sábado, 25 de junho de 2011

Inclusão Social e Tecnologia Assistiva



O uso da tecnologia no processo de inclusão escolar



Ao longo da história, a tecnologia vem sendo utilizada para facilitar a vida dos homens. Para as pessoas com deficiência, a tecnologia é a diferença entre o “poder” e o “não poder” realizar ações. No processo de inclusão de crianças com dificuldades motoras, o terapeuta ocupacional poderá coordenar:


Adaptações ambientais como: rampas, barras nos corredores, banheiros e sala de aula, tipo de piso, sinalização dos ambientes, iluminação e posicionamento da criança dentro da sala de aula considerando sua possibilidade visual. · Adaptação postural da criança na classe com a adequação da sua cadeira de rodas ou carteira escolar e adequações posturais nas atividades das aulas complementares ou de lazer.



· O processo de ensino-aprendizagem com a confecção ou indicação de recursos como: planos inclinados, antiderrapantes, lápis adaptados, órteses, pautas ampliadas, cadernos quadriculados, letras emborrachadas, textos ampliados, máquina de escrever ou computador. ·



O recurso alternativo para a comunicação oral com a utilização de pranchas de comunicação ou comunicadores e, · A independência nas atividades de vida diária e de vida prática com adaptações simples como argolas para auxiliar a abertura da merendeira ou mochila, ou copos e talheres adaptados para o lanche.


Inclusão Escolar
O sucesso do processo de inclusão está diretamente ligado à possibilidade de reconhecer as diferenças e aceitá-las. Isso não significa ignorá-las, isso não significa colocar crianças com necessidades educacionais especiais na sala de aula regular e esperar que elas aprendam pela proximidade com seus colegas da mesma idade. Respeitar as diferenças é oportunizar os recursos necessários para que a criança aprenda. Muitas vezes esses recursos serão simples como letras soltas ou textos escritos em letras maiúsculas e outras vezes poderá ser o uso de um computador adaptado.

O Brasil tem hoje, segundo o Censo escolar de 2005 (MEC, 2006), 640.317 alunos com necessidades educacionais especiais matriculados nas escolas do país, portanto esse não é um problema que possa ser ignorado.

http://fabiannalopes40.blogspot.com/2010/06/inclusao-escolar-e-tecnologia-assistiva.html

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Como lidar com a paralisia cerebral na escola?

Nova Escola


Para dar conta das restrições motoras da criança com paralisia cerebral, vale adaptar os espaços da escola para permitir o acesso de uma cadeira de rodas, por exemplo. Na sala de aula use canetas e lápis mais grossos, envoltos em espuma e presos com elástico para facilitar o controle do aluno. Os papeis são fixados em pranchetas para dar firmeza e as folhas avulsas, nesse caso, são mais recomendáveis que os cadernos. O professor deve escrever com letras grandes e pedir para que o aluno com paralisia cerebral sente-se na frente, se possível, com uma carteira inclinada, que dá mobilidade e facilita a escrita.

Se o aluno apresentar problemas na fala e na audição, providencie uma prancha de comunicação, para que ele se expresse pela escrita. Caso isso não seja possível, o professor pode preparar cartões com desenhos ou fotos de pessoas e objetos significativos para o aluno, como os pais, os colegas, o professor, o time de futebol, diferentes comidas, o abecedário e palavras-chave, como "sim", "não", "sede", "banheiro", "entrar", "sair" etc. Assim, para indicar o que quer ou o que sente, o aluno aponta para as figuras.

Em alguns casos, a criança com paralisia cerebral também precisa de um cuidador que a ajude a ir ao banheiro ou a tomar o lanche. Mas, vale lembrar, que todos devem estimular a autonomia da criança, respeitando suas dificuldades e explorando seus potenciais.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Mais Você fala sobre obstáculos que mães enfrentam ao usar os carrinhos de bebês

Um assunto muito comum para as mamães de todo o Brasil foi abordado no Mais Você desta quarta-feira, dia 22 de junho. Ana Maria Braga comentou as dificuldades encontradas por elas para circular nas ruas com carrinhos de bebês. Entre os principais obstáculos destacam-se buracos, degraus e postes nos passeios. A apresentadora orientou sobre os cuidados que se deve ter ao transportar bebês pelas ruas.

“No outro dia, a gente estava conversando aqui sobre as dificuldades que as pessoas encontram ao sair para passear com suas crianças pela cidade. É tanto buraco, tanto obstáculo, que parece mais uma corrida. Devia ser um momento de prazer, mas vira pesadelo”, ressaltou Ana Maria Braga.

A apresentadora falou que a sua produção entrou em contato com o Denatran e que o órgão informou que não há nada previsto no Código Nacional de Trânsito, ou seja, não existe proteção para mães que saem com os carrinhos. Em compensação, o Denatran informou que estabelecimentos que não cuidam das calçadas podem ser multados.

Em reportagem, o programa mostrou como estão as ruas de São Paulo e do Rio de Janeiro. “Isso vale não só para os carrinhos, mas também para quem tem deficiência e precisa andar pelas calçadas”, destacou Ana Maria. A equipe de reportagem acompanhou uma mãe pelas ruas da grande cidade. Na reportagem, foi constatado que as barreiras e dificuldades são muitas e que precisam de alguma solução.

