segunda-feira, 18 de março de 2013

VOCÊ ESTÁ ENTRANDO NO MUNDO DOS FIBROMIÁLGICOS. SEJA BEM VINDO! WELCOME! BIEN VENIDO! Mas antes vamos saber o que a SÍNDROME DA FIBROMIALGIA.

ABRAFIBRO    ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FIBROMIÁLGICOS


VOCÊ ESTÁ ENTRANDO NO MUNDO DOS FIBROMIÁLGICOS.
SEJA BEM VINDO! WELCOME! BIEN VENIDO!
Mas antes vamos saber o que a SÍNDROME DA FIBROMIALGIA.

O termo fibromialgia refere-se a uma condição dolorosa generalizada e crônica. É considerada uma síndrome porque engloba uma série de manifestações clínicas como dor, fadiga, indisposição, distúrbios do sono. No passado, pessoas que apresentavam dor generalizada e uma série de queixas mal definidas não eram levadas muito a sério. Por vezes problemas emocionais eram considerados como fator determinante desse quadro ou então um diagnóstico nebuloso de “fibrosite” era estabelecido. Isso porque acreditava-se que houvesse o envolvimento de um processo inflamatório muscular, daí a terminação “ite”. Atualmente sabe-se que a fibromialgia é uma forma de reumatismo associada à da sensibilidade do indivíduo frente a um estímulo doloroso. O termo reumatismo pode ser justificado pelo fato de a fibromialgia envolver músculos, tendões e ligamentos. O que não quer dizer que acarrete deformidade física ou outros tipos de seqüela. No entanto a fibromialgia pode prejudicar a qualidade de vida e o desempenho profissional, motivos que plenamente justificam que o paciente seja levado a sério em suas queixas. Como não existem exames complementares que por si só confirmem o diagnóstico, a experiência clínica do profissional que avalia o paciente com fibromialgia é fundamental para o sucesso do tratamento.
A partir da década de 80 pesquisadores do mundo inteiro têm se interessado pela fibromialgia. Vários estudos foram publicados, inclusive critérios que auxiliam no diagnóstico dessa síndrome, diferenciando-a de outras condições que acarretem dor muscular ou óssea. Esses critérios valorizam a questão da dor generalizada por um período maior que três meses e a presença de pontos dolorosos padronizados. Diferentes fatores, isolados ou combinados, podem favorecer as manifestações da fibromialgia, dentre eles doenças graves, traumas emocionais ou físicos e mudanças hormonais. Assim sendo, uma infecção, um episódio de gripe ou um acidente de carro, podem estimular o aparecimento dessa síndrome. Por outro lado, os sintomas de fibromialgia podem provocar alterações no humor e diminuição da atividade física, o que agrava a condição de dor. Pesquisas têm também procurado o papel de certos hormônios ou produtos químicos orgânicos que possam influenciar na manifestação da dor, no sono e no humor. Muito se tem estudado sobre o envolvimento na fibromialgia de hormônios e de substâncias que participam da transmissão da dor. Essas pesquisas podem resultar em um melhor entendimento dessa síndrome e portanto proporcionar um tratamento mais efetivo e até mesmo a sua prevenção.
fonte: http://www.fibromialgia.com.br/novosite/index.php?modulo=pacientes_artigos&id_mat=4

O CID CORRETO PARA FIBROMIALGIA É 
CID 10 M 79.7, desde 2004
fonte: http://www.datasus.gov.br/cid10/v2008/v2008.htm

Aqui falaremos a mesma língua....
Com todo cuidado que merece você será tratado.
E tenho certeza que você fará o mesmo pelos nossos amigos e amigas fibromiálgicos(as)


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Agora,

Boa Leitura!

