terça-feira, 18 de setembro de 2012
Como cuidar da sua cadeira de rodas.
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| Cadeira de Rodas. |
Já passei por cada situação com minha parceira cadeira de rodas.
Bem, vamos às dicas:
- A cadeira de rodas, como qualquer outro veículo, tem uma vida útil que muito depende da utilização e do cuidado com que é manuseada. Importante é saber utilizá-la da melhor maneira possível, respeitando seus limites e fazendo uma manutenção preventiva e eficiente. - Mantenha sua cadeira limpa e livre de poeira. Limpe com um pano limpo e úmido embebido em álcool. Não há sujeira que resista!!
- Lubrifique sempre que for necessário: eixos, rolamentos das rodas, garfos e articulações do corpo. Sugere-se lubrificar mensalmente com graxa lubrificante apropriada. Nessa ocasião, verifique também possíveis folgas em porcas, parafusos e estrutura. Ajuste-as se necessário.
- Troque os revestimentos do assento e encosto, assim que apresentar rasgos ou deterioração pela ação do tempo.
- Não exponha a cadeira de rodas em lugares úmidos ou diretamente aos raios solares, guarde em local apropriado e bem ventilado. Isso evitará o ressecamento e possíveis rachaduras das peças plásticas como: buchas, ponteiras, rodas e etc.
- Use sempre peças originais de fábrica.
- Se possível sempre tenha pneus e câmeras de ar de reserva .
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| A chave allen quebra um galho e é fácil transportar |
Na minha opinião, as dicas mais importantes são referentes a limpeza, lubrificação e apertos. Eu ando sempre com uma chave allen de 4 milímetros na pochete, pois essa medida aperta a maior parte dos parafusos da minha cadeira, uma M3. E eventualmente um ou outro parafuso aparece com folgas, principalmente os que seguram os protetores de roupa (aqueles para-lamas sobre as rodas). Uma chave de fenda tipo phillips também é uma boa alternativa para levar (levo sempre na handbike).
Outra dica que dou: compre um mini compressor de ar, daqueles feitos para usar no carro, e fabrique um adaptador para usar em casa. Nesse post eu ensino como fazer. Para quem tem pneus infláveis, é muito importante. A minha cadeira veio com pneus maciços, perde conforto mas ganha em praticidade.
Enfim, trate bem sua cadeira. Ela é uma parceira diária que te leva pra todo lado!
Fonte:blogdocadeirante.
Fonte:blogdocadeirante.
Como tratar deficientes físicos correctamente
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| Desenho de pessoas entre elas com deficiências. |
1. Errado: Evitar falar com os deficientes sobre coisas que uma pessoa normal pode fazer e eles não.
2. Certo: Conversar normalmente com os deficientes, falando sobre todos os assuntos, pois é bom para eles saberem mesmo das coisas que não podem ouvir, ver ou participar por causa da limitação de movimentos.
3. Errado: Elogiar ou depreciar uma pessoa deficiente, somente por ela ser limitada.
Certo: Tratar o deficiente como alguém com limitações específicas da deficiência, porém com as mesmas qualidades e defeitos de qualquer ser humano
Certo: Tratar o deficiente como alguém com limitações específicas da deficiência, porém com as mesmas qualidades e defeitos de qualquer ser humano
4. Errado: Superproteger o deficiente, fazendo coisas por ele.Certo: Permitir que o deficiente desenvolva ao máximo suas potencialidades, ajudando-o apenas quando for realmente necessário.
5. Errado: Chamar o deficiente pelo apelido relativo à sua deficiência (ex.: surdinho, surdo, mudo, cego, maneta etc.), pois ele pode se ofenderCerto: Chamar a pessoa deficiente pelo nome, como se faz com qualquer outra pessoa.
6. Errado:Dirigir-se à pessoa cega como se ela fosse surda, fazendo esforço para que ela ouça melhor. O cego não é surdo.
Certo: Conversar com o cego em tom de voz normal.
Certo: Conversar com o cego em tom de voz normal.
7. Errado: Referir-se à deficiência da pessoa como uma desgraça, como algo que mereça piedade e vá ser compensado no céu.
Certo: Falar da deficiência como um problema, entre outros, que apenas limita a vida em certos aspectos específicos.
Certo: Falar da deficiência como um problema, entre outros, que apenas limita a vida em certos aspectos específicos.
8. Errado: Demonstrar pena da pessoa deficiente.Certo: Tratar pessoa deficiente como alguém capaz de participar da vida em todos os sentidos.