Em seguida, a apresentadora também mostrou diversos tipos de carrinhos e preços para que os papais e mamães de plantão possam escolher:


Dicas de modelos

CARRINHO DE PASSEIO LEVE, TIPO GUARDA-CHUVA

Mais baratos e menos duráveis, esses carrinhos são leves e costumam ser dobráveis e bem portáteis. Se o carrinho se reclinar totalmente, pode ser usado até por recém-nascidos. Do contrário, espere até o bebê ter de quatro a seis meses para colocá-lo nesse tipo de carrinho. Custo médio: R$ 99.

CARRINHO DE BEBÊ TRADICIONAL

De modo geral, a base dos carrinhos é mais sólida, de metal ou alumínio. As rodas duram mais e giram com mais facilidade, a barra onde os pais seguram é mais confortável e há mais espaço para o bebê, além de lugar para colocar objetos. Há modelos com rodas maiores na frente ou atrás, e de quatro ou três rodinhas. Custo médio: R$ 319.

CARRINHO DE TRÊS RODAS PARA COOPER

Com base mais leve, estrutura para absorver choques, rodas maiores (tipo de bicicleta) e freio, os carrinhos para corrida permitem que pai ou mãe façam cooper sem se preocupar em chacoalhar demais o bebê. Esse tipo de carrinho é adequado só para bebês com mais de seis meses. Custo médio: R$ 2.000.

CARRINHO DUPLO

Para quem espera gêmeos ou vai ter o segundo filho com pouca diferença do primeiro, o carrinho duplo é uma boa opção. A grande vantagem é permitir que uma pessoa só saia com os bebês. Famílias com trigêmeos, às vezes, optam por um carrinho duplo e um simples.

Uma dica importante é olhar com atenção todos os cômodos e corredores da sua casa para ter certeza de que se comprar um carrinho duplo, do tipo lado a lado, ele passará pelas portas e entre os seus móveis (e também a porta e o espaço interno do elevador). Custo médio: R$ 1.289.

terça-feira, 21 de junho de 2011

OS 5 SENTIDOS


Esses que recebemos do Pai Celeste, com o passar do tempo estragamos um ou dois e até todos sentidos . Por isso muitas vezes voltamos ao plano espiritual de mãos abanando , comprometendo-os e com o espírito ainda por resgatar o que veio realizar no plano físico.

Pensemos na audição... Deixamos que nossas orelhas poluam de palavras insensatas, damos ouvidos a fofocas, que nada trazem de bom ao nosso viver ou então ouvimos o que não devemos ouvir, sem contar os sons que permitimos ouvir quando não nos convém, frequentando lugares onde danificamos os sentidos auditivos. Ao invés de tudo, podíamos fazer o contrário “A Ecologia da Orelha”permitindo ouvir belas músicas que elevam ,que acariciam . Conselhos, sons que deveríamos aceitar e não permitimos que entrem em nossas orelhas.

O paladar, o record dos malefícios que trazemos para dentro da nossas bocas e também o olfato, afinal, um está ligado ao outro, no caso do cigarro,da bebida alcoólica e de nossos exageros gastronômicos.

Perdemos com o tempo o refinamento do nosso paladar e do nosso olfato, dependendo do uso inadequado que fazemos destes sentidos.

O que tem de gente enfiando o nariz onde não deve! Só por causa daquela história que diz: “Eu sou dono do meu nariz !” Isso é uma verdade! Temos autonomia nas nossas decisões pessoais, no entanto, devemos ouvir o que as pessoas têm a dizer sobre nós.

A visão, coloque um exemplo muito comum que começa desde cedo. Muitas vezes aquelas crianças teimosas, da quais entram nos televisores enquanto os pais fazem outras atividades substituindo o papel da família. Falam:

“___ Filho, não faça isso, que faz mal!” Quando pais agem assim, filhos acham adultos chatos. E outras coisas mais...

O tato, o órgão importante para recepcionar o mundo, que é a nossa pele, são diversas as danificações que ocorrem na atualidade como: tatuagens, tratamento de pele e cabelos com produtos químicos tóxicos, bronzeamento artificial, maquiagem definitiva, HPV transmitida pelas relações sexuais, uso do percing comum em adolescentes, uso de drogas e enfim poderíamos descrever inúmeros procedimentos que podem ser evitados com hábitos saudáveis e com qualidade de vida.

Vida é muito preciosa para ser desperdiçada e nossos sentidos dão sentido à vida!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Agressão a professores do ensino público causa polêmica no Mais Você


Clica no titulo para ver o video

A cada semana, a mídia revela novos casos de agressões a professores do ensino público brasileiro. No Mais Você desta segunda-feira, 20 de junho, Ana Maria Braga comentou o novo episódio, ocorrido em uma escola estadual de Capão Redondo, Zona Sul de São Paulo. A professora Geovana Soares (Gina) foi agredida por uma mãe de aluno.

