sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Um amigo Especial




Muitas pessoas encontram dificuldade de expressar sentimentos, de mostrar afeto. Nos dias de hoje parece até que nos acostumamos com isso já que, cada vez mais, vivemos em pequenas bolhas de reclusão e, vez por por outra, permitimos que a nossa bolha entre em contato com a bolha de outra pessoa. Aceitar que existam pessoas que preferem a reclusão ao relacionamento é um fato, mas acreditar que esta é uma forma sadia de viver não. As pessoas precisam relacionar-se para ampliar suas experiências, desenvolver suas emoções (positivas e negativas) e desenvolver os aparatos de defesa necessários para uma vida saudável e proativa.

Algumas pessoas aprendem, ao longo da vida e com as experiências, a dar espaço para os relacionamentos. Aprendem a tirar proveito das relações e a crescer com elas. Afinal, relacionar-se não é fácil, exige esforço e dedicação, inclui perdas e ganhos, mas equilibra o ser humano, faz dele alguém melhor, mais hábil para resolver os desafios do cotidiano, cada vez mais difíceis.

Em alguns casos não basta ter vontade e disciplina para aprender a relacionar-se. É preciso uma ajuda especial. No caso de pessoas autistas, onde o aparato dos relacionamentos está comprometido, é importante um investimento maior, com ajuda de especialistas e com muita paciência e dedicação da família. Em muitas situações os animais podem ajudar a minimizar barreiras, a aproximar olhares e gestos já que eles são dotados de uma sensibilidade especial.

Um filme conta uma dessas experiências emocionantes onde um cachorro conseguiu romper o silêncio de uma criança para ajudá-la a melhorar sua vida.

O nome do filme é “Um amigo inesperado” e é baseado no livro do mesmo título, que conta a história verídica de Kyle Gram, um garotinho de 6 anos, que é diagnosticado como tendo autismo por viver em seu próprio mundo. Kyle se interessa somente pelo desenho animado de um trem, chamado Thomas – muito famoso nos Estados Unidos. Seus pais sofrem muito por não conseguir se comunicar e interagir com o filho. Então, sua avó materna utiliza um boneco que “conversa” com o garoto, e assim conseguem que o menino obedeça algumas ordens simples, como comer.

Depois dessa tentativa, surge a ideia de dar um cachorro para Kyle, que automaticamente é chamado de Thomas. A partir desse momento, cria-se um vínculo de afeto e interação entre o cachorro e o garoto, e desta forma, a cada dia, Kyle se afasta do seu próprio mundo e começa a interagir com as pessoas à sua volta, usando como canal o cachorro.

O garoto que deu origem a essa história chama-se Dale Gardner e aos 18 anos declarou que o fato de seus pais se comunicarem com ele por intermédio de Thomas fez toda a diferença para que seu silêncio fosse quebrado, devido à simplicidade de gestos e feições que o cachorro lhe ofereceu logo de imediato.

Este é um filme para assistir e refletir sobre as possibilidades de interação possíveis e como podemos aprender a nos relacionar para superar dificuldades, medos e “marcas” impostas pelos olhares dos outros.

Ter um animal para socializar pode significar muito para uma criança, uma pessoa carente de afetos ou com dificuldade de relacionar-se. É uma oportunidade de aprender a cuidar de outro ser vivo, interagir afetivamente com ele, desenvolver responsabilidades como dar banho, alimentar, levar para passear e proteger. Para muitas crianças/pessoas cuidar de um animal é a garantia de companhia em todos os momentos, de muitas gargalhadas, explosões de sentimentos, exercício físico e envolvimento. Mesmo a perda deste animal, no futuro, representa a elaboração de sentimentos importantes e fundantes da nossa estrutura psíquica.

Vale a pena tentar incluir na família um novo membro!


