segunda-feira, 5 de maio de 2014

10 dicas de como discutir puberdade com crianças com deficiência


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Não é fácil falar com qualquer criança sobre as mudanças que o corpo passa durante a puberdade. Mas o desafio de explicar pode ser maior quando a criança pode ou não entender porque têm disfunções que comprometem a compreensão ou a expressão de dúvidas e opiniões.
Aqui está um passo- a-passo, que é uma sugestão, de como podem ser discutidas as mudanças físicas e emocionais que ocorrem nessa fase:
1 . Escolha um momento privado
Escolha um momento que pode falar com a criança em particular para não gerar uma situação de constrangimento. Prepare-se para qualquer reação, tipo risadas descontroladas. Fique atento porque essa pode ser uma reação que sinalize que a criança não está à vontade e aquele pode não ser o momento. Tenha sensibilidade para reconhecer esses momentos e perceba que essa conversa deve surgir de forma natural.
2 . Pergunte o quanto seu filho já sabe
Esse pode ser um começo! Doug Goldberg, um blogueiro de Educação Especial, recomenda perguntar o que a criança já sabe como um ponto de partida para a conversa.  A maioria das crianças estão conscientes das diferenças físicas entre crianças e adultos por viver momentos simples como a mudança de roupas e por presenciar o banho do papai ou da mamãe.
3. Use termos cientificamente corretos
Crianças com algumas doenças ou deficiências, como Autismo, pode perseverar em uma determinada palavra ou frase e usá-la para o resto de suas vidas. Por esta razão, é importante desde o início usar a terminologia científica para partes do corpo e funções. Muitos adultos nem sabem os termos corretos, então é importante procurá-los de antemão. Por exemplo , as meninas têm vulva, grandes lábios, pequenos lábios , clitóris, uretra e vagina. Os meninos têm testículos , a bolsa escrotal (ou saco escrotal), pênis, glande e uretra.
Alguns pais temem que os termos científicos sejam muito complicados para os seus filhos, mas esses termos realmente podem simplificar as coisas a longo prazo porque não podem ser confundidos com outros conceitos.
4 . Esclareça que cada um tem seu tempo
Um corpo em mudança (rápida ou vagarosa) pode ser motivo de ansiedade ou alarme para algumas crianças. Esclarecer que as mudanças corporais todos vão passar, alguns mais rapidamente do que outros, é normal! Cada um no seu tempo. O importante é esclarecer que o corpo de cada pessoa muda de uma forma que é adequado para aquela pessoa.
5. Ler um livro
Para algumas crianças são mais fáceis explicações visuais que verbais. Histórias sociais podem ser uma forma de criar curiosidades quanto a puberdade, e eles podem ter essas histórias como uma referência sempre que necessário.
Existem também alguns livros ilustrados sobre a puberdade para crianças mais novas aprenderem sobre as mudanças do corpo. (Vocês têm alguma sugestão de livros com esse tema? Comentem e sugiram!)
6. Explique os estágios da puberdade
Os filhos precisam de exemplos específicos para entenderem as mudanças. Mostre como e porque ele deve usar desodorante. Use exemplos práticos ao longo de várias conversas para esclarecer sobre as fases que resultam em mudanças como as de altura, voz , condição da pele e humor. Saliente que tudo não acontece de uma vez – na verdade existem cinco estágios de puberdade durante um período de quase 10 anos.
7. O Corpo é sagrado
Uma coisa que sempre se deve enfatizar para as crianças é que seus corpos são sagrados, e eles são responsáveis pelo cuidado e bem-estar deles. Use exemplo de avôs que são ativos e animados mesmo idosos – um grande exemplo de alguém que tomou conta de seu corpo e que tem uma vida longa e feliz. Enfatize as coisas positivas que a criança faz todos os dias para manter a sua saúde e força – exercício, hábitos saudáveis ​​de alimentação, higiene – todos estes são sinais de sua autoestima e senso de cuidado.
8. Falar sobre o que é inapropriado
As estatísticas sobre o abuso sexual de pessoas com deficiência física e intelectual são surpreendentes e de partir o coração: são de 4 a 10 vezes mais propensos a serem vítimas de violência sexual do que as pessoas sem deficiência, e apenas 3% desses ataques são relatados à polícia.Portanto, é obrigatório fornecer informações sobre o que fazer se alguém tentar algo  impróprio.
Explique que ele tem uma escolha de abraçar e de beijar quem quiser. Se ele não quer participar na partilha de afeto, ele está sempre autorizado a dizer não. (Mesmo se a vovó só quer dar beijo de adeus)
Tenha certeza que ele entendeu que pode dizer não, mesmo para um adulto que respeita e deve obediência. Ninguém ficaria chateado com ele por dizer a verdade  Faça também uma lista dos adultos de confiança que ele pode se aproximar em uma emergência. Isso é algo que nunca deve ser mantido em segredo!
9. Disponibilidade para esclarecer dúvidas
Diga também que nada vai ser surpreendente, que ele pode perguntar tudo e  ainda terá o amor das pessoas, não importa o que ele precisar perguntar ou contar.
10. Repita conforme necessário
Talvez essa seja a mais importante recomendação no caso de crianças com deficiência, a maioria dessas informações podem não ficar na primeira vez que for apresentada, por isso essa é uma conversa que pode durar vários anos. Toda vez que ele vê uma ligeira mudança em seu corpo, volte ao básico novamente. Quando ele começar a esquecer-se de usar desodorante,  lembre que é necessário pelas mudanças no corpo. Se ele percebe um amigo com um novo irmãozinho ou irmãzinha, fale de reprodução. Uma coisa que deve permanecer na mente da criança desde o começo: a certeza que seus pais vão sempre ser honestos e francos com ele e que isso nunca vai mudar.
fonte: friendshipcircle  imagem: cavale
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sexta-feira, 2 de maio de 2014

