quinta-feira, 5 de março de 2015

CGI 3D Animated Short HD: "Cidade Colorida" by - Nebula Studios



Aqui, uma bela animação que nos alerta sobre como as cores afetam nossas emoções.
Numa cidade destituída de boas vibrações, um rapaz, o único atento ao poder das cores, observa que tudo silencia no preto e no branco. Assim, ele decide dizer palavras coloridas, sabedor de que estas palavras têm o poder de emprestar cor, vida, encantamento. Mas, talvez, só as palavras não bastem…
“Cidade Colorida” por – Nebula Studios
http://www.contioutra.com/cidade-colorida-uma-bela-animacao-que-nos-alerta-sobre-como-cores-afetam-nossas-emocoes/

Você conhece o Firefly, handbike elétrico?

 - Portal Inclusão Brasil - Ações sociais e inclusivas
Smart Firefly é um handbike elétrico que se conecta facilmente a sua cadeira de rodas convencional, com ele você poderá alcançar excelente velocidade para vias externas, com autonomia de 24 km de distância com sua carga de bateria , permitindo um passeio seguro em pisos lisos, gramas, terrenos sem calçamento, trilhas , e em percursos inclinados ou planos.
O melhor de tudo, sem sair de sua cadeira e seu bom posicionamento habitual, podendo ser facilmente removido a hora e atempo para entrar em locais internos.
Velocidade máxima: 16Km por hora
Peso do equipamento sem baterias: 27 lbs (12.3 kg)
Tolerância de peso: Cadeira de rodas usuário menor que 130 Kg
Roda usinada tamanho 16″ x 1.5″ montada com raios de aço.
Cubo Motor: 24V, 220W geared hub motor with overheat protection
Baterias: 24V – 10Ah lithium polymer (5lbs – 2.2kg)
Freio de Estacionamento :Two Promax lockable V-brakes
Pneu: 16″ x 1.5″ Kenda Quest all-tread tire, 65 psi max
Pintura: Prata de alta resistência
Dimensões da caixa : 46″ x 16″ x 8″ (117cm x 41cm x 20cm)
Peso para transporte: 44 lbs (20 kg)