Janete Cristiane Petry - janetepp@espacodomquixote.com.br
Psicopedagoga do Espaço Dom Quixote

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

IMAGEM DO DIA

Policiais bolivianos entram em confronto com deficientes durante manifestação em frente ao palácio presidencial, em La Paz

Policiais bolivianos entram em confronto com deficientes durante manifestação em frente ao palácio presidencial, em La Paz

Conheça duas ações solidárias

Conheça as atividades voluntárias feitas na Casa de Costura do Pequeno Cotolengo.
O trote solidário da PUC/PR uniu diversão e ajuda ao próximo.


VIDEO/FONTE: http://www.video.pr.gov.br/?video=3184

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Israelenses criam dispositivo que permite a transformação de som em visão Israelenses criam dispositivo que permite a transformação de som em visão

Uma equipe de pesquisadores israelenses estão desenvolvendo um dispositivo que permite pessoas com deficiência visual transformarem som em visão.
O projeto, desenvolvido pela equipe de Amir Amedi, da Universidade Hebraica de Jerusalém, faz com que a pessoa com deficiência visual consiga enxergar pelo seu óculos, utilizando o conceito do som que invade o córtex visual do paciente. O conceito já havia sido descoberto há 20 anos pelo pesquisador holandês Peter Meijer, que criou um algoritmo para traduzir a posição e a aparência de um objeto em diferentes sons.
O pesquisador Amedi lembra que pesquisas anteriores ajudaram a indicar a utilização do som como a melhor solução. A visão trabalha com duas vias paralelas: a primeira via é responsável pela identificação do objeto, mostrando a sua cor e o seu formato. A segunda via, por sua vez, indica a localização do objeto, coordenando os dados visuais com a função motora da pessoa. Pesquisando os resultados do funcionamento do dispositivo do Meijer, Amedi descobriu que as duas vias seguem funcionando, mesmo quando a pessoa não possui a visão normal.
O grupo de pesquisadores conseguiram desenvolver um sistema complementar que estimulasse as funções visuais através do som captado pelas pessoas e objetos. Com isso, o usuário pode aprender a interpretar a “paisagem sonora” de objetos, pessoas, e cenários. Na prática, ele poderá localizar com facilidade onde cada coisa está, vendo o seu formato e posição, e até mesmo ler as palavras escritas em um livro.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Abertas inscrições para a 3ª Conferência Municipal - Prefeitura Municipal de Curitiba

Abertas inscrições para a 3ª Conferência Municipal - Prefeitura Municipal de Curitiba

Prefeitura e MP avaliam acessibilidade em pontos turísticos

UNS DIAS ATRASADA A MATÉRIA MAIS VEJAM SECRETARIA MOBILIZA MELHORIAS DE ACESSIBILIDADE PARA O TURISMO CURITIBANO.



O secretario dos Direitos das Pessoas com Deficiência de Curitiba, Irajá de Brito Vaz e o promotor do Ministério Público do Paraná, José Américo Penteado de Carvalho, trataram nesta semana da acessibilidade em pontos turísticos de Curitiba, em reunião no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC).

A reunião teve ainda a participação de representantes do Instituto Municipal de Turismo (IMT), da Urbanização de Curitiba S/A (Urbs), Secretaria Municipal de Obras Públicas (SMOP), Fundação Cultural de Curitiba (FCC).

Em debate a acessibilidade nos pontos atendidos pela Linha Turismo e a avaliação da necessidade de adaptações para que o turista e o curitibano com deficiência consigam se deslocar por esses locais com segurança e autonomia.

Foram observados os acessos entre o ponto do ônibus até o local turístico, bem como o estacionamento regulamentado para deficientes, banheiros adaptados e pista tátil para os deficientes visuais.

A linha turismo atende hoje 24 pontos em Curitiba e a maioria já conta com as adaptações para atendimento a pessoas com deficiência.

“Esta fase compreende observações que serão aproveitadas para o desenvolvimento dos projetos de acessibilidade”, disse Irajá.
O promotor do Ministério Público José Américo destacou a parceria pela acessibilidade e elogiou a iniciativa da Prefeitura. 