Hugo, un amigo con Asperger


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Afece

domingo, 17 de março de 2013

Transtorno Bipolar


O Transtorno Bipolar (TB) é caracterizado por alterações de humor que se manifestam como episódios depressivos, alternando-se com episódios de euforia (também chamados de mania), em diversos graus de intensidade. É uma condição médica que, nas suas formas clássicas, afeta cerca 2,2 % da população mundial. O TB pode ser dividido em: tipo I, quando ocorrem episódios de depressão alternados com episódios de mania; tipo II, caracteriza-se por episódios de manias mais leves (as hipomanias) e episódios de depressão. Além deles, se considerarmos os quadros de manias e hipomanias desencadeados por substâncias e outras formas não bem caracterizadas, a prevalência pode chegar até 8% da população, o que se costuma chamar de “espectro bipolar”. Assim, estima-se que cerca de 15 milhões de brasileiros sejam portadores do transtorno bipolar, nas suas diferentes formas de apresentação.
 
Ainda não se conhece a causa da doença bipolar; porém, diversos estudos mostram que o seu aparecimento é resultante da interação entre fatores genéticos, do desenvolvimento intra-uterino e de estressores ambientais, tais como abuso sexual, catástrofes, dentre outras. O TB acarreta incapacitação e grave sofrimento para seus portadores e familiares.
 
Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), ainda na década de 1990, mostraram que o TB foi a sexta maior causa de incapacitação no mundo. Estimativas indicam que um portador que desenvolve os sintomas da doença aos 20 anos de idade, por exemplo, pode perder nove anos de vida e 14 anos de produtividade profissional, se não tratado de maneira adequada.
 
A mortalidade dos pacientes com TB é elevada, e o suicídio é a causa mais frequente de morte, principalmente entre os jovens. Estima-se que até 50% dos portadores tentem o suicídio, ao menos uma vez em sua vida, e 19% se suicidam. Outro fator agravante na doença bipolar é alta taxa de comorbidades com outras doenças psiquiátricas e não psiquiátricas, tais como transtornos de ansiedade e abuso e dependência de álcool e outras drogas, obesidade, diabetes e problemas cardiovasculares. Vale ressaltar que a associação com a dependência de álcool e drogas é comum e agrava o curso do TB, piorando a adesão ao tratamento e elevando ainda mais o risco de suicídio.
 
O início dos sintomas na infância e na adolescência tem sido cada vez mais descrito e, em função das características típicas dessa faixa etária, o diagnóstico torna-se um desafio. Frequentemente, as crianças recebem outros diagnósticos, como transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), o que atrasa o tratamento adequado. Mais ainda, ao longo do curso da doença, muitos pacientes não identificam as hipomanias como doença, retardando também o diagnóstico correto.
 
Dessa forma, o objetivo do tratamento é retirar o indivíduo das fases agudas da doença e impedir episódios futuros, reduzindo a mortalidade e evitando a perda neuronal, devido às lesões causadas pela liberação de substâncias tóxicas no organismo. Por isso, para prevenir as consequências danosas da doença bipolar é importante identificar o seu aparecimento o mais breve possível, orientando a pessoa a procurar um profissional da área, de preferência psiquiatra, que é o médico treinado para esse tipo de atendimento.


Informe-se sobre a doençaAcesse a Associação Brasileira de Transtorno Bipolar, site www.abtb.org.br ou a Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos (Abrata) - www.abrata.org.br.

"Diagnóstico do do Transtorno Bipolar (TB) pode demorar até 10 anos. O TB é uma doença mental que representa uma das principais causas de suicídio e promove morte neuronal."


Ângela Miranda Scippa - Professora M.D, Ph.D. associada do Departamento de Neurociências e Saúde Mental da Faculdade de Medicina da Bahia (UFBA); e presidente da Associação Brasileira de Transtorno Bipolar (ABTB)

A virada tecnológica nas mãos de poucos

Lei estadual, em vigor desde 27 de fevereiro, quer multiplicar casos de sucesso, mas, na prática, inovação ainda depende de iniciativas isoladas.




