domingo, 12 de abril de 2015

Artistas do Fringe superam famosos no Festival de Teatro de Curitiba 2015

anta Artistas do Fringe superam famosos no Festival de Teatro de Curitiba 2015
Adriano Petermann em A Anta de Copacabana, apresentada no Fringe: ator é o grande destaque masculino no Festival de Teatro de Curitiba 2015 - Foto: Virginia Benevenuto/Clix
Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Enviado especial do R7 a Curitiba*
Artistas desconhecidos do grande público mostraram muito mais fôlego do que as celebridades da televisão neste 24º Festival de Teatro de Curitiba, que chegou ao fim neste domingo (5), após 13 dias e 422 peças na programação.
As peças do Fringe, a mostra paralela com atores vindos dos quatro cantos do País na raça, foram muito mais instigantes do que as apresentadas na Mostra Oficial repleta de artistas mais famosos.
Sem apoio financeiro e muitas vezes bancadas pela garra dos próprios artistas, as peças do Fringe tiveram atores presentes no palco de forma interessante e intensa. Já peças como famosos, como Através de um Espelho ou Depois do Ensaio, derraparam com apresentações insossas e atuações desprovidas de verdade.
Além disso, mais do que na Mostra Oficial, no Fringe pulsaram temas que mobilizam a sociedade, em espetáculos que dialogam com o contemporâneo e a realidade nacional, repleta de problemas.
O ator Adriano Petermann mostrou segurança e propriedade no monólogo A Anta de Copacabana (leia crítica), o boca a boca mais comentado do Fringe em 2015, com direção de Rafael Camargo. Tornou célebre a frase: "Tudo uma cambada de filha da puta". Outra peça que conquistou o público e foi comentada em cada esquina curitibana foi Tchekhov, na Mostra Ave Lola, com o tradicional grupo da capital paranaense.
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Comédia O Último Copo abordou crise hídrica e alfinetou PT e PSDB no palco - Foto: Nilton Russo/Clix
A comédia O Último Copo, apresentada pela Cia. Aerolito, de Curitiba, sob direção do Palhaço Macacheira, fez o público do TUC (Teatro Universitário de Curitiba) refletir sobre a situação de falta d’água que atormenta grandes cidades brasileiras. Em linguagem clown, a Palhaça Semilla e o Palhaço Tchonsky fizeram o público entrar em sua proposta altamente subversiva em relação ao poder instalado, seja ele à direita ou à esquerda. Riram tanto do tucano quanto da estrela vermelha. E o público foi ao delírio.
O mesmo palco do TUC abordou a sexualidade dos moradores de rua e o problema do vício no crack, mazela que tanto perturba nosso ambiente urbano, na peça Estação dos Passageiros Invisíveis. Os artistas da InMundos Companhia Teatral, de Juiz de Fora, Minas Gerais, apresentaram um panorama desconcertante. A atriz Pri Helena destacou-se com uma atuação segura e nada histriônica.
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Qual o preço do caráter? O ator André Félix em Iepe, da Trupe Temdona - Foto: Annelize Tozetto/Clix
O poder e sua influência no comportamento de uma pessoa foi o foco da peça Iepe, daTrupe Temdona, de São Caetano do Sul, região do ABC Paulista. Já os gaúchos do Grupo Trilho de Teatro Popular, de Porto Alegre, mostraram no espetáculo Umbigo a situação de isolamento do homem atual. Ambos recados cheios de potência.
A violência urbana permeou A Bolsa, com Taciana Moura Morais, de Fortaleza, Ceará. Em uma encenação simples, a atriz deu vida à angústia de uma mulher vítima de uma assalto que revira sua cabeça por completo. Já o amor e suas mazelas foi tema da peça paulistana Memórias, Crônicas e Declarações de Amor, inspirada pelo disco homônimo de Marisa Monte e em fatos reais vividos pelos integrantes do grupo Atocontínuo.
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Geleia Geral mostrou vida e obra de Torquato Neto com vigor, poesia e inocência - Foto: Divulgação
Um espetáculo original foi Geleia Geral, do grupo Conexão Street, de Teresina, Piauí. Vitorino Rodrigues criou uma encenação surreal para apresentar a vida e a obra do compositor Torquato Neto, um dos criadores da Tropicália. Com um misto de vigor e inocência, a trupe comoveu o público do Café Teatro Toucher la Lune com sua apresentação corajosa, experimental e viva.
