domingo, 13 de janeiro de 2013

Acidente Vascular Cerebral

http://www.acidentevascularcerebral.com


O AVC resulta da restrição de irrigação sanguínea ao cérebro…


Factores de Risco

Factores de Risco
Os factores de risco aumentam a probabilidade de ocorrência de um acidente vascular cerebral, no entanto, muitos deles podem ser minimizados com tratamento médico ou mudança nos estilos de vida.
Os principais factores de risco para a manifestação de um AVC são: a idade, a patologia cardíaca, a diabetes mellitus, aterosclerose, heredietariedade, raça, contraceptivos orais, antecedentes de acidentes isquémicos transitórios (AIT) ou de acidentes vasculares cerebrais, hipertensão arterial, dislipidémia, sedentarismo, elevada taxa de colesterol e predisposição genética (Sullivan, 1993; Weimar, Ziegler, Konig, Diener; Leys, Hénon, Mackowiak-Cordoliani, Pasquier, 2005).
Quanto maior for o número de factores de risco identificados no utente, maior será a probabilidade deste vir a ter um AVC.

Os principais factores de risco para o Acidente Vascular Cerebral:

  • Tabagismo
  • AVC anterior
  • Ataque isquémico transitório anterior
  • Doença da artéria carótida significativa
  • Fibrilhação auricular:
  • Hipertensãp arterial
  • Enfarte do miocárdio, principalmente se ocorreu nos últimos 3 meses
  • Angina de peito
  • Falha cardíaca
  • Anomalias em ECG
  • Diabetes mellitus
  • Hiperlipidemia
  • Trombofilia
  • Doenças das artérias periféricas
  • Doença da célula falciforme Consumo excessivo de alcóol

sábado, 12 de janeiro de 2013

Calvin e Haroldo-charge Diversidade


https://www.facebook.com/CalvineHaroldoBrasil

A origem da vida Jesus- Henry Christ


NOVO FILME ABORDANDO SUPERDOTADO

Postado por Selma Carvalho

http://papoentrepais.blogspot.com.br/2012/12/novo-filme-abordando-superdotado.html


A origem da vida

A origem da vida

Jesus Henry Christ


105 min 2012 - Estados Unidos
Comédia

Henry é um menino superdotado que sempre interroga sua mãe a respeito da identidade do pai. Depois de muita insistência, ela revela que o garoto é fruto de inseminação artificial e que não conheceu o doador. Mesmo assim, Henry vai atrás do pai e um novo conceito de família começa a se formar.

Diretor: Dennis Lee
Atores: Jason Spevack, Michael Sheen, Toni Collette





ASSISTAM O TRAILER:






http://www.adorocinema.com/filmes/filme-144439/trailer-19364005
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Aberta consulta pública sobre acessibilidade nos serviços de telefonia fixa


O objetivo é padronizar o formato e identificação dos telefones
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) abriu com consulta pública sobre promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência visual aos serviços de telefonia fixa. O edital n° 52/2012, tem o objetivo de padronizar o formato e identificação das teclas do telefone. As contribuições serão recebidas via portal na internet, carta, fax ou e-mail, até o dia 25 de janeiro.
Luciano Ribeiro/Ministério do PlanejamentoOs telefones especiais para os deficientes se assemelham a salas de bate-papo da internetAmpliar
  • Os telefones especiais para os deficientes se assemelham a salas de bate-papo da internet
Com os dados coletados, a proposta vai acrescentar dois parágrafos ao artigo 48 do Regulamento da Interface do Usuário, Rede e de Terminais do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC), em que estabelece as características técnicas, funcionais, e de sinalização.
A partir da nova resolução, os fabricantes de telefonia fixa deverão dispor as teclas de forma sequencial e uniforme, possibilitando a identificação para o usuário com deficiência visual a partir da tecla 5. O acréscimo estabelece também que, os terminais de vozes que utilizem a tecnologia de tela sensível ao toque, estejam dispensados da obrigação.
No site da Anatel está disponível a íntegra da Consulta Pública, e o endereço eletrônico para envio das manifestações, além de telefone-fax. As manifestações serão recebidas até às 18h do último dia de consulta.
Anatel
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o órgão federal que trata da regulamentação do setor, vem ampliando as ações voltadas a aprimorar as relações entre os consumidores e as empresas que atuam na área de telefonia. O principal marco foi a criação, em 2008, do Plano Geral de Atualização da Regulamentação (PGR), que prevê a promoção de parcerias da Anatel com órgãos oficiais de proteção do consumidor, como Ministério Público, Ministério da Justiça, Procons e entidades representativas da sociedade organizada, bem como com os órgãos oficiais de defesa da concorrência.

