terça-feira, 25 de outubro de 2011

"Winter, o Golfinho" mostra história real de superação


A criaturas famosas que povoam o oceano do entretenimento - Moby Dick, Flipper, a baleia Willy, Bob Esponja, Polvo Paul, entre outros - acabam de ganhar um novo companheiro, a protagonista de "Winter, o Golfinho," filme claramente destinado ao público infantil, que estreia em cópias dubladas e nas versões 3D e convencional.
Foto: Divulgação
O ator Nathan Gamble interpreta Sawyer, o garoto determinado a salvar o protagonista de "Winter, o Golfinho"
Os adultos podem torcer o nariz - afinal, o filme é um tanto óbvio -, mas para a criançada, funciona bem. Golfinhos são animais cativantes e inteligentes e o cinema sempre lhes ressalta essas qualidades. Nos Estados Unidos, o filme, que retrata uma história real, chegou a liderar a bilheteria em sua estreia, há duas semanas.
A golfinho Winter encalha numa praia da Flórida, com a cauda seriamente machucada. Com a ajuda de um pescador e de um garoto chamado Sawyer (Nathan Gamble, de "Marley e Eu"), a golfinho é levada para um aquário público, onde receberá atenção de veterinários e alimentação, enquanto se recupera num tanque.
Sawyer, que é uma criança-problema para a mãe (Ashley Judd), deixa de frequentar a recuperação na escola durante as férias de verão e passa a ir todos os dias ao aquário para visitar Winter. Ajudar o animal a se recuperar torna-se a razão de viver do garoto.
Mas, para o diretor Charles Martin Smith e os roteiristas Karen Janszen e Noam Dromi, pouca desgraça é bobagem. Não basta a golfinho perder o rabo e ter dificuldade para se locomover, como também começa a ter problemas na coluna. Além disso, o aquário não tem mais verba, deverá ser fechado e nenhum zoológico ou outro aquário quer ficar com Winter.
E não pára por aí. Paralelamente, o primo de Sawyer é um jovem soldado (Austin Stowell), recém-saído da academia, que se fere e fica preso a uma cadeira de rodas e não pode mais seguir em frente com sua carreira promissora como nadador.
A novidade na história acontece quando o veterinário (Harry Connick Jr.), aliado a um protético (Morgan Freeman), tenta inventar uma cauda artificial para o animal. Ao mesmo tempo, a filha do veterinário (Cozi Zuehlsdorff) e Sawyer armam um evento para salvar Winter e o aquário.
"Winter, o Golfinho" desliza para um melodrama em vários momentos. Mas a história real do golfinho torna-se um símbolo de superação. Motivando crianças com problemas físicos, consegue ser emocionante sem nunca  cair no exagero ou na manipulação. Talvez esteja aí - mais na questão da capacidade individual de cada um do que na superação em si - que resida o que há de mais interessante e importante no filme.
http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/cinema/winter-o-golfinho-mostra-historia-real-de-superacao/n1597272367255.html

FONTE: IG 

terça-feira, 11 de outubro de 2011

VIVAAAAAA!!!!!!!

Enquanto estiver vivo, sinta-se vivo. Se sentir saudades do que fazia, volte a fazê-lo. Não viva de fotografias amareladas... Continue, quando todos esperam que desistas. Não deixe que enferruje o ferro que existe em você. Faça com que em vez de pena, tenham respeito por você. Quando não conseguir correr através dos anos, trote. Quando não conseguir trotar, caminhe. Quando não conseguir caminhar, use uma bengala. Mas nunca se detenha. Madre Tereza de Calcuta

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Biografia de Jobs terá lançamento antecipado e chegará ao Brasil no dia 24 de outubro