9. Errado: Usar adjectivos como "maravilhoso", "fantástico" etc., cada vez que se vê uma pessoa deficiente fazendo algo que aparentemente não conseguiria (por exemplo, ver o cego discar o telefone ou ver as horas, ver um surdo falar e/ou compreender o que lhe falam).Certo: Conscientizar-se de que a pessoa deficiente desenvolve estratégias diárias e superando normalmente os obstáculos, e não mostrar espanto diante de um fato que é comum para o deficiente.
10. Errado: Referir-se às habilidades de um deficiente como "sexto sentido" (no caso do cego e surdo, por exemplo) ou como uma "compensação da natureza".
Certo: Encarar como decorrência normal da deficiência o desenvolvimento de habilidades que possam parecer extraordinárias para uma pessoa comum.
Certo: Encarar como decorrência normal da deficiência o desenvolvimento de habilidades que possam parecer extraordinárias para uma pessoa comum.
11. Errado: Evitar usar as palavras ver, ouvir, andar, etc., diante de pessoas que sejam cegas, surdas ou privadas de movimentos.
Certo: Conversar normalmente com os deficientes, para que eles não se sintam diferenciados por perceptível constrangimento no falar do interlocutor.
Certo: Conversar normalmente com os deficientes, para que eles não se sintam diferenciados por perceptível constrangimento no falar do interlocutor.
12. Errado: Deixar de oferecer ajuda a uma pessoa deficiente em qualquer situação (por exemplo, cego atravessando a rua, pessoa de muleta subindo no ónibus etc.), mesmo que às vezes o deficiente responda mal, interpretando isto como gesto de piedade. A maioria dos deficientes necessita de ajuda em diversas situações.
Certo: Ajudar o deficiente sempre que for realmente necessário, sem generalizar quaisquer experiências desagradáveis, atribuindo-as somente a pessoas deficientes, pois podem acontecer também com as pessoas normais.
Certo: Ajudar o deficiente sempre que for realmente necessário, sem generalizar quaisquer experiências desagradáveis, atribuindo-as somente a pessoas deficientes, pois podem acontecer também com as pessoas normais.
13. Errado: Supervalorizar o deficiente, achando que ele pode resolver qualquer problema sozinho (por exemplo, o cego alcançar qualquer porta apenas contando os passos, sem que alguém indique a direcção).
Certo: Conscientizar-se de que as limitações de um deficiente são reais, e muitas vezes ele precisa de auxílio.
Certo: Conscientizar-se de que as limitações de um deficiente são reais, e muitas vezes ele precisa de auxílio.
14. Errado: Recusar a ajuda oferecida por uma pessoa deficiente, em qualquer situação ou tarefa, por acreditar que não seja capaz de realizá-la.Certo: Confiar na pessoa deficiente, acreditando que ela só lhe oferecerá ajuda se estiver segura de poder fazer aquilo a que se propõe. O deficiente conhece melhor do que ninguém suas limitações e capacidades.
15. Errado: Ao falar, principalmente com o cego, dirigir-se ao acompanhante do deficiente, e não ao deficiente, como se ele fosse incapaz de pensar, dizer e agir por si.Certo: Dirigir-se sempre ao próprio deficiente, quando o assunto referir-se a ele, mesmo que esteja acompanhado.
16. Errado: Agarrar a pessoa cega pelo braço para guiá-la, pois ela perde a orientação.Certo: Deixar que o cego segure no braço ou apoie a mão no ombro de quem o guia.
17. Errado: Agarrar pelo braço pessoas com muletas, ou segurar abruptamente uma cadeira de rodas, ao ver o deficiente diante uma possível dificuldade.
Certo: Ao ver o deficiente diante de um possível obstáculo, perguntar se ele precisa de ajuda, e qual a maneira correta de ajudá-lo. Agarrar um aparelho ortopédico ou uma cadeira de rodas, repentinamente, é uma atitude agressiva, como agarrar qualquer parte do corpo de uma pessoa comum sem aviso.
Certo: Ao ver o deficiente diante de um possível obstáculo, perguntar se ele precisa de ajuda, e qual a maneira correta de ajudá-lo. Agarrar um aparelho ortopédico ou uma cadeira de rodas, repentinamente, é uma atitude agressiva, como agarrar qualquer parte do corpo de uma pessoa comum sem aviso.
18. Errado: Segurar o deficiente, na tentativa de ajudá-lo, quando já houver uma pessoa orientando-o, principalmente no caso do cego.
Certo: Quando houver necessidade ajuda ou orientação, apenas uma pessoa deve tocar o deficiente, a não ser em situações muito específicas, que peçam mais ajuda (por exemplo, carregar uma cadeira de rodas para subir uma escada).