“É um trabalho que tem a  participação efetiva do Centro de Apoio Operacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CAOP), vinculado ao Ministério Público do Paraná.
A avaliação dos projetos é mais uma prova que a cidade de Curitiba está voltada a atender as demandas de mobilidade das pessoas com deficiência trabalhando pela acessibilidade plena e fazendo com que a cidade se inclua na categoria das cidades de primeiro mundo.”

Na reunião foram avaliados os seguintes locais:1. Praça Tiradentes - 
2. Rua das Flores - 
3. Museu Ferroviário
4. Teatro Paiol 
5. Jardim Botânico - 
6. Estação Rodo ferroviária - 
7. Teatro Guairá e UFPR – 
8. Paço da Liberdade -: 
9. Passeio Público e Memorial Árabe 
10. Centro Cívico  
11. Museu Oscar Niemeyer  
12. Bosque do Papa (Memorial Polonês)  
13. Bosque Alemão 
14. Univers. Livre do Meio Ambiente  
15. Parque São Lourenço  
16. Ópera de Arame 
17. Parque Tanguá  
18. Parque Tingui  
19. Memorial Ucraniano  
20. Portal Italiano 
21. Santa Felicidade  
22. Parque Barigui  
23. Torre Panorâmica  
24. Setor histórico 

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Os livros fantásticos vôo do Sr. Morris Lessmore por Moonbot Studios

Inspirado, em medidas iguais, pelo furacão Katrina, Buster Keaton, O Mágico de Oz, e um amor pelos livros, "Morris Lessmore" é uma história de pessoas que dedicam suas vidas aos livros e livros que devolver o favor. Morris Lessmore é uma alegoria, pungente humorístico sobre os poderes curativos da história. Usando uma variedade de técnicas (miniaturas, animação por computador, animação 2D) premiado autor / ilustrador William Joyce e Co-diretor Brandon Oldenburg apresentar uma experiência nova narrativa que remonta a filmes mudos e musicais da MGM Technicolor. "Morris Lessmore" é antiquado e borda de corte de idade, ao mesmo tempo. "Os livros fantásticos vôo do Sr. Morris Lessmore" é um dos cinco curtas-metragens animados que serão considerados para realizações de filmes pendentes de 2011, no 84th Academy Awards ®. Prêmios filme ganhou por "Os livros fantásticos vôo do Sr. Morris Lessmore" Até à data, "Os livros fantásticos vôo do Sr. Morris Lessmore" filme já batia até fãs em todo o mundo levando para casa os seguintes prêmios: · Film Fest Cinequest: Best Curta de Animação· Palm Springs International ShortFest: Prêmio do Público favorita · SIGGRAPH: Best in Show Para desfrutar "Morris Lessmore" e Apps Moonbot outros visite os seguintes links: tinyurl.com / lessmoreipadtinyurl.com / numberlys tinyurl.com / bullseyeapp


Livros dançantes, vídeo acima, descobri no Facebook de Alice Costa, educadora do Rio de Janeiro - RJ - Brasil.
Um material para incentivar o hábito da leitura, a partir da ideia de que livrarias e, principalmente, bibliotecas - ainda mais, se escolares -, podem, ou melhor, DEVEM ser espaços vivos de interação e não depósitos de livros.
Existe muita vida contida nas folhas de papel e o livro é uma pequena máquina do tempo, que viajamos para épocas, locais e situações, apenas folheando suas páginas.

BRASIL S\A -Excluídos. Até quando?


Este poema pertence à...
Uma Sociedade Anônima
Que nas calçadas da infâmia,
Onde gente endividada;
Com rostos e caras de rotos semblantes,
Sofrem, vomitam, se embriagam...

Uns
Pregam uma verdade
De bíblia na mão,
Pedindo uma oferta,
De seu coração!

