sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Surfista brasileiro cego vira celebridade no Havaí antes de Mundial

PAULO FAVERO - ENVIADO ESPECIAL AO HAVAÍ - O ESTADO DE S. PAULO
08 Dezembro 2014 | 20h 38

Derek Rabelo está em Pipeline e é o personagem principal de um documentário que conta com a participação de estrelas do surfe

O brasileiro Derek Rabelo está longe de ser um surfista de alto nível. Mas sua história de superação está chamando a atenção do meio esportivo e no último domingo, no Havaí, ele participou de uma exibição do filme que conta sua história. O rapaz nasceu cego, mas mesmo diante de todas as dificuldades, decidiu pegar ondas e realizar um sonho: entrar em um tubo na praia de Pipeline.
A produção "Beyond Sight" conta as aventuras do rapaz, que vem de família humilde e teve seu nome dado em homenagem ao famoso surfista havaiano Derek Ho. "Estou muito feliz com o carinho das pessoas aqui no Havaí", disse ao Estado o rapaz, que na segunda-feira aproveitou para entrar no mar em Pipeline.
O filme tem a participação de nomes consagrados da modalidade, como Laird Hamilton, Mike Stewart, Joel Parkinson, Adriano de Souza, Damien Hobgood, Carlos Burle e o 11 vezes campeão mundial Kelly Slater, que fez questão de participar de uma sessão de surfe com Derek e até colocou uma venda nos olhos para pegar uma onda e ter a sensação de como é surfar sem poder enxergar.
MEDINA PERTO DO PRIMEIRO MUNDIAL EM PIPELINE, NO HAVAÍ
Marcio Fernandes/Estadão
Medina aproveita dia livre para treinar em Pipeline
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Sem poder enxergar, Derek se guia pelo som do mar e pela ajuda dos companheiros. As dificuldades são enormes e ele teve alguns ilustres professores, como Fabio Castor, o Maru, e Magno Passos, especialista em bodyboard. "Eu acho que servi de inspiração para muita gente e o céu é o limite. Não sei até onde posso chegar", afirmou Derek.
No Havaí, ele caminha pela praia com sua guia tocando na areia, e a outra mão carrega uma prancha. Sua história tem rodado o mundo e emocionado muita gente, tanto que o produtor Bryan Jennings já prepara uma outra produção que terá Derek como personagem. "Vamos fazer um filme com três pessoas que montam touros e três surfistas, mostrando como é cada um dos esportes. O Derek acabou de subir em um touro", conta.
ASSISTA AO TRAILER

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Cuidado!!Nao superestime o coracao de uma PESSOA DEFICIENTE,seu sexto sentido fala mais alto do que voce pensa!!


 
Esta semana levei meus meninos em um shopping para fazer a clássica foto com Papai Noel. Porém desta vez, Leo não quis. Percebi que aquele Papai Noel nem fez muita questão, demonstrou medo em segurá-lo, insistia para eu estar na foto junto, e acho que Leo com sua híper sensibilidade deve ter sentido o mesmo, pois chorou, reclamou, coisa que ele nunca fez todos os anos.
 
E então resolvi fazer o 'teste', levando Leo em outro shopping. No primeiro momento Leo olhou desconfiado, chegou a quase fazer beicinho, até se render e se entregar às graças deste Papai Noel! Em segundos já estava no colo dele, sendo abraçado, beijado, deixando o bom velhinho emocionado, sem conseguir falar com a voz embargada pelo choro. Nem eu aguentei e dei um abraço mega apertado no velhinho!
 
O resultado do teste?! A imagem fala por si! 
Porque especial não é meu filho por ter necessidades diferentes dos outros. E sim o que está dentro de cada um de nós! E Leo sabe muito bem quem é quem!

A CIA de Dança Guerreiros encerra suas atividades artísticas em 2014

A CIA de Dança Guerreiros encerra suas atividades artísticas em 2014 participando do espetáculo "A Bela Adormecida" da Cenario Espaço Arte, no palco do Guairão! Foi mais uma experiência emocionante, celebrando a arte da dança com tantos artistas fantásticos!! Agradecemos à escola pela oportunidade de vivermos toda essa magia com tanto carinho e alegria!! Parabéns a todos pelo emocionante espetáculo!! com Joyce Schmidt Gonçalves Jansen Thais Schmidt Bia Miranda Vitor Cobalchini Michelle Bornemann Fran Souza Noelisa Brasil Noelia Da Silva Rosa Emanueli Varela Vivi Toya Joseana Withers









