sábado, 1 de março de 2014

Piauí passa a conceder cadeiras de rodas motorizadas através do SUS


Ceir concede cadeiras de rodas motorizadas, através do SUS (Foto:Ascom Ceir)
Ceir concede cadeiras de rodas motorizadas, através do SUS (Foto:Ascom Ceir)
O ano de 2014 começa com boas notícias para as pessoas com deficiência do Piauí: o Ministério da Saúde ampliou os modelos de meios auxiliares de locomoção concedidos, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Com isso, a Oficina Ortopédica do Ceir passa a conceder equipamentos mais modernos, a exemplo das cadeiras de rodas motorizadas.
O superintendente Multiprofissional do Ceir, Aderson Luz, explica que os novos equipamentos foram incluídos na tabela do SUS ainda em 2013 e que, na última terça-feira (14), o Ceir iniciou a entrega das primeiras 16 cadeiras de rodas motorizadas enviadas pelo fabricante. Além delas, é possível, a partir de agora, obter cadeiras de banho mais modernas e cadeiras de rodas específicas para pacientes obesos, dentre outros novos modelos ofertados pelo SUS à população.
SUS vai oferecer cadeiras motorizadas para pessoas com deficiência
Inmetro não aprova modelos de cadeira de rodas
Justiça obriga SUS a dar cadeira de rodas motorizada
Aderson Luz lembra que para ser beneficiado com os novos equipamentos é preciso que o caso do paciente esteja de acordo com as indicações da tabela do SUS. “O paciente deve ter a indicação médica e seu caso deve se enquadrar em alguma das 100 patologias previstas pelo Ministério da Saúde”, diz o superintendente, enfatizando que os critérios e a análise dos processos ficam a cargo do próprio SUS.
Joselma Barros, primeira beneficiada( Foto: Ascom Ceir)Uma das beneficiadas com as primeiras cadeiras motorizadas entregues pelo Ceir foi a analista judiciária Joselma Barros, de 34 anos. Vítima de uma lesão medular causada por um acidente de trânsito ocorrido há quase três anos, Joselma não movimenta os membros inferiores e vem recuperando o movimento dos braços por meio do tratamento de reabilitação física.
“A cadeira motorizada vai me ajudar principalmente no trabalho, onde preciso me locomover constantemente. O modelo é de qualidade e me proporcionará mais autonomia no cotidiano”, afirma Joselma, que recebeu o equipamento na tarde dessa quarta-feira (15).
Joselma Barros, primeira beneficiada( Foto: Ascom Ceir)
Joselma Barros, primeira beneficiada( Foto: Ascom Ceir)
Saiba como solicitar
Para solicitar órteses, próteses, cadeira de rodas ou outros meios auxiliares de locomoção oferecidos pela Oficina Ortopédica do Ceir, basta que o paciente procure a Unidade de Saúde mais próxima de sua residência e faça uma consulta com um médico do Programa de Saúde da Família (PSF) ou que seja credenciado pelo SUS. O profissional deve prescrever no formulário o tipo de equipamento necessário para o caso do paciente.
Em seguida, o paciente deve anexar à solicitação do médico as cópias dos seguintes documentos: CPF, RG, Cartão do SUS (Cartão Nacional de Saúde) e comprovante de residência com CEP. Toda a documentação deve ser entregue na Secretaria de Saúde da cidade onde mora o paciente. Aqueles que residem em Teresina devem procurar diretamente a Central do SUS, na Rua Governador Artur de Vasconcelos , nº 730, zona Sul da capital. Somente após a aprovação é que o processo é encaminhado à Oficina Ortopédica do Ceir.
No ato da entrega da documentação, o paciente deve informar pelo menos um telefone para contato. É através dele que o Ceir dará andamento ao processo. O prazo do SUS para a entrega de meios auxiliares de locomoção solicitados é de 90 dias.
Fonte: http://www.piaui.pi.gov.br/

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Todo brasileiro tem direito a fraldas descartáveis grátis, diz STJ

Boa notícia: todo brasileiro tem direito a fraldas descartáveis grátis, diz STJ

Uma decisão do Superior Tribunal de Justiça garantiu a todos os brasileiros o direito de receber fraldas descartáveis gratuitamente caso não tenham recursos para arcar com os custos.