Fonte:

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

O mal dos pequenos enfurecidos

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Crianças desobedientes e de comportamento hostil podem sofrer do transtorno opositor desafiador (TOD). Caso não seja tratado, distúrbio tende a gerar consequências sérias na vida adulta


Cruéis?
Em alguns casos, TOD evolui para transtorno de conduta
Quando não tratado, o transtorno opositor desafiador (TOD) pode se agravar e, na adolescência, se transformar em um transtorno de conduta, caracterizado por atos agressivos e até infrações da lei. “Quando não tratados, cerca de 25% dos casos evoluem para um transtorno de conduta”, diz o psiquiatra João Luiz da Fonseca Martins. Entre os sintomas estão atos como mentir constantemente, intimidar parentes, amigos e estranhos, matar aulas, praticar furtos e vandalismo, maltratar animais, pôr fogo em objetos e até agredir fisicamente as pessoas.
Mesmo que TOD não evolua para um transtorno de conduta, pode persistir após os 18 anos e causar problemas no dia a dia, já que em muitas situações o adulto se depara com a necessidade de obedecer ordens. “Isso pode causar problemas no emprego, por exemplo, já que a pessoa terá dificuldades de seguir as ordens de um chefe”, afirma o médico Gustavo Dória.
Tratamento
Terapia familiar é melhor medida na maioria dos casos
O tratamento do transtorno opositor desafiador (TOD) envolve não apenas a criança, mas também pais, irmãos e em muitos casos até tios e avós. De acordo com o psiquiatra da clínica Uniica (Unidade Intermediária de Crise e Apoio à Vida) em Curitiba, João Luiz da Fonseca Martins, a estrutura familiar tem um papel importante no desencadeamento da doença. “São crianças de famílias desestruturadas, com pais divorciados que não se dão bem, ou que vivem juntos, mas que deixam a criança aos cuidados de tios ou avós e se tornam ausentes”, exemplifica.
O psiquiatra Roberto Ratzke explica que quando os pais não exercem a autoridade ou desrespeitam o que foi combinado, o problema pode se agravar - casos em que o pai diz algo e a mãe expressa pensamento contrário, ou vice-versa. “Um não pode sabotar a opinião do outro diante da criança”, diz.
De acordo com os médicos, de nada adiantam os castigos físicos e até mesmo privar a criança de algo, pois ela não entende o próprio comportamento. É preciso aderir à terapia familiar - em torno de 20 sessões. Já a medicação só é prescrita quando o TOD está associado a outros transtornos, como déficit de atenção (o mais comum), hiperatividade ou depressão.
Uma fase de rebeldia é comum a qualquer ser humano. Não aceitar tudo que é imposto às vezes é atitude necessária e até inspiradora, não à toa se tornou um tema recorrente no cinema e na literatura. Na infância e pré-adolescência, esse comportamento costuma ser tratado como normal, uma birra, a famosa “mania de ser do contra”. Em alguns casos, porém, a atitude desafiadora constante na infância pode esconder um problema psiquiátrico – o transtorno opositor desafiador (TOD), que se não for tratado, tende a se transformar em problemas de conduta e até em posturas antissociais.
De acordo com o super­­visor do Laboratório de Psi­­quiatria da Infância e da Adolescência do Hospital de Clínicas da UFPR Gustavo Dória, especialista em TOD, há sinais claros dados pela criança que permitem aos pais diferenciarem a “rebeldia sem causa” de algo mais sério. Em geral, as crianças costumam ficar estressadas quando estão com sono ou fome, ou quando recebem um “não”, mas as que possuem TOD perdem a calma várias vezes ao dia, em situações triviais. Também xingam os pais, falam palavrões e discutem com qualquer pessoa que não concorde com suas atitudes.
“É normal a criança fazer birra perto dos pais, mas a que apresenta o transtorno discute em qualquer ambiente. Com pais, professores, coleguinhas e até estranhos. Não suporta nenhum tipo de frustração e quando há uma mudança de rotina, ela se mostra inflexível, não aceita se adaptar”, resume Dória. Bons parâmetros para saber se é preciso procurar ajuda especializada são a intensidade da oposição aos pais e se o transtorno causa prejuízo nas relações familiares. Mas, principalmente, deve-se observar a persistência do comportamento: se ocorrer várias vezes por semana, por mais de seis meses, é sinal de que um profissional especializado deve ser acionado.
Surgimento
De acordo com o psiquiatra e membro da Associação Brasileira de Psiquiatria Roberto Ratzke, o diagnóstico de TOD vai dos 7 anos ao início da adolescência. “Entre os 2 e 6 anos, as áreas primitivas do cérebro, responsáveis pelo impulso, ainda são preponderantes, e a criança tem dificuldade de lidar com frustrações. Por volta dos 7 anos, as áreas inibitórias desse comportamento, na região do córtex pré-frontal, começam a se desenvolver, e tais atitudes começam a ser controladas.”
Neste caso, se os pequenos ainda assim querem fazer tudo o que desejam, e não aceitam a autoridade exercida pelos pais, a quem vivem testando, é sinal de que o controle não está sendo exercido, e isso precisa ser trabalhado. Os pais também precisam de ajuda, uma vez que o problema envolve toda a família e, muitas vezes, é desencadeado pela própria estrutura familiar.
GAZETA DO POVO