https://www.facebook.com/InstitutoGuerreirosDeArteReabilitacao?fref=photo

O Instituto Guerreiros de Arte-Reabilitação foi fundado em março de 2012 com o intuito de oficializar as atividades desenvol...vidas pela Cia. de Dança Guerreiros e abranger sua atuação no campo da Neuroreabilitação. O Instituto tem como atividade principal a utilização da dança como um prazeroso e inovador recurso de reabilitação neurológica para indivíduos acometidos por desordens psicomotoras decorrentes de prejuízos no sistema nervoso. A atividade desenvolvida foi idealizada pela fisioterapeuta Joseana Withers, a qual percebeu que a modalidade de dança Hip Hop promove várias situações capazes de contribuir diretamente para atuação prazerosa dos princípios utilizados pela neurociência na recuperação física e emocional desses indivíduos. O Método Withers de Neuroreabilitação é aplicado na Cia. de Dança Guerreiros, composta por crianças e adolescentes com paralisia cerebral, que encontraram no ritmo do Hip Hop um estimulante aliado para a recuperação de movimentos, da auto-estima e do bem estar. Para que os avanços e conquistas estejam em constante evolução, o Instituto conta com uma equipe de colaboradores vonlutários que atuam de maneira dedicada e integrada, inspirados pela entrega dos participantes que a cada encontro se deixam tocar por essa proposta e realizam a emocionante arte da superação!
  • Prêmios
    Prêmio Voluntariado Transformador -2009
    Prêmio Fani Lerner 2012
  • E-mail
    institutoguerreiros@hotmail.com

  • Alunos criam aplicativo para ajudar crianças com autismo e dislexia

    http://g1.globo.com/mato-grosso/bom-dia-mt/videos/t/edicoes/v/alunos-criam-aplicativo-para-ajudar-criancas-com-autismo-e-dislexia/3816689/

    quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

    Homem Brasileiro Criou Um Parque Para Crianças Com Necessidades Especiais

    A unidade do Alpapato é o primeiro parque pensado especificamente para crianças com dificuldades físicas ou de locomoção. 

    No Brasil, mais precisamente em São Paulo, encontra-se este incrível parque de brincar com cerca de 15 brinquedos adaptados, ideias para crianças com algumas dificuldades.

    Desde camas elásticas até baloiços, tudo jogos bem pensados para o desenvolvimento lúdico e para a integração destas crianças nas brincadeiras mais habituais. 

    O nome do criador é Rodolfo Henrique Fischer, os amigos chamam-lhe apenas Rudi. É um analista financeiro que considera errada a expressão "incluir", pois nenhuma criança com necessidades especiais deve estar excluída.

    A ideia surgiu em Israel, onde Rudi ficou a conhecer uma associação que une pessoas de comunidades e religiões distintas. Por isso mesmo decidiu que, a bem da integração, o parque teria brinquedos para crianças com ou sem deficiência.

    Os parques já estão em expansão em Porto Alegre, Recife e Ararquara.









    http://www.chiadomagazine.com/2014/10/homem-brasileiro-criou-um-parque-para.html

    Hoje é Dia do Palhaço!!



    É o nosso dia!! Viva!!!

    “Para ser um bom Doutor Palhaço não basta criar momentos de alegria, você tem que ser a alegria. É a alegria que vem do coração, é a alegria em movimento"
    Patch Adams


    Evento de abertura da Biblioteca de Culturas Surdas

    dia 10/12 - quarta - das 19h30 às 21h30
    Nesse dia será aberta no CCSP a Biblioteca de Culturas Surdas. Mais do que um espaço “para surdos”, ela se caracteriza por um serviço de atendimento a usuários da Libras e membros da comunidade surda. Além de obras da área de Estudos Surdos, também contará com eventos, exposições e intervenções “surdas”, além de funcionários habilitados em libras e na cultura surda. Com a língua brasileira de sinais – Libras – cada vez mais presente nos cenários antes dominados pelos ouvintes, este grupo cultural e linguístico ganha a cada dia novos “lugares de discurso”. Disseminar a Libras, conhecer a cultura e possibilitar que os surdos se apoderem da cidade são as diretrizes que norteiam a Biblioteca de Culturas Surdas. No dia da inauguração haverá uma mesa com a participação de Ana Duckworth (bibliotecária), Sabrina Denise Ribeiro (educadora especial para surdos da Pinacoteca do Estado de São Paulo) e Silvia Lya Grespan Neves (diretora regional da Feneis-SP – Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos de São Paulo). Em seguida acontecerá um sarau bilíngue realizado pelo grupo Corposinalizante. (120min, livre)
    Entrada franca - sem necessidade de retirada de ingressos
    Praça Mário Chamie (Bibliotecas)
    icone de libras Haverá interpretação em Libras

    terça-feira, 9 de dezembro de 2014

    A exclusão e o preconceito só servem para criar pessoas que escondem seus desejos e temem sua própria sexualidade, obviamente é como viver um inferno interno


    LGBTs, somos saúde social.

