quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Prefeitura terá de pagar a senhora que machucou pé em calçada malcuidada


Gazeta do Povo


 / Buraco na calçada: coisa comum na cidade.Buraco na calçada: coisa comum na cidade.
A prefeitura de Curitiba foi condenada judicialmente a pagar R$ 3 mil para uma senhora que torceu o pé numa calçada malcuidada da cidade.
A condenação saiu nesta semana e foi determinada pelo Tribunal de Justiça. O dinheiro serve como indenização para a senhora, que precisou fazer fisioterapia e que teve seus gastos por causa do problema.
O juiz Fábio André Santos Muniz afirmou em sua sentença que a senhora é humilde e aposentada, o que justificaria o ressarcimento.
"No presente caso a responsabilidade do Estado é objetiva. Houve a prática de um ilícito pela Administração porque não manteve via pública em adequado estado de conservação, fato este não controverso nos autos", disse o juiz.
Dona Madalena Luiz da Costa Vianna, a idosa que processou o município, virou o pé em um buraco. Entrou com a ação em fevereiro do ano passado e agora conseguiu a sentença.
As calçadas da cidade são uma reclamação constante do curitibano. Muitas vezes, por culpa dos próprios donos dos imóveis. Outras, por culpa da administração pública.
Será que se toda vez que alguém se machucasse houvesse um processo como esse a situação mudaria?

Cidadania normalmente não vemos aqui!!!

M ª Mar Hernandez. Terapeuta Ocupacional 48.


M ª Mar Hernandez.  Terapeuta Ocupacional 48.



Objetivo: melhorar a vida de outro diretor técnico Bobath Foundation, voltada para o tratamento de paralisia cerebral, terapeutas da fala coordenadas, fisioterapeutas, psicólogos, professores de educação especial e terapeutas ocupacionais que procuram melhorar as vidas de crianças com graves cérebro. "O acompanhamento de um início e ver o seu progresso é muito gratificante. Você tem que considerar como par o tratamento às necessidades de cada criança, mas vale a pena. "Manu, um dos meninos, acenos sorridentes. A melhor parte? "Veja como eles respondem e saber que você contribui para sua qualidade de vida." Em dois dos oito famílias vivem uma pessoa com deficiência. Em 64,3% das mulheres cuidadoras casos.

http://www.hoymujer.com/

Super Normais


Por Rafael Camargo e os Super Normais

Curso de teatro gratuito inscreve deficientes físicos em Rio Preto, SP


Inscrições ficam abertas até o dia 15 deste mês.
Ao final do curso, será realizado teatro com alunos.

Do G1 Rio Preto e Araçatuba


Estão abertas inscrições para um curso de teatro gratuito em São José do Rio Preto (SP). A oficina terá coordenação do grupo “Além da Arte”, que inclui cadeirantes e portadores de necessidades especiais nas produções cênicas. As inscrições ficam abertas até o dia 15 deste mês.

Para encerrar o curso, será realizada uma peça de teatro aberta ao público com todos os alunos. Para se inscrever, basta enviar um e-mail para aledaarte2012@gmail.com ou através do telefone (17) 9143-3713.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Implante no cérebro faz homem paralisado falar através de computador