Deficiente Ciente


quarta-feira, 4 de março de 2015

Começam as obras do novo parque na Cidade Industrial de Curitiba

principal
principal
Seguindo a diretriz da Prefeitura de trabalhar por uma Curitiba Mais Humana, o parque será o primeiro da cidade a contar com brinquedo inclusivo voltado para crianças com dificuldades motoras em seu parquinho infantil. “A partir de agora, todos os parques da cidade terão investimentos para equipamentos para inclusão de crianças com deficiência”, contou Fruet.
Com a presença do prefeito Gustavo Fruet, começaram nesta terça-feira (03) as obras do terceiro trecho do projeto Rio Parque, que prevê a implantação de um parque linear em toda a extensão do Rio Barigui. Nesta nova etapa, a Prefeitura vai investir R$ 4,6 milhões para implantar uma área de lazer e preservação ambiental na Cidade Industrial, com bosque, espaço para prática de esportes e uma novidade: o primeiro parquinho com brinquedos adaptados para crianças com dificuldades motoras.
“Estamos investindo em sustentabilidade. Nesta gestão, entregamos 287 mil metros quadrados de área verde e para este ano vamos entregar mais de 350 mil metros quadrados de área preservada para a cidade.”, disse o prefeito Gustavo Fruet. Ele enfatiza que o investimento em parques está sendo feito principalmente na região sul da cidade, reforçando a democratização do acesso ao lazer.
Esta é a sexta área de preservação da atual gestão – quatro já foram entregues e duas estão em andamento. Veja o mapa com as novas áreas verdes de Curitiba Aqui
O projeto Rio Parque vai unir os parques Tanguá, Barigui e Cambuí por meio do parque linear que está em implantação ao longo do rio Barigui. A área de preservação e lazer compreendida pelo trecho 3 fica na Rua  Paulo Roberto Biscaia, entre as Ruas Teomilia de Freitas Machado e Lenira Maria dos Santos Reis (nos fundos do Parque Cambuí), na Cidade Industrial de Curitiba (CIC). São 43,5 mil metros quadrados ao longo do Rio Barigui, que servirão para o convívio social, prática de esportes e preservação ambiental para os moradores da região.
A obra será executada com financiamento da Agência Francesa de Desenvolvimento e recursos do Município e deverá ser entregue no final deste ano.
“É mais um passo importante na implantação do Rio Parque, que é um projeto de conservação da natureza, melhoria da água dos rios e de oferta de lazer saudável”, diz o secretário municipal do Meio Ambiente, Renato Lima.
O parque
O novo parque terá pista compartilhada para pedestres e ciclistas, paisagismo com árvores nativas, cancha de futebol de areia, cancha de vôlei, canchas de mini futebol, academia ao ar livre e equipamentos de ginástica.
Seguindo a diretriz da Prefeitura de trabalhar por uma Curitiba Mais Humana, o parque será o primeiro da cidade a contar com brinquedo inclusivo voltado para crianças com dificuldades motoras em seu parquinho infantil. “A partir de agora, todos os parques da cidade terão investimentos para equipamentos para inclusão de crianças com deficiência”, contou Fruet.
O projeto também prevê nova iluminação, áreas de estar com pergolado, bicicletário, recapeamento da Rua Paulo Roberto Biscaiae a construção de uma passarela de pedestres sobre o Rio Barigui, fazendo a ligação com o Parque Cambuí. Além disso, o bosque será cercado.
A criação do parque atende a uma antiga solicitação das comunidades Barigui1 e 2, como explica a presidente da Associação de  Moradores, Marilei Correia de Almeida, moradora do bairro há  14 anos. “Há 10 anos a associação vinha lutando por uma infraestrutura melhor. Essa é uma grandeconquista. Em épocas de chuva  nós tínhamos  enchentes e, em dias de sol,  o problema era o mau cheiro que vinha do lixo depositado irregularmente no local e da área de banhado”, conta.
Marilei, conhecida na região como Mari, também fala da importância das melhorias que serão implantadas no entorno do parque, como a pavimentação da Rua Paulo Roberto Biscaia. “Agora sim vai ficar bonito e seguro. Nós poderemos investir nas nossas casas. Antes nem dava vontade de arrumar”, disse, enquanto assentava as novas lajotasdo piso da garagem.
“Uma bênção!”. Assim classifica a criação do parque a dona de casa Virlene Glonke, moradora da região há 11 anos. Ela e a mãe, dona Cecília Glonk, e contam que a região precisava de uma área de lazer para crianças e  idosos.  “Agora não será mais necessário que as criançasatravessem  o rio pra brincar na praça do outro lado”, diz Virlene.
Trecho 4 Rio Bonito
Na mesma ocasião, o prefeito Gustavo Fruet assinou a autorização para licitação do trecho 4 do Rio Parque, localizado na Rua General Luiz Carlos Pereira Tourinho e na Rua Dirce Rogal Tomazeli entre a Rua Crescência Bertholdi e a Rua Maria Luzardi Bertoldi, Campo de Santana.
Com uma área de intervenção ao longo do Rio Barigui de 86,5 mil metros quadrados e total de 238 mil metros quadrados que serão preservados, o novo parque deverá ficarpronto no fim de 2015. A obra, orçada em R$ 6,8 milhões, conta com recursos do município e da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD).
Rio – Parque de Conservação Barigui
O novo parque faz parte do Rio Parque Barigui, programa que prevê a implantação de áreas de preservação e de lazer ao longo do Rio Barigui a partir da integração dos conjuntos dos parques Tanguá, Tingui, Barigui, Cambuí, Guairacá, Mané Garrincha (já entregues) e Rio Bonito e Reserva do Bugio (em andamento). Com isso, será criado um corredor de biodiversidade para integração das diversas unidades de conservação.
A integração dos parques ajudará na recuperação e preservação das margens do Rio Barigui, a partir de medidas de preservação de nascentes, conservação de ambientes naturais existentes, ordenamento das áreas de ocupação irregular às margens do rio, recomposição e preservação da vegetação nativae mata ciliar, melhorando a  qualidade hídrica da bacia.

http://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/comecam-as-obras-do-novo-parque-na-cidade-industrial-de-curitiba/35672#.VPc7hCQ03Qk.facebook

terça-feira, 3 de março de 2015

Casal com paralisia cerebral têm um casamento de rodas


     