Henry Milleo/Gazeta do Povo / Leonardo Silva criou o BioFeed, um aparelho que lê e avalia os movimentos do corpo


Gazeta do Povo


Identificação civil e criminal pela biometria, melhor avaliação dos resultados da fisioterapia, controle de estoque em tempo real e próteses dentárias a preços acessíveis são apenas quatro das inovações tecnologias desenvolvidas por paranaenses que revolucionaram suas respectivas áreas.
Leitura da digital nas eleições é ideia curitibana
A princípio, o curitibano Ismael Akiyama só queria descobrir uma forma de oferecer relógios-ponto com identificação biométrica sem que fosse necessário um papiloscopista (policial civil especializado na leitura de digitais). A ideia acabou sendo encampada pelo setor público e no ano que vem será usada na identificação de mais de 10 milhões de eleitores no Brasil.
A popularização da tecnologia partiu do interesse dos seus clientes no produto, sem qualquer incentivo. “Eu já tinha noção de mercado, mas partimos do zero e crescemos sozinhos”, explica. Akiyama saiu de um capital inicial próprio de R$ 70 mil em 2005, quando começou, para chegar a uma receita líquida de R$ 28 milhões cinco anos mais tarde.
A experiência rendeu a responsabilidade de cadastrar todos os torcedores que frequentam estádios de futebol até a Copa de 2014. O projeto foi responsável pelo primeiro aporte recebido pela empresa por parte da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), de R$ 1,3 milhão.
O controle do negócio na palma da mão
Criador de uma das primeiras empresas de tecnologia da informação de Curitiba, Renato Bianco, usou de incentivos para colocar um de seus empreendimentos em prática. Experiente, a T.Info foi uma das primeiras empresas a fazer parte do programa do Tecnoparque e uma das 50 a entrar no Programa de Apoio à Pesquisa na Micro e Pequena Empresa (Pappe). A subvenção e os incentivos fiscais eram o que faltava para dar fôlego ao seu maior “filão”: através de um programa para dispositivos móveis, como celulares e tablets, o proprietário de postos de combustível pode acompanhar em tempo real toda a movimentação de vendas e estoques da empresa.
“O dispositivo também tem grande adesão nas empresas com frotas de carros e caminhões. É um dispositivo operacional que não existia no mercado”, explica. A alta adesão do empresariado ao programa deixa Bianco otimista. O proprietário da T.Info prevê crescimento de 25% da empresa nos próximos anos. “Também estamos desenvolvendo novas linhas de produtos na gestão de estoque para os próximos anos.”
James Marçal/Divulgação
James Marçal/Divulgação / Fabricação de implantes da Neodent começou nos fundos da clínica de Geni­­­nho ThoméAmpliar imagem
Fabricação de implantes da Neodent começou nos fundos da clínica de Geni­­­nho Thomé
Sem grandes incentivos para inovação na última década, inventos como estes dependeram muito mais da iniciativa empreendedora dos seus criadores do que de uma política de inovação atuante. Para dar escala a casos como estes, pesquisadores e empresas de tecnologia dependem da recém regulamentada Lei de Inovação, que vai destinar mais de R$ 300 milhões em investimentos diretos na área.