A polêmica foi iniciada com um vídeo de um professor egípcio agredindo os alunos com uma palmatória. As cenas fortes foram mostradas ao público e Ana Maria Braga questionou: “Será que é uma atitude cultural?”. Depois, Ana Maria contou o caso da professora Gina, agredida por advertir um aluno.

Em reportagem, Fabrício Battaglini foi até a casa da professora. Ele mostrou que ela está recebendo cartinha de solidariedade dos alunos. Gina contou como tudo aconteceu: “Ela estava conversando com a diretora quando eu passei pelo corredor. Ela me chamou e me perguntou se eu estava lembrada dele. Eu disse que sim. Então, ela pegou em meus cabelos e esmurrava constantemente o meu rosto, em uma sequencia”.

Gina contou que trabalha há 21 anos na profissão e nunca tinha visto nada parecido. O aluno foi transferido para outra escola. A professora, que ainda se recupera dos hematomas no rosto, continua afastada e não tem previsão de voltar ao cargo. “Eu adoro ser professora e eu gosto da minha comunidade. Estou tento muito apoio. Estou me sentindo uma pessoa muito querida e isso está aquecendo o meu coração”, desabafou ela.

“A nossa equipe procurou a mãe, mas não conseguiu localizá-la. A Secretaria de Educação de São Paulo divulgou uma nota lamentando a agressão e afirmou que é lamentável que uma mãe aja com violência quando seu filho apresenta comportamento inadequado dentro da sala de aula. A Secretaria informou que, com o consentimento da mãe, o aluno foi transferido para outra escola”, informou Ana Maria Braga.

Sobre a profissão, a apresentadora mostrou a atitude e o exemplo de uma professora mexicana que, durante um tiroteio, fez com que todos os alunos se deitassem no chão e começou a cantar com eles, para acalmá-los. “Para ser professor, em qualquer lugar do mundo, a pessoa tem que gostar muito, e com um salário desse tamanhozinho”, destacou Ana Maria.

A equipe de reportagem do programa foi às ruas para conversar com os alunos do magistério, e saber o que eles esperam do futuro da profissão. “A pergunta feita foi: Por que vocês decidiram ser professores?”, contou a apresentadora. Nos depoimentos, os jovens se mostraram cientes da falta de valorização da profissão, porém, declararam amor ao magistério e à docência. Muitos visam contribuir com as melhorias da educação no Brasil.

domingo, 19 de junho de 2011

Paulo Freire & Seymour Papert - Parte 1 de 7

É ANTIGA, MAIS VALE A PENA REMEMORAR!!!Pois a história ainda não mudou!!!

Pode um educador ,não estar á altura do seu tempo?



(...) Eu continuo lutando para por a escola à altura do seu tempo. Isso não significa sepultá-la, mas sim refazê-la.
Frases como essas nos inspiram e provocam. Assim foi Paulo Freire.

Em bate-papo memorável, ocorrido em novembro de 1995 na PUC-SP, Freire e Papert aprofundam essa questão. Passados 15 anos, a conversa continua mais do que atual, ela é provocadora. Convida à reflexão e ao questionamento sobre o modelo de escola que temos e o impacto das tecnologias de informação e comunicação nos processos de ensino e de aprendizagem. Imperdível! Todo o diálogo dura 50 minutos, divididos em 7 partes para facilitar o acesso e a publicação no Youtube.

QUER SABER MUITO MAIS?ACESSE:http://www.educa-net.blogspot.com/

Semana Internacional de Tecnologia Educacional apresentará as mais bem sucedidas experiências nacionais e internacionais sobre o uso das TIC na educação

Semana Internacional de Tecnologia Educacional apresentará as mais bem sucedidas experiências nacionais e internacionais sobre o uso das TIC na educação

Recursos Pedagógicos

5 novas maravilhas em TICs


Conheça as novidades em Tecnologia de Informação e Comunicação que aproximam a escola brasileira da era da educação digital

27/05/2011 17:36
Texto Marion Frank

No Brasil, há mais de 73,9 milhões de internautas - o país é o primeiro no mundo em tempo de navegação na web, segundo estudo do Ibope/NetRating divulgado no final de 2010. Dentro desse universo cada vez mais antenado às novas formas de comunicação e de acesso ao conhecimento, a escola brasileira precisa acelerar o passo para pertencer de fato à era da educação digital. "Vivemos num mundo complexo e imprevisível, bem diferente do mundo anterior à era digital, que era complicado, mas previsível", analisa Paulo Blikstein, professor da Stanford University (EUA), especialista nos impactos da tecnologia no universo escolar. "Queremos entender o aquecimento global, os ecossistemas... a novidade é que a Ciência dá hoje grande oportunidade ao educador, ela deixou de ser determinística e está mais fácil de entender."


Como? Basta reparar nos lançamentos aqui selecionados e que foram destaque na Feira Internacional de Tecnologia Educacional, Interdidática 2011. Todos eles imaginados para demonstrar, destrinchar e depurar o que for necessário, interligando equipamentos, professor e alunos em um único ambiente de ensino - e onde vigoram a participação e a interação em clima lúdico.