Certo: Quando houver necessidade ajuda ou orientação, apenas uma pessoa deve tocar o deficiente, a não ser em situações muito específicas, que peçam mais ajuda (por exemplo, carregar uma cadeira de rodas para subir uma escada).
19. Errado: Carregar o deficiente, principalmente o cego, ajudá-lo a atravessar a rua, tomar condução, subir ou descer escadas.
Certo: Auxiliar o deficiente nestas situações apenas até o ponto em que realmente seja necessário, para evitar atrapalhá-lo mais.
Certo: Auxiliar o deficiente nestas situações apenas até o ponto em que realmente seja necessário, para evitar atrapalhá-lo mais.
20. Errado: Pegar a pessoa cega pelo braço para colocá-la na posição na posição correta de sentar numa cadeira.
Certo: Colocar a mão do cego sobre o espaldar da cadeira e deixar que ele se sente como achar melhor.
Certo: Colocar a mão do cego sobre o espaldar da cadeira e deixar que ele se sente como achar melhor.
21. Errado: Guiar a pessoa cega em diagonal quando atravessar a rua.Certo: Atravessar o cego sempre em linha reta, para que não perca a orientação.
22. Errado: Tratar o deficiente com constrangimento, evitando falar sobre sua deficiência.
Certo: Conversar naturalmente com o deficiente sobre sua deficiência, evitando porém perguntas em excesso. Na maioria dos casos, ele preferirá falar normalmente sobre aquilo que é apenas parte de sua vida, e não uma coisa anormal ou extraordinária, como possa parecer ao interlocutor.
Certo: Conversar naturalmente com o deficiente sobre sua deficiência, evitando porém perguntas em excesso. Na maioria dos casos, ele preferirá falar normalmente sobre aquilo que é apenas parte de sua vida, e não uma coisa anormal ou extraordinária, como possa parecer ao interlocutor.
23. Errado: Levar o cego a qualquer lugar onde haja mais pessoas e entrar como se ele pudesse ver quem está no recinto.Certo: Apresentar o cego a todas as pessoas que estejam num local onde ele é levado por outra pessoa vidente.
24. Errado: Ao receber um cego em sua casa, deixá-lo orientar-se sozinho.Certo: Ao receber um cego em sua casa, mostre-lhe todas as dependências e os possíveis obstáculos, e deixe que ele se oriente, colocando-se disponível para mostrar-lhe novamente alguma dependência, caso ele ache necessário.
25. Errado:Constranger-se em avisar o cego de que ele está com alguma coisa errada na sua vestimenta ou aparência física, ou que está fazendo movimentos não usuais, como balançar-se ou manter a cabeça baixa durante uma conversa.
Certo: Conscientizar-se de que o cego, por não enxergar, não segue o padrão de imitação visual, não podendo, portanto, seguir o comportamento aparente das pessoas videntes. Avisar o cego sempre que perceber que ele está com aparência ou comportamento fora do padrão social normal, evitando que ele caia no ridículo.
Certo: Conscientizar-se de que o cego, por não enxergar, não segue o padrão de imitação visual, não podendo, portanto, seguir o comportamento aparente das pessoas videntes. Avisar o cego sempre que perceber que ele está com aparência ou comportamento fora do padrão social normal, evitando que ele caia no ridículo.
26. Errado: Avançar subitamente sobre a pessoa deficiente por achar que ela não vai conseguir realizar uma tarefa (por exemplo, quando o cego está levando o garfo à boca), se o deficiente não solicitar ajuda.
Certo: Permitir que o deficiente realize sozinho suas tarefas, mesmo quando lhe pareça impossível. Só se deve socorrê-lo em caso de perigo.
Certo: Permitir que o deficiente realize sozinho suas tarefas, mesmo quando lhe pareça impossível. Só se deve socorrê-lo em caso de perigo.
27. Errado: Agarrar a pessoa cega com intuito de orientá-la quando ela está caminhando normalmente na rua.Certo: Deixar que o cego aprenda por si só a transpor os obstáculos da rua, pois ele é capaz de fazê-lo sozinho. Segurar seu braço, exceto no sinal ou diante de algum perigo real, na verdade o desorienta.
28. Errado: Chamar a atenção para o aparelho de surdez.Certo: Estimular o uso do aparelho, encarando-o com a mesma naturalidade com que são vistos os óculos.
29. Errado: Gritar de longe e/ou às costas de uma pessoa surda para chamá-la.Certo: Para chamar a atenção de uma pessoa surda que esteja de costas, deve-se tocá-la, de leve, no braço, antes de começar a falar com ela.