Por  em 10.07.2008 as 15:10

BocaBoca
Erik Ramsey possui todas as suas faculdades intactas apesar de ter sido totalmente paralisado por um derrame, nove anos atrás. Hoje ele está aprendendo a falar novamente, através de um implante em seu cérebro que está conectado a um computador.
Philip Kennedy, da empresa Neural Signals (EUA), implantou em 2004 um eletrodo no cérebro de Erik no córtex responsável pela fala e movimentos. A esperança é que o sinal vindo do cérebro de Erik pudesse ser usado para restaurar sua fala.
O trabalho mais difícil seria interpretar esses sinais. Mas Frank Guenther, da Universidade de Boston, nos EUA, estava trabalhando no mesmo problema, mas com outra abordagem. Ele estava estudando a atividade neural para descobrir como os sinais cerebrais controlam a posição dos lábios, língua, maxilar e laringe para produzir os sons básicos.
Frank e sua equipe desenvolveram um programa de computador que reconhece e traduz os padrões de atividade cerebral durante a fala.
Aprendizado rápido
Quando se juntou ao Philip foi possível usar seu software para interpretar os sinais vindos do eletrodo de Erik e trabalhar na forma do trato vocal que ele estava tentando criar. Essa informação é transferida para um sintetizador vocal que produz o som correspondente.
O software agora está traduzindo em tempo real os pensamentos de Erik em sons. Assim é possível ouvir sua “voz” logo que ele faz um som, ignorando a área de seu cérebro que foi danificada.
Isso dá uma resposta imediata a Erik de sua pronúncia, o que permite que ele rapidamente possa afiar suas habilidades de fala da mesma maneira que as crianças fazem quando estão aprendendo a falar. Inicialmente, quando é solicitado que ele pronuncie uma vogal como “i” ou “o”, ele acerta o som cerca de 45% das vezes. No curso de algumas semanas sua precisão subiu para 80%.
No futuro, Frank diz, que o objetivo é dar a Erik a habilidade de falar palavras completas com fluência, mas isto irá necessitar de melhoras no software e hardware.
“No momento Erik está controlando duas dimensões para criar vogais”, disse Frank. “Mas para consoantes ele precisará de sete dimensões: três controlam o movimento da língua, duas para os lábios e uma para cada altura da mandíbula e laringe.”
Frank apresentou seus últimos resultados em 3 de julho, na conferência Acoustics’08, em Paris. [NewScientistTech]
O software agora está traduzindo em tempo real os pensamentos de Erik em sons. Assim é possível ouvir sua “voz” logo que ele faz um som, ignorando a área de seu cérebro que foi danificada.
Isso dá uma resposta imediata a Erik de sua pronúncia, o que permite que ele rapidamente possa afiar suas habilidades de fala da mesma maneira que as crianças fazem quando estão aprendendo a falar. Inicialmente, quando é solicitado que ele pronuncie uma vogal como “i” ou “o”, ele acerta o som cerca de 45% das vezes. No curso de algumas semanas sua precisão subiu para 80%.
No futuro, Frank diz, que o objetivo é dar a Erik a habilidade de falar palavras completas com fluência, mas isto irá necessitar de melhoras no software e hardware.
“No momento Erik está controlando duas dimensões para criar vogais”, disse Frank. “Mas para consoantes ele precisará de sete dimensões: três controlam o movimento da língua, duas para os lábios e uma para cada altura da mandíbula e laringe.”
Frank apresentou seus últimos resultados em 3 de julho, na conferência Acoustics’08, em Paris. [NewScientistTech]