Todo mundo adora um bom post de casamento, especialmente quando há algo único sobre o casal, ou uma história de amor sentimental envolvida. Melissa Crisp e Cooper Owen, um casal adorável com paralisia cerebral, que se casou recentemente, sobre rodas.
(Ambos têm CP) Paralisia cerebral. A CP afeta os movimentos musculares, mas não é causada por problemas no músculo ou nervos. Em vez disso, é causada por uma lesão nas áreas do cérebro que controle o movimento muscular.
O casal se conheceu em um site, quando estavam ambos onlines. Melissa Crisp é uma escritora freelance que tem uma forma excepcional com as palavras.Cooper depois de ler seu artigo sobre dirigir com deficiência, no site Disaboom.com, que é um site de recursos para pessoas com deficiência, agora Cooper está encorajado para ir atrás de seu objetivo, que é dirigir.
“Dirigir era um objetivo meu por um longo tempo Diz Cooper: No início do nosso relacionamento, Melissa sempre me apoio.
This image has been resized. Click this bar to view the full image. The original image is sized 806x537.

This image has been resized. Click this bar to view the full image. The original image is sized 806x605.




No casamento, o casal se revezaram lendo algumas palavras, na última linha, eles leram juntos.
“Eu prometo a rolar em nosso futuro desconhecido, se perder ao longo do caminho, e descobrir toda a beleza, surpresa, e amor inerente em nossa jornada.”
Depois do casamento, a noiva eo noivo foram para o Havaí, onde Cooper alugou seu primeiro carro.
É realmente uma linda história. Isso serve para incentivar muitos que já não acreditam mais no amor verdadeiro
Fonte: today.com 
 http://www.deficiente-forum.com/afectividades/casal-com-paralisia-cerebral-tem-um-casamento-de-rodas/

Por que as mentes mais brilhantes precisam de solidão?




























Por SILVIA DÍEZ
Via Capturar
http://www.contioutra.com/por-que-mentes-mais-brilhantes-precisam-de-solidao/
Segundo o professor Robert Lang, da Universidade de Nevada (Las Vegas), especialista em dinâmicas sociais, muitos de nós acabarão vivendo sozinhos em algum momento, porque a cada dia nos casamos mais tarde, a taxa de divórcio aumenta, e as pessoas vivem mais. A prosperidade também incentiva esse estilo de vida, escolhido na maioria dos casos voluntariamente, pelo luxo que representa. A jornalista Maruja Torres, em sua autobiografia, Mujer en Guerra (da editora Planeta España, não publicada em português), já se vangloriava do prazer que lhe dava cair na cama e dormir sozinha, com pernas e braços em X. A isso se soma a comodidade de dispor do sofá, poder trocar de canal sem ter que negociar, improvisar planos sem avisar nem dar explicações, andar pela casa de qualquer jeito, comer a qualquer hora…
Como se fosse pouco, o sociólogo Eric Klinenberg, da Universidade de Nova York, autor do estudoGOING SOLO: The Extraordinary Rise and Surprising Appeal of Living Alone (ficando só: o extraordinário aumento e surpreendente apelo de viver sozinho, em tradução livre), está convencido de que viver só significa, também, desfrutar de relações com mais qualidade, já que a maioria dos solteiros vê claramente que a solidão é muito melhor que se sentir mal-acompanhado. Há até estudos que asseguram que a solidão facilita o desenvolvimento da empatia. Outra socióloga, Erin Cornwell, da Universidade Cornell, em Ítaca (Nova York), concluiu, depois de diversas análises, que pessoas com mais de 35 anos que moram sozinhas têm maior probabilidade de sair com amigos que as que vivem como casais. O mesmo acontece com as pessoas adultas que, embora vivendo sozinhas, têm uma rede social de amizades tão grande ou maior que a das pessoas da mesma idade que vivem acompanhadas. É a conclusão do estudo feito pelo sociólogo Benjamin Cornwell publicado na American Sociological Review.
marwari_marwari_stallion-1_hero
Fotografia Tom Chambers.

