quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Família consegue na Justiça uma Professora Auxiliar com Especialidade e também uma Cuidadora

Justiça determina que: Escola regular forneça para Aluna com deficiência uma Professora Auxiliar com Especialidade e também uma Cuidadora em todo período de aula no mesmo TURNO!
Família consegue na Justiça uma Professora Auxiliar e também uma Cuidadora
Família consegue na Justiça uma Professora Auxiliar e também uma Cuidadora
O pai de uma menina com Síndrome de Down, de Mogi das Cruzes(SP), conseguiu na Justiça  uma liminar para que a filha, de 9 anos, tenha uma professora exclusiva em uma escola regular do Estado.
Anna Heloísa é atualmente aluna do Colégio Estadual Pedro Malozze. Os pais entraram na Justiça no ano passado e conseguiram o acompanhamento diário de uma professora particular para a menina, além da outra educadora que leciona na mesma sala. “É fundamental ter um professor assistente para os alunos com síndrome de down para que eles possam se desenvolver em sua vida escolar”, comenta o pai de Anna Heloísa, Alessandro Guedes, que trabalha como gestor de pós-venda.
A professora auxiliar é Regina Célia Venâncio, que leciona há mais de duas décadas e nunca tinha vivido nada parecido em sala de aula. A convivência com a pequena Anna tem sido uma motivação. “Cada passo que ela dá, a cada aprendizagem que ela conquista, é uma vitória e uma satisfação muito grande para nós que somos educadores.”
Além da professora, o pai também conseguiu uma cuidadora e transporte, tudo custeado pelo Estado. Na escola, Anna convive normalmente com outros alunos, deficientes ou não. Na sala de aula não existe nenhum tipo de separação.
Atender alunos especiais não é novidade para o colégio, que faz isso desde a década de 60. Os educadores são unânimes em dizer que a inclusão só traz benefícios. “Todos se beneficiam quando você trata da inclusão. O aluno regular aprende a conviver com o diferente, a valorizar a diferença. É esse mundo que a gente quer”, opina a supervisora de ensino Marta Terrone.
A mãe de Anna chegou a se surpreender com a evolução da filha em pouco mais de três  meses de acompanhamento. “A chegada dela em casa é assim: abre a maletinha, mostra os exercícios… tudo. Se está ensinando na sala, ela faz a tarefa, participa, não foge do foco. Ela sempre fica fazendo de tudo”, conta Ana Maria Guedes, que trabalha como professora.
O pai chegou a pensar em matricular a filha na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), uma das entidades mais conhecidas no acompanhamento de portadores de Down, mas depois de pesquisas, optou pela inclusão. “Tem que ser na escola regular porque é onde é feita a verdadeira inclusão”, afirma.
“Nós não estamos focados se o aluno especial vai dar conta de um determinado conteúdo no bimestre, mas planejamos estratégias para ele, para que seja capaz de executar as atividades que foram pensadas”, continua a supervisora Marta Terrone.
A mãe de Anna Heloísa fica emocionada ao dar um recado a outros pais de crianças especiais. “É necessário que eles criem força, a força que os filhos da gente têm quando nascem especiais. Que eles criem essa força e façam por valer essa responsabilidade que papai do céu deu”, conclui Ana Maria.
Caminhos da Justiça
O defensor público Renato Campolino Borges explica que o conceito de deficiência é subjetivo. “Por exemplo, um locutor de futebol que por algum acidente tenha perdido a mão. Para o exercício cotidiano das atividades dele, ele não vai ser considerado deficiente. Mas se essa mesma situação acontecer com uma secretária, já existe uma questão de deficiência. O conceito não é médico-biológico, mas essencialmente sociológico. Ou seja, a deficiência é uma circunstância física ou psíquica que exclui aquela pessoa do convívio natural em sociedade“.
Ele explica que a legislação garante atenção especial às crianças portadoras de alguma limitação. “O Estatuto da Criança e do Adolescente e a Lei de Diretrizes de Bases da Educação estabelecem que o ensino deve ser preferencialmente na rede regular. Acaba facilitando a inclusão social da criança, porque se ela vai desde o início para uma rede especial, onde só existem crianças especiais, acaba causando uma certa estigmatização. A preferência é sempre pela rede regular de ensino. Toda a sistemática prevista pela Lei de Diretrizes e pelo ECA é no sentido de tentar suprir as deficiências que existem numa escola regular. O caso da cuidadora é isso, se estabeleceu um profissional para acompanhar uma pessoa com certas dificuldades para que possa acompanhar os outros colegas”.
Por fim, o defensor explica os passos necessários para que o aluno especial tenha atendimento adequado. “O primeiro caminho é exigir administrativamente da Prefeitura ou da Secretaria de Estado. Caso isso seja negado, é preciso se socorrer do poder judiciário. A pessoa deve procurar um advogado particular ou a Defensoria Pública, caso a pessoa não tenha condições de um advogado.”