A biografia oficial de Steve Jobs teve o lançamento antecipado pela editora Simon & Schuster, detentora dos direitos da obra do jornalista Walter Isaacson. Chamado de “Steve Jobs”, o livro estava previsto para ser lançado no fim de novembro, porém a detentora dos direitos da obra decidiu antecipar a estreia mundial para 24 de outubro. O livro, que já está em pré-venda no Brasil, tem preço sugerido pela Companhia das Letras de R$ 49,90 – apesar de algumas livrarias estarem vendendo a biografia por R$ 39,90.
Com a notícia da morte do autor, algumas livrarias brasileiras apontaram grande interesse dos leitores no livro que ainda nem foi lançado. Segundo a Livraria Cultura, a procura aumentou pelo menos 50% após as notícias divulgadas sobre o empresário americano. A Fnac informou que após as 20h desta quarta a procura pela biografia cresceu dez vezes.
Na Amazon, empresa de comércio eletrônico dos Estados Unidos, o livro passou da posição 424 no ranking de vendas para a primeira em menos de 24 horas. Na Barnes & Noble, livraria americana, o livro sobre o cofundador da Apple já está na quarta posição entre os mais vendidos.


Biografia

A biografia escrita por Walter Isaacson será o primeiro livro em que Steve Jobs participou do processo e autorizou o autor a entrevistar familiares dele. Ao todo, o autor entrevistou Jobs por mais de 40 vezes em período de dois anos e fez mais de cem entrevistas com amigos, familiares, adversários, concorrentes e colegas de trabalho
De acordo com a editora, Jobs, conhecido por ser reservado, cooperou com os trabalhos do autor e não impôs limites nem condições. Inclusive, ele não pediu para ler uma versão do livro antes de sua publicação, como é praxe entre alguns biografados.


* Com informações da AFP

FONTES: uol

sábado, 1 de outubro de 2011

TELETON

 

Com o objetivo de ampliar a quantidade de atendimentos, que até 1998 eram centralizados na unidade de São Paulo, a AACD criou o Teleton, uma maratona televisiva que busca conscientizar a população a respeito das possibilidades de um deficiente físico, gerando grande mobilização social.

Além de prestar contas das atividades realizadas pela entidade, é uma das principais ferramentas de captação de recursos da instituição.

Em 2010, o evento arrecadou R$ 23,9 milhões, valor destinado à construção de uma nova unidade da instituição, em Mogi das Cruzes (SP), que deve ser concluída em outubro de 2011.

A 14ª edição do Teleton será realizada nos dias 21 e 22 de outubro de 2011. Mais uma vez a AACD contará com a parceria do SBT, responsável pela geração e transmissão do evento para todo o país, durante mais de 24 horas, ao vivo.

Você pode doar para o Teleton a qualquer momento. Com a sua contribuição, a instituição poderá manter os atendimentos que já realiza e atender mais de 32 mil pacientes que estão na fila de espera.


Curiosidade

Criado em 1966 nos Estados Unidos pelo ator Jerry Lewis, que teve um filho deficiente físico, o Teleton é realizado em mais de 20 países da Europa, América do Norte e América do Sul, anualmente. A América Latina possui uma organização dos países que realizam o Teleton, a Organização Internacional dos Teletons (Oritel). O objetivo da Oritel é favorecer a troca de conhecimento entre os países e instituições, além de possibilitar uma melhor integração entre aqueles que visam uma sociedade mais justa e produtiva para os deficientes físicos de todo o mundo.

As empresas que apoiam causas sociais, como o Teleton, são preferidas por consumidores e formadores de opinião. Contribua para melhorar a vida de milhares de deficientes físicos.

Como doar:

0500 12345 05 – R$ 5,00
0500 12345 10 – R$ 10,00
0500 12345 20 – R$ 20,00
0800 774 2011 – para doações acima de R$ 30,00
www.teleton.org.br – doação de qualquer valor acima de R$ 5,00

FONTES:  www.teleton.org.br 

sábado, 24 de setembro de 2011

Não desistas do BEM!!!


Seja qual for a dificuldade, persevera no Bem.



Dor é porta de acesso a esferas superiores.



Quem te agride não te conhece por dentro.



Os que te desprezam, desconhecem tua essência.


Pense no bem e esquece o mal.

Rompe as algemas que te atam ao pessimismo.

Mentaliza o progresso e abraça a tarefa nobilitante.

O tempo tudo encaminha e a tudo corrige.