A base da criatividade e da inovação

As pessoas são seres sociais, mas depois de passar o dia rodeadas de gente, de reunião em reunião, atentas às redes sociais e ao celular, hiperativas e hiperconectadas, a solidão oferece um espaço de repouso capaz de curar. Uma das conclusões mais surpreendentes é que a solidão é fundamental para a criatividade, a inovação e a boa liderança. Estudo realizado em 1994 por Mihaly Csikszentmihalyi (o grande psicólogo da felicidade) comprovou que os adolescentes que não aguentam a solidão são incapazes de desenvolver seu talento criativo.
Susan Cain, autora do livro Quiet: The Power of Introverts in a World That Can’t Stop Talking (silêncio: o poder dos introvertidos num mundo que não consegue parar de falar), cuja conferência na plataforma de ideias TED Talks é uma das favoritas de Bill Gates, defende ao extremo a riqueza criativa que surge da solidão e pede, pelo bem de todos, que se pratique a introversão. “Sempre me disseram que eu deveria ser mais aberta, embora eu sentisse que ser introvertida não era algo ruim. Durante anos fui a bares lotados, muitos introvertidos fazem isso, o que representa uma perda de criatividade e de liderança que nossa sociedade não pode se permitir. Temos a crença de que toda criatividade e produtividade vem de um lugar particularmente sociável. Só que a solidão é o ingrediente essencial da criatividade. Darwin fazia longas caminhadas pelo bosque e recusava enfaticamente convites para festas. Steve Wozniak inventou o primeiro computador Apple sentado sozinho em um cubículo na Hewlett Packard, onde então trabalhava. Solidão é importante. Para algumas pessoas, inclusive, é o ar que respiram.”
Cain lembra que quando estão rodeadas de gente, as pessoas se limitam a seguir as crenças dos outros, para não romper a dinâmica do grupo. A solidão, por sua vez, significa se abrir ao pensamento próprio e original. Reclama que as sociedades ocidentais privilegiam a pessoa ativa à contemplativa. E pede: “Parem a loucura do trabalho constante em equipe. Vão ao deserto para ter suas próprias revelações”.

A conquista da liberdade

“Só quando estou sozinha me sinto totalmente livre. Reencontro-me comigo mesma e isso é agradável e reparador. É certo que, por inércia, quanto menos só se está, mais difícil é ficá-lo. Mesmo assim, em uma sociedade que obriga a ser enormemente dependente do que é externo, os espaços de solidão representam a única possibilidade se fazer contato novamente consigo. É um movimento de contração necessário para recuperar o equilíbrio”, diz Mireia Darder, autora do livro Nascidas para o Prazer (Ed. Rigden, não publicado em português).
Também o grande filósofo do momento, Byung-Chul Han, autor de A Sociedade do Cansaço (Ed. Relogio D’Agua, de Portugal), defende a necessidade de recuperar nossa capacidade contemplativa para compensar nossa hiperatividade destrutiva. Segundo esse autor, somente tolerando o tédio e o vácuo seremos capazes de desenvolver algo novo e de nos desintoxicarmos de um mundo cheio de estímulos e de sobrecarga informativa. Byung-Chul Han preza as palavras de Catão: “Esquecemos que ninguém está mais ativo do que quando não faz nada, nunca está menos sozinho do que quando está consigo mesmo”.

