sábado, 23 de novembro de 2013

De cadeira de rodas, Maria Gadú embarca no aeroporto Santos Dumont



‘Estou vendo na pele o quanto acessibilidade é de fato um direito de todos’, disse Maria Gadú em cadeira de rodas

De cadeira de rodas, Maria Gadú embarcou no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, na terça-feira (19). A cantora estava acompanhada da namorada, Lua Leça.

Recentemente, Maria Gadú rompeu os ligamentos do joelho e agora se recupera da lesão, com a ajuda de um fisioterapeuta. Apesar disso, a cantora não estava abatida. Ela mostrou estar bem-humorada e riu ao notar a presença dos fotógrafos.

Segurando duas muletas na mão, Gadú foi vista na fila do check-in do aeroporto. Enquanto aguardava, ela se distraiu com o celular.

Há alguns dias, ela usou as redes sociais para agradecer o apoio dos fãs e comentar as dificuldades de um portador de necessidades especiais. “Queridos! Quero agradecer aos carinhos e mensagens de melhoras! Estou aqui me recuperando! Sou mimada visualmente por vocês (lendo as mensagens e recebendo toda energia), pela mamãe, Lua, Fil, Rebeca, Bruno e todos os amigos que estão até se divertindo por levarem minha cadeira aonde querem e eu não poder fazer nada”, brincou.

“Me sinto vivendo uma experiência especial….. Estou vendo na pele o quanto acessibilidade é de FATO um direito de todos, e como muitas vezes e difícil se locomover estando em uma cadeira. Mando aqui um abraço apertado a quem tem essa condição como única e digo: trocar as pernas por rodas é digno IGUAL, dificuldades todos temos. Com pernas ou não todo ser humano merece respeito. Precisamos de escadas, rampas e o que mais for preciso pois TODOS tem o direito de ir e vir!”, concluiu.

Fonte: Quem

Os personagens mais queridos da criançada estão carequinhas para lembrar que a criança com câncer tem que curtir a infância como qualquer criança, divirta-se e passe a mensagem para frente.!!


Os personagens mais queridos da criançada estão carequinhas para lembrar que a criança com câncer tem que curtir a infância como qualquer criança, divirta-se e passe a mensagem para frente.!!

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Menina com doença rara encontra felicidade na dança

Confiram a reportagem com os amados dançarinos da CIA de Dança Guerreiros exibida dia 20/11 na Programação da RIC!!!

http://ricmais.com.br/pr/bg-curitiba/videos/menina-com-doenca-rara-encontra-felicidade-na-danca/

LACRES DE ALUMINIO - PEQUENO COTOLENGO

DIVULGAÇÃO DE EVENTO


Vamos participar do Dia Mais que Especial na Escola Municipal Pref. Omar Sabbag. Além da participação da secretária Mirella Prosdocimo, haverá vivências inclusivas e a exposição "Encontros e Olhares", produzida por um grupo de jovens com e sem deficiência intelectual.

Jogos da Inclusão reúnem 950 atletas de 13 modalidades






Uma grande festa com direito a pira olímpica e desfile das delegações participantes marcou a abertura da 9ª edição 
dos Jogos da Integração e Inclusão (JOIN).
Curitiba, 18/11/2013
Foto: Valdecir Galor/SMCS
Uma grande festa com direito a pira olímpica e desfile das delegações participantes marcou a abertura da 9ª edição dos Jogos da Integração e Inclusão (JOIN), na manhã desta segunda-feira (18), no ginásio de esportes da Universidade Tuiuti, campus Jardim Schaffer. Maior evento esportivo destinado à pessoa com deficiência realizado em Curitiba e região metropolitana, o JOIN reúne este ano cerca de 950 atletas atendidos por 28 instituições, que até o dia 29 de novembro vão disputar provas em 13 modalidades esportivas.
 
"Os jogos e o esporte são fundamentais na vida dessas pessoas, e o JOIN é o ponto alto do trabalho realizado ao longo do ano", destacou o secretário municipal de Esporte, Lazer e Juventude, Aluísio de Oliveira Dutra Júnior. O evento é idealizado pelo Instituto Gui Darin, Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Juventude, Associação Paranaense para o Desenvolvimento do Potencial Humano (APADEH) e Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDCA).
Dois momentos emocionaram os participantes da cerimônia de abertura: a execução do hino nacional, cantado e acompanhado pelos atletas, e as apresentações de dança realizadas por alunos das escolas de educação especial 29 de Março e Ecumênica.
Jogos
O JOIN 2013 é composto por 13 modalidades esportivas: atletismo, tênis de mesa, vôlei adaptado, vôlei, goalball, polibate, xadrez, bocha de areia, boccia, natação, futsal, beisebol e golfe. Participam atletas com deficiência auditiva, física, intelectual, visual e com transtornos globais de desenvolvimento.
As partidas serão realizadas nas instalações da Universidade Tuiuti (UTP), da UniBrasil, do SESC Água Verde e da Escola Estadual de Educação Especial Lucy Requião. Neste primeiro dia de competição acontecem provas de atletismo e jogos de polibate e tênis de mesa na UTP.
 
