terça-feira, 19 de novembro de 2013

São Paulo tem apenas 2 semáforos sonoros e sem planos de ampliação

Veja o video

UOL
  • Apenas 0,03% dos semáforos para pedestres existentes na cidade de São Paulo possuem sinalizações sonoras para facilitar a travessia de deficientes visuais. É o que aponta o levantamento feito pelo Instituto Laramara (Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual), que registra a existência de dois sinais sonoros na capital paulista que, de acordo com a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), possui 5.668 cruzamentos semaforizados.
Ambos os equipamentos estão instalados próximos à instituição: um deles na rua Conselheiro Brotero, na altura do número 338, na Barra Funda, região central da cidade; e outro no cruzamento da rua Conselheiro Brotero com a rua Brigadeiro Galvão, no mesmo bairro. Mas, conforme apurado pela reportagem do UOL, apenas o primeiro está funcionando integralmente.
Quando a reportagem passou pelo segundo semáforo sonoro --no fim de setembro--, que possui uma tecnologia mais avançada, com a emissão de mensagens sonoras para o deficiente visual, de acordo com o instituto, não estava funcionando.

DADOS NACIONAIS

  • 3,5%

    da população brasileira têm deficiência visual
  • 6,5 milhões

    de pessoas apresentam algum problema de visão no Brasil
  • 528.624

    pessoas são incapazes de enxergar (cegos);
  • 6.056.654

    pessoas possuem grande dificuldade permanente de enxergar (baixa visão ou visão subnormal)
    "Ocasionalmente eles dão uma pane", disse João Felippe, especialista de orientação e mobilidade da Laramara, que relatou ter dificuldades para pedir a manutenção dos equipamentos. "Sempre há um jogo de empurra-empurra."
    A cidade, segundo Felippe, já chegou a ter outros três sinais sonoros, mas atualmente estão todos desativados [rua Vergueiro, em frente ao Centro Cultural São Paulo, no Paraíso; avenida Nazaré, próximo ao Instituto de Cegos Padre Chico, no Ipiranga; e rua Pensilvânia, em frente ao Centro de Apoio Pedagógico Especializado, no Brooklin].
    Em nota, a CET informou que os testes com semáforos sonoros para deficientes visuais foram iniciados há cerca de sete anos na cidade de São Paulo, em parceria com uma empresa multinacional, que doou as botoeiras sonoras para os cruzamentos. "Os equipamentos de três endereços apresentaram problemas e, como estes semáforos funcionavam em caráter experimental, em parceria com a empresa, não foram renovados", apontou o comunicado.
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    Projeto leva deficientes visuais para conhecer cavalos 6 fotos

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    11.set.2013 - Prezious Perez, 15, encosta o rosto em um dos cavalos da companhia Cavalia em Somerville, Massachusetts (EUA), durante uma turnê voltada para deficientes visuais. A equipe conta com 63 cavalos e 47 artistas Brian Snyder/Reuters

    Metrópoles mais acessíveis

    Enquanto a cidade de São Paulo, com cerca de mais de 11,2 milhões de habitantes, possui dois sinais sonoros, a capital paranaense, com 1,7 milhão de habitantes e 830 cruzamentos com semáforos, tem sete cruzamentos que contam com o equipamento, sendo cinco deles nas proximidades da rua 15 de Novembro, no centro da cidade.
    A desproporção é ainda maior quando se compara a situação paulistana com a realidade de Porto Alegre. A capital gaúcha, que tem 1,4 milhão de habitantes, tem 82 botoeiras sonoras que beneficiam os deficientes visuais na travessia de 28 cruzamentos. "A previsão é que até o final de 2014 a cidade tenha mais de 200 botoeiras espalhadas por todas as regiões", afirmou Raul Cohen, secretario Municipal de Acessibilidade e Inclusão Social. Segundo o especialista em mobilidade, Porto Alegre e Curitiba são consideradas capitais modelo no quesito acessibilidade para deficientes visuais.