Autoconsciência e análise interior

As 5 chaves para desfrutar da solidão
1. Você é sua melhor companhia. A premissa básica é mudar a crença de que quem está acompanhado está melhor.
2. Uma oportunidade para nos conhecermos melhor e descobrir nosso rico mundo interior.
3. Em vez de se torturar, é preciso aproveitar a solidão para ler, pintar ou praticar esporte.
4. Escrever um diário. Ajuda a expressar sentimentos e a contemplar-se com mais conhecimento e carinho.
5. Como indica o psicólogo Javier Urra, com a solidão recuperamos “o gosto pelo silêncio e pelo domínio do tempo”.
“Para mim a solidão representa a oportunidade de revisar nosso gerenciamento, de projetar o futuro e avaliar a qualidade dos vínculos que construímos. É um espaço para executar uma auditoria existencial e perguntar o que é essencial para nós, além das exigências do ambiente social”, diz o filósofo Francesc Torralba, autor de A Arte de Ficar Só (Ed. Milenio) e diretor da cátedra Ethos da Universidade Ramon Llull. Na solidão deixamos esse espaço em branco para ouvir sem interferências o que sentimos e precisamos. “A solidão nos dá medo porque com ela caem todas as máscaras. Vivemos sempre mantendo as aparências, em busca de reconhecimento, mas raramente tiramos tempo para olhar para dentro”, diz Torralba.
Na verdade, a solidão desperta o medo porque costuma ser associada ao vazio e à tristeza, especialmente quando é postergada longamente por uma atividade frenética e anestesiante. Para Mireia Darder, é bom enfrentar esse momento tendo em mente que a tristeza resulta simplesmente do fato de se soltar depois de tanta tensão e de ter feito um esforço enorme para aparentar força e suportar a pressão frente aos que nos cercam. “Não se pode esquecer que para ser realmente independente é preciso aprender a passar pela solidão. O amor não é o contrário da solidão, e sim a solidão compartilhada”, diz Darder.
Em nossa sociedade, a inatividade —que surge com frequência da solidão— é temida e desperta a culpa. Fomos preparados para a ação e para fazer muitas coisas ao mesmo tempo, mas é quando estamos sozinhos que podemos refletir sobre o que fazemos e como o fazemos. O escritor Irvin Yalom, titular de Psiquiatria na Universidade de Stanford, confessava que desde que tinha consciência se sentia “assustado pelos espaços vazios” de seu eu interior. “E minha solidão não tem nada a ver com a presença ou ausência de outras pessoas. De fato detesto os que me privam da solidão e além disso não me fazem companhia.” Algo que, segundo Francesc Torralba, é muito frequente: “Embora estejamos cercados de gente e de formas de comunicação, há um alto grau de isolamento. Não existe sensação pior de solidão que aquela que se experimenta ao estar em casal ou com gente”.

Banda finlandesa formada por músicos com dificuldade de aprendizagem avança no Eurovision

Que interessante. O que acham?\

http://oglobo.globo.com/cultura/musica/banda-finlandesa-formada-por-musicos-com-dificuldade-de-aprendizagem-avanca-no-eurovision-15475834
Integrantes da PKN apresentam diagnósticos como autismo e síndrome de Down; grupo venceu seletiva nacional
OGLOBO.GLOBO.COM

Ana um dos casos que são exemplos de superação dentro da Equoterapia.


Afeto: Empatia

Pela falta de equilíbrio não tinha confiança de andar sem apoio ou escorando as costa em alguém ou algo

Não matinha o foco e tinha dificuldades em segurar a escova e fazer o movimento da escovação por medo de cair

Conseguiu essa confiança e exercer os movimentos de garra e preensão e movimento das articulações dos braços

Apoiou-se sem buscar encosto

Desencilhou desenvolvendo habilidade motora fina e foco atencional

Recebeu estímulos de dessensibilização por medo de cachorro e de um animal maior ainda que foi o cavalo, adquirindo confiança, afeto, carisma, e vontade de ajudar a cuidar, o que transcende para a melhora da autonomia. 
Esse ano a praticante que estuda em uma escola especial já foi para a sala correspondente a sua idade, já tem o desenvolvimento da escrita, melhorou a comunicação gestual mas pronúncia alguns sons referentes a cada tipo de interação. Faz a Equoterapia duas vezes por semana, um dia com o fisioterapeuta e outro comigo. A aproximação com o manejo foi a melhor forma da praticante se relacionar com o parceiro tão grande e a principio um pouco temido. Só a agradecer ao trabalho que o cavalo nos possibilita. Sou suspeita mas fico muito feliz por esse resultado e grata ao cavalo e todo o restante da equipe.   :)

Obs: Essa publicação tem o consentimento da mãe responsável
http://neuroequineterapic.blogspot.com.br/

Neurociência e Equoterapia

Um blog para divulgar o trabalho da Equoterapia aplicada a luz da neurociência. Também para compartilhar, pesquisar e estudar assuntos relacionados.

