segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Cultura, Lazer e Turismo Acessível - GRUTA DOS ANJOS




As pessoas com deficiência podem acessar ao interior da gruta com a cadeira de rodas por áreas planas e de fácil acesso, assim como, a pousada local.
No dia 3 de junho, a equipe do “Jornal Inclusão Brasil” esteve visitando a Gruta dos Anjos, na cidade de Socorro para uma avaliação da acessibilidade local voltada à visitação as pessoas com deficiências.
A Gruta do Anjo, situada numa propriedade particular (Pousada da Gruta),
está localizada na Estrada Socorro/Munhoz, km 1, a 2 km do centro da cidade.
Proveniente de uma antiga mineração, iniciada no ano de 1960, é conseqüência da extração mineral de quartzo, feldspato e granito. Em 1995, a mineração foi desativada formando, devido às nascentes existentes, uma piscina de água mineral com profundidade de até de quatro metros em alguns pontos e temperatura média de 10°C.
Sua entrada tem aproximadamente 42 m de altura e 3 m de largura; seu desenvolvimento linear e sua largura, aproximadamente, 70 e 20 metros, respectivamente.
Visitação
A presente visita possibilitou a análise dos seguintes aspectos: acesso ao local, acessibilidade nas trilhas, acessibilidade às dependências (acomodações, restaurantes, recepções, sanitários, cozinhas, lavanderias, entre outros), potencialidade de visitação e aproveitamento turístico da gruta as pessoas com deficiência que fazem uso de cadeira de rodas.
O acesso à localidade é realizado por estrada asfaltada.
A Pousada da Gruta está apta a receber pessoas com deficiência uma vez que possui estrutura adequada e amplo estacionamento.
O caminho até a entrada da cavidade é curto (aproximadamente 50 m). A trilha de acesso é plana e regular, coberta por cascalho, com gramíneas e matações espalhados em suas bordas.
Existem pequenos trechos asfaltados, próximos à entrada, que facilitam o deslocamento.
A gruta possui um lago central, ladeado por dois salões.
O terreno da cavidade é plano, formado por solo argiloso bem compactado, com areia presente em alguns trechos, o que facilita a visita.
Todo o desenvolvimento da cavidade encontra-se sob penumbra e nos salões há iluminação artificial móvel (lanternas em tripés).
Existe no salão do lado direito, o mais extenso, um ancoradouro
com três rampas para pedalinhos e correntes de proteção em alguns trechos.
As rampas do ancoradouro são estreitas e não permitem o acesso aos pedalinhos com a cadeira de rodas. Para as pessoas com deficiência usufruir dessa atividade é preciso que seja carregado até eles.
A visita é realizada com auxílio de monitores locais, sendo que, no local, existem monitores com experiência e formação em atividades com pessoas com deficiências.


fonte:https://www.facebook.com/inclusaobrasil

Cachorro cego tem gata como guia


  
 
  
Cachorro cego tem gata como guia (Reprodução/The Sun
Cachorro cego tem gata como guia
Depois de ser diagnosticado com cataratas, o cachorrinho de Terfel, de oito anos, passou a viver praticamente sem se movimentar, apenas dentro de uma cesta, já que esbarrava em tudo ao caminhar. No entanto, sua vida mudou quando ele conseguiu uma amiguinha que serve de “guia”. Trata-se de uma gata vira-lata adotada, recentemente, pela dona do cão.

A gata chamada Pwditat fez amizade com Terfel instantaneamente. Simplesmente foi até o cesto onde o cachorro ficava, o fez sair e passear no jardim. Segundo Judy Godfrey-Brown, dona dos animais, foi algo inesperado e impressionante. 

“Eu nunca vi nada disso. A maioria dos cães e gatos se odeiam, mas Pwditat imediatamente parecia saber que Terfel é cego. Ela usa suas patas para guia-lo. Eles estão grudados agora e não se separam nem para dormir”, contou a aposentada ao “The Sun”.

