quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Presidente do CEAPcD pede ao TSE substituição de terminologia e alerta MP sobre video na web contra pessoas com deficiência

Objetivo do ofício ao TSE é parabenizar pela iniciativa de envolver as pessoas com deficiência no processo eleitoral, mas alerta sobre uso correto de terminologia. Ao MP, banda de funk foi denunciada por desrespeitar segmento
Peça publicitária sobre Eleições deve ser readequada
O presidente do Conselho Estadual para Assuntos das Pessoas com Deficiência de São Paulo- CEAPcD, Wanderley Marques de Assis, encaminhou para a Ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, do Tribunal Superior Eleitoral ofício solicitando adequação da campanha institucional do TSE em relação à terminologia empregada nas peças publicitárias (spots disponíveis no site do TSE, programas de TV e rádio), substituindo a expressão "pessoa portadora de necessidades especiais" pela expressão "pessoa com deficiência".
Em ofício à Ministra o presidente do Conselho destaca a importância da iniciativa do TSE pela promoção de campanha institucional objetivando a participação da pessoa com deficiência na vida política e criando condições para que ela possa exercer sua cidadania com dignidade e plenitude.
Entretanto, Wanderley Assis destaca a forma correta de uso da terminologia voltada ao segmento. “Cremos que disseminar o emprego da expressão 'pessoa com deficiência' em vez de 'pessoa portadora de necessidades especiais' é uma singela e eficiente ferramenta de conscientização da sociedade em geral, além de exprimir verdadeiro compromisso ético do poder público na implementação e cumprimento de políticas públicas voltadas para as necessidades básicas da pessoa com deficiência, não por força legal, mas por consciência social”, detaca.
A medida visa prestar um serviço de esclarecimento à população e difundir terminologia correta em conformidade com a Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e Recomendações da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, divulgadas no Encontro de Gestores Públicos de Comunicação do Estado de São Paulo.
MP é acionado por vídeo preconceituoso e ofensivo
Quem viu não acreditou que seria possível alguém criar uma peça tão absolutamente discriminatória, agressiva e repulsiva contra as pessoas com deficiência. A tentativa de “fazer sucesso” pelo mau-gosto rendeu uma ação junto ao Ministério Público, pela publicação de vídeos na rede “you Tube” de uma banda musical de estilo funk.
O Conselho Estadual para Assuntos das Pessoas com Deficiência de São Paulo- CEAPcD apresentou lavratura de representação aos representantes do MP/SP - Ministério Público de São Paulo - requerendo apuração sobre a prática de desrespeito e preconceito nas composições de uma banda musical em diversos vídeos no YouTube, que utiliza termos jocosos, ultrajantes e depreciativos contra as pessoas com deficiência.
O nome da banda será omitido a fim de não darmos publicidade gratuita - mesmo que negativa - a quem comete discriminação e preconceito, mas fica o alerta a quem queira “aparecer a qualquer custo”: estamos de olho!
 

Limites da surdez são superados com apoio da família, saúde e educação


Umuarama - Mesmo com o avanço nos estudos da medicina, muitos diagnósticos de surdez ainda não têm cura e a falta do sentido da audição, em alguns casos, se transforma em obstáculo para o desenvolvimento das crianças e exclusão nos casos dos idosos. Hoje, no Dia Nacional do Surdo, especialistas entrevistados pelo Ilustrado revelam que a família é o ponto de partida para a superação dessa deficiência.
Da gestação até o nascimento de uma criança, o período de nove meses pode se transformar em acumulo de projeções no pequeno ser humano, que irá nascer. Essa angústia de valores, promovida pelos pais, é capaz de gerar uma negação quando o filho nasce com alguma deficiência. De acordo com a diretora da Assumu, Áurea de Fátima Cassiano Gato, e a fonoaudióloga, Aline Chiuli, é nesse momento que a família deve procurar um especialista visando promover o desenvolvimento cognitivo e físico dessa criança.
“Quando uma criança nasce com algum tipo de deficiência, em certos casos, os pais entram em um período de depressão dificultando o apoio que essa criança deve receber. Os pais devem ficar atentos a qualquer sinal de alerta. Se uma criança apresenta atraso ou erros na aquisição da linguagem, isto pode indicar que alguma coisa está errada, pois é escutando que se aprende a falar”, ressaltou Áurea.
Mãe de Ana Lívia de Freitas Stecca, de três anos, a professora Adma de Freitas Stecca conta as dificuldades de quando descobriu que sua filha era surda. “A primeira reação foi de chorar. O maior medo que tinha era de não conseguir dar para minha filha o que fosse necessário para ter uma vida como a de todos. Sempre trabalhei com educação infantil, então para mim foi mais fácil, porém para o meu esposo foi difícil de aceitar. Quando descobri corri para ver se conseguia reverter e se não conseguisse tinha que achar caminhos para dar o que ela precisava”, disse.
Segundo Adma, a desconfiança apareceu quando sua filha tinha seis meses. Ana Lívia foi levada ao médico, mas o primeiro exame não acusou surdez. O exame deveria ser refeito em seis meses, porém a criança não deixava os médicos fazerem a analise. Preocupados, os pais levaram a filha para grandes centros no Paraná e São Paulo, até conseguirem fazer o exame com a menina sedada, quando saiu o diagnóstico de surdes severa. “O diagnóstico realmente saiu quando ela tinha dois anos. Fez exames em Maringá, São Paulo e tivemos que apelar para ajuda financeira de amigos, familiares e combustível da prefeitura”.
“A gente espera para o filho uma coisa e quando vem outra é uma situação inesperada. Olho para ela e vejo que precisa muito mais de mim do que eu imaginava. Então, por meio da fonoaudióloga Aline, decidimos trazer a Ana para Assumu, pois ela precisa da linguagem, ser acompanhada por especialista para conseguir desenvolver e interagir com a sociedade”, finalizou.


