Jake, um garoto norte-americano autista, confrontou as crianças que praticavam bullying com ele na escola. Durante a aula de educação física, o garoto fez um discurso e deixou seus colegas calados.
O ato corajoso foi filmado e fez parte do The Bully Project, que combate a violência física e psicológica entre jovens.
“Eu acho que vocês não me veem pelo que eu sou. Eu acho que vocês me veem como um grande alvo. Vocês estão sempre me deixando fora das coisas, nunca prestam atenção em mim. Eu quero tentar ser amigo de vocês, mas vocês não querem tentar ser meus amigos. Isso me deixa mal”, diz.
Jake contou ao site Upworthy que, depois da divulgação do vídeo, fez muitos amigos. Seu conselho a jovens que sofrem bullying é “dizer [aos seus agressores] para parar e não reagir às ações deles”.
A tecnologia Roger da Phonak apareceu hoje (31/03) na Globo no Programa da Fátima Bernandes. Confira o depoimento de Fernando Maffra, seu pai, sua mãe e o Marcus Veras. Nós queremos um mundo onde todos possam ter o prazer de ouvir!
Jeane sofreu um acidente quando tinha 24 anos e, por conta de uma série de erros médicos, acabou ficando tetraplégica. Abandonada pela família, ela passou a viver com a avó, que morreu em 2013. Com apenas um salário mínimo, Jeane vive hoje sozinha, sob os cuidados de duas cuidadoras contratadas, em uma cidade do interior da Bahia. Foi através de uma amiga, que Jeane conheceu pela internet, que Rodrigo Faro ficou sabendo da história da jovem que sonha em ver o mar, após 15 anos. Além disso, o apresentador promoveu o encontro com Aline, a quem ela só conhecia pelo computador. Acompanhe essa história na reportagem.
Dica pra quem tem filhos cegos ou com baixa visão. A Fundação Dorina Nowill para Cegos desenvolveu uma coleção de clássicos infantis inclusiva. São 10 títulos adaptados, entre eles Chapeuzinho Vermelho, Branca de Neve e Bela Adormecida.
Os livros são impressos em braille e fonte ampliada, possui relevos nas imagens, além de serem ilustrados com cores vibrantes. Há também um CD com a leitura das histórias e com versões com e sem audiodescrição.
Os livros foram distribuídos nas fundações de apoio da Dorina. No link, há um mapa em que você pode buscar uma biblioteca próxima: http://bit.ly/1xGe99S
Descrição da Imagem #PraCegoVer: Fotografia de cinco livros da coleção. São eles, "A Bela Adormecida", "Branca de Neve", "Chapeuzinho Vermelho", "Cinderela" e "João e o pé de feijão". Embaixo da imagem dos livros, há uma faixa verde. Sobre a faixa, está escrito em cinza, a frase: "Clássicos Infantis ganham versão em braille". A palavra "braille" está toda em caixa-alta. https://www.facebook.com/romariodesouzafaria?fref=photo
Eurovision é a competição musical exibida na TV mais importante da Europa.
A 60ª edição do Eurovision terá uma novidade. A banda finlandesa Pertti Kurikan Nimipäivät vai participar da competição anual de música na Europa. Detalhe: o grupo de punk conta com integrantes com autismo e síndrome de Down.
A banda de punk foi formada há seis anos. Kari Aalto (vocal), Pertti Kurikka (guitarra), Toni Välitalo (bateria) e Sami Helle (baixo) foram descobertos em uma oficina musical para adultos com deficiência.
O Pertti Kurikan Nimipäivät foi tema de um documentário lançado em 2012 intitulado “The Punk Syndrome”. No último ano, a campeã do Eurovision foi a transgênero Conchita Wurst.
A competição acontece no fim de maio, em Viena, na Áustria.
Ouça a música “Puhevika!”, de Pertti Kurikan Nimipäivät:
Síndrome causa dores insuportáveis, tristeza e perda de memória
Imagine que você passou horas apertada dentro de uma caixa, sem espaço para se mexer ou respirar direito. Pense como essa situação fragiliza seu corpo e sua mente: todos os seus músculos ficam doloridos e dormentes, seu pensamento é dominado por um misto de ansiedade e depressão. A cabeça parece pesar 200 quilos e você começa a apresentar dificuldades para dormir e executar tarefas comuns. A memória começa a falhar e a concentração diminui. A descrição lembrou um filme de terror, com requintes de tortura?