Os dois companheirinhos vivem em Holyhead, North Wales, no Reino Unido.
fonte:http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/inacreditavel/2012/12/28/316276-cachorro-cego-tem-gata-como-guia

Cadeirante morre após bater em muro durante a prova da São Silvestre


Folha de São Paulo

O cadeirante Israel Cruz morreu nesta manhã após sofrer um acidente durante a 88ª São Silvestre.
Segundo comunicado divulgado pelos organizadores da prova, Israel perdeu o controle de sua cadeira em uma descida e se chocou contra o muro do estádio do Pacaembu.
Após o primeiro atendimento pela equipe médica do evento, o atleta foi encaminhado para a Santa Casa de São Paulo.
Mesmo tendo chegado consciente ao local, ele não resistiu aos graves ferimentos e faleceu.
EJA O COMUNICADO
“O Comitê Organizador da 88ª Corrida Internacional de São Silvestre comunica o falecimento do atleta Israel Cruz Jackson de Barros, inscrito na categoria Cadeirante masculino. O fato ocorreu em razão de um acidente durante a prova realizada na manhã desta segunda-feira, em que o atleta se chocou contra o muro do Estádio do Pacaembu.
O atleta, segundo outros participantes, teria perdido o controle de sua cadeira na descida sofrendo uma queda muito forte. Prontamente atendido pela equipe médica do evento, que estava próximo ao local, Israel foi depois levado à Santa Casa de São Paulo ainda consciente, às 7h35, foi atendido pela equipe do hospital, mas, infelizmente, não resistiu em razão da gravidade dos ferimentos e faleceu às 8h50.
O atleta estava devidamente inscrito na prova, obedecendo os critérios de seleção do evento cujas inscrições foram feitas pela Fundação Cásper Libero e supervisionadas pela organização técnica do evento e pela ADD – Associação Desportiva para Deficientes.
O Comitê Organizador está acompanhando o caso juntamente com a ADD para atendimento à família do competidor, uma vez que o mesmo não residia na Capital”.

http://www.blogdajoice.com/2012/12/cadeirante-morre-apos-bater-em-muro-durante-a-prova-da-sao-silvestre/


Paraplégico, médico quer operar de pé

Baleado em assalto, o ortopedista Lídio Toledo Filho passou a operar da cadeira de rodas; após recuperar movimentos das pernas, ele traça meta.