    CRUZAMENTOS COM SEMÁFOROS SONOROS

    • 28

      Porto Alegre
    • 7

      Curitiba
    • 2

      São Paulo
      Segundo ele, há um projeto na cidade que prevê a instalação desses equipamentos na rota chamada de "Caminho do Gol", ou seja, todos os pontos que haverá maior concentração de torcedores durante a Copa de 2014. "A secretaria também orienta a instalação das botoeiras sonoras em locais de maior fluxo de pedestres e em localizações específicas mediante a solicitação de moradores", contou Cohen.
      Na opinião de Felippe, no entanto, o ideal era que todos os cruzamentos de uma cidade, principalmente os mais movimentados, tivessem a sonorização. "Se existe semáforo orientando o pedestre visualmente, neste local deveria ter sonorização para orientar o deficiente visual", relatou ele, que diz ser possível e passível a construção de metrópoles mais acessíveis. "Só que existe pouca vontade, pouco desejo e pouco empenho das autoridades e das companhias de trânsito em estar fazendo isso."
      A CET, como a própria assessoria do órgão relatou, não possui nenhum projeto que prevê a ampliação das botoeiras sonoras na capital paulista. No começo do ano, a Prefeitura de São Paulo lançou uma licitação com o custo de R$ 100 milhões para a manutenção e substituição da rede de semáforos da cidade, mas sem incluir qualquer alternativa para a travessia de deficientes visuais.
      Cada botoeira sonora, segundo estimativa da Secretaria de Acessibilidade e Inclusão Social de Porto Alegre, custa em média R$ 1.200. "As substituições dos equipamentos tradicionais pelos sonoros trazem onerações, até porque não há nada barato, principalmente quando se fala em acessibilidade. Mas uma política pública tem que ser colocada à disposição da população, inclusive daquela parcela que possui deficiência visual", afirmou Cohen.
      Dados do IBGE de 2010 apontam que 23,9% da população brasileira, o que equivale a 45,6 milhões de pessoas, declara ter algum tipo de deficiência. E a visual foi declarada a mais comum. Mais de 6,5 milhões de brasileiros, de acordo com o levantamento, possuem alguma deficiência visual.
      "O sinal sonoro é um direito. Porque tudo que é oferecido para as pessoas que enxergam deve de alguma maneira ser equacionado para quem não enxerga", destacou o especialista em orientação e mobilidade. Para o secretário gaúcho se faz cada vez mais necessário, diante da necessidade de mobilidade desse tipo de deficiente, que antes ficava mais em casa, mas que agora luta para ter uma vida comum.
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      Alunos com deficiência visual descobrem animais pelo tato13 fotos

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      Em visita ao zoo, alunos com deficiência visual do Centro Educacional Setor Leste de Brasília puderam conhecer diversos animais, ao tocarem aves e mamíferos Leia maisMarcello Casal Jr./AB
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      segunda-feira, 18 de novembro de 2013

      Deficiente visual reclama da acessibilidade nos bairros


      Deficiente visual reclama da acessibilidade nos bairros

      18/11/2013 - 19:23
      Distante do Centro, onde é possível encontrar alguns dispositivos de acessibilidade para deficientes físicos e visuais, o bacharel em Direito Daniel Massaneiro, 28 anos, enfrenta diariamente nas ruas do CIC uma verdadeira batalha contra buracos e degraus nas calçadas, além da ausência de qualquer equipamento que o auxilie para atravessar cruzamentos movimentados. Ele, porém, não é o único a passar por este tipo de problema. As condições das ruas dos bairros longe da área central prejudicam também cadeirantes, idosos, crianças e até ciclistas, que não contam com uma via exclusiva.

      AMAMOS UM SER HUMANO PELA SUA ESSÊNCIA E AO SOMAR SOMOS UM...

      Bailarino com paralisia cerebral dá lição de vida


      O talento do bailarino é reconhecido internacionalmnte. Ele superou as dificuldades da doença usando a dança. Veja!

      - See more at: http://cantinhodoscadeirantes.blogspot.com.br/2013/10/bailarino-com-paralisia-cerebral-da.html#sthash.md7NxOds.dpuf

      A CADEIRANTE MOCHILEIRA...




      A CADEIRANTE MOCHILEIRA...


