segunda-feira, 6 de abril de 2015

PINCEL DE MAQUIAGEM CONTAMINADO QUASE DEIXA MÃE PARAPLÉGICA

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Foto - Reprodução/ArquivoPessoal
Embora muita gente não veja problema algum, compartilhar maquiagens e pincéis com as amigas pode ser mais perigoso do que se imagina. Foi assim, inimaginável, o caso da jovem mãe Jo Gilchrist, que perdeu totalmente o movimento das pernas por conta de nada mais que um pincel de maquiagem contaminado.


Dá para acreditar? Segundo o jornal britânicoDaily Mail, o caso aconteceu na Austrália e vem gerando uma verdadeira comoção na internet. Tudo começou quando a mãe de 27 anos usou a maquiagem e um pincel da sua melhor amiga para cobrir uma espinha na região das costas. Dias depois, Jo começou a sentir fortes dores na coluna. "Eu achei que era má postura, mas foi ficando pior e pior", disse.
Segundo ela, a dor ficou incrivelmente forte e nada que ela fizesse era capaz de parar a agonia. "Sinceramente, achei que iria morrer. Foi pior do que a dor do parto", afirma. A mãe disse que os médicos levaram muito tempo para descobrir o que de fato, havia desencadeado a dor. Para o seu desespero, o corpo de Jo começou a ficar dormente da cintura para baixo, tudo isso assim, sem explicação.
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Foto - Reprodução/ArquivoPessoal
Jo foi levada para a sua cidade natal para se submeter a uma cirurgia de emergência. Os médicos descobriram que tratava-se de uma infecção por estafilococos, uma bactéria que habita principalmente na pele e mucosas de mamíferos e aves. Os microrganismos atingem os tecidos subcutâneos e a musculatura. No caso de Jo, a bactéria dominou completamente sua espinha.
No hospital ela percebeu que a única coisa diferente que tinha colocado em seu corpo nos últimos dias era a maquiagem da amiga.
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Foto - Reprodução/ArquivoPessoal
"Ela tinha uma infecção no rosto e eu usei o pincel depois dela. Eu não tinha ideia de que isso poderia acontecer pois compartilho maquiagem o tempo todo", contou. Segundo ela, a melhor amiga está se sentindo péssima com o acontecimento, mas apesar disso, Jo não a culpa. "Não é culpa dela. Eu só estava com a imunidade baixa, o que transformou o local em um terreno fértil para as bactérias".
A infecção foi tão grave que Jo correu o risco de nunca mais andar novamente. Ela perdeu o controle do intestino e a bexiga. 
Hoje, ela se concentra na sua recuperação. "Estou lutando contra isso com todas as minhas forças. Alguns médicos já disseram que talvez eu possa ser capaz de caminhar durante uma ou duas horas por dia. Estou feliz, era mais do que eu esperava", confessa.
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Foto - Reprodução/ArquivoPessoal
A mulher está tomando antibióticos e daqui a três meses poderá ser liberada para ir para casa. "Tive muita sorte que a bactéria foi para a minha espinha... Se fosse para o cérebro eu poderia ter morrido e se fosse para os membros eu teria de ser amputada", disse.
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Foto - Reprodução/ArquivoPessoal
Com a ajuda do seu filho de dois anos, Tommy, ela retomou a fé. A mulher acredita que teve uma nova chance na vida. "Tudo acontece por uma razão".
Por Thamirys Teixeira

