sábado, 29 de novembro de 2014

SAIU A 4ª EDIÇÃO DA CARTILHA DA MULHER OSTOMIZADA.


SAIU A 4ª EDIÇÃO DA CARTILHA DA MULHER OSTOMIZADA.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008
É com alegria que divulgamos a publicação da 4ª edição da “Cartilha da Mulher Ostomizada” que será distribuída, gratuitamente, a todo o público ostomizado através do site Portal Ostomizados.

Essa “cartilha”, apesar do seu título insinuar o contrário, apresenta uma série de informações de relevante importância para as mulheres ostomizadas e, também, para os homens em igual condição. Nela, você vai encontrar dicas de vestuário, alimentação, higiene, etc.

Em uma linguagem simples e amigável, Damaris Morais – a inventora


Texto original em http://www.ostomizadosecia.com/2008/10/saiu-4-edio-da-cartilha-da-mulher.html#ixzz3KVLRqMdW
publicado no blog Ostomizados e Cia.

RETRAÇÃO DE UMA ILEOSTOMIA


RETRAÇÃO DE UMA ILEOSTOMIA.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008
O estoma de uma pessoa ileostomizada deve ter um comprimento de cerca de 20 milímetros, mas alguns cirurgiões defendem que ele deve ser mais longo, tendo seu comprimento entre 25 e 35 milímetros.

A ideia é que os comprimentos desses estomas sejam de tal forma que a sua projeção para frente, permita que os seus efluentes sejam lançados no interior da bolsa coletora, o que impedirá a aderência de conteúdos em sua base. Contrapondo-se a essa vantagem, os estomas mais longos ficam expostos aos impactos externos e, assim, sujeitos a traumas e ferimentos.

Avaliando-se as vantagens e desvantagens relativas ao seu comprimento, chega-se à conclusão que é preferível um estoma um tanto mais longo do que um curto, como será mostrado mais adiante.

O que muitos não sabem é que há uma diferença na criação de estoma


Texto original em http://www.ostomizadosecia.com/2008/10/retrao-de-uma-ileostomia.html#ixzz3KVJOLBVk
publicado no blog Ostomizados e Cia.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Parques terão brinquedos adaptados

GAZETA DO POVO

Antônio More/ Gazeta do Povo /
Parques públicos de Curitiba vão ganhar brinquedos adaptados para crianças com deficiência física. A ideia é colocar equipamentos inclusivos ao lado de brinquedos comuns, para que crianças com ou sem necessidades especiais possam se divertir juntas. Por iniciativa do vereador Felipe Braga Côrtes, R$ 26 mil serão destinados, a partir de emenda parlamentar, para tirar do papel o projeto idealizado por Shirley Ordonio, 38 anos, mãe de uma menina de 4 anos com paralisia cerebral e cadeirante (foto). Em uma reunião realizada ontem com Shirley e o vereador, o secretário municipal de Meio Ambiente, Renato de Lima, se comprometeu a colocar três ou quatro brinquedos especiais em algum parque ou alguma praça pública já em 2015. O objetivo é posteriormente expandir a iniciativa.
Inclusão na diversão
Cansada de ver a filha Letícia não conseguir brincar com a irmã gêmea, Camila, nem com o irmão, Leonardo, de 6 anos, Shirley começou a pesquisar possibilidades e elaborou o projeto Lazer, Inclusão e Acessibilidade (LIA). A história da curitibana foi contada em outubro, aqui na Gazeta, pela jornalista Bruna Komarchesqui (bitly.com/projetolia). O projeto LIA foi apresentado por Shirley, em julho do ano passado, para a secretária especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Curitiba, Mirella Prosdócimo. No início deste ano, teve início a procura da mãe por vereadores interessados em ajudar.
Inspiração
O LIA foi inspirado e segue os mesmos exemplos de brinquedos de um projeto de São Paulo chamado Anna Laura Parque para Todos (Alpapato). Desenvolvido pelo engenheiro Rodolfo Fischer após perder a filha de 3 anos em um acidente, o Alpapato inaugurou o seu primeiro parque acessível em janeiro, na Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) da Mooca (foto). O parque foi financiado pelo próprio Fischer. O Projeto LIA pretende trabalhar com outra frente: oferecer brinquedos adaptados em parques e praças públicas, com o apoio dos órgãos públicos.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

#‎Autismo‬ na mídia: Estudo Autistas vêm os rostos de formas diferentes - Notícias ao Minuto