    09 de dezembro de 2014

    Pessoas doentes, homofóbicas, transfóbicas, precisam ter a oportunidade de interagir com a sexualidade saudável, com bissexuais, homossexuais, a transexuais que tenham a garantida da vida social plena e saudável para que LGBTfóbicos superem essa doença....
    A exclusão e o preconceito só servem para criar pessoas que escondem seus desejos e temem sua própria sexualidade, obviamente é como viver um inferno interno. Algumas pessoas conseguem mentir o tempo todo. Imaginem o fardo de uma pessoa homofóbica que, obviamente, esconde sua sexualidade. Trata-se de uma pessoa socialmente atrofiada, isso é muito cruel. Esse tipo de mentira que envolve a libido precisa estar acompanhada de muitas confirmações falsas, frequentemente sórdidas, para que outras pessoas acreditem.
    Homofobia é sexualidade doente, transfobia é sexualidade doente, ainda será preciso evidenciar teoricamente para algumas pessoas que não conseguem ver o ÓBVIO no cotidiano?
    É claro que o fato de promovermos saúde por não conseguirmos ocultar nossa sexualidade, por termos um comportamento pessoal que nos impede de falsear o amor e o prazer vitais, não nos impede de adoecer, e até se matar. Todas as pessoas podem ter graves problemas, isso não é exclusividade das pessoas LGBTs, pelo contrário, temos muitos problemas, porque socialmente a doença LGBTfobia nos causa muito mais problemas do que as pessoas que casam, amam e preferem sexo com pessoas do sexo oposto.
    Constrangimentos, traumas, humilhações, exclusões, culpas e morte. Nosso cotidiano é aprender a lidar com os problemas da LGBTfobia, é responder de modo a mudar a visão das pessoas doentes, e não aceitar o lugar de exclusão e as imagens estereotipadas que nos impuseram por muito tempo.
    Nós que vivemos e assumimos as nossas sexualidades e amor, independente da orientação sexual e das identidades, nós somos a cura. Alguém precisa explicar o ÓBVIO, somos um grupo que de modo muito especial precisa e luta por o respeito nas relações sociais. Nosso lugar é o amor e o prazer, as mais lindas formas de expressão das relações humanas na vida social: Amor e Prazer.
    Somos a diferença do prazer dentro dos lares, dos grupos étnicos exclusivos, das fronteiras religiosas, políticas e econômicas estabelecidas, as quais não nos comportam. Muitos de nós somos excluídos por nossas famílias exclusivas, essas famílias foram vítimas também. Foram vítimas de um sistema social fundamentado no princípio da hetero normatividade, pautado em relações econômicas e políticas cruéis. Não precisamos citar nada nem ninguém para entendermos a relação entre economia e exclusão social.
    Sem famílias sectárias, nossas famílias inclusivas são a cara e o jeito de uma Humanidade que vive a Diversidade em sua plenitude, porque somos diversas e ao mesmo tempo nos sentimos iguais, humanas . Agora, para essas novas famílias encantadoramente coloridas, basta olhar e ver, vamos cuidar de nossas filhas e filhos para que saibam desarticular a ignorância e os preconceitos, porque isso nós sabemos fazer bem.
    Que nossas filhas e filhos, de todas as famílias, conheçam um mundo muito melhor do que o que conhecemos.


    Marcha Xingu Vivo

    Link de onde tirei a imagem, https://www.facebook.com/NossosTonsLgbt/photos/a.363905103636586.106529.363805913646505/1011109968916093/?type=1&theater

    Crianças internadas em hospital de Florianópolis brincam com cães

    Cinco animais participaram de visita no Hospital Joana de Gusmão.
    Iniciativa da pedagogia hospitalar usa bichos para alegrar pacientes.