30. Errado: Gritar para chamar a atenção de uma pessoa surda que esteja em perigo
Certo: Procurar chegar até ela o mais rapidamente possível, procurando ajudá-la. Lembrar que uma pessoa que atravessa a rua poderá ser surda, podendo, por isso, não ouvir a buzina de seu carro.
Certo: Procurar chegar até ela o mais rapidamente possível, procurando ajudá-la. Lembrar que uma pessoa que atravessa a rua poderá ser surda, podendo, por isso, não ouvir a buzina de seu carro.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Secretaria especial oferece consultoria gratuita
Outro projeto é mapear e cadastrar toda população na Capital com alguma deficiência
http://www.bemparana.com.br/noticia/230460/secretaria-especial-oferece-consultoria-gratuita
Proposta da casa é tentar atingir o máximo de acessibilidade à pessoa que tem deficiência (foto: Valquir Aureliano)
Curitiba tem 355 mil pessoas com deficiência (motora, visual, auditiva, intelectual), segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010. Mas o número exato deve ser descoberto com um cadastro que a Secretaria Especial Municipal da Pessoa com Deficiência lançou no final de 2011 e que deve ser concluído até 1016.
“Com o cadastramento teremos no futuro próximo o número exato de pessoas com deficiências em Curitiba e região”, disse o secretário da pasta Irajá de Brito Vaz. Enquanto espera pelo cadastro, a secretaria também tem um serviço de assessoria gratuita sobre acessibilidade, e qualquer estabelecimento pode requerer a consultoria.
Foi o que aconteceu com um novo empreendimento inaugurado, ontem, no Alto da 15, em Curitiba. O New York Café teve consultoria informal do próprio secretário. “Um café para todos”. Assim define a professora de Educação Especial, Diele Fernanda Pedrozo, que também ajudou a conceber o espaço físico do café.
A proposta da casa é tentar atingir o máximo de acessibilidade à pessoa com deficiência. O café é aberto a toda a comunidade, porém, com a preocupação de ofertar um lugar onde a pessoa que tenha alguma limitação, seja permanente ou temporária, possa usufruir da casa como qualquer outra. No sábado, 20 convidados que representam pessoas com deficiência em suas respectivas limitações, conheceram o local, a fim de dar sua opinião, crítica ou sugestão a respeito da proposta da casa.
O café pode até se tornar modelo para outros empreendimentos. Na entrada há rampas de acesso com a inclinação adequada, assim com as barras laterais em dois níveis; porta pivotada e larga, balcão, caixa e mesas com dimensões de encaixe das pernas; cardápio e placas de sinalização (banheiros) em braile, torneiras, lixeira, saboneteira e luzes automatizadas, alarme nos banheiros em caso de emergência, trincos e vasos sanitários de modelos adaptados àqueles que tenham limitações específicas.
O telefone da Secretaria Especial das Pessoas com Deficiência é o (41) 3363-5236. A direção do New York tenta com os órgãos da Prefeitura conseguir duas vagas em frente ao café, uma para deficiente e outra para idoso.
“Com o cadastramento teremos no futuro próximo o número exato de pessoas com deficiências em Curitiba e região”, disse o secretário da pasta Irajá de Brito Vaz. Enquanto espera pelo cadastro, a secretaria também tem um serviço de assessoria gratuita sobre acessibilidade, e qualquer estabelecimento pode requerer a consultoria.
Foi o que aconteceu com um novo empreendimento inaugurado, ontem, no Alto da 15, em Curitiba. O New York Café teve consultoria informal do próprio secretário. “Um café para todos”. Assim define a professora de Educação Especial, Diele Fernanda Pedrozo, que também ajudou a conceber o espaço físico do café.
A proposta da casa é tentar atingir o máximo de acessibilidade à pessoa com deficiência. O café é aberto a toda a comunidade, porém, com a preocupação de ofertar um lugar onde a pessoa que tenha alguma limitação, seja permanente ou temporária, possa usufruir da casa como qualquer outra. No sábado, 20 convidados que representam pessoas com deficiência em suas respectivas limitações, conheceram o local, a fim de dar sua opinião, crítica ou sugestão a respeito da proposta da casa.
O café pode até se tornar modelo para outros empreendimentos. Na entrada há rampas de acesso com a inclinação adequada, assim com as barras laterais em dois níveis; porta pivotada e larga, balcão, caixa e mesas com dimensões de encaixe das pernas; cardápio e placas de sinalização (banheiros) em braile, torneiras, lixeira, saboneteira e luzes automatizadas, alarme nos banheiros em caso de emergência, trincos e vasos sanitários de modelos adaptados àqueles que tenham limitações específicas.