Cadeirantes têm desafios diários em SP

Cadeirantes têm desafios diários em SP
O repórter Sérgio Gabriel acompanhou o trajeto diário de três cadeirantes pelas ruas e pelo transporte público de São Paulo, numa rotina de grandes desafios. Veja todos os vídeos do Jornal da Band.
Acesse aqui:
http://videos.band.uol.com.br/programa.asp?e=noticias&pr=jornal-da-band&v=15018686

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Rota mística de mais de 700km, normalmente, é feita a pé ou de bicicleta. Evandro e Josimar usaram bicicletas adaptadas para pedalar com as mãos.



Dois cadeirantes e um plano ambicioso: percorrer o caminho de Santiago de Compostela, na Espanha. Uma rota mística de mais de 700 quilômetros - normalmente feita a pé ou de bicicleta.
Mas para Evandro e Josimar o caminho vai ser diferente.
“Hoje nós pegamos com muito frio, com muita chuva, deu até tremedeira na hora de sair ali”, relatou Evandro Bonocchi.
Evandro e Josimar usaram bicicletas adaptadas para pedalar com as mãos. Também contaram com a ajuda de um grupo de ciclistas.

“Em muitas partes do caminho a gente contou com duas bikes cada um, guinchando a gente”, conta Evandro.
O Evandro ficou paraplégico depois de um acidente de moto, há oito anos. Josimar, depois de um acidente de carro, em 2003. Se conheceram e ficaram amigos em São José dos Campos, cidade onde moram no interior de São Paulo.

Em setembro deste ano, Josimar embarcou no antigo sonho de Evandro. “Eu tive notícia desse caminho há 17 anos. Um amigo contou para mim e eu fiquei encantado”, diz Evandro.