Progresso em autismo


G1
por Alysson Muotri |

O pequeno Ivan Coimbra, que é autista/Arquivo pessoal
É comum familiares de pessoas afetadas com algum tipo de síndrome acharem que a ciência anda muito devagar. Uma vez um pai perguntou: “se conseguimos colocar um homem na Lua, por que não conseguimos curar de vez o autismo?”. Essa percepção reflete a demora que temos em transferir o conhecimento gerado dentro dos laboratórios para a clínica. Isso é ainda mais vagaroso em doenças que envolvem crianças, pois o teste clínico muitas vezes requer uma série de regulações éticas que servem para proteger os pacientes de um eventual efeito colateral.
No entanto, vejo o momento oportuno e sou otimista quanto a futuras terapias. O progresso científico nos últimos tempos tem sido fantástico, mesmo com crises econômicas afetando as maiores potências científicas mundiais. Tomemos o exemplo do ano passado e das pesquisas com síndromes do espectro autista.
Pelo “PubMed” (portal de busca de trabalhos biomédicos), foram publicados mais de mil artigos sobre a genética e estrutura cerebral de pacientes autistas, número três vezes superior ao mesmo período de tempo de uma década atrás. Tem muita informação nova chegando, com técnicas cada vez mais sofisticadas.
Aprendemos, por exemplo, que é possível observar diferenças no padrão de EEG (eletroencefalografia) em crianças autistas antes do primeiro ano de idade. Detecção precoce significa possibilidade de intervenção precoce. De fato, estudos de 2012 confirmaram que autistas em terapia intensiva tiveram mais que o dobro de melhora comportamental do que aqueles que receberam apenas tratamentos tradicionais, com alguns casos de pacientes até saindo do espectro autista.
Continuamos não sabendo o que causa o autismo. A alta concordância em estudos envolvendo gêmeos idênticos e a associação com outras síndromes genéticas, como a síndrome de Rett, tem confirmado as bases genéticas do autismo e levado a buscas por alterações genômicas em famílias com pacientes autistas. Com o custo do sequenciamento diminuindo, o número de trabalhos nessa área tem crescido exponencialmente.
O que descobrimos é infinitamente mais complexo do que imaginávamos alguns anos atrás, com centenas de genes implicados. Muitos dos genes descobertos estão também presentes em outras condições, como em esquizofrenia e epilepsia. Variações genéticas estão presentes em pelo menos 25% das crianças, mas nenhuma dessas variações contribui com mais de 1-2% de casos e muitas são alterações particulares, ou seja, aparecem em apenas uma criança.
Uma das descobertas mais curiosas é a alta frequência de mutações espontâneas. Essas alterações genéticas não estão presentes no genoma dos pais e, portanto, não seriam hereditárias, mas surgem espontaneamente antes ou no momento da concepção. Algumas alterações genéticas podem acumular no genoma do esperma do pai e aumentar de frequência com o passar dos anos devido a replicação de células progenitoras de espermatozoides.
Pais com mais de 40 anos tem um maior número de mutações e correm um risco significativamente mais elevado de gerar uma criança com autismo quando comparados com pais com menos de 30 anos.
E as causas ambientais? Diversos fatores, como exposição a poluição, pesticidas e antidepressivos têm sido propostos como fatores de risco. A maioria dos estudos baseia-se na exposição da mãe durante a gestação. Muitos desses trabalhos são ainda preliminares devido ao pequeno número amostral. De qualquer forma, grande parte dos cientistas assume que os fatores ambientais interferem com a suscetibilidade genética, mas sabemos muito pouco como isso acontece.
Casos de mutações específicas de famílias de autistas, alterando vias metabólicas conhecidas, como degradação de aminoácidos, sugerem que dietas alimentares podem ser benéficas no tratamento de algumas formas de autismo. Esses estudos nos lembram que doenças genéticas muitas vezes podem ser corrigidas pelo ambiente, ou seja, podem ser reversíveis. Algo impensável há poucos anos. De fato, muitos pesquisadores já concordam com o conceito da reversibilidade e isso tem atraído mais e mais interesse de outros grupos de pesquisa e da indústria farmacêutica (ainda tímida, mas interessada).
De acordo com dados epidemiológicos, o autismo afeta hoje em dia 1 em cada 88 crianças, um aumento de 78% desde 2002. O motivo desse aumento ainda é um mistério, mas, com certeza. melhorias no diagnóstico contribuem para esse acréscimo. Independente das causas, cerca de 1% das crianças afetadas é algo que merece urgência. Se o número de crianças autistas está crescendo realmente, quais seriam os fatores ambientais responsáveis por isso?
A ausência de um agente tóxico óbvio ou mesmo um micro-organismo torna a busca pelas causas do autismo muito difícil. Precisamos olhar com mais atenção, especialmente as pistas que estão surgindo ultimamente. Muitos especialistas acreditam que a exposição pré-natal seria um período critico. Observações recentes de que o cérebro sofre diversas modificações durante o primeiro ano de vida, muito antes dos efeitos comportamentais, suportam essas ideias e são consistentes com esse período de risco. Porém, dados em camundongos sugerem que o período crítico não seria tão essencial como se tem pensado, contrastando com essa teoria. Mas camundongos não são humanos e o argumento continua válido.
Existem milhares de questões a serem respondidas sobre o autismo e tenho percebido um crescente interesse da comunidade científica. O debate sobre o autismo é frequentemente contencioso: uns veem o autismo como uma doença, alguns como uma lesão e outros como identidade. Esse debate é importante pois coloca o autismo na mídia, diminuindo o preconceito e pressionando a classe política por mais recursos para pesquisa. O importante é que muitos pesquisadores agora enxergam o autismo como uma forma de “insight”, ensinando cientistas de diversas áreas sobre genética, evolução, neurociência e comportamento. Seja qual for sua posição, estamos vivendo um período de intenso progresso cientifico que irá, certamente, beneficiar a qualidade de vida dos pacientes e seus familiares.

Stephen Hawking somos seus fãns!!!



Stephen Hawking recebeu o diagnóstico da rara esclerose lateral amiotrófica eecebeu a aterradora estimativa de vida de apenas dois anos em 1963. Hoje completa 71 anos, revolucionou teorias na física e cosmologia e viveu mais do que Carl Sagan ou Arthur C. Clarke. Veja todos os três nesta rara e brilhante conversa legendada em portuguêshttp://hypescience.com/?p=8415

Escola britânica troca papel e lápis por tablets

Cada um dos 840 alunos da instituição ganhou um iPad; professores e estudantes elogiam novo sistema.

Vídeo:  http://noticias.br.msn.com/video/default2.aspx?videoid=e66ed92f-81f0-478a-93a6-61e3d6c61676

bbc

É esse o papel da amizade