Os jogos da Integração e Inclusão têm como objetivo estimular ideias inovadoras para a construção de uma sociedade mais inclusiva, participativa e integrada, além de incentivar a prática desportiva entre as pessoas com deficiência, tornando-se um meio de identificar novos talentos para as competições paralímpicas. Também oferecem oportunidade de confraternização e socialização entre pessoas envolvidas nas atividades esportivas.
O JOIN acontece desde 2005 e integra a política desenvolvida pela Coordenadoria de Paradesporto da Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Juventude. "O Brasil vem despertando há alguns anos para a atividade esportiva voltada às pessoas com deficiência e cabe a nós (secretaria) organizar essa participação e todas as iniciativas relacionadas ao paradesporto em Curitiba", afirmou o Dutra Júnior.
 
Estiveram presentes na cerimônia de abertura o vice-governador e secretário estadual da Educação, Flávio Arns; a secretária estadual da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa; o secretário municipal de Comunicação Social, Gladimir Nascimento; o vereador Zé Maria e representantes das instituições organizadoras do evento.

Prêmio Protagonistas Pequeno Cotolengo

terça-feira, 19 de novembro de 2013

São Paulo tem apenas 2 semáforos sonoros e sem planos de ampliação

Veja o video

UOL
  • Apenas 0,03% dos semáforos para pedestres existentes na cidade de São Paulo possuem sinalizações sonoras para facilitar a travessia de deficientes visuais. É o que aponta o levantamento feito pelo Instituto Laramara (Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual), que registra a existência de dois sinais sonoros na capital paulista que, de acordo com a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), possui 5.668 cruzamentos semaforizados.
Ambos os equipamentos estão instalados próximos à instituição: um deles na rua Conselheiro Brotero, na altura do número 338, na Barra Funda, região central da cidade; e outro no cruzamento da rua Conselheiro Brotero com a rua Brigadeiro Galvão, no mesmo bairro. Mas, conforme apurado pela reportagem do UOL, apenas o primeiro está funcionando integralmente.
Quando a reportagem passou pelo segundo semáforo sonoro --no fim de setembro--, que possui uma tecnologia mais avançada, com a emissão de mensagens sonoras para o deficiente visual, de acordo com o instituto, não estava funcionando.

DADOS NACIONAIS

  • 3,5%

    da população brasileira têm deficiência visual
  • 6,5 milhões

    de pessoas apresentam algum problema de visão no Brasil
  • 528.624

    pessoas são incapazes de enxergar (cegos);
  • 6.056.654

    pessoas possuem grande dificuldade permanente de enxergar (baixa visão ou visão subnormal)
    "Ocasionalmente eles dão uma pane", disse João Felippe, especialista de orientação e mobilidade da Laramara, que relatou ter dificuldades para pedir a manutenção dos equipamentos. "Sempre há um jogo de empurra-empurra."
    A cidade, segundo Felippe, já chegou a ter outros três sinais sonoros, mas atualmente estão todos desativados [rua Vergueiro, em frente ao Centro Cultural São Paulo, no Paraíso; avenida Nazaré, próximo ao Instituto de Cegos Padre Chico, no Ipiranga; e rua Pensilvânia, em frente ao Centro de Apoio Pedagógico Especializado, no Brooklin].
    Em nota, a CET informou que os testes com semáforos sonoros para deficientes visuais foram iniciados há cerca de sete anos na cidade de São Paulo, em parceria com uma empresa multinacional, que doou as botoeiras sonoras para os cruzamentos. "Os equipamentos de três endereços apresentaram problemas e, como estes semáforos funcionavam em caráter experimental, em parceria com a empresa, não foram renovados", apontou o comunicado.
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    Projeto leva deficientes visuais para conhecer cavalos 6 fotos

    1 / 6
    11.set.2013 - Prezious Perez, 15, encosta o rosto em um dos cavalos da companhia Cavalia em Somerville, Massachusetts (EUA), durante uma turnê voltada para deficientes visuais. A equipe conta com 63 cavalos e 47 artistas Brian Snyder/Reuters