Enquanto isso...
Miseráveis, perto de um Shopping,
Longe da glória...

Povo...
Sem identidade,
Angustiado, quieto, calado
Quer aparecer na TV!
Na TV Fama,
Aquela dos novos milionários;
Da televisão e da tenda dos milagres...

Enquanto isso,
Lá vem chuva...
Tempestade...
Presságio...
Lágrimas...
Dívidas...
Dúvidas...
Lá vêm Promessas!
Lá vêm os santos anjos guardiões
Salvadores e profetas do nosso apocalipse
Saídos do inferno, diretos ao Paraíso...
http://vozesdeminhalma.blogspot.com/ Antonio Lídio Gomes

Já é possível reprogramar células de idosos para voltarem a ser jovens Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/ja-e-possivel-reprogramar-celulas-de-idosos-para-voltarem-a-ser-jovens=f703984#ixzz1mqXKGCcf

Veja entrevista com Godinho Ferreira,fantástica pesquisa para qualidade de vida de IDOSOS e pessoas convalescentes.


Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/ja-e-possivel-reprogramar-celulas-de-idosos-para-voltarem-a-ser-jovens=f703984#ixzz1mqYbyadA
 Cientistas franceses conseguiram dar novas ordens a células de pessoas mais velhas para que voltassem a ser estaminais, como as células embrionárias, capazes de dar origem a tecidos e órgãos. Este avanço poderá ser crucial para a cura de doenças do envelhecimento.
As células embrionárias conseguem diferenciar-se em qualquer tipo de célula e são de extrema importância na investigação científica porque podem ajudar a regenerar tecidos doentes, e no futuro substituir órgãos ou tratar doenças neurodegenerativas.
Já as células estaminais adultas que se encontram no cordão umbilical, no sangue ou na medula têm uma capacidade mais reduzida de dar origem a outras células porque cada uma delas é programada, tal como num programa de computador, para desempenhar uma determinada tarefa."Esses programas são regulados por genes que estão especializados para determinada função, não permitem que essa célula faça a função da célula ao lado e ainda bem que assim é porque os órgãos e os tecidos estão separados dessa maneira", explica o investigador do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC), que também trabalha na área do Envelhecimento.

Reprogramação de células


Em 2007 uma equipa de investigadores japoneses conseguiu transformar células adultas em células embrionárias, ao reprogramá-las para voltarem ao estado em que podem dar origem a qualquer tecido. Um avanço para a medicina, já que esta pode ser a ferramenta para testar medicamentos mais personalizados, sem haver nenhum tipo de rejeição ou efeito secundário. Tudo sem se recorrer a embriões humanos, um dos entraves éticos desta área.
Mas agora um grupo de cientistas franceses foi mais longe e reprogramou células de pessoas idosas, uma com mais de cem anos, e reprogramou- as para voltarem a ser jovens: além de se ultrapassar a barreira do envelhecimento celular, esta investigação pode significar o fim das doenças da velhice.
No Instituto Gulbenkian de Ciência, em Oeiras, os cientistas procuram saber por que razão envelhecemos
No Instituto Gulbenkian de Ciência, em Oeiras, os cientistas procuram saber por que razão envelhecemos
Estas células reprogramadas poderão rejuvenescer as células de doentes idosos e reparar órgãos e tecidos danificados pela idade. Além disso, esta descoberta torna possível pensar na completa cura de doenças associadas ao envelhecimento: uma questão importante que ocupa também investigadores do IGC, em Oeiras. Estes cientistas procuram saber por que razão envelhecemos e o porquê do aparecimento de certas doenças associadas à idade.