Redação Bem Paraná com Estadao.com


O ortopedista Lídio Toledo Filho, de 38 anos, prepara-se para voltar a operar em 2013. Em pé. Não seria nenhum feito, não fosse o médico paraplégico. Há cinco anos, ele seguia para uma festa de réveillon quando dois adolescentes, numa motocicleta, fizeram sinal para que parasse o carro. Não obedeceu. Foi atingido por três tiros - um no maxilar, outro no antebraço esquerdo e o terceiro "transfixou o pulmão e o diafragma, explodiu o baço e se alojou na vértebra T7", nas palavras do próprio médico.Segundo dos três filhos do ortopedista Lídio Toledo, médico da seleção brasileira por seis Copas do Mundo, Lídio Filho se preparava para assumir a clínica fundada pelo pai quando sofreu a lesão. Acordou 19 dias depois no CTI do Hospital Samaritano, onde ficaria ainda por mais um mês.
Ao todo, foram 82 dias de internação. "Se existe algum purgatório na Terra, eu passei por ele", resume.
Ao acordar, não sentiu as pernas. Sabia, por experiência médica, que estava paraplégico. Ainda assim, o primeiro pensamento foi sobre quando poderia voltar a trabalhar. Recebeu apoio da família - até mesmo da mulher, a pedagoga Maria Silene Trajano, também ferida no assalto. "Como homem, minha autoestima estava no pé. O fato de ela não ter me abandonado foi muito importante para mim." O irmão caçula, o ortopedista Luiz Fernando, dedicou-se aos cuidados com o médico. "Ele abdicou de um ano da vida dele como médico, até adiando a residência, para ficar ao meu lado."
O médico tinha um objetivo: voltar a operar. Seguiu para a fisioterapia no Sarah Brasília, mas não se adaptou. Concluiu o tratamento na Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação, na zona sul do Rio. Em 28 de agosto de 2008, oito meses após o assalto, voltou a clinicar. "Pedi divórcio do teto", brinca.Intensificou a terapia ocupacional e a musculação para recuperar o movimento da mão esquerda - o nervo interósseo anterior havia sido afetado pelo tiro. Fez a primeira cirurgia em 15 de novembro de 2008. Especialista em joelho, ele já operava sentado. A diferença é que agora o centro cirúrgico tem uma cadeira de rodas totalmente esterilizada, que não circula por nenhum outro lugar.
Na primeira operação, o médico foi acompanhado por outro especialista, para o caso de algo dar errado. Não foi necessário. "Nunca tive nenhum problema, nenhuma cirurgia teve infecção. Opero até melhor do que antes da lesão", afirma o médico, que disse ficar tão concentrado que "até esquece" que é paraplégico.A recuperação devolveu a alegria a Lídio Toledo, que morreu em maio de 2011, em decorrência de problemas cardíacos e insuficiência renal. Ele acompanhava as cirurgias do filho. Chegaram a operar os quatro juntos - o pai e seus três filhos ortopedistas, Lúcio, Lídio Filho e Luiz Fernando.
Mas Lídio Filho não estava satisfeito. Aposentado por invalidez pelo serviço público - não pode trabalhar nas emergências, em que as cirurgias são mais complexas -, ele quer operar em pé. Acreditava que voltaria às grandes emergências com ajuda de uma órtese que o ajudasse a ficar de pé. Hoje, tem esperança de retornar sem nenhum suporte.Em outubro passado, voltou a sentir a coxa direita. Três dias depois, a sensação se estendia até o joelho esquerdo. Em 10 dias, os músculos da perna se contraíam. Ele também recuperou a sensibilidade no órgão sexual. "Quatro anos e nove meses depois, praticamente sem fazer nenhum tratamento, tudo isso aconteceu. Se Deus quer que eu ande, quem sou eu para desobedecer?"
Lídio Filho intensificou a fisioterapia. Faz quatro sessões semanais, além de hidroterapia e musculação. Já levou bronca porque os músculos dos braços e do tronco estão flácidos. Precisa de força para ganhar o controle do tronco. "Não foi minha lesão que me deu uma lição. Mas a minha recuperação. A minha missão é cuidar bem dos pacientes, tratar direito", afirma o médico, que pretende se "desaposentar" do serviço público. "Vou voltar às emergências", diz, confiante.
http://www.bemparana.com.br/noticia/241677/paraplegico-medico-quer-operar-de-pe

sábado, 29 de dezembro de 2012

Acesse o Futuro e conheça Projeto Sorrir,fazendo o mundo torna-se melhor!



Quem Somos
Atuando desde Janeiro de 2008, o Projeto Sorrir foi criado por um grupo de voluntários para levar amor, esperança e alegria para pessoas em situações de risco, necessidades especiais, ou que simplesmente estejam precisando de afeto. Atuando em instituições, leva a arte de forma alegre para pessoas das mais diversas faixas etárias e classes sociais.

Os voluntários que participam do Sorrir procuram inserir a arte de forma diferenciada usando uma linguagem lúdica, através de palhaços, fantoches, mágica, atividades recreativas, teatro e música.

Buscando somar à sociedade que está inserido, o projeto se faz presente em hospitais, asilos, creches, orfanatos, favelas, centros de apoio à adultos e crianças portadores de HIV e câncer.

Esse ano, o Sorrir ganhou um braço na cidade de Juiz de Fora para expandir ainda mais os conceitos de amor e ajuda ao próximo, apresentados em São Paulo. Além de aumentar o número de pessoas atingidas e tocadas pelas visitas, essa ramificação mostra ainda a importância e a simplicidade por trás do trabalho voluntário.