Fernanda Fuchs foi um dos destaques femininos no Fringe. A atriz de Curitiba mostrou vigor e domínio da plateia em Corrente Fria, Corrente Quente, peça escrita por ela mesma. No monólogo, vive uma menina que espera, em um porto, o pai voltar do mar. Com um canto envolvente, convida a plateia a embarcar em seus devaneios sensoriais sem medo. E o público vai junto, sem culpa ou vergonha, no ritual cênico estabelecido.
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Relato bíblico sob a prisma do teatro contemporâneo: A Vaca Pródiga - Foto: Annelize Tozetto/Clix
A Vaca Pródiga, da Cia. de Teatro de Breque, de Curitiba, mostrou irreverência cênica ao misturar parábola bíblica e teatro contemporâneo sob direção de Nina Rosa Sá e com Pablito Kucarz e Tatiana Blum no elenco. O deboche também esteve presente emO Jumento e a Moça, do grupo Anaïs Teatrum, de Palhoça, Santa Catarina, que, de forma simples, desconstruiu tabus sexuais desavergonhadamente.
O discurso político e pró-diversidade também esteve presente no Fringe. Homofobia – Livre-se Desse Preconceito falou deste mal tão em voga em nossa sociedade, sobretudo entre políticos conservadores. A peça da Cia. de Teatro Saltimbancos, de Curitiba, fez graça com um tal de Infeliciano, que tenta impedir a felicidade alheia a todo o custo. O público aprovou. Na cena off Festival, Simone Magalhães foi ovacionada na Casa Selvática com seu show Por que Não Tem Paquita Preta? (leia a crítica).
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Fagner Zadra, que ficou tetraplégico em um acidente na festa de abertura do Festival de Teatro de Curitiba de 2014, riu de sua situação na comédia "sit down" Rizadra e foi muito aplaudido pelo público pela coragem - Foto: Nilton Russo/Clix
Rir da própria situação como forma de exorcizar o que não se explica foi o que garantiu o sucesso do espetáculo Rizadra – Sit Down Comedy. Como o nome do espetáculo indica, o ator e humorista Fagner Zadra, que ficou tetraplégico após um acidente na abertura do Festival de Teatro de Curitiba em 2014 (leia entrevista exclusiva), cria um novo gênero de humor “stand-up” (de pé, em inglês): o “sit down” (sentado, em inglês). Ao brincar consigo mesmo, conseguiu respeito e aplauso cúmplice do público.
O Fringe ainda deu espaço a trabalhos experimentais e frutos de árdua pesquisa. Como a do gênero horror, abordado na Mostra Glóriah Vigor Mortis, com peças assustadoras dirigidas por Paulo Biscaia Filho e atores da Cia. Vigor Mortis com toda a intensidade que o estilo pede.
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Flávio Magalhães em cena de Encruzilhada: encontro com o outro - Foto: Lina Sumizono/Clix
Já Encruzilhada, com o Grupo de Pesquisa e Experimentação em Arte e Cultura da Unespar, também de Curitiba, apresentou um trio de artistas entregues no palco. Com música ao vivo, convidaram o público a adentrar um espaço diminuto onde se desnudaram e expuseram delicado estudo do movimento corporal para estabelecer uma conexão real entre gente.
Também na linha experimental e repleta de ousadia, outro grande destaque do Festival de Teatro de Curitiba em 2015 foi a peça Escravagina, com a atriz Maite Schneider. Na obra, a transexual desnuda seu corpo e alma em um grito de fúria contra o sistema opressor e em busca do amor verdadeiro, aquele que deixa o outro existir, em vez de exigir sua morte. Nesta montagem, Cesar Almeida encontra direção sensível para deixar que a performance aconteça sem barreiras. E o público compreende a necessidade de Maite transbordar-se diante de todos para seguir em frente com dignidade. Foi aplaudida de pé.
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Escravagina: Maite Schneider fez grito de amor e fúria no palco do Mini-Guaíra - Foto: Divulgação
*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Festival de Teatro de Curitiba.
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1 Comentário