Entra no clima da prece sincera, em cuja atmosfera ouvirás a voz do Mais Alto.

Segue para frente, confiando em Deus e em ti.

A felicidade do amanhã começa no pensamento que cultivares agora.

Abraça o ideal elevado, entregando-se ao bem possível.

No final, a vitória será sempre do amor.

Sheilla & Francisco Cândido Xavier
* * * * *

Quem diz que ama

e não procura compreender e nem auxiliar,

nem amparar e nem servir,

não saiu de si mesmo

ao encontro do amor em alguém.
André Luiz






 http://www.forumespirita.net/fe/accao-do-dia/amor-com-amor-se-paga-(hermes)/#ixzz1YwUtMWbf

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Ação fala mais que palavras?

Compartilhado da minha amiga fraterna Fabi,a nova mãezinha,massoterapeuta,voluntária do sorriso doce,da palavra edificante,das ações solidárias.
Palavras acalmam,crescem,renovam...
Ações eternizam,convencem transforma-se em palavras!!!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Podemos tudo - Podemos Tanto Quanto Fizermos




Braços e mãos de vários tons de pele segundando uns nos outros, entrelaçando-se

De escolher os governantes ao poder do controle social, somos nós, ativistas da sociedade civil, que no cômputo geral comandamos em todas as áreas e setores. De governados a governantes, misturamos tecnologia ,comunicação e prática para construir, transformar e promover justiça.

Trabalhamos com passos firmes e fortes, procuramos caminhos, e, entre erros e acertos, avançamos por estradas ainda sem acessibilidade, mas em obras que a sociedade civil com seu poder maior exigiu que fossem feitas. Nossas estradas de degraus e pedras que ainda levam a escolas excludentes e a espaços segregadores.

Por falar em estrada, cabe a cada um tirar as pedras e quebrar os degraus para que rampas sejam construídas, para que os espaços sejam disponibilizados e ruas sejam pavimentadas. Por falar em estradas, as pedras que lá se encontram representam os que se omitem e assim permitem que seres humanos sigam trancafiados em espaços invisíveis e sem chaves, onde a regra é a manuntenção do atual status quo. Sobre as escolas, o que dizer diante da vergonha de alunos com paralisia cerebral alijados da sociedade, e, em relação a isso, penso, pensem,pensem…por que também precisamos agir.

Somos a sociedade permissiva, amantes da democracia , que na união dos pontinhos nem sempre relaciona a tortura de ontem a de hoje e, por isso mesmo, ao não se mobilizar, releva e se omite diante de crimes lesa-humanidade.

Somos a sociedade permissiva que muitas vezes se cala diante de violações dos direitos humanos, da violência contra a mulher ,da prostituição infantil, do trabalho escravo, da falta de segurança alimentar, dos inúmeras assassinatos de jovens negros, dos crimes cometidos na ditadura,da discriminação por orientação sexual, da intolerância religiosa,da discriminação de 25.000.000 de pessoas com deficiência, e diante de tantas outras coisas.

Avançamos, mas não o bastante, e não são suficientes ações de governo sem controle social efetivo. Se manifestam alguns ou mesmo muitos, mas precisamos mesmo de tod@s, e que se manifestem nas diversas formas de mobilização e comunicação por que mesmo precisamos mesmo de tod@s.

Se a vida é breve e é mutirão, nada mais belo do que viver a cada dia tendo no outro espelho, e , nas auto críticas diárias, ter a certeza de que podemos e que mudar é possível e necessário. Mudar, transformar a si mesmo e levar o mundo junto para esse caminho sem volta e sem fim, de indignação diante das injustiças, de construção, reestruturação e direito inerente à vida, que exige mudança de paradigma, e, sobretudo, vontade,esperança e fé na humanidade.

Por que tudo depende da semente plantada, dos sonhos e projetos, do cultivo de gente que não se cala,não se vende e não se rende. Avançamos e muito, mas é preciso mais e mais, é preciso fazer acontecer em mutirão, conscientizar “gentes” de todos as cores e cantos, é preciso seguir em frente , com vontade, certeza e coragem de fazer acontecer .Colaborar, cobrar e exigir do poder público com a crença inquestionável de que junt@s podemos tudo,podemos tanto quanto fizermos. A garantia dos direitos humanos depende de cada um de nós!