JFPR ajuda o Pequeno Cotolengo

O juiz federal Nivaldo Brunoni, diretor do foro da Seção Judiciária do Paraná, fez a entrega de 30 kg de lacres de alumínio arrecadados na "Campanha Lacre Solidário" do projeto de sustentabilidade da JFPR à entidade Assistencial Pequeno Cotolengo de Curitiba na tarde desta quinta-feira (26/2).
Brunoni foi recebido pelo padre Renaldo Amauri Lopes e Priscila Guimarães, representantes da instituição, que agradeceram a contribuição em benefício dos 209 portadores de deficiências múltiplas atendidos pela entidade.
O Pequeno Cotolengo vende os lacres de alumínio e, com a contraprestação financeira, adquire cadeiras de rodas, medicamentos e alimentos especiais para os acolhidos. "Aproveito a oportunidade para reconhecer o empenho de todos que participaram da campanha, destacando a significativa contribuição dos públicos interno e externo da Sede Bagé.", disse o diretor do foro.

Fonte: Comunicação Social JFPR

domingo, 1 de março de 2015

Parque Adaptado traz diversão e inclusão para crianças portadoras de deficiência física Leia mais em: http://www.diariodigital.com.br/geral/o-meio-se-adaptando-as-criancas/123841/





 
Um dia de alegria e inclusão social, com direito a Papai Noel. Assim se deu a inauguração do 1º Parque Infantil Adaptado de Mato Grosso do Sul dentro do Parque das Nações Indígenas em Campo Grande. 
O Diário Digital esteve na inauguração e logo de cara encontrou a pequena Isadora, de 6 anos, e sua mãe, Soeli Rodrigues Ferraz ansiosas para chegar ao parque adaptado. Isadora estava tímida, ao contrário da mãe que estava ansiosa, preparando a menina na cadeira de rodas. Mas só foi chegar ao local, que Isadora abriu um largo sorriso e começou a balançar nos primeiros brinquedos que foram construídos especialmente para crianças como ela, que tem deficiência física, e se locomove com a ajuda de muletas especiais e cadeira de rodas. A alegria é contagiante. A mãe Soeli estampava um sorriso no rosto pela alegria de ver a filha brincando em um local feito para ela. “Pela primeira vez, ela [Isadora] não teve que se adaptar ao meio. 

O meio se adaptou a ela. Isso é motivo de muita alegria e um grande passo para a interação social com outras crianças”, diz Soeli. Quem também aproveitou a novidade foi o pequeno Artur, que tem baixa visão, mas que ficou perfeitamente acomodado em um balanço confortável. A mãe, funcionária pública Katia Lopes, disse que mesmo o Artur ainda conseguindo brincar em parquinhos normais, estar em um parque adaptado é muito melhor e mais seguro. O arquiteto responsável pelo 1º Parque Adaptado de Mato Grosso do Sul, Rubens Leles, revelou que doou o projeto de construção do parque e que o trabalho foi gratificante. 

“O parque não tinha algo destinado às crianças de uma maneira adaptada. Fazer parte de um projeto social como esse é muito importante para mim e muito emocionante”, comenta o arquiteto que completou dizendo que os brinquedos foram trazidos e instalados por uma empresa certificada de São Paulo. A iniciativa do 1º Parque Infantil Adaptado foi da Câmara de Dirigentes Lojistas de Campo Grande (CDL/CG), Ministério Público Estadual (MPE), através da 67ª Promotoria de Justiça dos Direitos Humanos, e iniciativa privada. De acordo com o presidente da CDL/CG, Ricardo Kurinari tudo começou após a campanha “Essa vaga é muito especial” e em conversas com o MP, onde surgiu a ideia de montar um parque adaptado.

 “A iniciativa é um avanço para a comunidade de Campo Grande e o projeto se tornou pioneiro no Centro-Oeste. O grande agradecimento, enquanto a entidade é para os empresários que na mesma hora participaram para construção do parque”. Quem também está feliz com o parque adaptado é promotora Jaceguara Passos, que partir de um projeto de conscientização e inclusão social, surgiu a ideia do parque adaptado. “Estou muito feliz com essa ação e a participação da iniciativa privada, exemplificando essa aproximação com o poder público. 