      Há sete anos, a paulista Michele Simões, 31 anos, decidiu que estava na hora de realizar um sonho. Depois de dar o primeiro passo rumo a um mundo de descobertas fora da zona de conforto da família, em São Bernardo do Campos (SP), a jovem, que se formou em moda no Paraná, foi morar na capital paulista para crescer profissionalmente.
      Após alguns meses de economias, estava decidida a fazer um intercâmbio e, finalmente, tocar o mundo com a ponta dos dedos. Mas um grande obstáculo adiou os planos da recém-formada designer de moda. Pouco depois de chegar a São Paulo, ela sofreu um grave acidente de carro que a colocou em uma cadeira de rodas.
      "É como se você trocasse de corpo estando vivo", recorda.
      Só que Michele não esmoreceu. Estava determinada a abrir mão do medo de voltar a ser independente e de estar em um cenário totalmente desconhecido. O destino? Boston, nos Estados Unidos. O período? Dois meses para fazer um curso de inglês. Fortalecida, em agosto passado, arrumou as malas e embarcou com o patrocínio de empresas que apostaram no projeto da estilista: contar, em um diário virtual, como é ser uma mochileira cadeirante.
      Saiba mais:
      http://cantinhodoscadeirantes.blogspot.com.br/2013/11/a-cadeirante-mochileira.html

      Empresas de táxi podem ser obrigadas a ter 5% dos carros adaptados para cadeirantes

      Da Agência Senado
      Cadeirantes preferem fazer deslocamentos sem ajudaGetty Images
      Empresas e cooperativas de táxi que operam com 20 ou mais veículos poderão ser obrigadas a adaptar pelo menos 5% de sua frota para pessoas com deficiência.
      É o que determina o projeto de lei do Senado, que está na pauta da Comissão de Serviços de Infraestrutura na próxima quarta-feira (13).
      O objetivo do projeto é permitir a cadeirantes embarcar e desembarcar do automóvel sem a necessidade de que sejam retirados de suas cadeiras de rodas.
      O senador Sérgio Souza (PMDB-PR), autor da proposta, argumenta que os benefícios fiscais concedidos na aquisição de táxis devem ser revertidos à sociedade de alguma forma.
      Na justificativa do projeto, ele acrescenta que os cadeirantes preferem fazer seus deslocamentos, sempre que possível, sem a necessidade de ajuda ou de retirada de suas cadeiras de rodas.
      — Isso porque eles querem se sentir produtivos e capazes de gerir suas vidas sozinhos, como o restante da população. Nesse sentido, é importante que haja táxis adaptados para as peculiaridades desses brasileiros.
      O projeto estabelecia inicialmente que apenas as empresas estariam sujeitas à obrigação de adaptar 5% da frota, mas o relator, senador Flexa Ribeiro, incluiu as cooperativas.
      Ele lembra que em muitos municípios os serviços de táxi são prestados não apenas por permissionárias ou concessionárias, mas também por cooperativas formadas por condutores anônimos.

      Lesados medulares também fazem amor








      Como estou meio safadeeenho essa semana, aí vai mais um post sobre sexo. Vi um post com este título no blog Ser Lesado mostrando dois vídeos sobre o assunto e achei muito interessante, tanto que gostaria de complementar as informações. São vídeos produzidos pelo Dr. Mitchell Tepper, sexólogo americano, demonstrando posições sexuais específicas para quem tem lesão medular. O título dos vídeos já dá uma pista do caminho para descobrir as melhores posições: criatividade, adaptabilidade e senso de humor.
      O primeiro vídeo é sobre posições para homens com lesão medular, e o Dr. Mitchell é o próprio protagonista, já que ele também é lesado medular:
      No vídeo, o Dr. Mitchell explica que é importante ter muitas espumas e travesseiros na cama, pois auxiliam na estabilidade e posições. Achei o vídeo limitado, pois apesar do título, "posições sexuais", ele demonstra somente uma com penetração. Vou tentar complementar. Na única posição que ele demonstra, ele utiliza um encosto triangular de espuma, no qual se encosta para que a parceira venha por cima. Essa posição é muito boa pois proporciona olhos nos olhos, muito contato e visão da penetração se a mulher se afasta.
      Uma variação que gosto dessa posição é quando a mulher vira de costas para o parceiro, e ela fica praticamente de quatro. Além de estimular mais o pênis, forçando-o para baixo, essa posição permite carícias, apertões e outros, e uma bela visão. Para quem curtia a posição de quatro, é a mais próxima que conheço.