                                                                                                                               Claudia Grabois



terça-feira, 20 de setembro de 2011

Livro sobre paralisia cerebral

PARALISIA CEREBRAL (Encefalopatia Crônica Não Progressiva da Infância) - OLÁ! QUER SER MEU AMIGO? - A obra escrita por Sulamita Mattoso Meninel, mãe de Gabriel, que tem paralisia cerebral severa, narra a trajetória de luta para diagnosticar, tratar e incluir o jovem no convívio social. Muito além de um desabafo, o livro busca esclarecer sobre o problema e debater a carência de políticas públicas para essas pessoas.
"Escrevi este livro porque falta muita informação sobre a paralisia cerebral. Minha intenção é abrir os olhos da sociedade para essas pessoas, hoje ainda pouco visíveis em nosso meio", explica a autora.
Gabriel tem 26 anos e quando ele nasceu ninguém suspeitou do problema. "Só fui achar que havia alguma coisa estranha com meu filho quando percebi que, aos seis meses, ele não conseguia ainda sentar. Eu já tinha duas filhas mais velhas, mas e se não tivesse, como seria? A prevenção da paralisia cerebral deve iniciar-se assim que a mulher recebe a notícia da gravidez, pois pode acontecer no pré-parto, parto e pós-parto. Por acaso, algum médico toca nesse tema?".
Sulamita aborda outros temas como as dificuldades enfrentadas por pessoas com paralisia cerebral e seus familiares. Esclarece que há diversos graus de paralisia, cada um com suas peculiaridades. O livro baseia-se também em opiniões de especialistas em diversas áreas, que contribuem cientificamente para a obra.
O livro se destina a todos os pais, cuidadores e profissionais da área da saúde e educação. "Apresento fotos de um bebê com a paralisia e de um outro com desenvolvimento normal até o quarto mês de vida. Dessa forma, os pais poderão reconhecer uma lesão cerebral grave e buscar orientação o mais rápido possível. Juntos, certamente, teremos mais força e nossos filhos serão mais felizes dentro de suas possibilidades", finaliza.
Fontes Sentidos

sábado, 17 de setembro de 2011

Conheça sobre o cadeirante que faz humor e conta histórias de vida de uma maneira engraçada.

                              Por Daniel Limas, da Reportagem do Vida Mais Livre


Para muitas pessoas com deficiência, pode parecer um paradoxo que uma pessoa nas mesmas condições tenha bom humor. E se impressionam ainda mais quando uma pessoa que utiliza cadeira de rodas faz humor com situações cotidianas vividas por esse público. Flávio Chato, que, na verdade, nasceu Flávio Cecere, não se considera um humorista, mas sim um rapaz que sabe contar suas histórias de vida de uma maneira engraçada. “Todo o material das minhas apresentações é baseado em fatos que aconteceram na minha vida”, explica Flávio.

Seu interesse em fazer humor nasceu da sugestão de amigos. “A vida de um cadeirante tem muitas coisas engraçadas. A minha não é diferente e, nos churrascos, uns 10 ou 12 amigos sempre ficavam ouvindo minhas histórias. Eles davam muitas risadas e sugeriram que eu partisse para a comédia. Foi o que eu fiz”, relembra. Ele sabe que existem pessoas com deficiência que não gostam muito da forma como ele encara a sua vida de cadeirante. “Já ameaçaram me processar, mas se tocaram que um cadeirante não pode discriminar outro, já que 'desfruta' da mesma situação. Talvez sejam esquerdistas”, brinca. “Na minha opinião, piada não é preconceito. Acho ridículas as manifestações e reclamações de instituições que representam minorias”, afirma, de forma simples e direta.

No futuro, pretende criar e trabalhar com roteiros menos apelativos. “Estou reformulando meu texto, pois ele não condiz com o momento em que vivo hoje, pois a maioria das piadas que utilizo tem apelo sexual e palavrões, e isso não agrada a Deus”, explica.