Saiba mais nesta reportagem do Estadão: http://migre.me/i5ozs

Direito reivindicado pelo Ministério Público para jovem portadora de patologia congênita é estendido a todos  por determinação do Superior Tribunal de Justiça

SÃO PAULO - Uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) garantiu a todos os brasileiros o direito de receber fraldas descartáveis gratuitamente caso não tenham recursos para arcar com os custos.

Em julgamento de recurso especial interposto pelo Ministério Público de Santa Catarina, a segunda turma do STJ garantiu o direito a todos os brasileiros em ação civil pública destinada a garantir o fornecimento de fraldas descartáveis a portadores de doenças que necessitem desse item e não tenham condições de arcar com seu custo. A decisão foi unânime.

A ação foi movida em favor de uma jovem de 21 anos, portadora de um conjunto de patologias de origem congênita. A família, de baixa renda, não conseguia arcar com o custo das fraldas descartáveis, de aproximadamente R$ 400 por mês, e o MP conseguiu garantir na Justiça o fornecimento gratuito pelo estado.

Na ação, o Ministério Público pediu o que fosse atribuída eficácia 'erga Omnès' (para todos) à decisão. O juízo de primeiro grau acolheu o pedido, mas o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) reformou a sentença.

Segundo o acórdão, "não se afigura razoável impor ao estado e aos municípios suportar os custos de publicação da sentença (artigo 94 do Código de Defesa do Consumidor) para atribuir-lhe eficácia erga omnes, nos casos em que a ação civil pública foi ajuizada para tratar da especificidade do caso concreto de uma determinada pessoa, cuja situação sequer poderá reproduzir-se no futuro ou poderá estar superada pela dinâmica de novos tratamentos ou medicamentos".

No recurso ao STJ, o MP alegou que o acórdão, ao limitar a eficácia da decisão, deixou de observar que "a tutela difusa concedida na sentença, naturalmente, será objeto de liquidação individual, oportunidade em que os interessados deverão produzir a prova da necessidade".

O ministro Og Fernandes, relator, também entendeu pela abrangência da sentença prolatada. Ele citou decisão da Corte Especial do STJ, em julgamento de recurso repetitivo, no sentido de que "os efeitos e a eficácia da sentença não estão circunscritos a lindes geográficos, mas aos limites objetivos e subjetivos do que foi decidido, levando-se em conta, para tanto, sempre a extensão do dano e a qualidade dos interesses metaindividuais postos em juízo".

"A ausência de publicação do edital previsto no artigo 94 do CDC, com vistas a intimar os eventuais interessados da possibilidade de intervirem no processo como litisconsortes, constitui vício sanável, que não gera nulidade apta a induzir a extinção da ação civil pública, porquanto, sendo regra favorável ao consumidor, como tal deve ser interpretada", acrescentou o ministro.

Desse modo, concluiu o relator, "os efeitos do acórdão em discussão nos presentes autos são 'erga omnes', abrangendo todas as pessoas enquadráveis na situação do substituído, independentemente da competência do órgão prolator da decisão. Não fosse assim, haveria graves limitações à extensão e às potencialidades da ação civil pública, o que não se pode admitir".
http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,todo-brasileiro-tem-direito-a-fraldas-descartaveis-gratis-diz-stj,178841,0.htm

Ideologia da deficiência

O Cartaz mostrando a foto de uma cena do filme e com letras brancas escrito “Die Welle” (A Onda em alemão)