"Artistas do Fringe superam famosos no Festival de Teatro de Curitiba 2015"

6 de April de 2015 às 16:00 - Postado por Miguel Arcanjo Prado
http://entretenimento.r7.com/blogs/teatro/2015/04/06/artistas-do-fringe-superam-famosos-no-festival-de-curitiba-2015/

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Feira em SP apresenta novidades tecnológicas para pessoas com necessidades especiais

Tobii e Beamz no no Jornal Nacional. A Reatech começou hoje e vai até domingo.
Toda a tecnologia da feira soa como música para os olhos. De quem só com a retina consegue compor...
GLOBOTV.GLOBO.COM

Campanha de vacinação contra a gripe é adiada para maio


Prevista para o fim de abril, imunização só começará em maio. | Brunno Covello /Gazeta do Povo

De acordo com o ministro da Saúde, o atraso ocorre devido à necessidade de incorporação de proteção contra um novo tipo de vírus

BRASÍLIA
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  • FOLHAPRESS
De acordo com o ministro, o atraso ocorre devido à necessidade de incorporação de proteção contra um novo tipo de vírus, que hoje circula no Hemisfério Norte.
Ainda não há informações de quantas doses serão distribuídas às unidades de saúde e a meta de pessoas a serem vacinadas. Em 2014, foram distribuídas mais de 53 milhões de doses.
O público-alvo da vacina abrange crianças de seis meses a cinco anos, idosos, trabalhadores de saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas (mulheres com até 45 dias após o parto), portadores de doenças crônicas não transmissíveis e população privada de liberdade, por serem mais vulneráveis a desenvolver a doença.
No ano passado, a meta do Ministério da Saúde era vacinar 80% do público alvo, que somava quase 50 milhões de pessoas. Na ocasião, a dose da vacina protegia contra três subtipos do vírus da gripe determinados pela Organização Mundial de Saúde para este ano.

Pernas, pra que te quero! Saiba mais sobre a primeira corrida para crianças em cadeira de rodas

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Vento na cara, felicidade no rosto, a sensação de liberdade. Uma corrida para crianças com deficiência, cada uma conduzida por 3 corredores voluntário em revezamento, capacitados e treinados. É isso que a Associação Paranaense de Reabilitação (APR) em parceria com a Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude (SMELJ) e apoio da Secretaria da Pessoa com Deficiência de Curitiba, irá promover no dia 21 de junho.

De onde surgiu a ideia?

Inspirada na história de Karolina Cordeiro e seu filho Pedro – diagnosticado com uma grave paralisia, que largou tudo para se dedicar ao filho e correr junto com ele, a APR adere a esse desafio inovador, permitindo que todas as crianças, mesmo as com dificuldade de locomoção, possam praticar o segundo maior esporte do Brasil, a corrida, promovendo a sua inclusão e sociabilização.
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“Pernas pra que te quero” é uma ação que integra crianças que usam cadeiras de rodas ao Circuito Infantil de Corridas da Cidade de Curitiba. Nesta proposta, as crianças são levadas por corredores voluntários em suas cadeiras adaptadas, podendo sentir a emoção de “correr” através das pernas de outras pessoas. A primeira corrida “Pernas pra te quero” será no próximo dia 21 de junho em local e horário definido pela SMELJ, com a participação de 20 crianças cadeirantes e 60 voluntários corredores.

Se você quer ver uma criança feliz, não fique parado!

Você pode garantir o seu lugar na corrida “Pernas pra que te quero”.
Faça parte da construção desse evento e contribua colaborativamente através daplataforma Kickante, afinal, só juntos vamos mais longe.
Seja um apoiador curtindo e compartilhando as novidades da nossa página nofacebook.
Você pode ainda ser um patrocinador, adotando uma criança em sua cadeira de rodas. Entre em contato pelo email contato@pernaspraquetequero.org e corra para garantir a sua participação!
http://nossacausa.com/pernas-pra-que-te-quero-saiba-mais-sobre-primeira-corrida-para-criancas-em-cadeira-de-rodas/

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Ana Clara realiza sonho de dançar valsa e ganha recado de Gabriel Medina

Exemplo de superação, estudante de 15 anos ganhou as redes sociais com a hashtag #AnaClaraNoCaldeirão

GSHOW
Ana Clara dança valsa no palco do Caldeirão (Foto: Tata Barreto / TV Globo)Ana Clara dança valsa no palco do Caldeirão (Foto: Tata Barreto / TV Globo)
A hashtag #AnaClaraNoCaldeirãoganhou as redes sociais e o Caldeirãofoi atrás da história da jovem de Rio das Ostras, litoral do Rio, que é sinônimo de superação. Ana Clara nasceu com amiotrofia espinhal tipo 2, uma doença que enfraquece os músculos e a impede de andar.
“Não é bom ser diferente, mas eu tive que aprender a lidar com isso”, diz a estudante, que se movimenta com a ajuda de uma cadeira de rodas. No palco doCaldeirão, Ana Clara, que assim como o programa também tem 15 anos, ganhou um baile de debutantes com direito a muita dança. “Eu danço do meu jeito, mas eu danço”, conta a jovem.
"Gostei muito, muito, muito", emociona-se Ana Clara após o número apresentado no palco. A menina ainda ganhou um recado do ídolo de Gabriel Medina e leu uma carta emocionante, que prometeu a Luciano Huck ao topar participar do programa.
Mauricio dança valsa com a filha Ana Clara (Foto: Tata Barreto / TV Globo)Mauricio dança valsa com a filha Ana Clara (Foto: Tata Barreto / TV Globo)
Superação
“É uma doença rara e grave e a expectativa de vida não passa de dois anos de idade”, explica Mauricio Moniz, pai de Ana Clara. Ele e Sandra Moniz, mãe de Ana Clara, se emocionaram ao contar a história de superação da filha.
“Ela é minha fonte de inspiração”, conta Caio Maia, amigo de Ana Clara. O jovem construiu uma prancha de stand up paddle adaptada especialmente para a amiga. Na hora do baile, claro que ele foi o príncipe de Ana Clara.
"A única coisa que me difere das outras pessoas é uma cadeira de rodas", resume Ana Clara, um verdadeiro exemplo de vida e superação. Emocione-se com essa história nos vídeos.