“Ele me convidou e eu aceitei. Eu gosto de fazer força. Eu gosto de desafio”, conta Josimar Sena da Silva.
Nossos viajantes registraram a aventura. Veja no vídeo acima. Descidas perigosas também deram trabalho. Mas nada que desanimasse a dupla. Eles dormiram em albergues - alguns próprios para cadeirantes.
No caminho, eles cumpriram alguns rituais. Teve até uma benção especial, de uma espécie de monge.

Na chegada a Santiago de Compostela, um último imprevisto: uma escadaria, vencida com ajuda dos amigos. E, finalmente, a euforia toma conta.

O Núcleo Curitiba e região do FÓRUM sobre MEDICALIZAÇÃO convida educadores, psicólogos, fonoaudiólogos e demais interessados para o Encontro Temático Aberto, com a fonouadióloga e doutora em Linguística pela UFPR, Giselle Massi.


O Núcleo Curitiba e região do FÓRUM sobre MEDICALIZAÇÃO convida educadores, psicólogos, fonoaudiólogos e demais interessados para o Encontro Temático Aberto, com a fonouadióloga e doutora em Linguística pela UFPR, Giselle Massi.
Nossos eventos são gratuitos.

https://www.facebook.com/events/631592940255255/

EMPREGABILIDADE, INFORMAÇÃO, INCLUSÃO E A PESSOA COM DEFICIÊNCIA SECIONAL

AOB SP

Abertura

Dr. Marcos da Costa
Presidente da OAB SP.

Dr. Antonio Rulli Neto
Presidente da Comissão de Direito da Pessoa com Deficiência OAB SP; Doutor em Direito pela USP e Docente do Programa de Mestrado em Direito da Sociedade da Informação da FMU.

Dra.Regina Célia Martinez
Advogada; Doutora em Direito pela PUC SP e Docente do Programa de Mestrado em Direito da Sociedade da Informação da FMU.


1o Painel – 9h30
TRANSTORNO DO ESPECTRO DO AUTISMO

Expositores
Dr. Antonio Rulli Neto

Dra. Grace Pereira
Radialista; Graduada em Letras e Pós-Graduada em Política, Educação e Sociedade pela Universidade Cidade de São Paulo. E ex-presidente da ABADS.

Dra. Eliana Curatolo
Médica;Mestre em Psiquiatria e Membro da Comissão Científica do Centro de Capacitação e Atendimento Neuropsicológico de Angola – CECANA.


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2o Painel – 11 horas
DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

Expositores
Dra. Regina Célia Martinez

Dra. Ângela Gonçalves
Médica Neuropediatra na área de deficiência intelectual há mais de vinte anos.


Inscrições / Informações
Mediante a doação de uma lata ou pacote de leite integral em pó – 400g, no ato da inscrição.
Praça da Sé, 385 – Térreo – Atendimento ou pelo site: www.oabsp.org.br


Promoção
Comissão dos Direitos das Pessoas com Deficiência da OAB SP


Apoio 
Departamento de Cultura e Eventos da OAB SP
Diretor: Dr. Umberto Luiz Borges D’Urso


***Serão conferidos certificados de participação - retirar em até 90 dias***
**Vagas limitadas**


Dr. Marcos da Costa
Presidente em exercício da OAB SP

Data / Horário:5 de maio (segunda-feira) 9 horas

Local:Salão Nobre da OAB SP
Praça da Sé, 385 – 1° andar
 
Inscreva-se aqui

Menino cadeirante supera limitações e descobre paixão pelo taekwondo

Duas vezes por semana, o pequeno Luigi Palumbo, de cinco anos, encontra os coleguinhas na academia de artes marciais em Campo Grande para praticar o taekwondo, seu esporte preferido. A turma aprende os movimentos básicos da modalidade e se diverte com as brincadeiras propostas pelo mestre. Luigi é alegre e esperto como as outras crianças, mas a condição de cadeirante faz dele um exemplo de superação. É por meio do esporte que a família procura dar ao menino uma vida perfeitamente normal.
Luigi Palumbo pratica com o mestre de taekwondo, Tiago Brandão (Foto: Hélder Rafael)Luigi Palumbo pratica com o mestre de taekwondo, Tiago Brandão (Foto: Hélder Rafael)