Fontes:
http://g1.globo.com/sp/mogi-das-cruzes-suzano/noticia
https://www.facebook.com/Alessandro-Guedes-1626278987614696/?fref=ts
 http://inclusaodequalidade.com.br/familia-consegue-na-justica-uma-professora-auxiliar-com-especialidade-e-tambem-uma-cuidadora/?utm_source=share_buttons&utm_medium=social_media&utm_campaign=social_share

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Inclusão da programação nos currículos escolares avança no exterior

 | Aniele Nascimento/Gazeta do Povo

http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/inclusao-da-programacao-nos-curriculos-escolares-avanca-no-exterior-9dlmbpvkpztvrp4vp1647l8fk

Enquanto outros países já adotaram a área de conhecimento como base curricular, Brasil está na fase da experimentação

No exterior, ganha força a ideia de incluir a linguagem de programação como conteúdo obrigatório nos currículos. Os primeiros a adotarem a medida foram o Reino Unido e Austrália. Nos Estados Unidos e na Alemanha, algumas ações devem dar frutos nos próximos anos. Já no Brasil, os projetos envolvendo a programação ainda envolvem um número limitado de escolas e dependem da iniciativa de educadores.
O Reino Unido substituiu em 2013 o antigo currículo de Tecnologia, Informação e Comunicação (ICT, na sigla em inglês) pelo de “Computação”. O ensino de códigos está previsto para crianças a partir dos cinco anos. Publicada em 2013, a medida passou a valer em 2014.
Em setembro de 2015, o ministro da educação australiano anunciou um novo currículo de “tecnologias digitais”. Os princípios da programação devem ser ensinados para crianças a partir dos 10 anos; as linguagens, para os que têm mais de 12.
Nos Estados Unidos, o estado de Chicago criou um plano de cinco anos para implementar a linguagem de programação no currículo do ensino médio. A previsão é de que toda criança aprenda o conteúdo na escola até 2018. Ex-chefe de gabinete do presidente Barack Obama, o prefeito Rahm Emanuel luta para ampliar a medida para todo os EUA.
Na Alemanha, o Partido Social Democrata (SPD) passou a defender, no ano passado, que a linguagem de programação seja obrigatória nas escolas. Com cerca de 30% do parlamento, os sociais-democratas são uma das principais forças políticas do país. O documento defende ciências da computação para alunos de todas as idades, e o ensino da lógica dos algorítimos na escola.
No Brasil, o Ministério da Educação (MEC) informou que não há proposta de inclusão da programação como disciplina obrigatória na primeira versão da Base Nacional Comum, documento que está sendo revisado e deve constituir o novo currículo do ensino médio. Novas ideias devem ser discutidas em junho deste ano, explica o coordenador de projetos da Fundação Lemann, Lucas Machado. A instituição mantêm parceria com 77 escolas do país com o Programaê, que ensina códigos a crianças. No Paraná são 39 parceiras, toda da rede pública municipal de Curitiba.