O telefone da Secretaria Especial das Pessoas com Deficiência é o (41) 3363-5236. A direção do New York tenta com os órgãos da Prefeitura conseguir duas vagas em frente ao café, uma para deficiente e outra para idoso.
Rápidas
Exemplo
“Espero que outros estabelecimentos tomem como exemplo o projeto do café, obedecendo ao conceito do desenho universal de acessibilidade e especialmente quebrando estereótipos do deficiente, como se as pessoas com essas limitações não pudessem frequentar todos os locais, somente um ambiente exclusivo à elas”, comentou o secretário municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Irajá de Brito Vaz, um dos consultores informais do café.
Atendentes preparados
“Nossa preocupação não foi apenas nos detalhes da arquitetura adaptada, nossos atendentes estão preparados, pelo menos na forma básica, para receber as pessoas com deficiência sem traumas”, detalhou Diele. Segundo a educadora, os funcionários do café poderão explicar o espaço da casa a um cego, e o próximo passo é serem treinados num curso de libras, a linguagem dos surdos-mudos. O projeto de acessibilidade do café foi baseado na Norma Brasileira de Acessibilidade 9050004 da Associação Brasileira de Normas Técnicas.
Estilo
De propriedade do publicitário Luiz Santo, 27 anos, hoje chefe de cozinha, o projeto se inspirou no charme novaiorquinho na sua decoração, aliado ao projeto arquitetônico de acessibilidade. Noivo de Diele, que integra o projeto “Ver com as mãos”, no Instituto Paranaense de Cegos, Luiz explicou que o casal apostou no negócio “com objetivo de atender à comunidade local, aliado a questões de cidadania”.
Horário
O New York Café fica na Rua 15 de Novembro, 2916, e abre de terça a quinta-feira, das 9 horas às 20 horas. Às sextas e sábados, das 9 horas às 22 horas e aos domingos, das 14 às 20 horas.
Exemplo
“Espero que outros estabelecimentos tomem como exemplo o projeto do café, obedecendo ao conceito do desenho universal de acessibilidade e especialmente quebrando estereótipos do deficiente, como se as pessoas com essas limitações não pudessem frequentar todos os locais, somente um ambiente exclusivo à elas”, comentou o secretário municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Irajá de Brito Vaz, um dos consultores informais do café.
Atendentes preparados
“Nossa preocupação não foi apenas nos detalhes da arquitetura adaptada, nossos atendentes estão preparados, pelo menos na forma básica, para receber as pessoas com deficiência sem traumas”, detalhou Diele. Segundo a educadora, os funcionários do café poderão explicar o espaço da casa a um cego, e o próximo passo é serem treinados num curso de libras, a linguagem dos surdos-mudos. O projeto de acessibilidade do café foi baseado na Norma Brasileira de Acessibilidade 9050004 da Associação Brasileira de Normas Técnicas.
Estilo
De propriedade do publicitário Luiz Santo, 27 anos, hoje chefe de cozinha, o projeto se inspirou no charme novaiorquinho na sua decoração, aliado ao projeto arquitetônico de acessibilidade. Noivo de Diele, que integra o projeto “Ver com as mãos”, no Instituto Paranaense de Cegos, Luiz explicou que o casal apostou no negócio “com objetivo de atender à comunidade local, aliado a questões de cidadania”.
Horário
O New York Café fica na Rua 15 de Novembro, 2916, e abre de terça a quinta-feira, das 9 horas às 20 horas. Às sextas e sábados, das 9 horas às 22 horas e aos domingos, das 14 às 20 horas.
Sabesp enviará contas de água em braille para deficientes visuais
SÃO PAULO, SP, 16 de setembro (Folhapress) - A partir de dezembro, a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) irá enviar a conta de água em braille aos clientes que tenham deficiência visual.
Todas as 363 cidades atendidas pela Sabesp no Estado de São Paulo contarão com o serviço.
"O cliente cadastrado receberá as duas contas, tanto a convencional como a em braille. O pagamento é efetuado por meio da conta em papel comum, onde está o código de barras", diz Regina Corrêa, gerente do Departamento de Gestão de Clientes da Superintendência de Marketing da entidade.
Para o cliente receber a conta especial, deve fazer o requerimento por meio da central telefônica (0800-055-0195) ou ir pessoalmente a uma agência de atendimento da Sabesp.
Para o cadastramento, a companhia exige apenas a comprovação da deficiência e o número do registro geral do imóvel, que vem impresso na conta.
http://www.tnonline.com.br/noticias/economia/34,136394,16,09,sabesp-enviara-contas-de-agua-em-braille-para-deficientes-visuais.shtml
Todas as 363 cidades atendidas pela Sabesp no Estado de São Paulo contarão com o serviço.
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