sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Áreas turísticas de São Paulo terão calçadas acessíveis e seguras

No total, serão 85 mil m² de vias reformadas até julho de 2014. Objetivo é criar rota segura, confortável e acessível para pedestres, pessoas com deficiência e mobilidade reduzida

A prefeitura de São Paulo anunciou que as calçadas da rua da Consolação, rua Maria Antônia, da região da 25 de Março, do Mercado Municipal e do Parque do Ibirapuera vão passar por reformas nos próximos meses.
Divulgação
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Calçadas de regiões centrais da cidade vão ganhar padronização e acessibilidade
Outros quatro locais, ainda não definidos, também devem entrar no conceito de “rota acessível”, que deve ser entregue até julho de 2014. As calçadas terão interligação com transporte público acessível e serão instalados semáforos sonoros e rampas de acesso a imóveis.
Outra região que já está nos estudos para ganhar novas calçadas é o entorno do estádio Itaquerão, na zona leste da cidade.
O recurso total é de R$ 19,5 milhões, repassados do Ministério do Turismo para a Prefeitura de São Paulo.No plano de metas da gestão, Fernando Haddad se comprometeu a tornar acessível 850 mil m² de calçadas.
Via Folha

TDAH - 1° Fórum Nacional de Pessoas com TDAH

| BANHEIROS PÚBLICOS ADAPTADOS PARA OSTOMIZADOS |:

Estão se popularizando no Brasil e em outros países - como é o caso recente de Portugal no ano de 2009 - os conceitos que envolvem o projeto de autoria do criador desse site, engenheiro Spencer Ferreira, utilizados para a construção de Banheiros Adaptados para Ostomizados - disponibilizado na Internet desde meados do ano de 2005.



Primeiro banheiro adaptado para ostomizados
1º BANHEIRO ADAPTADO PARA OSTOMIZADOS
Essa imagem mostra uma Planta Esquemática, de autoria do Eng° Spencer Ferreira, da primeira versão de um Banheiro Adaptado para Ostomizados, disponibilizada na Internet com o título de “Banheiros para Ostomizados” em meados de 2005.
Notem que ela contempla, inicialmente, o uso de uma coluna de alvenaria para suportar um vaso sanitário infantil.


Instruções para implementação desse "Primeiro Projeto" podem ser visualizadas nesse site, clicando-se em Banheiros Adaptados.




1 - Os segredos da popularização dos Banheiros Adaptados para Ostomizados.



Supõe-se que essa popularização esteja acontecendo em decorrência da simplicidade dessa construção, tendo em vista que ela usa os mesmos apetrechos dos banheiros comuns. O segredo dessa inovação - que encanta a todos que a conhecem - está na quebra do paradigma que fez o homem acreditar e ter como certo, que as “bacias sanitárias foram feitas para sentar”.

Esse invento foi à resposta do autor aos seguintes questionamentos:

- Por que um vaso sanitário só pode ser usado por aqueles que sentam nele?

- O que impede que o vaso sanitário seja levado à altura do abdômen de uma Pessoa Ostomizada?


Esse é o fascínio dessa instalação sanitária! O seu segredo está na quebra do paradigma que estabeleceu uma relação única no contexto bacia sanitária versus usuário.

Também, a disponibilização de informações acerca desses banheiros na Internet, contribuíram para uma maior conscientização do público ostomizado que, então, passou a adotar uma atitude mais positiva com relação à cobrança desse direito, de tal forma que lhes seja garantido o acesso a instalações sanitárias apropriadas, sejam elas particulares ou públicas.



2 - A construção de Banheiros Públicos para Ostomizados.



Como já foi dito essa instalação não exige nenhum aparato para sua implementação e, também, nenhum tipo de material que não seja facilmente encontrado no mercado da construção civil. Além disso, pelo menos no Brasil, ela pode ser construída no mesmo espaço dos banheiros públicos adaptados para outras pessoas com deficiência, bastando apenas uma pequena área para acomodá-la. Também, sua utilização pode ser ampliada para cadeirantes ostomizados e outros indivíduos que usem cateteres no pênis ou na vagina.