    Metrópoles mais acessíveis

    Enquanto a cidade de São Paulo, com cerca de mais de 11,2 milhões de habitantes, possui dois sinais sonoros, a capital paranaense, com 1,7 milhão de habitantes e 830 cruzamentos com semáforos, tem sete cruzamentos que contam com o equipamento, sendo cinco deles nas proximidades da rua 15 de Novembro, no centro da cidade.
    A desproporção é ainda maior quando se compara a situação paulistana com a realidade de Porto Alegre. A capital gaúcha, que tem 1,4 milhão de habitantes, tem 82 botoeiras sonoras que beneficiam os deficientes visuais na travessia de 28 cruzamentos. "A previsão é que até o final de 2014 a cidade tenha mais de 200 botoeiras espalhadas por todas as regiões", afirmou Raul Cohen, secretario Municipal de Acessibilidade e Inclusão Social. Segundo o especialista em mobilidade, Porto Alegre e Curitiba são consideradas capitais modelo no quesito acessibilidade para deficientes visuais.

    CRUZAMENTOS COM SEMÁFOROS SONOROS

    • 28

      Porto Alegre
    • 7

      Curitiba
    • 2

      São Paulo
      Segundo ele, há um projeto na cidade que prevê a instalação desses equipamentos na rota chamada de "Caminho do Gol", ou seja, todos os pontos que haverá maior concentração de torcedores durante a Copa de 2014. "A secretaria também orienta a instalação das botoeiras sonoras em locais de maior fluxo de pedestres e em localizações específicas mediante a solicitação de moradores", contou Cohen.
      Na opinião de Felippe, no entanto, o ideal era que todos os cruzamentos de uma cidade, principalmente os mais movimentados, tivessem a sonorização. "Se existe semáforo orientando o pedestre visualmente, neste local deveria ter sonorização para orientar o deficiente visual", relatou ele, que diz ser possível e passível a construção de metrópoles mais acessíveis. "Só que existe pouca vontade, pouco desejo e pouco empenho das autoridades e das companhias de trânsito em estar fazendo isso."
      A CET, como a própria assessoria do órgão relatou, não possui nenhum projeto que prevê a ampliação das botoeiras sonoras na capital paulista. No começo do ano, a Prefeitura de São Paulo lançou uma licitação com o custo de R$ 100 milhões para a manutenção e substituição da rede de semáforos da cidade, mas sem incluir qualquer alternativa para a travessia de deficientes visuais.
      Cada botoeira sonora, segundo estimativa da Secretaria de Acessibilidade e Inclusão Social de Porto Alegre, custa em média R$ 1.200. "As substituições dos equipamentos tradicionais pelos sonoros trazem onerações, até porque não há nada barato, principalmente quando se fala em acessibilidade. Mas uma política pública tem que ser colocada à disposição da população, inclusive daquela parcela que possui deficiência visual", afirmou Cohen.
      Dados do IBGE de 2010 apontam que 23,9% da população brasileira, o que equivale a 45,6 milhões de pessoas, declara ter algum tipo de deficiência. E a visual foi declarada a mais comum. Mais de 6,5 milhões de brasileiros, de acordo com o levantamento, possuem alguma deficiência visual.
      "O sinal sonoro é um direito. Porque tudo que é oferecido para as pessoas que enxergam deve de alguma maneira ser equacionado para quem não enxerga", destacou o especialista em orientação e mobilidade. Para o secretário gaúcho se faz cada vez mais necessário, diante da necessidade de mobilidade desse tipo de deficiente, que antes ficava mais em casa, mas que agora luta para ter uma vida comum.
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      Alunos com deficiência visual descobrem animais pelo tato13 fotos

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      Em visita ao zoo, alunos com deficiência visual do Centro Educacional Setor Leste de Brasília puderam conhecer diversos animais, ao tocarem aves e mamíferos Leia maisMarcello Casal Jr./AB
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      segunda-feira, 18 de novembro de 2013

      Deficiente visual reclama da acessibilidade nos bairros


      Deficiente visual reclama da acessibilidade nos bairros

      18/11/2013 - 19:23
      Distante do Centro, onde é possível encontrar alguns dispositivos de acessibilidade para deficientes físicos e visuais, o bacharel em Direito Daniel Massaneiro, 28 anos, enfrenta diariamente nas ruas do CIC uma verdadeira batalha contra buracos e degraus nas calçadas, além da ausência de qualquer equipamento que o auxilie para atravessar cruzamentos movimentados. Ele, porém, não é o único a passar por este tipo de problema. As condições das ruas dos bairros longe da área central prejudicam também cadeirantes, idosos, crianças e até ciclistas, que não contam com uma via exclusiva.