Programação na aula de português

Naiady Piva
linguagem de programação entrou na Escola Municipal Julia Amaral Di Lenna, em Curitiba, pela porta dos fundos. Foi na aula de português, depois que a professora Marietta Derbi Durães da Luz Viviani conheceu a plataforma Scratch, que permitia aos alunos do 7º ano utilizarem os conhecimentos da língua, aprendidos ao longo do semestre, na construção de “joguinhos”. Foi a prova de que há muito espaço para a programação nas escolas, além das aulas de matemática.
A sugestão da plataforma foi do Departamento de Tecnologia e Difusão Educacional, da Secretaria Municipal de Educação (SME), de Curitiba. A orientação é para que os professores trabalhem em três etapas. Primeiro, com o conteúdo da disciplina. Regra dos porquês, crônica, conto, onde e aonde, no caso da professora Marietta.
Depois veio o planejamento, que tinha tudo a ver com a disciplina (os alunos tiveram que fazer um belo esforço narrativo para colocar os jogos no papel). Por fim, as crianças aprendem a pensar como um programador. É a lógica do se você fizer isso, então irá ocorrer aquilo, que vale tanto para os joguinhos da aula de português quanto para os mais elaborados programas de computador.
Na sequência vem uma mistura de criatividade e paciência. Para mudar o cenário, por exemplo, é preciso encontrar e salvar uma imagem e depois ordenar “se (passar de fase), então (mude o cenário”. Por aí vai. “Quando eles fazem isso estão trabalhando com causa, consequência, condição, que são atributos da Língua Portuguesa e também são princípio da programação”, diz a professora.
Mas vale a pena esperar. Um grupo até mudou o final de uma história escrita por Lygia Fagundes Telles. Em “Venha ver o pôr-do-sol”, a personagem principal acaba presa; na programação, as meninas viram a chance de libertá-la. Mas para isso é preciso chegar até o final do jogo.
A noção de que a programação é exclusiva das Ciências Exatas ainda é muito forte, especialmente quando a proposta da escola é “aprender a programar”, explica o coordenador de projetos da Fundação Lemann, Lucas Machado. No Programaê, um dos principais projetos da fundação, com abrangência nacional, o conceito foi expandido para “programar para aprender”, diz Lucas.
A ideia é colocar a programação a serviço da “construção de saberes”. Com isso, o professor pode adequar os elementos do “pensamento computacional” para dentro da sala de aula, mesmo quando não há computadores disponíveis. É uma forma de driblar a falta de infraestrutura nas escolas, um dos principais entraves para a utilização de tecnologias nas escolas brasileiras.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Programa Especial - Experiência artística e paralisia cerebral



Experiência artística e paralisia cerebral

Programa Especial mostra a história de pessoas com paralisia cerebral que se expressam através da arte: o documentarista Daniel Gonçalves, o pintor Victor Pereira e o escritor Fábio Fernandes.
Daniel Gonçalves editando vídeos.Daniel Gonçalves editando vídeos.Daniel Gonçalves é jornalista e diretor de documentário. Seu mais recente trabalho é Como Seria?, em que Daniel faz uma análise de como teria sido a vida dele se não tivesse a paralisia cerebral.

Victor Pereira pinta com os pés desde os oito anos. Ele faz parte da Associação de Pintores com a Boca e com os Pés. “A arte, para mim, é uma distração, diversão, animação, de criação e de evolução. Isso me motiva a ser uma pessoa mais independente, mais alegre”, revela.

Fábio Fernandes é jornalista e escreveu o livro infantojuvenil Bim, Um Menino Diferente. O livro aborda a inclusão de crianças com deficiência. Fábio se comunica escrevendo com os pés, pode meio de um teclado de computador.
“A ideia do Bim é criar uma empatia do público infantil com o tema da inclusão. O Bim é um garoto de 11 anos que tem paralisia cerebral, mas um modo otimista de ver a vida. Eu quis dar ao Bim a alegria que a criança traz naturalmente. O Bim é, antes de tudo, uma criança feliz, como eu fui”, explica Fábio.
Apresentação: Juliana Oliveira
Direção: Angela Reiniger
Reportagem: Fernanda Honorato e Zé Luis Pacheco
Produção: Ricardo Petracca
http://tvbrasil.ebc.com.br/programaespecial/episodio/experiencia-artistica-e-paralisia-cerebral#media-youtube-1


Adoção - Programa Especial

Programa conversa com pais e especialistas sobre o atual procedimento para se adotar uma criança, com ou sem necessidades especiais.