Mostrando que não é necessária nenhuma habilidade especial ou grandes somas em dinheiro, e sim a vontade e a disponibilidade de ajudar ao próximo, tentar tornar o mundo, mesmo que seja somente o seu, um lugar melhor e levar um pouco de amor para as pessoas.

O que você está fazendo para tentar fazer do seu mundo um lugar melhor?

Conheça um pouco mais:http://www.sorrir.com.br/quemsomos/sao-paulo



sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Amar é uma arte!

Petrópolis (RJ) ganha Jardim Sensorial para ensinar técnicas agrícolas


Também conhecido como Jardim dos Sentidos, o espaço tem como principal objetivo oferecer aos deficientes físicos e visuais conhecimentos e técnicas das práticas agrícolas desde solo, plantio, sementes e até a colheita por meio dos cinco sentidos (audição, olfato, paladar, tato e visão).

menina com venda e cadeira de rodas toca em flor
O Projeto ÁguaSite externo., em parceria com oInstituto AgristarSite externo. promoveu no dia 12 de dezembro a inauguração do ‘Jardim Sensorial’, instalado nas dependências da fazenda da ONG em Petrópolis (RJ)Site externo.. A inauguração do projeto contou com a presença de mais de 50 pessoas, entre representantes das empresas parceiras, do Projeto Água, o presidente da ONG, Ivens Dias da Silva, a presidente do Instituto Agristar, Susan Udsen, autoridades locais e crianças de escolas da região.

Também conhecido como Jardim dos Sentidos, o espaço tem como principal objetivo oferecer aos deficientes físicos e visuais conhecimentos e técnicas das práticas agrícolas desde solo, plantio, sementes e até a colheita por meio dos cinco sentidos (audição, olfato, paladar, tato e visão).

“O jardim vai explorar os cinco sentidos dos seres humanos: o tato por meio da textura das plantas, a audição com o barulho da água, a visão através do reflexo das cores exuberantes, o olfato com os aromas das espécies e, por último, o paladar como diferencial entres os outros jardins sensoriais com a colheita das frutas, verduras e legumes. É uma forma diferente e muito eficaz de aproximação com a natureza”, explica a engenheira agrônoma e responsável técnica pelo projeto, Carolina Rodrigues.

O projeto é destinado à aproximação dos deficientes físicos e visuais, de crianças com dificuldade de aprendizagem, de idosos e de pessoas que queiram desfrutar dos sentidos de um jardim e aprender sobre o plantio, solo, água e plantas.“É uma forma diferente e muito eficaz de aproximação com a natureza. O projeto foi desenvolvido para receber a visita de todos que queiram aprender práticas agrícolas e entender as dificuldades de deficientes visuais, pois os visitantes passarão pelo circuito com os olhos vendados.”, ressalta Carolina.
O jardim ocupa uma área de 400 m2 e estará aberto a grupos e turmas de escolas da região, mediante agendamento prévio. Além da Agristar e da Carbografite, o projeto ainda conta com a parceria das empresas: Mudas Katsumoto, Astro Irrigações, Trutas do Firmeza, Itaverde, Verdejágua, Empório Bendito Pão,  Cetal, Escola Municipal Fábrica do Saber, Erigma Filmes, Hobby Animal, Árvores do Brasil e Brasil Design.

“O Jardim dos Sentidos foi idealizado no mês de julho e sua rápida estruturação só foi possível, devido a parceria de várias empresas de Petrópolis, como a Agristar. Sem estas parcerias, não seria possível estruturamos em um espaço de tempo tão curto, já que dependeriam de recursos financeiros”, finaliza a Coordenadora do Projeto Água, Sylvia Reis Firmeza.

Após a inauguração os participantes assistiram a apresentação do Coral ‘Enxergar Além do Olhar’, do Colégio Paulo Freire, formado por crianças com deficiência visual e, em seguida foram convidados a visitar o Jardim Sensorial.
 http://vidamaislivre.com.br/

: Roupas Adaptadas para Idosos e deficientes físicos

Cadeirante faz intercâmbio no Canadá