A lei prevê que o estado repasse 2% da sua receita tributária, sendo 1% destinado à complementação salarial das universidades estaduais, Iapar e Tecpar e o restante para financiamento de programas, projetos e fomento à pesquisa. A lei está em vigor desde o dia 27 de fevereiro.
O incremento, além de resultar benefício para a sociedade com novas tecnologias, rende bons resultados para seus investidores. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), apenas 1,7% das indústrias investem continuamente em inovação, mas elas são responsáveis por 25,9% do faturamento industrial e por 13,2% do emprego gerado no setor.
“A inovação é a chave para o desenvolvimento econômico, justo e sustentável”, afirma Filipe Cassapo, diretor-executivo do Centro Internacional de Inovação C2i.O sentimento é o mesmo daqueles que colocaram as ideas em prática. “Sim­ples­mente a patente não basta. É preciso que ela tenha aplicação de mercado e traga ganhos econômicos”, explica Is­mael Akiyama, responsável pela implantação da biometria no processo eleitoral.
Da tragédia para a evolução da fisioterapia
Sem um ambiente político favorável, o empreendedor Leonardo Rodrigues da Silva tirou de uma experiência pessoal trágica a inspiração para empreender. Após lesionar a coluna em um mergulho no litoral paulista e perder os movimentos das pernas e braços, o cientista viu como os diagnósticos da fisioterapia eram imprecisos. Inventou o BioFeed, um aparelho que avalia a execução dos movimentos do corpo e o progresso dos tratamentos de fisioterapia. “Não criei o programa com a pretensão de achar uma cura para o meu acidente, mas vi as deficiências do diagnóstico da evolução dos tratamentos”, confessa.
Depois de dez anos na universidade estudando sistemas de eletroestimulação, desenvolveu o aparelho e colocou no mercado. Para viabilizar o BioFeed, o engenheiro recebeu ajuda de um investidor-anjo, que arcou R$ 80 mil. De resto, Leonardo bancou mais de R$ 300 mil do próprio bolso. “O mais difícil de enfrentar esta empreitada sozinho, como eu fiz, é saber entrar no mercado. A experiência de uma empresa do ramo é fundamental”, afirma o pesquisador, admitindo que o ideal seria que o ambiente acadêmico tivesse mais proximidade com a iniciativa privada.
Implantes que “valem” R$ 550 milhões
Inovação é colocar uma invenção no mercado. Com esta convicção, o empresário Geninho Thomé criou a Neodent, empresa de implantes dentários. Com uma receita bruta de mais de R$ 200 milhões no ano passado, o dentista começou seus negócios ao produzir implantes para consumo dos seus pacientes há 20 anos.
Com um consultório mo­desto na Manoel Ribas, Thomé achava que os produtos importados, ósseointegrados e feitos à base de titânio, eram inacessíveis para grande parte dos pacientes. “A ideia era aprender a produzir meus próprios implantes para oferecer algo mais em conta e com qualidade”. O negócio começou nos fundos da clínica, com uma linha de produção artesanal.
Geninho passou a oferecer um tipo de implante que ainda não existia no Brasil e logo os colegas de profissão passaram a fazer pedidos.
O resultado concreto do sucesso apareceu no ano passado: 49% do capital da Neodent foi vendido à Straumann, multinacional suíça que é um gigante do setor, por R$ 550 milhões. A empresa ainda tem opção de compra de outros 50% nos próximos seis anos. “Foi um excelente negócio, porque nos permite um intercâmbio de tecnologia”, conta.