Zeca: Um robô português que ajuda crianças autistas

http://boasnoticias.pt/noticias_Zeca-Um-rob%C3%B4-portugu%C3%AAs-que-ajuda-crian%C3%A7as-autistas_22995.html?page=0
Zeca: Um robô português que ajuda crianças autistas
Veja abaixo um vídeo de demonstração das expressões simuladas pelo Zeca. © Universidade do Minho
No mês em que se assinala o Dia Mundial do Autismo, comemorado a 2 de Abril, apresentamos-lhe o Zeca: um robô humanóide desenvolvido por portugueses com o objetivo de ajudar crianças autistas a melhorar as suas interações sociais no âmbito de um projeto de "robótica afetiva" pioneiro no nosso país. 
O robô, resultado de uma parceria entre a Universidade do Minho (UMinho) e a Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM), é capaz de simular sentimentos como tristeza, alegria, surpresa e medo e tem estado a ser testado, com sucesso, em várias escolas, clínicas e associações das cidades de Braga, Porto e Aveiro.
De acordo com um comunicado enviado pela UMinho ao Boas Notícias, o Zeca (cujo nome provém da expressão inglesa "Zeno Engaging Children With Autism"), produzido pela empresa Hanson Robotics, faz parte de um reduzido número de projetos robóticos a nível internacional destinados a melhorar a vida social de crianças com perturbações do espectro de autismo.
Os testes realizados, até ao momento, com as crianças portuguesas que já conheceram o Zeca em "cenários de jogo" permitiram-lhes, segundo os investigadores da UMinho, melhorar "os níveis de resposta, envolvimento e interesse na interação social".

"Em concreto, [as crianças participantes] exibiram mais comportamentos não-verbais e tiveram um desempenho significativamente melhor nas tarefas, quer na identificação e imitação das expressões faciais, quer na inferência dos estados afetivos de colegas", congratula-se a equipa.

O Zeca com a investigadora Sandra Costa, que participa neste projeto pioneiro de robótica afetiva (à direita) © Universidade do Minho

Ou seja, salientam os cientistas
envolvidos no desenvolvimento do Zeca, apoiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), este "suporte robótico influenciou positivamente a interação com estas crianças" em comparação com o que se passou com aquelas "que realizaram tarefas idênticas" sem o apoio do robô.
A investigação "Robótica-Autismo" arrancou em 2009 no Centro Algoritmi e no Departamento de Eletrónica Industrial da Universidade do Minho, juntando a coordenadora Filomena Soares, os investigadores Cristina Santos, João Sena Esteves, Sandra Costa, Ana Paula Pereira (do Centro de Investigação em Educação da Universidade) e Fátima Moreira, da APPACDM.

Trabalho já foi considerado "um exemplo" lá fora
O trabalho da equipa portuguesa já foi alvo de quatro teses de mestrado e de um doutoramento, de publicações em revistas internacionais e até elogiado na "Euronews", que o considerou um "exemplo" entre poucos. Os cientistas da UMinho voltaram, entretanto, a concorrer ao apoio da FCT com o objetivo de dar continuidade ao projeto.
Um em cada mil indivíduos - a maioria do sexo masculino - tem perturbações do espectro de autismo, um distúrbio neurológico que leva a estados mentais que se caraterizam por uma tendência "a alhear-se do mundo exterior e a apresentar padrões e interesses restritos e repetitivos", explica a UMinho.
A universidade portuguesa realça que há também, casos menos severos de autismo, como os dos portadores de Síndrome de Asperger, "que por vezes adquirem autonomia e competências acima da média".
Cada vez mais debatido e estudado, o autismo tem "despertado controvérsia na comunidade médica face à especificidade dos casos e às implicações no desenvolvimento cognitivo, linguístico e emocional" dos indivíduos.
Além da Universidade do Minho, têm trabalhado noutros projetos do género inverstigadores estrangeiros das universidades de Zagreb, na Croácia, Hertfordshire, em Inglaterra, e Catânia, em Itália.

Clique AQUI para saber mais sobre o projeto "Robótica-Autismo"

Veja abaixo um vídeo de demonstração das expressões simuladas pelo Zeca.