Assumu
Fundada em 1974, a Associação de Assistência aos Surdos de Umuarama (Assumu) é a única instituição especializada em Umuarama e região para dar suporte educacional e médico aos surdos. Com profissionais qualificados e especializados a associação também é mantenedora da Escola de Educação Bilíngue Anne Sullivan.
Segundo a diretora, Áurea de Fátima Cassiano Gato, a instituição é direcionada a escolarização e reabilitação de deficiente auditivo, como também oferece exames auditivos para a comunidade. “Se conhecer alguém com suspeita de algum tipo de perda auditiva, principalmente crianças e adolescente, procure orientação na Assumo, pois contamos com profissionais especializados. Não espere, não demore, pois o tratamento precoce é primordial para o desenvolvimento da criança”, lembrou.

Sinais de alerta para os pais:
• Recém nascido não reage a certos ruídos: bater da porta, buzina ou voz;
• Não fala ou fala muito errado;
• Olha muito para boca da pessoa que fala;
• Tem dificuldade para compreender conversas;
• Usa gestos para se comunicar;
• Fala alto e diferente das outras pessoas;
• É distraído, desatento e não atende quando é chamado;
• Quase sempre está irritado, agitado e nervoso.


http://www.ilustrado.com.br/2011/ExibeNoticia.aspx?Not=Limites%20da%20surdez%20s%C3%A3o%20superados%20com%20apoio%20da%20fam%C3%ADlia,%20sa%C3%BAde%20e%20educa%C3%A7%C3%A3o&NotID=31014

III Encontro Comemorativo do Dia Nacional do Surdo

O evento será realizado hoje, 26/09, em Aracaju (SE) e contará com debates, oficinas e apresentações culturais.
 
 
 
 
Símbolo deficiência auditiva
Em alusão ao Dia do Surdo, comemorado nesta quarta-feira, 26/09, a Secretaria de Estado da Educação (Seed)Site externo., por meio do Centro de Capacitação de Profissionais da Educação e Atendimento às Pessoas com Surdez (CAS), realizará o III Encontro Comemorativo do Dia Nacional do Surdo. O evento ocorrerá no turno da manhã, no Centro Estadual de Referência em Educação de Jovens e Adultos Professor Severino Uchoa, em Aracaju (SE)Site externo. e contará com debates, oficinas e apresentações culturais.
Durante o encontro serão realizadas oficinas de Libras, bijuterias, maquiagem, origami, dança, unhas decorativas e jogos. Estas oficinas são voltadas especificamente para a pessoa com deficiência auditiva. Os ouvintes poderão participar dos exercícios de Libras e roda de conversas. Também será promovida uma mesa-redonda composta por estudantes surdos que estudaram em escolas da rede estadual de ensino e hoje estão na universidade.
O evento contará ainda com apresentações artísticas. O grupo de Hip Hop da Escola Estadual 11 de Agosto, composto por alunos surdos, apresentará uma coreografia. O coral da DRE 8, composto por integrantes surdos e ouvintes, também fará uma apresentação musical.
A professora Tálita Cavalcanti, coordenadora do CAS, explica a importância do Encontro. "O Dia do Surdo é uma data para lembrar conquistas e vitórias. Hoje a Língua Brasileiras de Sinais já é reconhecida como um idioma oficial. A Seed promove cursos e capacitações do idioma e temos intérpretes em escolas, faculdades, além de instrutores em todas as Diretorias Regionais de Educação. Temos alunos da escola pública no ensino superior. Por essa razão temos que comemorar e continuar trabalhando para garantir cada vez mais o direito à educação e à cidadania ao deficiente auditivo", disse a professora.