Ana Luz e família.Ana Luz e família.
O casal Jacqueline Alexandre Mendonça adotou Ana Luz –  que tem artrogripose e é cadeirante – em 2006. Hoje, ela tem nove anos. O casal também tem dois filhos biológicos. “Eu tinha certeza de que ia conseguir Promotora Daniela Vasconcellos.Promotora Daniela Vasconcellos.superar as dificuldades, porque quando decidi ser mãe dela (Ana Luz), foi para ser mãe de verdade, não uma caridade, eu não estava brincando”, afirma Jacqueline.

Subcoordenadora do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça da Infância e da Juventude, a promotora de Justiça Daniela Vasconcellos conversou com nossa equipe sobre o processo de adoção.

Organizadora do grupo Café com Adoção e autora do livro Guia de Adoção, a terapeuta familiar Solange Diuana contou como é o aconselhamento psicológico no processo de adoção: “O papel do psicólogo nos processos de habilitação para adoção é realizar uma escuta das pessoas que desejam adotar os seus filhos para que eles possam entender as peculiaridades da criação adotiva, e para que a gente possa também perceber qual é o desejo de filiação. Como essa pessoa está, em que momento da vida ela está, por que quer adotar, que criança quer adotar. ”
Apresentação: Juliana Oliveira
Direção: Angela Reiniger
Reportagem: Fernanda Honorato Zé Luis Pacheco
Produção: Ricardo Petracca

http://tvbrasil.ebc.com.br/programaespecial/episodio/adocao-e-tema-do-programa-especial

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Nosso Sonho, com Suely Katz



Para ajudar na inclusão de pessoas com paralisia cerebral, nasceu em 2007 a Associação Nosso Sonho. A entidade trabalha na reabilitação de crianças, jovens e adultos, aliando o tratamento clínico a práticas pedagógicas. O objetivo é incluir essas pessoas na sociedade e no mercado de trabalho.
No Observatório do Terceiro Setor desta semana, o jornalista Joel Scala conversa com uma das fundadoras da associação, a psicóloga Suely Katz.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Cuidador de Idosos: Higiene e Conforto

Menor cadeira de rodas do mundo para crianças com deficiência

Tanner Jensen
Por: Andrew Liszewski
Tanner Jensen tem três anos de idade. Seu irmão, Skyler, tem 20 meses de vida. Ambos nasceram com uma condição genética rara conhecida como Atrofia Muscular Espinhal, o que significa que eles não conseguem andar, rastejar, controlar a cabeça, e nem mesmo levantar os braços. Mas a vida dos jovens irmãos em breve vai melhorar bastante, graças a estudantes da Brigham Young University que criaram uma cadeira de rodas elétrica, pequena e barata.
Tanner Jensen
Cadeiras elétricas motorizadas para crianças pequenas já existem, mas eles podem custar até US$ 15.000, uma quantia que poucas famílias conseguem desembolsar. Para os Jensen, a coisa é pior, já que eles precisam de duas. E frequentemente essas cadeiras são grandes demais e as casas precisam de modificações para recebê-las.
Tanner Jensen
Então cinco estudantes de engenharia mecânica da universidade se desafiaram a criar a menor cadeira de rodas elétrica do mundo para os irmãos Jensen. Após um ano de designs e testes, eles aperfeiçoaram uma cadeira feita com armação de canos PVC que pesa cerca de 10kg e aguenta crianças com até 25kg.
E o preço final, incluindo baterias, rodas, motores, os eletrônicos necessários para o controle e ainda o assento é de US$ 495. Talvez esse seja o maior feito atingido pelos estudantes. E como eles estão postando o projeto da cadeira de rodas em um site chamado The Open Wheelchair Project, qualquer família com uma criança que necessite pode comprar e montar uma dessas cadeiras. [Brigham Young University]
Tanner Jensen
Fonte: Gizmodo