sábado, 16 de março de 2013

O Futuro vai ao teatro

Mauricio Vogue,Matheus Kreling,Eliane Clara Pepino,Regina Vogue e Rhenan Queiroz e elenco da peça "Algum Pontinho entre o céu e a Terra"


Estivemos neste sábado,16 de Março, ás 16 horas no Teatro Regina Vogue,  tivemos o privilegio de conversarmos com nosso novo amigo Rhenan Queiroz, um jovem dramaturgo, com grandes objetivos pois sabemos que Rhenan, apesar de pouco o conhecermos demostra um olhar singular e já faz a diferença nas diferenças! Claro que estando ao lado de outro dramaturgo com tradição no teatro, Mauricio Vogue paranaense, só podiam ter realizado uma grande dupla e parceira, onde percebe nada menos que essa equipe ,na qual conjuntamente puderam dar o melhor na peça ALGUM PONTINHO NO CAMINHO ENTRE O CÉU E A TERRA”
                        Ficha Técnica:

Direção: Mauricio Vogue

Dramaturgia: Mauricio Vogue e Rhenan Queiroz

Direção Musical: Sergio Justen

Assistente de Direção: Giovana de Liz

Direção de Produção: Regina Vogue

Produção Executiva: Nicole Zegbhi

Assistente de Produção: Regina Stela Limpias

Cenário: Rhenan Queiroz

Iluminação: Luiz Antonio Nobre

Sonoplastia: Kleber Gregorio

Figurinos: Maureen Miranda

Adereços: Marcello Salles

Fotos: Tiago Ferraz

Elenco: Ana Paula Machado , Diego Kozievitch ,Nathan Milléo Gualda, Rudy Mayer, Val Sales
A peça “ALGUM PONTINHO NO CAMINHO ENTRE O CÉU E A TERRA” conta história de Joaquim, um menino de oito anos vê sua vida transformada com a chegada de um bebê em sua família. Em algum momento quando se sentia só, algo muito estranho e extraordinário acontece: em algum ponto, lá pelos limites entre a terra da imaginação e a sua realidade, Joaquim conhece Mica, um menino muito diferente.

       Juntos remam num barquinho, escalam uma enorme montanha, comem panquecas, olham fotografias e acreditam que tudo aquilo que estão vivendo só pode ser um sonho. O espetáculo Algum pontinho no caminho entre o Céu e a Terra narra o encontro entre esses dois meninos e nos mostra, de forma lúdica, as dúvidas, expectativas e anseios sobre a vida, abordados sob imagem, reflexão e ponto de vista de uma criança, ensinando-nos a valorizar o entendimento e compreensão entre pais e filhos.
Sob a visão de Joaquim enquanto o novo é representado pelo irmão que acaba de chegar e o equilíbrio entre pais e filho, para o adulto que o assiste depende da perspectiva da interpretação que você  recebe o novo em sua vida o novo namorado, marido, trabalho, a casa, as mudanças que a vida te leva ,o enfrentamento dos seus medos ,receios, ensaios para a perspectivas de mudanças ,um aceitar maduro ,a criança e o adulto em você !
Mica o menino diferente a ponte para o  equilíbrio, a passagem do mágico para a realidade  pode ser bem o que a sociedade vem tentando nos novos tempos resolver suas questões inclusivas ,representante deste paradigma.
Leitores do Futuro a peça está em cartaz até dia 31 DE Março e é assim, que Mauricio Vogue, Rhenan Queiroz , grande equipe e elenco, traz a tona o caminho para entender , valorizar a compreensão entre pais e filhos. As sessões acontecem até o final do mês, sempre sábados e domingos as 16: 00 horas ,Ingressos a R$ 20 inteira e R$ 10 meia à venda na bilheteria do teatro Regina Vogue ou pelo 41 4003 1212.

Classificação: Livre.

Ponto de venda sem taxa de conveniência
Espaço Teatro Regina Vogue
Endereço: Avenida Sete de Setembro
Número: 2775 Bairro: Centro
CEP: 80230010


Novo implante retinal permite a cegos recuperar visão

Um novo implante ocular chamado Alpha IMS, desenvolvido na Alemanha, conseguiu restaurar a visão de vários pacientes com deficiência visual com retinite pigmentosa.
O sistema, feito pela empresa alemã Retina Implant AG, especialista no desenvolvimento de implantes sub-retinais, consiste num microchip eletrônico sem fios, com 3 x 3 milímetros e com uma resolução de 1.500 pixels.
O dispositivo, implantado sob a retina, estimula o nervo ótico, fazendo com que ele envie os dados visuais ao cérebro.
Ao contrário de outros métodos similares, este implante não se apoia numa câmara externa: a luz é detectada no interior do olho do paciente, fazendo com que ele possa mover os olhos para ver o que se passa à sua volta, em vez de mover a cabeça.
O Alpha IMS também tem uma resolução muito superior à dos seus antecessores e, por ser implantado diretamente sob a retina, permite que esta parte do olho processe as informações recebidas antes de enviá-las ao córtex visual.
Em comunicado, a Retina Implant AG revela que o seu mais recente ensaio clínico em humanos, o segundo realizado pela companhia desde 2005, envolveu nove pacientes alemães com retinite pigmentosa, doença hereditária que causa a degeneração da retina e consequente cegueira, que receberam um destes microchips.
Ao longo dos três a nove meses de observação, a visão funcional da maioria dos voluntários foi recuperada e dois dos participantes no ensaio conseguiram enxergar com uma resolução superior à alcançada pelos pacientes dos primeiros testes clínicos com o dispositivo.
"Dos nove pacientes observados ao longo do estudo, publicado na revista científica Proceedings of the Royal Society B, três foram capazes de ler letras espontaneamente. Durante a observação dentro e fora do laboratório, os pacientes reportaram também a capacidade de reconhecer rostos, distinguir objetos como telefones e ler sinais em portas", revelou a Retina Implant AG.
De acordo com Eberhart Zrenner, o coordenador da pesquisa, "os resultados do primeiro ensaio clínico com humanos já tinham excedido as expetativas" e a equipe "está ainda mais encorajada pelos resultados do segundo ensaio", que teve início em Maio de 2010 em Tuebingen, na Alemanha, e se expandiu a Hong Kong e ao Reino Unido.
"Esta pesquisa fornece-nos evidências adicionais de que a nossa tecnologia de implantes sub-retinais pode ajudar pacientes com degeneração ocular a recuperar a visão funcional, sem a necessidade de equipamentos externos e visíveis", concluiu Zrenner.
Fonte: Site Só Notícia Boa