Fonte: Seed/SESite externo.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Revista Super Normais: Filosofia, inclusão


Revista Super Normais: Filosofia, inclusão e vicissitudes da vida 

sob o ponto de vista de três personagens espelhados em pessoas 

reais, que acham que ter uma deficiência é super normal. Toda 

segunda-feira tem tirinha nova na página dos Super Normais.




Nome: Rafael Bonfim

Profissão: Jornalista

Origem: São José dos Campos – SP

Idade: 30 anos

Mini bio:

Nascido no interior de São Paulo de parto de seis meses, Rafael Bonfim convive com a deficiência desde o seu primeiro dia de vida. Durante a infância gostava de ir à escola, assistir aos heróis dos anos 80 na TV e ensinava seus amigos de classe a descerem as escadas deitados. Tem na família e nos amigos de infância as suas bases mais sólidas da inclusão. Sem vergonha de ser nerd, sempre gostou de vídeo game e personagens da cultura geek. Fez teatro por 10 anos e se formou em jornalismo. Gosta de sustentabilidade e trabalho voluntário. É autor do Inclusilhado, blog da Gazeta do Povo e ainda vai chegar à ONU. De vez em quando torce para o vilão vencer no final.

Citação favorita: “Por que não?”
 Nome: Manoel Negraes

Profissão: Cientista Social

Origem: São Paulo – SP

Idade: 33 anos

Nascido em São Paulo em 1979, Manoel Negraes sempre curtiu suas férias em Curitiba, cidade que escolheu para viver. Ainda criança se tornou um apaixonado por livros, rádio, futebol e música, principalmente a brasileira. Aos 16 anos descobriu sua deficiência visual e, depois de uma fase de aceitação, mergulhou no universo da inclusão social. Encontrou sempre na família, sobretudo em sua mãe, o seu porto seguro e, com isso, conseguiu cursar Ciências Sociais e uma pós-graduação em Sócio-psicologia. Profissionalmente, atua na Unilehu e em projetos do terceiro setor voltados para a inclusão social de pessoas com deficiência, como o programa de rádio Minuto da Inclusão. Atualmente, adora ler livros sobre música brasileira, ouvir velhos e novos discos e curtir a vida, viajar e andar de bicicleta de dois lugares com sua namorada, com quem planeja construir uma família e realizar muitos objetivos. Por fim, ainda vai ter um programa de rádio de samba e choro.
 

Nome: Mirella Prosdócimo

Profissão: Consultora para Inclusão

Origem: Curitiba - PR

Idade: 38 anos

Sem nenhum contato com Pessoas com Deficiência até sofrer um acidente de carro que a deixou tetraplégica há 20 anos, Mirella Prosdocimo demorou quase 10 anos para aceitar sua nova realidade de dependência física e reassumir o controle de sua vida novamente.

Concluiu o ensino médio, graduou-se em Letras, Português/Inglês, fez especialização em Educação Especial e Inclusão e está concluindo Pós Graduação em Gestão Social e Sustentabilidade. É a criadora da Adaptare Consultoria, empresa que atua na área de inclusão e adaptação de ambientes corporativos, bem como de times de colaboradores, para a recepção adequada de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.

Hoje é coordenadora do Fórum Paranaense de Direitos da Pessoa com Deficiência e colunista da revista Viver. Em breve, publicará seu primeiro livro sobre sua história de vida e experiência.
Nome: Rafael Camargo

Profissão: Cartunista/Designer

Origem: Pato Branco

Idade: 33 anos

Mini bio:

Os Super Normais precisavam de um ilustrador deficiente. Um cartunista quase sempre prioriza a ideia além do traço.

Fugiu da Escola de Arquitetura e Engenharia, pois priorizava os quadros coloridos das paredes.
Formado em Design gráfico na PUCPR e Pós em Gestão do Design - UTPR.