Flávio não vive de contar histórias e fazer humor. É formado em Recursos Humanos e está terminando um MBA em Gestão Empresarial na Faculdade Getúlio Vargas, em São Paulo. Ele atua como bancário e trabalha em uma financeira como assistente de um superintendente. Está nessa empresa há quase cinco anos, e há um no cargo atual.

Assim como inúmeras pessoas com deficiência, encontrou dificuldade para entrar no mercado de trabalho. Mas dá uma puxada de orelha em todos que utilizam o preconceito como muleta. “O preconceito está na cabeça de quem se sente discriminado. Todos somos diferentes, mas porque a nossa diferença é mais visível, alguns deficientes - não são poucos, viu - sentem-se discriminados por brincadeiras que são feitas com todos. Se queremos tanto ser iguais, não devemos nos sentir diferentes, e não deveríamos ter essa Lei de Cotas nem ter privilégios. Mas o nível cultural do nosso País ainda está muito aquém do ideal”, afirma, propondo uma reflexão.

Antigamente


Da época em que não precisava da cadeira de rodas, Flávio diz sentir muita falta de jogar bola, surfar, dançar a dois e “outras coisinhas mais, mas o portal não é um veículo adequado para publicá-las”, brinca. “Hoje, tenho o hábito de ler a Bíblia, conversar com meu melhor amigo, que é Deus, ir à Igreja. Costumo sair para restaurantes, cinemas, teatros e pratico musculação”, enumera Flávio, hoje com 26 anos “e mentalidade de 16”, como prefere dizer.

Com cuidado para não sermos inconvenientes, procuramos saber um pouco sobre essas 'outras coisinhas mais'. “Eu já cansei de zoar. E, realmente, a vida na cadeira de rodas não é fácil, mas muitas mulheres têm a curiosidade de saber como é, e nessas horas você acaba conquistando algumas garotas. Mas, graças a Deus, não vivo mais isso”, explica.

E já que seu forte é contar histórias, perguntamos por que ele traz 'Chato' em seu nome. “Recebi esse apelido de um colega de colegial [atual Ensino Médio], Thiago Becheli, porque eu não deixava os professores lecionarem”, faz graça.


Outra atividade frequente em sua vida é a fisioterapia. Lá, conheceu Ricardo Ortuño, seu fisioterapeuta, que o ajudou - e ainda ajuda - nessa longa recuperação e reabilitação. “Ele também foi meu psicólogo, que me estimulou a ter vontade de viver novamente, tirar carta, voltar a estudar e a dirigir. Sou eternamente grato a ele. Mas, na verdade, minha aceitação completa e total aconteceu quando encontrei Deus. Ele sabe de todas as coisas. Sei que tudo o que Ricardo disse foi indispensável para minha reabilitação, mas foi Deus quem o colocou no meu caminho para que tudo isso pudesse ter acontecido”, agradece.

Todas essas novas experiências começaram em 11 de setembro de 2003, a apenas 11 dias de Flávio completar 19 anos. “Sofri um acidente de carro quando eu estava em uma rua perto de casa, e era na hora do almoço. Desmaiei no momento do acidente e acordei depois de 19 dias. Foram 19 dias em coma, mais três em coma induzido e outros 22 no quarto do hospital”, relembra. “Tomar conhecimento de que havia ficado paraplégico foi um choque para mim. Mas, com o apoio da minha família e de alguns amigos, consegui tirar de letra”, explica.

Ele também faz questão de ressaltar que seu bom humor se deve ao fato de estar vivo. Muita gente, por muito menos, morre ou fica com o cognitivo afetado. Eu acabei com um carro e com minha cabeça, mas, graças a Deus, estou numa cadeira de rodas e tenho meu cérebro preservado. Não está ótimo?”, questiona à comunidade do Vida Mais Livre. “Viva e seja feliz com a condição que você tem para viver. Deus não dá a cruz mais pesada do que você pode carregar, dê seus pulos e carregue a sua”, finaliza.

Fonte: Portal Vida Mais Livre