Esse projeto é tão simples, que todos pensam conhecê-lo há muito tempo. Algumas pessoas chegam a dizer que ele sempre existiu, esteve ali, pronto para ser usado. É isso que o transforma em algo especial e de grande utilidade para os ostomizados.

Obviamente que ao longo dos últimos anos, com o surgimento de novos materiais construtivos, como é o caso dos vasos suspensos – aqueles fixados nas paredes ao invés de nos pisos - a sua construção se tornou, ainda, mais fácil.



Banheiro Público para Ostomizados
BANHEIRO PÚBLICO PARA OSTOMIZADOS
A imagem ao lado mostra outra Planta Esquemática, de autoria do Eng° Spencer Ferreira. Ela se mostra mais adequada aos Banheiros Públicos Adaptados.

Essa planta apresenta múltiplos apetrechos, não obrigatórios, como é o caso do espelho, prateleira, etc. Todos são sugestões do autor para oferecer mais conforto a Pessoa Ostomizada.



Hoje, como pode ser visto na Planta Esquemática acima, basta um vaso sanitário normal ou infantil - daqueles próprios para fixação em paredes –, uma descarga qualquer e uma ducha higiênica para termos um banheiro adaptado para ostomizados. Se somarmos a isso um pequeno lavatório, uma prateleira para se colocar os apetrechos para a limpeza das bolsas, um espelho frontal e, apenas isso, torna-se possível à construção de um Banheiro Adaptado para Ostomizados de alto padrão.

Um ponto importante a se observar nesse projeto é a altura do vaso sanitário em relação ao piso. Ela deve ser de tal monta que contemple o maior número de ostomizados possível. A sua construção deve ser feita de tal forma que as pessoas de estatura mais baixa possam usá-lo, usando um pequeno degrau de madeira ou de outro material, que pode ser guardado logo abaixo da bacia sanitária, sem problemas.

Esse degrau em Portugal foi feito com um material chamado por eles de "carbono" e pesa apenas 400 gramas. Dessa forma, essa instalação atende absolutamente a todos. Tanto é que a LOP (Liga de Ostomizados de Portugal) e LAHDB (Liga de Amigos do Hospital Distrital do Barreiro), essa última, entidade portuguesa autorizada pelo inventor a implementar esse projeto em toda Europa, já lançaram um desafio:

Apontem-nos uma só pessoa que não possa usar nossas "Instalações Polivalentes"?


Outro ponto a destacar é que sempre que possível deve-se escolher vasos sanitários que tenham um anteparo seco, na sua parte frontal, de tal forma que quando as bolsas forem descarregadas sobre eles, seus dejetos não caiam diretamente na água. Isso evita quaisquer tipos de respingos e facilita o controle da qualidade do bolo fecal.



Detalhes do anteparo seco de um vaso sanitário
VASO COM ANTEPARO SECO
Essa imagem destaca com uma seta amarela o anteparo seco de um vaso sanitário e o ponto onde será fixada uma ducha higiênica. Notem que ela é colocada do lado direito da instalação, porque dessa forma, nos banheiros públicos, oferece mais conforto a um número maior de pessoas - os destros.
Esse anteparo evita respingos, quando da higiene da bolsa coletora de fezes.



A ideia mostrada na “Cartilha” disponibilizada nesse site está voltada para o fornecimento de informações para construção de Banheiros Adaptados Individuais. Então, diferentemente do que é dito aqui, teve a prateleira citada substituída por uma pedra de mármore e o vaso sanitário usado foi do tipo infantil, fixado ao piso por uma pequena coluna de alvenaria. Contudo, essa ideia vem ganhando contribuições estéticas, ou melhor, surgem projetos derivados, onde se observa o conceito de elevar o vaso sanitário à altura do abdômen do usuário ostomizado.



3 - Princípios legais que norteiam a construção de Banheiros Públicos Adaptados para Pessoas com Deficiência.



