sábado, 3 de novembro de 2012

Diversão e aprendizado para pessoas com deficiência



principal



Atividades recreativas, lúdicas e esportivas animaram o Dia das Bruxas, nesta quarta-feira (31), para 700 alunos de 16 escolas de educação especial de Curitiba. Foi a segunda edição do Brincando com a Linha do Lazer 2012, na Pontifícia Universidade Católica (PUC-PR).
Durante o período da manhã e da tarde, os participantes puderam se divertir com danças, brinquedos gigantes, jogos esportivos adaptados e brincadeiras que estimulam a integração e socialização da pessoa com deficiência.
“O Brincando com a Linha do Lazer busca incentivar a socialização, integração e a reabilitação da pessoa com deficiência por meio de atividades recreativas e físicas, complementando o trabalho desenvolvido pelas escolas de educação especial”, disse o diretor de Lazer e Atividade Física da Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude, Adilson Bassan.
Durante todo o dia, os participantes puderam se divertir com os brinquedos gigantes e atividades de mini-vôlei; skate; boliche; pintura de rosto; futebol; basquete; desenho e jogos de tabuleiro.
“Este é um evento do qual sempre participamos, nossos alunos gostam muito”, afirmou o professor da Escola de Educação Especial Renascer, Márcio Cezar dos Reis. “É muito importante para eles terem essa socialização com outras pessoas, fora do ambiente da escola, onde podem se divertir, brincar e perceber que possuem um espaço dentro da sociedade”.
 
A aluna da Escola Municipal de Educação Especial Helena W. Antipoff, Geovanna Mayara Samaniego, de 13 anos, que tem Síndrome de Down, não parou de brincar durante toda a tarde, especialmente com as atividades recreativas e jogos lúdicos. “Adorei vir aqui. Acho dançar o máximo e tem muitos jogos diferentes para a gente se divertir”.
“Adorei os brinquedos gigantes e andar de skate. Além disso, tem bastante gente aqui para participar das atividades, o que deixa tudo ainda mais legal”, disse o aluno da Escola de Educação Especial Renascer, Juan Henrique Destro Alves, de 14 anos e que possui deficiência mental leve.
Realizado pela Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude em parceria com as secretarias municipais da Educação e dos Direitos da Pessoa com Deficiência, o Brincando com a Linha do Lazer acontece duas vezes por ano. Em 2012, a primeira edição aconteceu em abril, na Universidade Tuiuti – Campus Schaffer, e contou com a participação de 900 alunos de 18 escolas de educação especial de Curitiba.
Jogos da Integração e Inclusão – Para reforçar ainda mais as ações destinadas à pessoa com deficiência no município, no dia 12 de novembro começa a 8ª edição dos Jogos da Integração e Inclusão de Curitiba (JOIN). Cerca de 1.100 atletas de 33 instituições de atendimento a pessoa com deficiência participarão das competições, que acontecerão até o dia 23 de novembro.
Os Jogos da Integração e Inclusão contarão com 12 modalidades esportivas adaptadas nas áreas de deficiência visual; física; auditiva; intelectual e transtorno global de desenvolvimento. As competições serão disputadas nos ginásios e praças esportivas da Universidade Positivo, Sesc Água Verde, UniBrasil, Universidade Tuiuti do Paraná e Colégio Estadual Lucy Requião.
A abertura dos Jogos da Integração e Inclusão acontecerá no dia 12 de novembro, a partir das 8h30, no ginásio da Universidade Positivo. Mais informações sobre a programação dos Jogos da Integração e Inclusão podem ser encontradas no site da Prefeitura de Curitiba, por meio do link:http://www.curitiba.pr.gov.br/multimidia/00123191.pdf.

Convite

MARCHA PATOLÓGICAS



sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Terapia com cavalos atende pessoas com deficiências na Zona Oeste do Rio


Sessões duram em média meia hora.