Vencedor do Internacional de Desenho para a Imprensa - Porto Alegre 2009. Trabalhos publicados: Revistas Super Interessante, Mundo Estranho, MAD, Encore Alemanha, FolhaOnline entre outras.

Atualmente ilustra para a Gazeta do Povo - Jornal Rascunho e ilustra as crônicas de Márcia Tiburi no Vida Breve.

Ficarei nas entrelinhas destes "personagens" que estão me ensinando muito.

Dirigindo déficits sociais



Surdos dizem o que esperam dos profissionais de saúde

O Dia Nacional do Surdo é comemorado nesta quarta-feira (26). Para celebrar, a Secretaria da Saúde do Estado (Sesa) vai realizar uma programação especial na sexta-feira (28)
O tema do evento é “O que os surdos têm a dizer aos profissionais de saúde”
 
 
O Dia Nacional do Surdo é comemorado nesta quarta-feira (26). Para celebrar, a Secretaria da Saúde do Estado (Sesa) vai realizar uma programação especial na sexta-feira (28).
O evento “O que os surdos têm a dizer aos profissionais de saúde” pretende discutir o acesso dos deficientes auditivos aos serviços de saúde e impulsionar a difusão da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
A programação, que inclui exposições dialogadas, relatos de experiências e debate entre os participantes, acontecerá no auditório da Sesa, na Praia de Iracema, das 8h às 12h.
No Ceará, desde 2009, há capacitação de profissionais dos serviços de saúde no atendimento aos surdos no Hospital Infantil Albert Sabin, o Hospital São José, o Hospital César Cals, o Centro de Saúde do Meireles, o Instituto de Prevenção do Câncer e Unidades Básicas de Saúde.
Implante coclear
Na área da reabilitação, o Hospital Geral de Fortaleza (HGF) realiza o implante coclear para deficientes auditivos. O SUS fornece o ouvido biônico, uma prótese queé implantada por meio de cirurgia no ouvido de pacientes com deficiência auditiva. O equipamento auxilia o cérebro a interpretar os estímulos sonoros, devolvendo o sentido ao paciente.
 
 
 