Ex paquita da Xuxa (a Pituxa) agora está desenganada pela medicina

Conselho Nacional de Imigração - CNig: Concessão de visto de permanência aos Cegos Angolanos trazidos ao Brasil.

Conselho Nacional de Imigração - CNig: Concessão de visto de permanência aos Cegos Angolanos trazidos ao Brasil.

Por que isto é importante

Depois de 14 anos vivendo em terras brasileiras, um grupo de crianças cegas angolanas que veio trazido ao Brasil pelo Governo de Angola, cresceu, se alfabetizou, estudou, criou laços, e hoje está prestes a se formar na universidade. Depois de todos esses anos, correm o risco de ter que regressar ao seu país de origem por pressão do Consulado de Angola. 
Não só é importante, como muito importante. Além de uma questão de lógica, bom senso e humanidade, os hoje jovens angolanos tem o nosso país como pátria de coração, que os acolheu e educou. Ajudem por favor.
https://secure.avaaz.org/po/petition/Conselho_Nacional_de_Imigracao_CNig_Concessao_de_visto_de_permanencia_aos_Cegos_Angolanos_trazidos_ao_Brasil/?pv=0&rc=fbdmtg

28 MOTORISTAS SÃO MULTADOS POR DIA POR OCUPAR VAGAS EXCLUSIVAS

Nos dois primeiros meses deste ano, a Secretaria de Trânsito de Curitiba (Setran), flagrou 1.651 veículos em vagas destinadas a idosos ou deficientes físicos nas ruas da cidade. Foram 395 em vagas destinados a deficientes e 1.256 nas de idosos. Uma média de 28 pessoas autuadas diariamente por esse tipo de infração.
Na média diária em 2013, foram cerca de 29 casos. No ano seguinte a média caiu para 24 casos diários e agora, nos dois primeiros meses de 2015, a média subiu para 28 casos todo dia.
Na comparação com o ano passado, houve aumento nas infrações. Nos dois primeiros meses de 2014 foram 1.326 somando as vagas para idosos e deficientes. No mesmo período de 2013, os números eram semelhantes aos de agora — foram 1.625 em janeiro e fevereiro de 2013.
Atualmente, Curitiba tem cerca de 470 vagas para idosos e 202 para deficientes espalhadas pelas ruas. No total são mais de 12 mil vagas pagas no Estacionamento Regulamentado (Estar).
Visadas
Pela legislação, 5% das vagas na cidade precisam ser destinadas aos idosos e 2% aos deficientes. Até por isso as vagas para idosos acabam sendo mais visadas pelos infratores. Embora, proporcionalmente, a quantidade de infrações em vagas de idosos seja três vezes maior, enquanto a quantidade de vagas pouco mais do dobro.
Segundo a Setran, até o fim do ano passado, quase 60 mil idosos estavam cadastrados com credenciais de uso das vagas exclusivas, e quase 3.330 deficientes também contavam com a credencial.
Os veículos estacionados em vagas especiais em Curitiba devem manter visíveis as credenciais fornecidas pela Setran para idosos e pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida.
Os veículos flagrados pelos agentes da Setran em vagas preferenciais, sem credencial, são multados — infração leve com multa de R$ 53,20 e três pontos na carteira de habilitação.
Multa moral — Em janeiro deste ano, a Prefeitura de Curitiba sancionou o programa Multa Morall, de respeito às vagas de estacionamento público reservadas a idosos, pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida em Curitiba.
A campanha tem caráter permanente e é focada na distribuição de folhetos informativos e educativos sobre os direitos das pessoas às vagas especiais em áreas de estacionamento público e privado. A proposta foi apresentada na Câmara Municipal pela vereadora Professora Josete.
Números do desrespeito (quantidade de multas)
Ano                       Idosos                 Deficientes
2013                      8.401                      2.340
2014                      6.341                      2.553
2015 (jan/fev)     1.256                         395
[ Fonte – Pessoas com deficiência ]