      A outra dica do vídeo é para melhorar o sexo oral, com auxílio de almofadas também, de forma que a mulher fique confortável e o homem faça menos esforço do que se estivesse deitado. Uma variação desta posição que sugiro é deitado mesmo, utilizando o triângulo por baixo do homem e um travesseiro embaixo da bunda da mulher.
      Ainda tem outra posição que funciona: a mulher deitada de bruços com as pernas esticadas, e o homem vira por cima dela, que abra as pernas para permitir a penetração. E um pouco mais trabalhosa e exige um pouco de esforço, mas funciona e é uma boa variação. Só não rola quando o homem é muito pesado, ou muito grande. Aí a mulher tem dois prazeres, quando goza e quando o cara sai de cima... rsrs
      O segundo vídeo é sobre posições para mulheres com lesão medular:
      Também utilizando espumas e travesseiros, nesse vídeo a Ann, que tem lesão completa na T9, demonstra uma maior variedade de posições que a mulher pode adotar com conforto. Quando está por cima, ela explica que consegue maior controle corporal e da penetração se apoiando na cabeceira da cama para puxar e empurrar o corpo. Ela explica também que a força do parceiro ajuda, já que ele pode puxar e empurrar ela fazendo o famoso movimento de vai e vem. Em seguida ela mostra como faz para subir no namorado e dar início à posição.
      A posição seguinte é ela por baixo, e para facilitar a penetração, ela joga as pernas para trás esticadas. Dessa forma o parceiro tem mais liberdade de movimento, não precisa segurar as pernas dela abertas.

      O Dr. Mitchell em seguida explica a importância dos travesseiros e espumas, e acrescenta uma coisa interessante: a utilização de velcros para sustentar o corpo e minimizar o esforço. Creio que isso é especialmente importante para tetraplégicos.
      Outra posição que a Ann demonstra é uma variação da posição "cachorrinho", utilizando as almofadas para apoiar o corpo. Ela disse que gosta da posição porque tem muita dor nas costas, considera essa a mais confortável para quem tem este tipo de problema.
      A última posição é deitada sobre as espumas, com a perna para cima também, como na primeira posição. Ela acha mais confortável para ela do que a primeira porque deixa as costas arqueadas. Convenhamos que essa moça é bem flexível, o que ajuda na  hora do "malabarismo".

      Outra dica fundamental é esvaziar a bexiga antes do sexo. Como não temos controle, é possível algum  "vazamento", e para isso é importante ter capas impermeáveis sob o lençol. Mas isso acho básico, todo cadeirante com lesão acaba passando por isso, então a capa deve fazer parte da rotina.
      O Dr. Mitchell cita também a influência do espasmo durante o sexo, que pode ajudar ou atrapalhar, depende da situação. Geralmente o espasmo estimula, pois é mais movimento, mas se atrapalhar o parceiro, basta tomar remédio anti-espasmo, ou segurar a perna até parar. Ele comenta também que a temperatura do corpo de quem tem lesão varia muito durante o sexo, ficando quente acima da lesão e frio abaixo dela. Fica embaixo do edredom que resolve!

      Todas essas opções são excelente na cama, e há ainda as posições na cadeira de rodas, algumas estão demonstradas na figura que ilustra esse post. Bem, agora cumpri uma "promessa de campanha": fiz praticamente um mini kama sutra de cadeirante! Claro que tem mais, mas o importante mesmo é a criatividade e, claro, o bom humor! Se já dá para dar risada durante o sexo quando a gente é "normal", quando não temos controle do corpo, acontecem coisas hilárias... experimenta!

      domingo, 17 de novembro de 2013

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      Você pode ajudar alguém a ter uma cadeira de rodas.

      Meta: 140 garrafas pets.

      Mais informações:

      www.futurotaqui.blogspot.com

      sábado, 16 de novembro de 2013

      III COMPARTILHANDO EXPERIÊNCIAS DE ENSINO RELIGIOSO

      FONTE:http://ensinoreligiosoemsala.blogspot.com.br/2013/11/iii-compartilhando-experiencias-de.htmlNo último dia 30 de outubro os profissionais da Rede Municipal de Ensino de Curitiba que lecionam o Componente Curricular de Ensino Religioso participaram do III compartilhando. Este evento aconteceu nos períodos da manhã e da tarde. Professores, pedagogos e diretores participaram deste evento.