Roupas-robôs ajudam paraplégicos a andar

Exoesqueletos motorizados fazem com que pessoas paralisadas voltem a ficar em pé e andar sozinhas.
Publicada em 25 de setembro de 2012 - 11:15
Jovem universitário andando com ajuda de um exoesqueleto
Quando Joey Abicca apoia a extremidade de uma muleta de metal no piso com o braço direito, minúsculos motores começam a rodar em torno de sua perna esquerda, levantando-a e movimentando-a para frente. Quando faz o mesmo com o braço esquerdo, os motores recomeçam a rodar e Joey consegue dar um passo com a perna direita. O som metálico do aparelho parece saído do filme RoboCop.
O que Abicca - de 17 anos, morador de San DiegoSite externo., na Califórnia - está vestindo é essencialmente um robô. Sua roupa biônica consiste de dois aparelhos mecânicos presos às suas pernas e de músculos elétricos encarregados de grande parte do trabalho que lhe permite andar. O aparelho é controlado por um computador instalado em suas costas e por um par de muletas presas em seus braços, semelhantes a bastões de esqui futuristas.
Desde que se acidentou com um equipamento de terraplenagem, há três anos, danificando sua espinha dorsal, Abicca nunca mais conseguiu andar. A roupa especial que ele usa, fabricada pela companhia Ekso BionicsSite externo., é uma tentativa de tirá-lo desta situação. "É fantástico. Acho maravilhoso poder ficar em pé de novo", disse o jovem, antes de prender a peça nas pernas durante uma recente visita à sede da companhia na cidade. "O simples fato de estar ereto é maravilhoso."
A Ekso é uma de várias companhias e laboratórios de pesquisa que trabalham com robôs que podem ser usados como uma roupa, projetados para ajudar pessoas com deficiência ou para tornar o corpo humano sobre-humano.
Em 2010, a RaytheonSite externo. apresentou um traje para soldados que reduz os danos provocados ao levantar pesos. Em Israel, a companhia Argo Medical Technologies também produz uma roupa robótica para ajudar paraplégicos a andar.
Pioneirismo
A Ekso afirma ter sido a primeira empresa a produzir uma roupa robótica, que não precisa ficar ligada por fios a uma fonte de energia. E embora sua roupa para paraplégicos hoje seja usada somente em centros de reabilitação, a empresa espera que um dia permita que as pessoas andem pela rua, pelos shoppings e até mesmo pelo mato.
O nome da Ekso, fundada há sete anos por engenheiros de Berkeley, também na Califórnia, deriva de exoesqueleto ou esqueleto exterior ao corpo. Financiada originalmente pelas Forças Armadas, a companhia colaborou com o campus de Berkeley da Universidade da Califórnia e com a empreiteira Lockheed Martin na fabricação de um aparelho chamado Hulc, que permite que os soldados carreguem até 100 quilos de equipamentos em terreno acidentado.
Em fevereiro, a Ekso começou a vender exoesqueletos utilizados em fisioterapia para que as pessoas consigam deixar a cadeira de rodas e usar os membros inferiores a fim de que os seus músculos não atrofiem.
Cerca de 15 centros de reabilitação dos EUA usam essa roupa; cada uma delas custa US$ 140 mil, juntamente com um contrato anual de serviços de US$ 10 mil.
A roupa biônica, composta de uma estrutura de alumínio e titânio, chamada Ekso, é movida a bateria e pesa cerca de 25 quilos.
Ela ainda não chegou ao estágio em que uma pessoa paraplégica possa usá-la independentemente. As baterias duram três horas e então precisam ser substituídas por um fisioterapeuta. Esse supervisor garante também que o paciente não caia; mas, segundo a companhia, centenas de pessoas já caminharam com esse traje e nenhuma caiu.
A roupa da Ekso não se limita a ajudar as pessoas a caminhar de novo. Sua versão mais recente, lançada no mês passado, permite andar em diferentes níveis de dificuldade a fim de estimular os pacientes a progredir em sua reabilitação.
Treinamento
O aprendizado compreende três modos. No primeiro, quando um paciente começa a aprender a andar com o traje, o fisioterapeuta programa o comprimento e a velocidade do passo e aperta uma tecla do computador para fazer a pessoa dar cada passo.
No segundo, o paciente pode dar o passo sem a ajuda das teclas instaladas nas muletas. No terceiro, o mais avançado, quando o paciente aprendeu a se manter em equilíbrio na roupa, ele pode dar um passo simplesmente deslocando o próprio peso.
Os pacientes aprendem a caminhar na roupa robótica com surpreendente rapidez, afirma Eythor Bender, diretor executivo da Ekso Bionics, que já trabalhou na Ossur, companhia que fabricava próteses. "As pessoas que nos procuram não caminham há muitos anos", conta Bender. "E em dois dias já estão andando sozinhas."
Yoki Matsuoka, ex-diretora de inovação do Google e hoje vice-presidente de tecnologia da Nest, que fabrica um termostato inteligente, disse que está na hora de os exoesqueletos serem promovidos da fase da ficção científica para a realidade comercial. A tecnologia das baterias foi aperfeiçoada de maneira significativa, materiais como plásticos e fibras de carbono hoje são mais leves e duráveis, e os sistemas robóticos são muito mais fáceis de controlar, diz ela.
"Nos últimos dez anos, a evolução de alguns desses materiais e de algumas tecnologias nos permite construir robôs que realmente protegem e ajudam o ser humano", afirma.
Fonte: O Estado de S. PauloSite externo. (BRIAN X. CHEN, THE NEW YORK TIMES, RICHMOND, EUA)

Os Jogos de Londres acabaram, mas o incentivo ao esporte continua #MovimentoX. Vem!

A Sharisma - Conforto na Terceira Idade, 1a grife de moda brasileira direcionada para pessoas da 3a idade

A Sharisma - Conforto na Terceira Idade, 1a grife de 

moda brasileira direcionada para pessoas da 3a idade 
 http://migre.me/aO10r

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Cadeira de rodas que vira veículo.

Modelo da cadeira que vira veiculo.

Uma cadeira de rodas que se pode transformar num veículo elétrico. A empresa japonesa WHILL criou um acessório que se monta numa cadeira de rodas, tornando-a elétrica. Imagine uns “headfones” colocados nas rodas da cadeira.
WHILL pode ser ajustado e posteriormente trancado a qualquer cadeira. Os “discos” que se “ligam” às rodas da cadeira permitem circular até uma velocidade máxima de 20km/h. A autonomia é de 30 quilómetros, sendo que podem ser carregadas na sua totalidade em apenas duas horas. Em cada disco do aparelho estão montados motores de 24V alimentados por baterias de ions de lítio.
O WHILL ainda está em fase de testes pelo que não tem nenhum preço previsto.
Veja um vídeo do WHILL: http://vimeo.com:80/30528762




FONTE: http://e-move.tv/prototipos/a-imaginacao-nao-tem-limites