Fisioterapeuta cria clínica móvel dentro de um ônibus para atender pessoas de baixa renda

http://www.hypeness.com.br/2015/04/2-fisioterapeuta-cria-clinica-movel-em-um-onibus-para-atender-pessoas-de-baixa-renda/

Diariamente, somos rodeados por notícias tristes na televisão e nos jornais. A história da fisioterapeuta Maria de Las Gracias Franceschini é um exemplo de que ainda existem muitas almas boas por aí e de que podemos transformar nosso espaço no mundo em um lugar melhor – basta cada um fazer sua pequena, mas decisiva, parte.
Maria é uma fisioterapeuta de 55 anos que decidiu unir sua profissão com o desejo de ajudar outras pessoas e investiu R$150 mil para reformar um ônibus e fazer dele uma clínica móvel. Para isso, a brasileira precisou vender um carro, um terreno e abrir mão de suas poupanças, mas o projeto estava há muito tempo na sua cabeça.
O veículo faz parte do projeto Fisioterapia Itnerante que atende pessoas de baixa renda. É cobrado um valor simbólico dos pacientes, R$ 28 por meia hora, no caso de Maria, paramanutenção do veículo, desde gasolina a pneus, mecânica e outros reparos, e pagamento a profissionais que passam pela clínica. Mas quem não puder pagar é atendimento gratuitamente ou pode pagar mais tarde. Maria não tem patrocínio e nem ajuda do governo, trabalhando também em sua residência e gastando muito do dinheiro que ganha em investimentos para a clínica móvel.
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Para que tudo dê certo, Maria começa seu dia bem cedo e atende nesta clínica nas segundas, terças e quintas, deixando o resto dos dias para trabalho em sua casa. O ônibus estaciona na região do Grajaú e de Interlagos (SP) e atende cerca de 50 pacientes por dia, desde crianças a idosos.
Segundo a profissional,  é muito difícil depender do SUS, pois a pessoa precisa esperar meses para ser atendida ou tem que atravessar toda a cidade, o que não compensa, pois o paciente volta mais cansado e com mais dores ainda. “O projeto é minha fonte de conhecimento, de riqueza. Aprendo todo dia. Há um desafio que me faz correr para os livros. Sem contar o que aprendo com o exemplo de vida dessas pessoas. É tanta riqueza de histórias. Uma fonte de energia sem fim diz Maria, que garante ainda que gostaria de atender em mais bairros, mas que é realmente difícil manter o ônibus, principalmente por conta dos gastos com combustível.
Ainda assim, o trabalho continua e a ambição também, olha só:
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Todas as imagens: Divulgação 