Será que estamos rumando para coordenações autocráticas dentro do segmento e não nos demos conta disso? Quando vi o filme “A Onda” – filme alemão de 2008 que é baseado no livro homônimo do escritor norte americano Todd Strasser, fala de um professor que daria aula de anarquismo, mas seu colega não quer trocar e ele acaba dando aula de autocracia e faz um experimento, porque os alunos (terceira geração após o advento do nazismo) duvidam que a Alemanha moderna, possa haver uma ditadura. Com um experimento comportamental, prova que sim, mas tudo foge do controle e ao acabar com tudo, um aluno atira num colega e se mata, o professor é preso provando assim como é possível – enxerguei que muitos coordenadores e lideranças, levam a exclusão em querer somente o poder e não a verdadeira essência da coisa. Em alguns movimentos e em alguns “guetos” de deficientes, está virando moda chamar de “cultura”, sendo que cultura são um conjunto de atitudes e costumes que não seriam o caso. Mas, será que estamos fazendo uma ideologia dentro da deficiência?

As ideologias são um conjunto de ideias sobre um assunto que um ou vários membros podem seguir. Por exemplo, o comunismo é uma conjunto de ideias baseadas nos trabalhos do filósofo Karl Marx que visam a igualdade e um nivelamento salarial que colocaria a sociedade em igualdade, existe o nazismo criada por Adolf Hitler que visa a igualdade e superioridade da raça ariana (vem dos Arias que viveram entre a Europa central até o que hoje era a Persia) que deveria procurar a pureza e o ser humano fraco e defeituoso, assim como homossexual, negro, mestiço, judeu, cigano, eslavo e etc, teriam que ser eliminados. Outras ideologias politicas poderiam ser citadas, como as liberais que acreditam no livre comércio, como os neoliberais que acreditam num livre comercio e na livre concorrência, como a anarquia que acredita que o ser humano seja bom, mas a sociedade e o meio capitalista selvagem, o faz maldoso. Assim também há ideologias religiosas como certos rituais, certas maneiras de seguir que muitas vezes, ou na maioria das vezes, são transformadas em cultura e podem sim se tornar costume. Mas com a deficiência a coisa é diferente, pois a deficiência é uma dificuldade e não um costume, ou virar um conceito, porque daí vira uma ditadura da deficxiência.

Muitas pessoas fazem alguns deficientes que tem a oportunidade de estar na mídia, um padrão de superação que muitas vezes, acaba sendo pergoso. Como no filme, o deficiente que tem sérios problemas com sua auto-estima ou com sua afirmação como pessoa, enxerga aquela pessoa como uma especie de líder e o poder é tentador. Quem não quer ser um lider e ter todas as “regalias” e o respeito de lider? Quem disser que não, não está sendo honesto consigo mesmo, ou ainda não se afirmou e superou alguns conceitos humanos. Segundo o filósofo Hegel, o objetivo do oprimido sempre é oprimir porque há um conceito a se apegar, seja pela supremacia da esquerda, seja pela supremacia da direita, seja pela supremacia de uma religião, seja por algo no qual sempre vamos nos deparar com “verdades absolutas”. Ora, quando construímos uma verdade única e absoluta em todo o universo, essa verdade se torna opressora e nunca uma verdade que libertará. Por exemplo, quando um evangélico (protestante) quer que você aceite Jesus, ele diz que o seu “Jesus” é o verdadeiro que só vai olhar para aqiele que aprendeu e sabe. Mas existe muitos conceitos dentro da visão de Jesus que as pessoas constroem em cima da mesma essência que são os evangelhos canonicos e os apócrifos, que são as ideias morais e misticas que ele ensinou (se é ou não reais, é outra discussão). De repente estamos num processo perigoso de ideologização da deficiência e a supremacia da ideia da “superação”, assim sendo, só vamos ser pessoas deficiente naquele grupo ou naquele ambiente, se realmente seguirmos esse pensamento.