Que parcerias como essas para beneficiar e dar acessibilidade a população se tornem cada vez mais visíveis. Ver hoje as crianças neste parque adaptado é algo que não tem preço”, comenta.
Leia mais em: http://www.diariodigital.com.br/geral/o-meio-se-adaptando-as-criancas/123841/

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Síndrome de Down: um cromossomo a mais. De mais amor e mais carinho

Mães e pais de portadores da SD falam dos obstáculos e dos prazeres de ter um filho ou filha com o tempo diferente

Benjamin durante a aula de natação: com seu nascimento a mãe aprendeu a entender a relação diferente com o tempo dos filhos. “Benjamin me ensinou a ser mãe” (foto: Valquir Aureliano)
Benjamin tem 2 anos e não costuma faltar as aulas de natação às quartas-feiras pela manhã. Quem o observa de longe não percebe nada de diferente. É apenas um menino correndo para a piscina como as demais crianças da turma, que fazem a maior festa ao cair na água. “E não há mesmo, exceto pelo fato dele ter um tempo diferente para aprender as coisas e é muito fofinho, com aqueles olhinhos puxadinhos, comuns ao fenótipo down, e sempre muito brilhantes e sorridentes”, afirma a mãe orgulhosa.
Psicóloga por formação, Camila Guimarães, revela que o amor que sente pelo filho sempre foi o mesmo, mas no começo não era simples ser mãe de Benjamin. Ela revela que a referência que tinha sobre a Síndrome de Down (SD) era a pior possível, pois como é do interior, antigamente as pessoas se referiam ao down como mongoloide e simplesmente os escondiam. 
Da adolescência, Camila tem a memória de sempre passar correndo em frente à casa de um vizinho, quando saia da escola e ia para casa. “Ele sempre saia correndo atrás de quem passasse pela rua”, diz. “E foi essa a primeira coisa que veio à minha cabeça quando soube que meu filho era down”, relata ciente de que, apesar da evolução da sociedade, essa é ainda a visão de uma grande parcela da população a respeito da Síndrome de Down.
Camila afirma que o maior desafio de ter um down está neste “pré conceito” e na habilidade dessa mãe — ao mesmo tempo que trabalha dentro de si as referências que traz —, conseguir enxergar no filho apenas um bebê e ser para ele a sua mãe. “Um bebê que como qualquer outro precisa ser acolhido, aceito e respeitado”, explica.
A profissional que hoje trabalha como voluntária no Laboratório da Síndrome de Downs da América Latina, que funciona no Hospital de Clínicas (HC), da Universidade Federal do Paraná (UFPR), e presta atendimento a familiares e as crianças portadoras da síndrome, reconhece que esse processo não é simples. E por mais esclarecida que uma mãe seja não tem como ela não sentir medo, pois faz parte da natureza das mães terem temor pelo futuro dos filhos.
Buscar informações para saber de que modo ela poderá atender as necessidades deste bebê é o caminho mais acertado. “É nele que essa mãe consegue desmistificar conceitos, desembaralhar o seu futuro e de seu filho”, diz. “Mas não é fácil, é preciso respeitar o tempo de luto, de entender que não precisamos atender às expectativas dos outros, mas as nossas e a de nosso filho e todo esse processo demora cerca de um ano”, conta.
Camila conta que os medos em relação a Benjamin cessaram após a festa de primeiro ano do filho. “Lembro que meu pai perguntou o que queria para o Benjamin e eu disse que uma grande festa de um ano”, relata. “Foi ali que comecei a distender, a deixar os medos de lado, viver e a ser mãe de verdade de meus filhos”, conta.
Hoje, ela resume à chegada de Benjamin a necessidade “dela” apreender a ser mãe. Camila conta que sempre foi meio perfeccionista e era deste modo, quase tirano, que levava a educação do filho mais velho, Henry que tinha quatro anos quando Benjamin nasceu. “O Benjamin me ensinou a ser mãe, apenas mãe. A ter uma relação diferente com o tempo e com os meus filhos”, diz.
Camila diz que quando perguntam a ela como é ser mãe de um down, ela costuma dizer que é como planejar férias para a Itália, comprar a passagem e descobrir já no desembarque que a operadora se enganou e, ao invés da Itália, a viagem vai para a Holanda. “Os dois países são maravilhosos e oferecem uma infinidade de possibilidades para aquela pessoa que esquecer que iria para a Itália e resolver apenas aproveitar a viagem”.
Bem Paraná