Programa Acesso melhora qualidade de vida de pessoas com deficiência

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  • Um micro-ônibus que pega a pessoa em casa, leva para consultas de saúde e entrega novamente o paciente na porta de casa tem facilitado muito a vida de pessoas com deficiência.<br />Curitiba, 30/03/2015<br />Foto: Everson Bressan/SMCS
  • Um micro-ônibus que pega a pessoa em casa, leva para consultas de saúde e entrega novamente o paciente na porta de casa tem facilitado muito a vida de pessoas com deficiência.<br />-Na imagem, Antonio Pastuch.<br />Curitiba, 30/03/2015<br />Foto: Everson Bressan/SMCS
  • Um micro-ônibus que pega a pessoa em casa, leva para consultas de saúde e entrega novamente o paciente na porta de casa tem facilitado muito a vida de pessoas com deficiência.<br />Curitiba, 30/03/2015<br />Foto: Everson Bressan/SMCS
  • Um micro-ônibus que pega a pessoa em casa, leva para consultas de saúde e entrega novamente o paciente na porta de casa tem facilitado muito a vida de pessoas com deficiência.<br />-Na imagem,  Clotilde Maria Wosniak e Maria de Lourdes.<br />Curitiba, 30/03/2015<br />Foto: Everson Bressan/SMCS
  • Um micro-ônibus que pega a pessoa em casa, leva para consultas de saúde e entrega novamente o paciente na porta de casa tem facilitado muito a vida de pessoas com deficiência.<br />-Na imagem,  Clotilde Maria Wosniak e Luiz Rodriguez.<br />Curitiba, 30/03/2015<br />Foto: Everson Bressan/SMCS
  • Um micro-ônibus que pega a pessoa em casa, leva para consultas de saúde e entrega novamente o paciente na porta de casa tem facilitado muito a vida de pessoas com deficiência.<br />-Na imagem,  Clotilde Maria Wosniak e Luiz Rodriguez.<br />Curitiba, 30/03/2015<br />Foto: Everson Bressan/SMCS
  • Um micro-ônibus que pega a pessoa em casa, leva para consultas de saúde e entrega novamente o paciente na porta de casa tem facilitado muito a vida de pessoas com deficiência.<br />-Na imagem,  Clotilde Maria Wosniak e Luiz Rodriguez.<br />Curitiba, 30/03/2015<br />Foto: Everson Bressan/SMCS
Um micro-ônibus que pega a pessoa em casa, leva para consultas de saúde e entrega novamente o paciente na porta de casa tem facilitado muito a vida de pessoas com deficiência. Curitiba, 30/03/2015 Foto: Everson Bressan/SMCS
Um micro-ônibus que pega a pessoa em casa, leva para consultas de saúde e entrega novamente o paciente na porta de casa tem facilitado muito a vida de pessoas com deficiência. Implantado há dois anos pela Prefeitura, o Programa Acesso realizou neste período 14 mil atendimentos e tem 746 usuários cadastrados nas nove administrações regionais de Curitiba.
O serviço oferece transporte seguro para pessoas com deficiência que não têm condições de usar outros tipos de transporte. Cada um dos nove ônibus atende, em média, cem usuários por mês.
"Esse serviço garante não somente o direito de ir e vir, mas, sobretudo, uma melhora na qualidade de vida das pessoas com deficiência, que agora têm a possibilidade de cuidar de sua saúde. Esta é uma das diversas medidas de inclusão e protagonismo da pessoa com deficiência realizadas pela gestão do prefeito Gustavo Fruet", disse a secretária Municipal da Pessoa com Deficiência, Mirella Prosdócimo.
Aos 67 anos, Clotilde Maria Wosniak Sepulveda é uma das usuárias do Acesso. Ela utiliza o serviço duas vezes por semana. "Esse transporte me ajuda muito. Desde 2013, quando me cadastrei, sou muito bem atendida por toda a equipe", disse Clotilde. O agendamento do atendimento é feito pela equipe da Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
Clotilde realiza sessões de Fisioterapia no Hospital Erasto Gaetner, levada pela equipe do Acesso. Ela conta que estava na casa do filho quando sentiu uma dor aguda e percebeu que ficou sem movimentos da cintura para baixo. Foi atendida pela rede pública de saúde, passou pelo tratamento no Hospital do Idoso e hoje trata da mielite tranversa - doença que habitualmente se manifesta com dor súbita localizada nas costas, seguida de adormecimento e debilidade motora.
O marido dela, Luiz Rodriguez, acompanha Clotilde em todos os atendimentos. "Gastávamos muito com táxi e nem sempre conseguíamos manter o tratamento. Este serviço é excelente e vejo muitas pessoas com deficiência sendo atendidas", disse Rodrigues. O valor que gastava em táxi é equivalente ao que Clotilde precisa para os medicamentos e Rodrigues está vendo de perto o avanço do tratamento.
O motorista Antonio Pastuch e a atendente Maria de Lourdes trabalham no micro-ônibus Acesso da Regional Cajuru desde junho de 2013. "É uma alegria saber que os familiares e as pessoas com deficiência confiam na gente. São pessoas que precisam de uma atenção especial", disse Pastuch.
Maria de Lourdes conta que a mãe de um dos usuários comentou que o filho nunca sorri em casa, mas quando é atendido por ela mostra um sorriso encantador. "Sinto que é um carinho, a demonstração de um muito obrigado, talvez pelo serviço do Acesso e pelo próprio passeio que o menino acaba fazendo", disse a atendente.
São os atendentes que também acabam observando a melhora dos usuários. "Dona Jovita, por exemplo, começou a ser atendida pelo Acesso sem mover as pernas, utilizando cadeira de roda e toda inchada. Agora ela já se recuperou e utiliza o andador", conta Maria de Lourdes.
Avanço
Implantado em março de 2013, o projeto iniciou na regional Pinheirinho e gradativamente foi incorporando um micro-ônibus para cada regional.
Neste ano os micro-ônibus foram reformados e adequados para ampliar as vagas para usuários de cadeira de rodas, de quatro para sete lugares, permitindo assim atender a demanda de atendimentos, que vem crescendo.