Luigi nasceu com má formação do tubo neural na espinha dorsal, o que impede o movimento dos membros inferiores. Esse defeito congênito é chamado de mielomeningocele. Logo que entrou para a vida escolar, o menino recebeu incentivo dos pais para praticar esportes e adotar um estilo de vida saudável. Luigi chegou a iniciar no karatê, mas depois que mudou de colégio, conheceu o taekwondo por indicação de uma colega de classe, que também fazia aulas. 

- Nós o incentivamos porque, além de ser uma atividade física, o esporte é um meio de inclusão. Aqui ele é bem recebido pelos colegas, todos o adoram. Ele participa das aulas em iguais condições. Tudo isso trouxe reflexos no aspecto físico e emocional do menino, fez com que ele interagisse mais com todo mundo - conta o pai, o advogado César Palumbo Fernandes.
Embora o taekwondo seja uma modalidade que envolva chutes, isso não impede que Luigi aprenda os conceitos básicos e possa, inclusive, alcançar a faixa preta, como explica o mestre Tiago Brandão, faixa preta 4º Dan (veja no vídeo ao lado a rotina do menino na academia).

- Vi que ele tem bastante interesse e vontade de aprender. Sempre chega animado para as aulas. O importante é que ele faça algo que se sinta bem. Futuramente ele pode até se tornar um mestre, caso queira continuar se dedicando ao esporte.

A academia que Luigi frequenta, na região central da cidade, atende cerca de 100 crianças e adolescentes. O mestre Tiago Brandão tem graduação em Educação Física e ênfase no ensino adaptado para deficientes físicos, o que deu tranquilidade à família do menino.

Nos treinos, Luigi acompanha a turma em todas as atividades, desde a reverência às bandeiras do Brasil e da Coreia do Sul - como é tradição ao entrar ou sair do dojô - até a prática dos golpes de ataque e defesa. E se a hora é de brincar de pega-pega, por exemplo, Luigi também participa. Quando os colegas tentam ajudá-lo empurrando a cadeira a todo instante, os monitores orientam que é melhor para o menino que ele se locomova sozinho.
Menino brinca normalmente com os colegas no dojô (Foto: Hélder Rafael)Luigi brinca normalmente com os colegas no dojô (Foto: Hélder Rafael)
- É bacana que os outros também aprendem a conviver com ele - diz o mestre Brandão.

Luigi frequenta as aulas há pouco mais de um mês. Desde que fez os primeiros testes, se apaixonou e não larga o kimono. Até já ganhou medalha de segundo lugar em um festival por equipes. Perguntado sobre o que pretendia ser quando crescer, adivinha o que ele respondeu?

- Quero ser mestre - diz Luigi.

Incentivo dos pais é o que não vai faltar para o menino.

- A família entende que o esporte é fundamental para qualquer criança, e nós o incentivamos muito. Acho que ele deve ter sempre uma vida esportiva ativa, mas também gostaríamos que ele focasse na formação intelectual. Se o Luigi decidir ser um atleta profissional, vai ser fantástico - diz o pai.
Mosaico Luigi Palumbo taekwondo (Foto: Editoria de Arte/GloboEsporte.com)

Para ler mais notícias do Globo Esporte MS, clique em globoesporte.com/ms.

sábado, 26 de abril de 2014

" Aprecie o maior espetáculo de todos: A vida...viva como puder , do jeito que der mas NÃO seja coadjuvante na sua própria história!"


Frase na foto: " Aprecie o maior espetáculo de todos: A vida...viva como puder , do jeito que der mas NÃO seja coadjuvante na sua própria história!"

Descrição: Grupo de cadeirantes fazendo uma apresentação teatral, dois biamputados erguendo o corpo somente com os braços e apoiados na cadeira de rodas e dois cadeirantes com as mãos unidas e junto a eles um homem se equilibrando de ponta-cabeça entre as cadeiras,com várias rodas ao fundo formando um cenário.