Esse processo começou quando houve um “boom” naquela novela do personagem da Luciana (esqueci o nome da novela) virou um incone da luta da inclusão, onde não retratou a tetraplegia direito, não tratou a mulher com defriciência com respeito (mendigando amor e afeto), não retratou nem os problemas que a maioria dos cadeirantes passam. Por que ser um incone? Porque passou em um canal poderoso de TV e teve muito marketing, como o blog da personagem como se ela existisse de verdade. Mas podemos recuar um pouco mais e verificar que esse processo foi construído diante da necessidade, talvez pela falta de inicitiva, ou pela falta de se firmar como ser humano, se forjou termos e resoluções que colaboram com esse processo. No grupo de surdos que iam num encontro no shopping se forjou o termo “eficiente”, onde se camuflou uma imagem que é uma realidade, há uma surdez que caracteriza uma deficiência. Daí a moda foi forjar termos para deixar pomposo o deficiente deixando assim, talvez, mais confortavel. Apareceram termos como “pessoas com deficiência”, “pessoas com necessidades especiais”, “pessoas portadoras de deficiência”, que desvirtuaram a realidade e o mundo onde vivemos, onde o deficiente não pode ser um simples deficiente, tem que ser do segmento das “pessoas + com + deficiência” perdendo sua identidade. Depois se forjaram imagens de pessoas atléticas deficientes, pessoas famosas tetraplégicas saindo na revista seminuas, pessoas que sem querer, ajudaram a criar mitos dentro do mundo “marginalizado” das pessoas deficientes. As coisas foram tão fortes que esse blog “Ser um Deficiente” pelo nome foi criticado, o movimento “Irmandade das Pessoas Deficientes” foi quase obrigado a mudar o nome de “deficientes” para “pessoas com deficiência” porque na Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU está que o termo “certo” é pessoa com deficiência pelo histórico mundial de ridicularização do termo “deficiente” e sua estereótipos derivados. Mas nunca vimos pessoas deficientes com paralisia cerebral, com espinha pifida, com amputação – tirando a nadadora paraolímpica que virou musa – em fotos e imagens. Salientando a culpa não é das pessoas que apareceram, mas como no filme a culpa não é do professor e ele foi preso, ajudaram a dar uma idelogia massifica onde não deveria ter.

As entidades “filantrópicas” não são diferentes dos governos autocráticos, algumas usam uniformes, usam musicas com apelativos sentimentais e sempre dão uma solução, aliás, sempre a soluções são eles. Num modo geral, eles se sentem as vezes, donos das resoluções que abrangem a inclusão e representantes da causa como se fossem os maiores entendedores do assunto. Clinicamente deixam a desejar com sua psicologia de “botequim” e dizer a uma criança que ela não vai andar numa forma totalmente delicada, ou ter regras baseadas em mães que no seu surto psicótico, dizem chamar a policia se algo acontecer com sua filha. Campanhas milionárias levam milhões para os cofres da mais conhecida, com hinos apelativos, testemunhas de crianças e tudo mais que não é muito diferente desses governos. Aliás, algumas diretorias dessas entidades, reforçam a ideia que sem eles não seriamos livres, sem eles não existiriam aparelhos, sem eles não existiriam inclusão. Mas será que eles estão mesmo preocupados com a inclusão?

Como disse há uma movimento perigoso de queremos shows exclusivos, nós queremos partidos exclusivos, queremos uma bandeira exclusiva, só falta ter alguém a seguir. Mas há movimentos que são quase uma religião, são vorazes e não sabem trabalhar com outros movimentos, outros que podem contribuir com o trabalho de inclusão. Mas ainda colocamos acima do trabalho, a amizade, só que atrás de certas amizades estão os aspectos de um partido e seu interesses, esses interesses independem das amizades.

A “ascensão do mal” está só começando.

Amauri Nolasco Sanches Junior → Filósofo da inclusão, publicitário e técinco de informática

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Relação entre tetraplégico e cuidadora vira amor