No Brasil a construção de Banheiros Públicos Adaptados para Pessoas com Deficiência está previsto na Lei 5296, de 2 de dezembro de 2004, mas precisamente em seu artigo 22º que diz:

“Art. 22º - A construção, ampliação ou reforma de edificações de uso público ou de uso coletivo devem dispor de sanitários acessíveis destinados ao uso por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida”.


O Artigo 22º dessa Lei tem outros parágrafos que tratam dos “banheiros Adaptados” e o destaque fica para o parágrafo segundo, que diz:

§ 2º  - Nas edificações de uso público já existente, terão elas prazo de trinta meses a contar da data de publicação deste Decreto para garantir pelo menos um banheiro acessível por pavimento, com entrada independente, distribuindo-se seus equipamentos e acessórios de modo que possam ser utilizados por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida.

Nesse contexto, considerando-se os princípios relativos à “acessibilidade”, também, destaca-se a Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, ambos ratificados e promulgados pelo Decreto Legislativo n° 186, de 9 de julho de 2008 e pelo Decreto Presidencial nº 6.949, de 25 de agosto de 2009.

Ainda, no contexto da "acessibilidade", destaca-se a norma ABNT NBR 9050/2004 que trata da "Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos".

Com relação à construção propriamente dita, em se tratando do escoamento de dejetos, a Norma Técnica ABNT NBR 15097/2004 deve ser rigorosamente observada, porque ela trata dos equipamentos projetados e destinados a esse fim.



IMPORTANTE:

Com relação ao escoamento dos dejetos, provenientes dessa Instalação Sanitária para Ostomizados se deve ter em conta que eles não podem ser feitos com equipamentos destinados a outros fins, como é o caso de pias, tanques ou quaisquer outros artefatos semelhantes.

Cabe lembrar que os sifões, os tubos de escoamento, as caixas de passagem e outros acessórios utilizados para a instalação de bacias e/ou vasos sanitários, recebem tratamento bastante diferente daquele destinado as pias, tanques e similares. Então, nessas instalações devem ser usados apenas vasos sanitários ou equipamentos equivalentes, projetados para o escoamento de dejetos e de acordo com a Norma Técnica ABNT NBR 15097/2004 ou outra que a substitua em outros países.

As imagens apresentadas nessa página foram divulgadas, anteriormente, no site Ostomizados & Cia, cujo endereço na Internet é www.ostomizadosecia.com.



Publicação: 28/11/2009 - 14:15:13 GMT.
Autoria: Engº Spencer Ferreira.



Texto original em http://www.ostomizados.com/banheiros/banheiros_publicos.html#ixzz2bUWkPqfB 
Publicado no site PORTAL OSTOMIZADOS. 

terça-feira, 6 de agosto de 2013

REVISTA AUTISMO É SUPERAÇAO


APLICATIVO AUXILIA DEFICIENTES NO TRANSPORTE PÚBLICO

Grupo Criar de Ribeirão Preto apresentou a tecnologia assistiva Busalert a integrantes do primeiro escalão do paço municipal de Goiânia.
O aplicativo criado em 2012 para dispositivos móveis (tablet ou celular), desenvolvido para auxiliar o passageiro, principalmente a pessoa com deficiência, a monitorar as distâncias e/ou o tempo de chegada entre ônibus mais próximo e o ponto de ônibus onde ele se encontra.

O Sistema Busalert é uma solução inteligente para um problema que afeta cidades em todo país. Sistema permite que o motorista seja informado de que uma pessoa com deficiência o aguarda em um dos próximos pontos, através de um equipamento instalado no ônibus que é atualizado a cada 10 segundos.
Equipamento também informa o ponto exato e até o nome da pessoa com deficiência que espera. Para que seja possível ter o nome do passageiro, é necessário que a pessoa ligue no CallCenter da empresa e se cadastre.
Para o presidente da Associação dos Deficientes Visuais do Estado de Goiás (Adveg), Alisson Azevedo, a atenção com as pessoas com deficiência é uma reivindicação antiga.
Secretária da Semped, Cidinha Siqueira diz que o Sistema Busalert é um projeto que visa proporcionar os deficientes físicos uma vida mais digna e que, além disso, beneficia toda a população.