Jornal Inclusão Brasil



sexta-feira, 15 de março de 2013

Ruas Inclinadas

Em alguns bairros de São Paulo onde as ruas são muito inclinadas, como por exemplo: Perdizes e Vila Madalena.
As pessoas sofrem para escalar calçadas que são escadarias cansativas a céu aberto. Se for idoso pior ainda. Para quem tem mobilidade reduzida ou usa cadeira de rodas fica impossível circular por esse tipo de calçada e na rua é arriscado, além de ser inclinado até para veículos.
Achei na internet algumas fotos de Perdizes:

As pessoas precisam se arriscar no meio da rua, entre os carros. Mas mesmo sem degraus a rua é muito inclinada. Em dias de chuva fica muito escorregadia e pode acontecer acidente.
Achei também na internet esta foto acima, onde mostra uma sucessão de degraus. Como os veículos sempre são privilegiados, não existem degraus nas ruas. Só nas calçadas mesmo.
Recentemente eu vi uma solução ótima em fotos do Pinterest e vou compartilhar com vocês.
Olha só que interessante. A rua foi inutilizada para o fluxo de veículos e deu lugar a rampas no sentido transversal de forma que a inclinação fique suave. Entre as rampas existem jardins, o que é ótimo para que a água da chuva seja absorvida.
Tem outras parecidas:
Existem soluções onde os veículos ainda são privilegiados, como na foto a seguir, por exemplo. Ao lado das rampas existe uma escadaria para pedestres. O ideal seria que as rampas fossem utilizadas também por pedestres!
É difícil alguma Prefeitura restringir totalmente a passagem de veículos, ainda mais quando na rua tem algumas estradas de edifícios com garagem. Porém, a redução do fluxo de veículos pode ser reduzida e o transito pode ser liberado apenas para veículos de moradores deste quarteirão.
Para que esse projeto aconteça nas grandes cidades, é preciso um estudo de planejamento urbano dos entornos, para não atrapalhar o trânsito local. Creio que em São Paulo algumas ruas com inclinação muito acentuada poderiam ser estudadas. Exemplo: o fluxo de veículos pode ser liberado durante a semana apenas em horário de pico.
Fiz esse post para mostrar que existe solução! E pode ficar muito agradável e acessível. :D

Falhas Famosas




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                                   Imagem via http://on.fb.me/JSQuWA

O Dia Internacional da Síndrome de Down, 21/3 está chegando!!!!!


O Dia Internacional da Síndrome de Down, 21/3 está chegando e o Brasil é campeão em número de celebrações. Confira a programação em todo país no site da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down - FBASD e participe! http://www.federacaodown.org.br/site/index.php/component/jevents/month.calendar/2013/03/14/-.html