      No período da manhã tivemos a apresentações sobre Tradições Religiosas, Cultura africana, A Riqueza indígena.

      Nilza Alberto - Escola Municipal Papa João XXIII – NRE PR

      
      Nilza Alberto - Escola Municipal Papa João XXIII – NRE PR

      
      Nilza Alberto - Escola Municipal Papa João XXIII – NRE PR

      
      Karin Willms - Escola Municipal CEI Julio Moreira – NRE SF

      
      Karin Willms - Escola Municipal CEI Julio Moreira – NRE SF

      
      Karin Willms - Escola Municipal CEI Julio Moreira – NRE SF

      
      Adriana Mello Gaertner Fernandes - Escola Municipal Foz do Iguaçu – NRE SF

      
      Adriana Mello Gaertner Fernandes - Escola Municipal Foz do Iguaçu – NRE SF

      
      Adriana Mello Gaertner Fernandes - Escola Municipal Foz do Iguaçu – NRE SF

      
      Adriana Mello Gaertner Fernandes - Escola Municipal Foz do Iguaçu – NRE SF

      
      Adriana Mello Gaertner Fernandes  e o orientador: Elói Correa.

      
      Equipe da ASSINTE, Elizabeth Carassai - SME, professoras comunicadoras e Carol representante da SEED.
       No período da tarde mais relatos das profissionais que participaram:
      Aconteceu o relato da professora Adriana Mello (eu), contando um pouco sobre como aconteceu o
      trabalho realizado na matriz africana do 1º ao 5º ano, porém não tenho fotos para colocar mas foi um trabalho que exigiu muito estudo e cuidado para que os alunos, a comunidade e os profissionais da escola entendessem que a tradição religiosa de matriz africana, Umbanda e o Candomblé são religiões assim qualquer outra e também não só deve mais precisa ter o seu devido respeito.

      A professora Fernanda contou sobre a sua experiência relatando como trabalhou com sues alunos o conteúdo: Símbolos.
      Fernanda Sousa Venturini – Escola Municipal CEI Prof. José Wanderley Dias - NRE BV

      
      Fernanda Sousa Venturini – Escola Municipal CEI Prof. José Wanderley Dias - NRE BV

      
      Fernanda Sousa Venturini – Escola Municipal CEI Prof. José Wanderley Dias - NRE BV

      
      Fernanda Sousa Venturini – Escola Municipal CEI Prof. José Wanderley Dias - NRE BV
      A professora Vanessa apresentou como em sua unidade escolar está acontecendo a palestra com os diferentes líderes religiosos das mais diferentes tradições religiosas. Este trabalho ainda está sendo finalizado.
      Vanessa da Silva Queiroz - Escola Municipal Miguel Krug - NRE PR

      
      Vanessa da Silva Queiroz - Escola Municipal Miguel Krug - NRE PR

      
      Vanessa da Silva Queiroz - Escola Municipal Miguel Krug - NRE PR

      
      Vanessa da Silva Queiroz - Escola Municipal Miguel Krug - NRE PR

      
      Vanessa da Silva Queiroz - Escola Municipal Miguel Krug - NRE PR

      A professora Eliane Clara contou-nos sobre a importância das redes sociais no processo de ensino aprendizagem, neste caso, o Ensino Religioso.
      
      Eliane Clara Pepino - Escola Municipal Prefeito Linneu F. do Amaral – NRE CJ

      
      Eliane Clara Pepino - Escola Municipal Prefeito Linneu F. do Amaral – NRE CJ
      Segue o endereço do blog, que por sinal é maravilhoso pois, é realimente Plural... muitas são as informações e conteúdos que nos auxiliam tanto teoricamente quanto na prática do dia-a-dia.

      http://pluralreligioso.blogspot.com.br/
      Profissionais que participaram no turno da tarde, equipe da ASSINTEC e Elizabeth Carassai - SME.

      
      Profissionais que participaram no turno da tarde, equipe da ASSINTEC e Elizabeth Carassai - SME

      Parabéns à todos que se envolveram para que este evento acontecesse, levar o Ensino Religioso para as escola é algo desafiador pois, alguns profissionais ainda tem uma resistência e falta de informação sobre este componente curricular que tem como finalidade estudar o fenômeno religioso.