da Redação


Moradora de Santa Cruz, a recepcionista Patrícia Andrade, de 38 anos, comemora a melhora do filho Ricardo, de 12 anos, um dos 29 praticantes do Centro de Equoterapia da Polícia Militar do Estado do Rio (PMERJ), em Campo Grande. Funcionando no Regimento de Polícia Montada (RPMont), o centro oferece, gratuitamente, sessões de terapia com cavalos, tanto para familiares de policiais quanto para o público.
- Em oito meses, ele virou outro menino. Antes, a diretora da escola pensava até em expulsá-lo, porque ele agredia coleguinhas e não obedecia a nenhuma ordem. Agora, as notas dele subiram e o comportamento melhorou – explicou Patrícia, cujo filho tem baixa visão, além de problemas neurológicos e físicos.
A equipe voluntária é formada por três fisioterapeutas, uma psicóloga e uma educadora física. Eles atendem desde um policial baleado que perdeu parte dos movimentos até crianças autistas, com paralisias ou Síndrome de Down, além de pessoas com problemas motores ou psicológicos. A fila de espera já soma mais de 110 interessados. O fato de o serviço ser gratuito é um atrativo, considerando que um tratamento completo, por seis meses, custa mais de R$ 10 mil.
- É um trabalho social da polícia. Estamos ajudando várias famílias a ganhar qualidade de vida. É uma das formas mais completas que a corporação tem de se aproximar da população – afirmou a capitã Monique, coordenadora do Centro de Equoterapia.
Segundo a capitã, a equipe deve triplicar de tamanho, em 2013, passando a atender cerca de 90 pessoas. Além disso, um projeto com auditório, área de convivência, consultórios médicos, espaços de lazer, de esportes, entre outras instalações, está sendo orçado pela Empresa de Obras Públicas do Rio de Janeiro (Emop), da Secretaria de Obras, e deve ser implementado em 2013.
Sessões duram em média meia hora
Durante cada sessão, além dos cavalos, a equipe da PM utiliza bolas, bambolês, cones e fantoches, para desenvolver aspectos como alongamento, coordenação motora, equilíbrio e psicomotricidade.
- Cada caso exige um tipo de trabalho. Fazemos a avaliação antes e traçamos um plano de acompanhamento – disse a soldado Flávia, fisioterapeuta. O aposentado Lênin Robson Neto, de 54 anos, acompanha o filho Lênin Jeferson Neto, de 34 anos, às sessões há nove meses. Com autismo, esquizofrenia e uma deficiência congênita em um dos pés, Jeferson quase não interagia com ninguém.
- Agora, ele já está conseguindo se comunicar com a família e com a equipe do Centro. Jeferson pede para vir para cá – afirmou o pai.


terça-feira, 30 de outubro de 2012

Funcionárias públicas municipais com 40 anos de idade ou mais são obrigadas a fazer exame preventivo de câncer de mama



Funcionárias públicas municipais com 40 anos de idade ou mais são obrigadas a fazer exame preventivo de câncer de mama (ecografia mamária e/ou mamografia) periódico de 6 em 6 meses.
Desde 2003 isso é lei em Canoas/RS

(http://www.leismunicipais.com.br/twitter/845/legislacao/-4786-2003-canoas-rs.html).

Tecnologia Assistiva - Unidade Saúde Escola UFSCar


Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos - Disk 100


       Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos – Disk 100

 

Os direitos humanos são os direitos e liberdades básicas de todos os seres humanos. Normalmente o conceito de direitos humanos tem a ideia também de liberdade de pensamento e de expressão, e a igualdade perante a lei, sendo que o serviço da Ouvidoria-Geral da Cidadania é um órgão de assistência direta e imediata da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, que tem por competência legal exercer as funções de Ouvidoria Geral com a finalidade de proteção dos Direitos Humanos das crianças, adolescentes, idosos, pessoas com deficiência , LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) e pessoa em condição de rua.
Esse é o órgão responsavel pela ligação entre a cidadania e o Poder Público, a Ouvidoria se empenha para que cidadãos e agentes públicos compreendam que o respeito e a garantia aos direitos das pessoas é a razão primeira da existência do Estado.
Nesse sentido, quem ofender os direitos da pessoa pode ser denunciado pelo telefone número 100, o qual visa defender os direitos e liberdades do ser humano.
 A Ouvidoria deve estar sempre atenta às críticas, denúncias, reclamações e sugestões dos cidadãos e dar conseqüência a elas.
Funciona como um instrumento ágil, direto, de conhecimento da realidade de vida das pessoas, como os direitos humanos estão sendo ameaçados, violados ou negligenciados e, sobretudo, do que deve ser feito para garanti-los, preventivamente.
Outra dimensão do atendimento prestado pela Ouvidoria passa pela necessidade das pessoas de obter informações, cidadãos mais conscientes buscam sempre mais informações sobre seus direitos e sobre os órgãos públicos encarregados de garanti-los e defendê-los.
Ao fazer a ligação para o disk 100, o denunciante será atendido por uma equipe preparada, dependendo do caso, um profissional especializado, poderá atender o telefonema buscando melhor atender o cidadão.
Qualquer pessoa pode contactar a Ouvidoria, é simples. O Disque Direitos Humanos (Disque 100) é gratuito e atende 24 horas.Você foi vítima de preconceito, discriminação e homofobia? Disque 100, e não permita que seus direitos sejam violados.
 
Por: Sirleynaya Christiam        
 
 http://www.jurisway.org.br/v2/dhall.asp?id_dh=5390