Olha só a crítica que saiu no Cineweb.E você? Quando vai no cinema?


Veja a crítica completa aqui:
http://goo.gl/ntzOXi
...
Imagem: É noite, Gabriel está dirigindo uma bicicleta com o Léo na garupa. A rua está vazia.
Texto sobre a imagem: "Hoje eu quero voltar sozinho é um caso raro no cinema brasileiro – seja por sua temática ou sua abordagem intimista"" Por Alysson Oliveira

Brinquedos especiais estimulam aprendizado divertido, em Manaus

Crianças com dificuldade de aprendizado ou autismo têm jogos especiais.
Itens podem estimular áreas do cérebro, afirma pedagogo.

Camila Henriques Do G1 AM
1 comentário

Loja na Zona Centro-Sul da cidade é especializada em brinquedos educativos para todas as idades. (Foto: Camila Henriques/G1)Loja na Zona Centro-Sul da cidade é especializada em brinquedos educativos para todas as idades (Foto: Camila Henriques/G1 AM)
Mais que um mero passatempo, os brinquedos têm papel fundamental na formação das crianças. Para muitos pais, comprar os chamados brinquedos educativos para seus filhos é um investimento no futuro deles, principalmente se os pequenos possuem problemas na fala, dificuldade de coordenação motora, autismo ou Síndrome de Down.
Uma loja localizada na Avenida João Valério, Zona Centro-Sul de Manaus, é especializada em brinquedos feitos sob medida para o aprendizado das crianças. De acordo com a vendedora responsável por estes produtos, Jamyla Ferreira, a procura pelos jogos educativos é sempre alta. "Muitos pais vem até nós - especialmente os que têm crianças autistas ou com síndrome de Down -, assim como pedagogos, professores e psicólogos que trabalham com crianças e sabem da necessidade de estimular os sentidos delas", disse.
Jogos educativos podem estimular desenvolvimento da coordenação motora, percepção visual e até auxiliar na alfabetização.  (Foto: Camila Henriques/G1)Jogos educativos estimulam desenvolvimento
da coordenação motora e auxiliar na alfabetização
(Foto: Camila Henriques/G1 AM)
Jamyla ressaltou ainda que cada brinquedo trabalha com uma área do intelecto da criança. "Temos jogos específicos para coordenação motora, percepção visual, alfabetização, aprendizado de matemática, entre outros. Em termos de procura, os de encaixe estão sempre em alta, porque estimulam não só a coordenação, mas os sentidos, especialmente os coloridos", contou.
Na loja são encontrados brinquedos que podem ser utilizados por recém-nascidos a até itens para adolescentes de 14 anos com problemas motores. "É importante que os pais incentivem e mostrem que esses jogos também podem ser divertidos, para que a criança entenda e goste tanto ou até mais desses brinquedos em relação aos outros, mais modernos", frisou a vendedora.
Auxílio cognitivo
O professor e pedagogo Lédio Matias explicou que, se escolhidos corretamente, os brinquedos podem estimular áreas do cérebro. "O brincar faz parte do mundo da criança. Ali, ela está vivenciando experiências do futuro. Jogos educativos despertam a parte cognitiva dela", afirmou.
Outro ponto destacado pelo pedagogo é que o brinquedo educativo pode ainda auxiliar no lado afetivo da criança. "Ele ensina a lidar com frustrações, a antecipar questões da vida adulta e trabalha a socialização. O jogo, em si, desperta na criança logo cedo o discernimento de que ganhar ou perder faz parte da nossa trajetória. Durante o processo de alfabetização, é interessante fazer uso desses brinquedos paralelamente aos ensinamentos da escola.", acrescentou.
Segundo vendedora, procura é alta, tanto dos profissionais que trabalham com crianças, quanto dos pais (Foto: Camila Henriques/G1)Segundo vendedora, procura é alta, tanto dos profissionais que trabalham com crianças, quanto dos pais (Foto: Camila Henriques/G1 AM)
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http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2012/12/brinquedos-especiais-estimulam-aprendizado-divertido-em-manaus.html