Antes fosse. É assim que se sentem os portadores de fibromialgia, explica Ana Márcia Proença, educadora física e terapeuta corporal que atende pacientes com o problema que, atualmente, vitima principalmente as mulheres. Os portadores desta síndrome dolorosa de origem ainda desconhecida costumam enfrentar uma maratona até chegar a um diagnóstico, normalmente é difícil e demorado. Com predominância entre o sexo feminino (cerca de 80% a 90% das pacientes são mulheres entre 30 e 50 anos), as pacientes costumam chegar ao consultório médico com no mínimo três dos seguintes sintomas:
Fibromialgia
Dores fortes e difusas nos músculos, tendões, ligamentos e articulações por mais de 3 meses Fadiga e distúrbios de sono Sensação de queimação e/ou contrações espasmódicas nos músculos Hipersensibilidade ao toque Dificuldade de concentração e perda de memória Enxaquecas crônicas TPM forte, com náuseas, fortes alterações de humor e dores abdominais Problemas digestivos como diarréia, intestino preso e gases Disfunção Temporomandibular (na lateral da testa e no queixo, perto das orelhas) ou algum desconforto ou dor constante na mandíbula Dormência e formigamento Ansiedade e depressão Ser portador de Lupus Eritematoso Sistêmico, Síndrome da Fadiga Crônica, osteoartrose, Artrite Reumatóide, hérnia de disco ou osteoporose
Diagnóstico, outro calvário
Mesmo com todos os sintomas, o diagnóstico muitas vezes é complicado, confundido com outras enfermidades ou tratado como algo emocional e não uma síndrome real. Existe uma dificuldade no diagnóstico e o preconceito de alguns profissionais que, às vezes, acreditam que a paciente não tem nada, acontece principalmente porque, apesar de reclamarem de muita dor muscular em reação ao toque e/ou movimento, não há evidências clínicas de qualquer lesão nos tecidos.
Ou seja, nos exames não aparece nenhum problema visível nas articulações ou músculos. Na prática, o paciente perde a capacidade de regular a sensibilidade dolorosa. Os níveis de produção de serotonina (neurotransmissor responsável pela liberação de alguns hormônios, controle da dor, sono e apetite, entre outros) diminuem e surge a hipersensibilidade a estímulos que normalmente não causariam dor. "Eu me sentia cansada o dia todo, já acordava fatigada", conta a alemã naturalizada brasileira Christel Hunsaker, 63 anos. "E a dor foi aumentando, chegou num ponto em que nem saía mais, de tanto que doía". Demorou mais de um ano para me diagnosticarem com fibromialgia, revela.
Causas da síndrome
Segundo o chefe do ambulatório de fibromialgia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal do Paraná, Eduardo S. Paiva, os estudos apontam para uma origem genética. Mas ainda não existe evidência de que um único gene seja responsável por todos os sintomas. "Além disso, muitas vezes a bagagem genética necessita de um gatilho ambiental, como um estresse físico ou psicológico", afirma. Já as terapias corporais têm um ângulo complementar para avaliar o surgimento da síndrome.
Os músculos carregam nossa história de vida, nossa memória afetiva, sentimentos, pensamentos e reações, externalizadas ou não. "A serotonina, substância associada a esse quadro, não é apenas a responsável química pela transmissão da dor, mas também pela nossa capacidade de sentir prazer", analisa Ana Márcia Proença. Concordar com tudo, negar nossas raivas e ressentimentos e a necessidade de agradar os outros em detrimento de nossos próprios anseios e necessidades tornam as mulheres mais suscetíveis ao desenvolvimento dessa síndrome. "É algo que vai além de questões hormonais", diz a terapeuta.
Dá para aliviar, pelo menos?
Mas e o tratamento? Como ainda não se sabe o que causa o transtorno e as dores são crônicas, mas não inflamatórias, os tratamentos acabam sendo mais paliativos. Depende do médico, mas as opções mais utilizadas são os medicamentos contra a dor, que melhorem a qualidade do sono e anti-depressivos, além de terapias corporais e ocupacionais. As principais opções de tratamento incluem: Medicamentos para aliviar a dor, diminuir a ansiedade e regular os neurotransmissores (sempre receitados pelo médico) Programa de exercícios e condicionamento físico para fortalecer a musculatura Terapia para compreender os mecanismos internos e promover a solução de conflitos Relaxamento ativo e passivo para diminuir a tensão muscular Massagem (shiatsu, ayurvédica etc) Práticas de yoga e tai chi Calatonia (tratamentos com toques sutis pelo corpo)
Gosta de Histórias? Então confira o excelente trabalho da Pinacoteca com contação de histórias em Libras! Todas as histórias são contextualizadas com obras de Arte em exposição. Muito Bom! Venha conhecer como é possível construir histórias com as mãos. A partir desse sábado, dia 28/03, acontecerá na Pina a "Contação de Histórias em Libras". Será no último sábado de todo mês. Veja mais infos e todas as datas em nosso site: http://bit.ly/1Dlsp6O
Pinacoteca do Estado de São Paulo