabricante espera que a nova linha seja um grande sucesso – dada a rapidez com que foi criada em resposta à campanha #ToyLikeMe que começou no Facebook.
Por £ 69 (cerca de R$ 320), as “Makies Dolls” são personalizadas para o dono, com a empresa planejando realizar customização com as características faciais. Ou seja, em breve os pais podem solicitar bonecas com a mesma marca de nascença que o filho ou a filha tem.
http://www.geledes.org.br/bonecas-com-deficiencias-sao-lancadas-apos-campanha-nas-redes-sociais-por-diversidade/#gs.f8351aa59ade48d79976f315d5b345a2
makiess
A nova coleção deixou os ativistas da hashtag felizes, mas isso não fará com que eles parem de pedir por uma diversidade maior no que diz respeito a brinquedos infantis. O movimento postou em sua página no Facebook: “Toy Like Me não vai descansar. Se pequenas empresas como a Makies podem atender, o que estão fazendo os meninos e meninas grandes? Vamos Lego, Playmobil, Mattell Barbie – 770 mil crianças britânicas com deficiências precisam de representação agora!”.
Leia também 


Leia a matéria completa em: Bonecas com deficiências são lançadas após campanha nas redes sociais por diversidade - Geledés http://www.geledes.org.br/bonecas-com-deficiencias-sao-lancadas-apos-campanha-nas-redes-sociais-por-diversidade/#ixzz3dSpzhS3y 
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Curtam a página Brincando e Aprendendo de ANA CRISTINA SÁTIRO BITU - Pedagoga Especializada em Educação Especial.

Brincando e Aprendendo.
Trabalho com crianças com alguma deficiência ou não.
Acompanho o seu filho e o ajudo a se superar e a encontrar suas habilidades;
Auxilio na autonomia e nos processos de aprendizagem;
Uso diversas ferramentas para auxiliá-los nestes processo principalmente o lúdico (o brincar pedagógico).
Trabalho com crianças com Síndrome de Down, Espectro de Autista, Asperger, Deficiência Intelectual e Crianças com TDAH.
Trabalho com aconselhamento de pais sobre a área comportamental de seus filhos.

ANA CRISTINA SÁTIRO BITU
Pedagoga Especializada em Educação Especial.
TELEFONES:
11 98700 4092 TIM - WhatsApp
11 9665 0103 OI
11 2381 3824 FIXO
SÃO BERNARDO DO CAMPO - SÃO PAULO.

Autismo se Trata Com Muito Amor!

terça-feira, 16 de junho de 2015

Paraíba tem a primeira cidade com condomínio exclusivo para idosos

24 de Novembro de 2014 • Atualizado às 16h11


O Governo da Paraíba tem investido na criação de lares para a população idosa. Em junho deste ano, as autoridades entregaram as chaves do condomínio “Cidade Madura” localizado na capital do estado, João Pessoa. Em breve, as unidades chegarão às cidades de Campina Grande, Cajazeiras e Sousa.
Trata-se do primeiro residencial do país voltado exclusivamente aos idosos carentes de moradia. Com 54 m², as casas são totalmente adaptadas às necessidades das pessoas da terceira idade. Seguem normas de acessibilidade, inclusive, para os que utilizam cadeira de rodas.
Na área externa há praça, pista de caminhada, academia ao ar livre e campo de futebol. O residencial possui também uma unidade de saúde, centro de convivência, horta, espaço para rede e guarita.
 “Os idosos aqui terão mais facilidades para viver com uma casa ampla e adaptada as suas necessidades, locais de caminhadas e ginástica, um núcleo de assistência à saúde, redário e um lugar de eventos. O lugar dos sonhos de muita gente”, afirmou a presidente da Companhia Estadual de Habitação Popular (Cehap), Emília Correia Lima.
Casa de artistas?
O ex-jogador de futebol, José Máximo, Zezito, tricampeão pelo Botafogo, é um dos ilustres moradores do residencial. Atualmente, ele morava em uma área de risco com a esposa, local em que ele estava ameaçado de ser despejado. No local, Zezito já reencontrou um velho amigo, Valdo Clemente Santos, que também jogou pelo mesmo time.

Foto: José Marques
Outra celebridade da região que ganhou um novo lar é o cantor e compositor Severino Ramos de Oliveira, que, nos anos 50, já dividiu o palco com Cauby Peixoto, Ângela Maria e Genival Lacerda.
Como funciona o condomínio
Certamente, o “Cidade Madura” será um bom lugar para fazer amizades, até porque não é permitido morar com outros familiares. No máximo, o idoso pode entrar com um cônjuge – o que se deve ao fato do projeto ser voltado para pessoas carentes de moradia e família.

Foto: José Marques
É preciso residir preferencialmente na cidade há pelo menos dois anos, ter 60 anos ou mais e possuir renda de até cinco salários mínimos. Também é necessário que a pessoa tenha condições de realizar suas atividades diárias com autonomia, ou seja, precisa ser lúcida e ter possibilidade de locomoção. Os moradores pagam apenas as despesas referentes à utilização do imóvel, que é de propriedade do Estado.
Redação CicloVivo