"Arrastaram como bicho", diz amigo de deficiente físico que denunciou guardas por agressão no Rio

Vendedor ambulante teria sido abordado na rua Uruguaiana, no centro

Do R7
Reprodução/Rede Record
Um deficiente físico registrou ocorrência na Delegacia da Mem de Sá (5ª DP) contra guardas municipais que o teriam agredido na rua Uruguaiana, uma das mais movimentadas do centro do Rio, na tarde de segunda-feira (6). Jorge Luís Perez teria sido arrastado por agentes da Guarda, que ainda recolheram toda sua mercadoria.
De acordo com um amigo dele, Pablo Rodrigues, Jorge tinha licença para trabalhar no local.
— Zombaram dele, jogaram mercadoria no chão, arrastaram ele como um bicho. Não somos bandidos e precisamos de respeito. Ele tinha autorização.
A Guarda Municipal negou a agressão e disse que Jorge estava obstruindo a calçada, além de não possuir licença para vender mercadorias na região.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Dupla cearense desenvolve aplicativos para deficientes visuais

REPORTAGEM

G1

Dr. Leandro Teles fala sobre Autismo na TV Gazeta

Calçadas recebem rampas rebaixadas para melhorar segurança da travessia

Rádio Prefeitura
Radio Prefeitura
Prefeitura já instalou 294 rampas rebaixadas neste ano


Nos últimos dois meses, a Prefeitura de Curitiba implantou 294 rampas rebaixadas em calçadas de toda a cidade, principalmente em esquinas de quadras que comportam centros de educação infantil, escolas, terminal de transporte coletivo e unidades de saúde. A medida torna as ruas mais seguras e acessíveis para os pedestres.
Para Mirella Prosdocimo, secretária municipal da Pessoa com Deficiência, a calçada ideal garante o caminhar livre, seguro e confortável a todos os cidadãos. “É através dela que as pessoas chegam aos mais diversos pontos da cidade, por isso deve oferecer acessibilidade”, disse Mirella.
O rebaixamento de calçadas facilita o acesso de pessoas com deficiência ou que transitam com carrinho de bebê, auxilia os mais velhos na travessia, facilita o caminho de quem está com carrinhos de compras e evita que crianças tropecem ao atravessar a rua. “Tenho usado bastante as calçadas rebaixadas”, diz Manoel Irineu Ferreira, de 74 anos, morador da Vila Real, na Regional de Santa Felicidade. “Facilita atravessar as ruas e dá mais segurança quando a gente chega à calçada”, afirmou.
A Regional de Santa Felicidade implantou, no último mês, 40 rampas de acessibilidade. Outras regionais, como a Boa Vista, estão aproveitando as obras de revitalização de vias para implantar as rampas de acesso, como o caso da Avenida Paraná, que está recebendo calçadas rebaixadas ao longo de sua extensão. “Os rebaixamentos estão sendo feitos na posição da esquina, junto à faixa de pedestres, para atender o cruzamento das duas ruas”, explicou Gilson Francisco Pepplow, chefe do núcleo de Urbanismo da Regional Boa Vista.
As obras de rebaixamento de calçadas para travessia de pedestres atendem ao decreto municipal nº 1066/2006, que estabelece critérios para a construção ou reconstrução de calçadas. Os rebaixamentos também atendem às normas da Associação Brasileira de Norma Técnica (ABNT). São 2,20 metros de largura e circulação de 1,20 metro, com espaço suficiente para o giro da cadeira de rodas e sinalização com piso tátil que abraça toda a rampa.
Sileide Rocha, moradora do Uberaba, mãe de Nicholas, de 6 anos e portador de paralisia cerebral, sabe da importância das rampas. “É muito difícil conduzir uma cadeira de rodas. Só a gente sabe o sufoco que passa quando precisa atravessar uma rua sem o rebaixamento na calçada”, disse Sileide.