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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Fórum Permanente de Acessibilidade prevê atuação no interior do Estado


Aconteceu na última sexta-feira no plenário do CREA-PR uma reunião do Fórum Permanente de Acessibilidade do Conselho, que teve como objetivo organizar o planejamento com ações para o próximo ano conforme diretrizes do presidente Joel Krüger. O encontro foi conduzido pelo coordenador do Fórum, engenheiro civil Antônio Borges dos Reis que apresentou a ideia de expandir o encontro utilizando as regionais do CREA-PR no interior do Estado.
Participaram o secretário municipal daSecretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Irajá Brito Vaz, o arquiteto Ricardo Mesquita, representando o Sindicato dos Arquitetos, a advogada Berenice Reis Lessa, representando a OAB/PR e o procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas Gabriel Guy Leger. “Queremos em conjunto com as entidades ouvir as universidades que ofereçam cursos de Engenharia e/ou Arquitetura, as ONG’s que atendem as pessoas com deficiência, as secretarias de urbanismo e o próprio Governo do Estado para fazer uma grande discussão que atinja todo o Paraná. A intenção é colocar em prática este Fórum Estadual até o mês de abril do próximo ano. O próprio secretário municipal que estava presente destacou que é fundamental que o Fórum de Acessibilidade seja organizado pelo CREA-PR e faremos o possível para levar esta discussão a todo Estado”, disse Borges. 
Por Gisele Bueno (Regional Curitiba)  CREA-PR

'Praia Acessível' ganha novo ponto a partir deste fim de semana



Pessoas com deficiência ou dificuldade de locomoção ganharão, a partir deste fim de semana, mais um ponto do programa 'Praia Acessível' para desfrute de um banho de mar. É que a prefeitura disponibilizará cadeiras adaptadas (tipo anfíbio) em frente ao Aquário, na Ponta da Praia, além da tenda montada na faixa arenosa, ao lado do canal 3.

A novidade integra as medidas da Secid (Secretaria de Defesa da Cidadania) para ampliação do serviço, visando maior acessibilidade aos usuários. “Nossa praia é extensa e queremos dar mais oportunidade à população e aos turistas com esses dois pontos, promovendo inclusão e cidadania”, disse o titular da pasta, Marcelo Del Bosco, ressaltando que serão buscadas parcerias para ampliação da iniciativa.

Desenvolvido juntamente com o governo estadual, o programa é promovido aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 17h. Na Ponta da Praia, quando a maré estiver alta, o serviço ocorrerá junto ao canal 6. Os interessados podem ir aos locais, onde é feita inscrição após breve entrevista e assinatura de termo de responsabilidade para uso dos equipamentos. Cada participante pode usufruir das cadeiras por 30 minutos, com apoio de fisioterapeutas e facilitadores. Grupos devem fazer agendamento pelo telefone 3201-5075 ou pelo e-mail secid@santos.sp.gov.br.


http://www.santos.sp.gov.br