Filme TGD- Autismo

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Jovens promovem campanha de troca de lacres por cadeiras de rodas

Grupo de Santo Anastácio pretende ajudar pessoas carentes.
São necessários 38 mil ‘anéis’ de alumínio para cada substituição.

Do G1 Presidente Prudente
Campanha é promovida por jovens de Santo Anastácio (Foto: Gabriel Tibaldo/TV Fronteira)Campanha é promovida por jovens de Santo Anastácio (Foto: Gabriel Tibaldo/TV Fronteira)
Solidariedade, voluntariado e amor ao próximo: essas são características de um grupo de amigos de Santo Anastácio que se reuniram para praticar o bem. Os jovens do Rotaract Club criaram um projeto denominado “Eu Ajudo na Lata”, que tem como objetivo coletar lacres de alumínio para a troca por cadeiras de rodas. Segundo o diretor de Projetos do clube, Bruno Lopes, de 21 anos, são necessários 38 mil “anéis” para cada substituição, o que resulta em aproximadamente 90 garrafas pets carregadas de lacres.
Conforme o presidente do clube, Douglas Alexandre Pavanelli, de 22 anos, a campanha teve início nesta sexta-feira (1º). A população pode doar os itens nos pontos de referência da cidade, como bares, lojas e mercados. “Caso a pessoa possua uma grande quantidade de lacres, ela pode entrar em contato conosco, através da nossa página em uma rede social”, ressalta.
Pavanelli conta ainda que a aceitação da população está sendo satisfatória, pois partir de um esquema que não envolve verba facilita ainda mais a adesão. “A população já começou a ajudar. Acredito que seja por conta do gesto nobre”, afirma.
É gratificante poder contribuir e tornar a vida do próximo um pouco melhor".
Pedro Henrique Crepaldi Facholli,
estudante
É o caso do estudante Pedro Henrique Crepaldi Facholli, de 21 anos, que ficou sabendo do projeto a partir do comentário de um dos integrantes do clube. Ele acredita que o gesto beneficia aqueles que não possuem condições financeiras suficientes para adquirir uma cadeira de rodas. “É gratificante poder contribuir e tornar a vida do próximo um pouco melhor”, conta.
De acordo com o vice-presidente do clube, João Vitor Villar Raposo, de 21 anos, o mais interessante é poder ajudar a comunidade com um custo quase zero. “Nós vamos informar o público via redes sociais. Além disso, os pontos de coleta vão possuir cartazes informativos”, explica.
Campanha é promovida por jovens de Santo Anastácio (Foto: Gabriel Tibaldo/TV Fronteira)Campanha é promovida por jovens de Santo
Anastácio (Foto: Gabriel Tibaldo/TV Fronteira)
O diretor de Projetos, Bruno Lopes, ainda acrescenta que a campanha não possui uma data para término, pois, quanto mais conseguirem arrecadar, maiores serão as expectativas para dar sequência ao projeto.

“A empresa que realiza a troca é de Marília [SP]. Enquanto ela estiver fazendo a substituição, o clube vai manter a proposta”, garante.
Serviço – O presidente Douglas Alexandre Pavanelli explica que para retirar uma cadeira de rodas emprestada é necessário entrar em contato com ele ou com o diretor de Projetos do Rotaract Club, Bruno Lopes, através da páginana rede social. Posteriormente, um dos representantes fará uma visita à residência do interessado para que seja gerado um contrato de responsabilidade em relação ao tempo em que vai utilizar o equipamento.
(Com a colaboração de Gabriel Tibaldo, da TV Fronteira).