Adeus, gesso! Estudante cria acessório que acelera cura de ossos quebrados

The Osteoid
http://m.canaltech.com.br/noticia/saude/Adeus-gesso-Estudante-cria-acessorio-que-acelera-cura-de-ossos-quebrados/
Se você já teve "a sorte" de quebrar um braço ou perna, com certeza deve ter passado pela experiência de ter o membro engessado por alguns dias ou semanas para que tudo voltasse ao normal. Há quem goste de colocar o gesso para deixar outras pessoas rabiscarem, mas muita gente acha a sensação bastante incômoda. Mas e se em vez de gesso você usasse um acessório feito a partir de uma impressora 3D?
Esse é o conceito do Cortex, um periférico de plástico que substitui o gesso tradicional por uma cobertura braçal toda vazada que, além de ser mais leve e livre de odores, dispensa todo aquele processo de engessar o braço e ainda permite que o usuário fique com o membro reto, sem precisar dobrá-lo. O projeto foi anunciado em junho do ano passado por Jake Evill, estudante da Victoria University of Wellington, na Nova Zelândia. O molde é impresso em terceira dimensão a partir de um raio X do osso quebrado do paciente.
O Cortex ainda não tem previsão para chegar ao mercado porque ainda está em fase conceito. No entanto, um novo protótipo baseado na mesma ideia promete dispensar de vez o uso do gesso e de quebra agilizar o processo de cura do osso danificado. Trata-se do Osteoid, um exoesqueleto semelhante ao Cortex e equipado com um dispositivo de ultra-som que acelera a cicatrização. As informações são do site The Verge.
Desenvolvido pelo estudante turco Deniz Karasahin, o Osteoid foi o projeto vencedor do Prêmio A'Design 2014, competição voltada para novas ideias na área da impressão 3D. Karasahin e sua equipe contam que o acessório é feito sob medida para cada usuário, é resistente a água e pode ser projetado em várias cores diferentes. "O objetivo é melhorar a experiência de todos quando o assunto é curar membros quebrados ou fraturados, concentrando-se no conforto do paciente e no tempo necessário para o corpo curar-se", dizem.
The Osteoid
Dispositivo que emite pulsos de ultra-som ajuda na cicratização de ossos quebrados. (Foto: Deniz Karasahin/A'Design Award)
O sistema de aceleração de cura do exoesqueleto é basicamente um sistema de baixa intensidade de pulsos de ultra-som (LIPUS, na sigla em inglês). De acordo com os criadores, dois conectores são plugados em uma das aberturas do acessório para ficar em contato direto com a pele na área lesada. Feito isso, o usuário com um osso quebrado precisa utilizar a braçadeira durante 20 minutos diários para acelerar o processo de cura, que chega a ser reduzido em 38%, para fraturas mais graves, e em até 80%, para as mais leves.
Para saber como está a recuperação do membro danificado, basta olhar para o gerador de pulsos. Segundo Karasahin, no centro do dispositivo existe um mecanismo de luzes que orienta o usuário sobre o estado do osso fraturado e do tempo de sessão dos pulsos de ultra-som. Por exemplo, se o paciente atingiu o tempo de 20 minutos de utilização do gadget, luzes começam a piscar e mudar de cor, indicando que chegou a hora de encerrar a sessão.
Karasahin afirma que o Osteoid levou quatro meses para ficar pronto. O próximo passo é a criação de um sistema de bloqueio que projete melhor o membro quebrado e acelere ainda mais o processo de cicatrização.

The Osteoid: peça é feita sob medida em uma impressora 3D. (Foto: Deniz Karasahin/A'Design Award)