Quando comecei a ler Como Eu Era Antes de Você, pensei ser mais uma dessas histórias em que um tetraplégico desenvolve uma relação bonita com seu cuidador, a exemplo do excelente O Segundo Suspiro.
Hesitei se continuava ou não, e decidi ir em frente. Que bom que não parei.
O novo livro de Jojo Moyes, também autora de A Última Carta de Amor, é uma obra que alcança um grau de sensibilidade que tira lágrimas como poucos, e sem ser piegas.
Will Traynor é um cara incrível, inteligente, astuto, mas que se tornou uma pessoa amarga, mal humorada e sem nenhuma perspectiva após ser atingido por uma motocicleta e ficar tetraplégico. Ok, esse tipo de situação só sabe dizer quão difícil é os que passam por ela.
Mas Jojo consegue criar uma personagem, Louisa Clark, que vai mudar a vida desse homem, e a dela mesma também.
Lou é uma jovem de 26 anos sem muitas ambições e que mora com a família – os pais, uma irmã mãe solteira e o avô que precisa de cuidados constantes devido a um derrame.
Após deixar o emprego de garçonete num pequeno café de sua cidade, ela aceita a vaga de cuidadora de Will. Tarefa para qual não tem experiência, mas que paga o suficiente e, definitivamente, vai mudar a vida de ambos.
Para ajudar Will a dissuadir-se da ideia de pôr fim ao tormento em que vive, Lou vai à busca de respostas na internet. Fala com tetraplégicos na web, pesquisa, impõe à própria vida um sentido que não havia antes: ajudar Will, que retribui aprendendo com as atitudes dela e ajudand0-a em questões muito simples para ele, e muito complicadas para ela.
Livro: Como eu era antes de você
Trecho:
“O pior de se trabalhar como cuidadora não é o que as pessoas pensam. Não é carregar e limpar a pessoa, os remédios e os lenços de limpeza e o distante, mas de algum modo sempre perceptível, cheiro de desinfetante. Não é nem o fato de quase todo mundo achar que você faz isso porque não tem inteligência suficiente para fazer outra coisa. O pior é o fato e que, quando se passa um dia inteiro num estado de real proximidade com outra pessoa, não há como escapar do estado de humor dela. E nem do seu próprio.”
“Eu contei para ele que o amava, a voz descendo de tom até o sussurro. E ele disse que isso apenas não bastava.”
Jogue-se nesse livro, ele é incrível, e prepare-se para rir e chorar de verdade!
(Indicado por Ligia Braslauskas, gerente de jornalismo do R7, @ligiakas)
Fonte: R7



Paraplégico, Fernando Fernandes fez a primeira viagem sozinho: 'Foi tenso'


 Depois que ficou paraplégico há mais de  4 anos, o tetracampeão mundial Fernando Fernandes só fez a primeira viagem sozinho há pouco tempo. E, no Encontro desta quarta, o atleta contou para Fátima como foi a experiência de ir para Portugal.
“Foi tenso, não sabia como lidar com as adversidades sozinho. Mas a Europa em relação a acessibilidade está 100 anos à frente do Brasil. Foi muito mais tranquilo que eu esperava”, disse o campeão que foi ao país trabalhar em um caiaque adaptado para alto mar.
 Fátima também repercutiu com Fernando, a foto que ele postou nas redes sociais de pé. O campeão explicou porque nunca tinha feito isso antes. “Não  queria estimular a expectativa das pessoas andarem. Durante esse tempo eu fiquei calado. Mas eu queria chamar a atenção de alguma forma e fiz através de exercícios humanos”, disse. O campeão também falou sobre a cura da lesão medular. Confira tudo nos vídeo!

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Cuerdas - Cortometraje



Cordas, ganhou o Prémio Goya 2014, na categoria de Melhor Curta Metragem de Animação espanhol.
O filme conta a história de uma menina doce que vive num orfanato, e que criou uma ligação muito especial com um novo colega de classe que sofre de paralisia cerebral. É também uma obra que fala de valores e sonhos, cativando o espectador desde o primeiro ao último minuto.
http://portugalglorioso.blogspot.com.br/2014/02/cordas-o-melhor-filme-de-animacao.html

Que seja o filme mais visto pelos nossos filhos.
10 minutos de pura emoção!

"Cordas" (Cuerdas), é um curta- metragem espanhol, ganhou o Goya em 2014.

O filme foi inspirado nos filhos do seu criador, Pedro Solís, que tem uma filha apaixonada pelo irmão com paralisia cerebral. Uma história comovente e encantadora!
http://videos.sapo.pt/NpaSnzJBRH55PLLm1kFY

http://videos.sapo.pt/baleli