Resposta pode estar nos cromossomas


"As pontas dos cromossomas vão-se desgastando a cada divisão, desde que nascemos até que morremos. Quando somos mais velhos, essas pontas são tão curtas que já não permitem que as células se dividam mais vezes", explica Miguel Godinho Ferreira. O cientista acrescenta que "ao não permitirem que as células se dividam mais vezes deixa de ser feita a substituição dos órgãos que começam a entrar em colapso porque não têm células novas para poderem substituir".
É nos telómeros - as pontas dos cromossomas - que poderá estar o relógio que regula a divisão celular e que, consequentemente, provoca o aparecimento de doenças como o cancro, que pode ocorrer noutras fases da vida, mas que se agrava com a idade. Esta investigação pretende perceber o processo de envelhecimento para depois o manipular ao nível celular, e evitar que um organismo adoeça.
Os mais recentes avanços na área do envelhecimento celular poderão fazer com que no futuro possamos manter o vigor e a saúde ao sermos capazes de auto-regenerar o nosso próprio corpo.


http://aeiou.expresso.pt/ja-e-possivel-reprogramar-celulas-de-idosos-para-voltarem-a-ser-jovens=f703984

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Sobrevivente de ataque a bomba cria app para acessibilidade


 
 

Sobrevivente de ataque a bomba cria app para acessibilidade

Ldn Access indica locais sem escadas e banheiros públicos adaptados, entre outros. Foto: Divulgação
Ldn Access indica locais sem escadas e banheiros públicos adaptados, entre outros
Foto: Divulgação

Um sobrevivente dos ataques a bomba em Londres em 2005 criou um aplicativo de smartphone para ajudar pessoas com deficiência a se locomover com mais facilidade pela capital britânica. Daniel Biddle perdeu as duas pernas, o baço e a visão do olho esquerdo quando um extremista detonou uma bomba no vagão de metrô na estação Edgware, no dia 7 de julho de 2005.
"O que aconteceu comigo em 7/7 me roubou toda a capacidade de ir praticamente a qualquer lugar", disse o sobrevivente à BBC. "Posso pensar em inúmeras ocasiões em que precisava encontrar um banheiro ou ir a um restaurante, e foi impossível. Faltam informações úteis para pessoas em cadeiras de roda, dificuldades de aprendizado e problemas de visão", continua.
Acessibilidade
O aplicativo Ldn Access, criado por Biddle e uma amiga, Tobi Collett, armazena detalhes sobre percursos sem degraus, rampas e instalações sanitárias adaptadas que podem ser encontrados em milhares de locais na capital britânica, como hotéis, teatros, restaurantes, bares. Através de tecnologia de localização, o programa consegue oferecer informações baseadas na área em que o usuário se encontra. Pode-se escolher uma categoria geral, como restaurantes, e a partir daí refinar a busca, por exemplo, por tipo de comida (indiana, chinesa, grelhados).
Biddle diz que a dupla criou um aplicativo simples de usar "porque alguém com problemas de destreza, ou artrite nas mãos, pode não ser capaz de digitar palavras muito longas". "É simplesmente apertar um ícone na tela", justificam.
O aplicativo tem informações inclusive sobre os locais que serão usados nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Londres, a partir do fim de julho. E funciona sem conexão com a internet, o que significa que mesmo dentro do metrô o usuário pode checar as informações.
"Para checar se as informações estavam corretas, fomos às ruas e visitamos aleatoriamente os locais listados no aplicativo", conta Biddle. "Tivemos de identificar os locais, entrar nos sites dos lugares, fazer ligações", relata.
A princípio, o Ldn Access roda apenas no sistema operacional iOS, da Apple, mas Biddle e Collett pretendem investir o dinheiro levantado com as vendas originadas na loja da Apple, onde está disponível (neste atalho: http://bit.ly/vZbzSE), para criar versões para Android, Blackberry e Windows Phone. A ideia também é expandi-lo com informações sobre outras cidades britânicas.
"Com esse aplicativo, queremos mostrar que a deficiência física não é um problema, o problema é a falta de acessibilidade", afirma Biddle. "A tecnologia pode ser excelente para prover independência. Queremos que ela ajuda os deficientes físicos a fazer o que quiserem", completa.