Quem pode usar o Acesso
Pessoas com deficiência:
- com restrições de movimento, autonomia e/ou comportamento;
- que não conseguem utilizar o transporte público comum;
- com renda familiar, per capita, de até um salário mínimo nacional
- com residência em Curitiba.

O trajeto do Acesso
O ponto de partida é a moradia da pessoa com deficiência.
O ponto de chegada são endereços de:
- serviços de saúde - consultas, exames, habilitação e reabilitação;
- atendimentos socioassistenciais não continuados.

Como se credenciar
A pessoa com deficiência ou seu responsável entra em contato com o Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) da região. Leva cópias do documento de identidade e do laudo médico da deficiência (emitido até dois anos antes);
- A assistente social do CRAS preencherá uma ficha de triagem e fará um relatório de avaliação;
- Se o relatório indicar necessidade de atendimento pelo Acesso, o pedido irá para a Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência, que providenciará a carteirinha de usuário, com validade de dois anos.
- A pessoa com deficiência ou seu responsável apanha a carteirinha de usuário no CRAS. Junto será entregue o regulamento do serviço.

Como usar o Acesso
O transporte Acesso é agendado com uma semana de antecedência.
O usuário cadastrado ou seu responsável liga para a Administração da Regional referencia da família. Informa nome, número da carteirinha, destino, dia e horário pretendido.

Dúvidas e outras informações 
Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência -SEDPcD
Telefones: (41) 3262-1314 e 3363-5236
SEDPcD

Pequeno Cotolengo 50 anos!!





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Primeiro domingo do mês é dia de churrasco no Pequeno Cotolengo, certo?
Mas devido a Páscoa, no mês de abril, o nosso tradicional evento será no segundo domingo do mês, no dia 12!
Aproveita o dia de hoje para ficar pertinho da família comemorando a ressurreição de Cristo e comendo muito chocolate com a criançada. Emoticon smile
Mas não esquece, domingo que vem é dia de churrasco!
E churrasco especial de 50 anos! Não dá para perder essa festa. 

Quase trinta motoristas são multados diariamente por estacionar em vagas de deficientes ou idosos

Foto: divulgação
Foto: divulgação
Quase trinta motoristas são multados todos os dias em Curitiba por estacionar em vagas para deficientes ou idosos. Um levantamento da Secretaria Municipal de Trânsito (Setran), feito a pedido da BandNews FM, mostra que em 2015 houve aumento no número de infrações, se comparado com anos anteriores. Em janeiro e fevereiro, 395 motoristas foram autuados por parar o carro em vagas para deficientes e outros 1.256 por estacionarem em vagas de idosos. Com isso, a média diária foi de 27,6 infrações. No mesmo período do ano passado, a média registrada foi de vinte e duas. O diretor de fiscalização da Setran, Éder Rodrigues, acredita que a falta de respeito é o motivo da insistência dos condutores em estacionar nas vagas especiais. Além disso, desde o fim do ano passado, equipes passaram a fiscalizar o estacionamento em áreas privadas, como shoppings e supermercados.
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Por mês, a população faz cerca de 3.800 denúncias sobre este tipo de infração, por meio do telefone da prefeitura. Para estacionar nas vagas especiais, o motorista – idoso ou deficiente – precisa da credencial no painel, para provar que ele tem direito a vaga. Quem é flagrado nestas vagas recebe uma multa de R$ 53,20 e perde três pontos na carteira de habilitação. Apesar de a punição ser relativamente leve, este tipo de comportamento representa o desrespeito a quem mais tem dificuldade de locomoção.
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Além da multa e da pontuação na carteira, o motorista pode ter ainda o carro apreendido, caso o veículo permaneça na vaga especial. Das 12 mil vagas de Estacionamento Regulamentado (EstaR) em Curitiba, 5% são reservadas para idosos e 2% para deficientes. Os flagrantes de desrespeito devem ser denunciados ao telefone 156.