    Do G1 SC
    Cachorros dóceis fizeram a tarde de pacientes mais feliz. (Foto: Paulo Goeth/Divulgação)Cachorros dóceis fizeram a manhã de pacientes mais feliz (Foto: Paulo Goeth/Divulgação)
    Cinco cães fizeram a alegria de cerca de 40 crianças internadas no Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, na manhã desta terça-feira (9). A iniciativa da visita de animais aos pacientes foi um projeto piloto da área de pedagogia do hospital com o Instituto Cão Amigo e Cia.
    Um labrador também brincou com as crianças. (Foto: Paulo Goeth/Divulgação)Um labrador também brincou com as crianças
    (Foto: Paulo Goeth/Divulgação)
    "Superou nossas expectativas. Sensibilizou a todos. Quando a criança é internada, acaba criando um ruptura com o cotidiano. O contato com os cachorros proporcionou alegria e bem-estar", disse a chefe do Setor de Pedagogia Hospitalar, Cláudia Mattos Silva. Agora o hospital irá avaliar visitas periódicas dos bichos em 2015.
    Crianças entre 0 e 15 anos, que tiveram autorização médica para sair dos leitos, foram até a área de sol do hospital para receber os cachorros. Dois cães de grande porte, um são bernardo e um labrador, dóceis, estavam no pátio. Os pacientes puderam fazer carinho e brincar com os animais.
    Foram ao pátio pacientes ortopedia, neurologia, nefrologia e oncologia. Na ala do hospital destinada a ortopedia, três cachorros de pequeno porte visitaram os quartos de internação. Segundo o setor de pedagogia, todos os animais foram higienizados, alguns inclusive usaram uma especie de 'luva' nas patas, e os leitos foram cobertos.

    Táxi adaptado começa a rodar em Santos







    Veículo é o primeiro do tipo na região; Prefeitura vai conceder incentivo para categoria aderir ao modelo

    Santos é a primeira cidade da Baixada Santista a ter um táxi acessível. O veículo, apresentado ontem no Paço Municipal, é adaptado para transportar cadeirantes, pessoas com mobilidade reduzida e idosos. O serviço é disponibilizado por meio de agendamento e o valor é igual ao de uma corrida normal.

    “É o primeiro veículo desse tipo no Município. Um avanço muito grande, pois inclusão é para todos. É muito frustrante para o cadeirante ter que ser carregado para dentro do veículo e não poder ir na sua própria cadeira”, disse Eduardo Ravasini, coordenador de Defesa de Políticas para a Pessoa com Deficiência (Codep) da Prefeitura de Santos. Ele, que é cadeirante, realizou a viagem inaugural do veículo.

    O advogado Roberto de Faria é o proprietário do táxi adaptado. Inspirado no pai, que era taxista, ele seguiu a profissão e atua no ramo com o auxílio de colaboradores. “Ouço muito as queixas sobre a falta de opções de transporte. O cadeirante passa por uma situação constrangedora, pois muitas vezes necessita ser carregado pelo taxista. No carro adaptado ele conseguirá entrar com a sua própria cadeira”, explica.

    Para adaptar o veículo, Faria desembolsou R$ 28 mil. “Utilizei uma linha de crédito do Banco do Brasil, que tem juros baixos e é voltada à acessibilidade. O que encarece os custos é o seguro, pois é composto pelo seguro do veículo e o do equipamento. Mas estamos conversando com as seguradoras ”, destaca.

    A Administração Municipal concedeu ao proprietário do veículo isenção fiscal do Preço para a Ocupação de Áreas em Vias e Logradouros Públicos e do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN). O prefeito, Paulo Alexandre Barbosa, encaminhou, ontem, à Câmara Municipal projeto de lei que concede os benefícios aos taxistas que desejarem tornar seus veículos acessíveis.

    “A Prefeitura está trabalhando junto às associações e cooperativas para que outros taxistas se sintam motivados a trocar o carro convencional por um adaptado. A isenção da taxa e do imposto se dará enquanto o taxista estiver com o veículo acessível, se voltar para o comum perderá o benefício”, disse Rogério Vilani, diretor de Transportes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de Santos.

    Os veículos adaptados deverão ser padronizados. A CET publica hoje resolução informando as características como adesivo na dianteira e lateral do veículo indicando o transporte de cadeirantes. Todos deverão ser aprovados em vistoria feita pelo órgão.

    O táxi acessível possui rebaixamento do piso, que permite ao cadeirante acesso ao veículo pela parte traseira, com a cadeira de rodas. O veículo ainda disponibiliza espaço para transportar com conforto mais dois acompanhantes. Os agendamentos devem ser feitos por meio da Associação Disk Táxi, pelos telefones 0800-7700231 ou 3202-1150.