Estudo Autistas vêm os rostos de formas diferentesNotícias ao MinutoEstes foram confrontados com 36 fotografias de pessoas com expressões emocionalmente neutras e o que se verificou foi que as pessoas com autismo faziam julgamentos bastante diferentes das expressões que lhes eram apresentadas, em comparação ...
Um estudo realizado pela Universidade de Montreal, no Canadá, concluiu que o facto de os autistas não conseguirem analisar expressões faciais, interfere na forma como interagem com os outros.
Mundo
Autistas vêm os rostos de formas diferentesAutistas vêm os rostos de formas diferentes Autistas vêm os rostos de formas diferentes
reuters
Pessoas que sofrem de autismo vêm as faces de forma diferente. A conclusão é de um estudo canadiano que revela que deve ser por este motivo que estes têm dificuldade em fazer julgamentos perante expressões faciais.
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As perceções variam de pessoa para pessoa, mas este facto pode agora explicar a forma como estes interagem e comunicam socialmente. O Daily Mail refere, inclusivamente, que esta conclusão pode ajudar amigos, familiares e técnicos de saúde a interagirem com estas pessoas.
O estudo foi feito com base em 33 pessoas com autismo e outras 33 sem esta patologia. Estes foram confrontados com 36 fotografias de pessoas com expressões emocionalmente neutras e o que se verificou foi que as pessoas com autismo faziam julgamentos bastante diferentes das expressões que lhes eram apresentadas, em comparação com o outro grupo de pessoas, que apresentava uma mesma perceção sobre as diferentes fotografias.
“A avaliação da expressão de uma pessoa é um processo rápido que influencia a forma como pensamos e o julgamento que fazemos acerca de outra pessoa”, refere um dos autores do estudo, que acredita “que estas descobertas ajudarão a perceber qual a melhor forma de interação com pessoas com autismo”.

Philips lança dispositivos para combater dores controlados por smartphones

Philips está prestes a lançar novos dispositivos controlados poriPhones e iPads, mas eles não se tratam das habituais bases paracelulares, famosos docks, ou sistemas de luzes inteligentes, como o Hue. As novidades são conjuntos de gadgets feitos para ajudar a suprimir dores persistentes, o PulseRelief e o BlueTouch.
O PulseRelief – que você vê na imagem no início do texto e na que vem a seguir – usa uma tecnologia chamada Estimulação Eletrônica Transcutânea de Nervos (TENS, na sigla em inglês), que supostamente impede que os sinais de dor cheguem ao seu cérebro. Ao mesmo tempo, o aparato estimularia a produção de endorfinas, elementos químicos que geram sensações de bem-estar e de felicidade.
Voltados para pessoas que sofrem dores em músculos e ligamentos, há uma grande variedade de dispositivos similares ao PulseRelief no mercado – basta procurar por “TENS device” em sites como eBay ou Amazon para ter uma ideia. O diferencial do aparelho da Philips é a possibilidade de escolher entre 60 níveis de intensidade por meio de seu aplicativo para smartphones e tablets.

Luzes mágicas

Enquanto isso, o BlueTouch – mostrado na imagem abaixo – é voltado para combater dores específicas nas costas e é a versão atualizada de um produto similar mais antigo da Philips. O aparelho joga uma luz azul proveniente de LEDs contra a sua pele, o que a fabricante afirma estimular o corpo a liberar óxido nítrico, que aumenta o fluxo sanguíneo e auxilia no processo natural de cura.
Assim como o PulseRelief, o novo BlueTouch vem com um aplicativos para dispositivos móveis, de onde é possível escolher padrões diferentes de tratamento. Ambas as novidades chegarão às lojas físicas norte-americanas em setembro e serão vendidos online a partir de novembro, mas seus preços ainda não foram divulgados. É recomendado consultar seu médico e ler atentamente as informações sobre os aparelhos antes da aquisição.
FONTE(S)
IMAGENS

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Médicos se surpreendem com recuperação de jovem americana com lúpus

tratamento à base de esteroides e antibióticos reverteu o estágio grave em que se encontrava, algo inusual nessa doença autoimune

Bruna Sensêve
Publicação: 24/11/2014 09:10 Atualização:

Olhos inchados, dores de cabeça e um cansaço contínuo transformaram-se em inflamação cerebral, falência de órgãos vitais e uma febre que bateu os 41 graus. “Tudo começou com dores nas juntas, nos braços e cotovelos. Então, comecei a me sentir muito mal.” No primeiro instante, a estudante Lauren Bank, 22 anos, achou que tinha uma gripe forte, mas duas horas depois estava inconsciente. “Em um ponto, eu não conseguia mais enxergar. Eu ouvia as pessoas, mas não via nada. Até que perdi a habilidade de mexer meu corpo.” O caso da estudante é marcante para uma doença ainda sem cura, e tratamento meramente sintomático. Após uma agressão tão intensa, Lauren teve uma recuperação considerada extraordinária e incomum. Ela confirma: “Estou ótima”.

Clique na imagem para ampliar (Arte/CB/D.A Press)
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A progressão do estado de saúde da jovem foi assustadora até para a dupla de médicos que a atendeu no Centro Médico da Universidade de Loyola, em Chicago, Estados Unidos. “Quanto à severidade da doença, Lauren seria classificada como um dos casos mais graves que já vimos. Ela basicamente tinha todos os órgãos envolvidos com o lúpus, desde as juntas ao coração e aos pulmões”, descreve o reumatologista Rodney Tehrani.

O lúpus é uma doença autoimune rara, mais frequente em mulheres e provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Exatamente o extenso e resistente exército de defesa do organismo, que deveria combater agressões externas causadas por vírus, bactérias ou outros agentes patológicos, se volta contra os tecidos do corpo.

Leia mais notícias em Ciência&Saúde

O motivo para esse ataque ainda é desconhecido. Também inexplicavelmente, a manifestação não é igual para todos os pacientes e nem acontece em velocidade constante. A variabilidade de apresentações clínicas pode confundir e retardar o diagnóstico. Foi justamente por esse motivo que Lauren sofreu tanto antes de ter a resposta definitiva para o seu problema. Até então, não havia percebido sintomas, além de um cansaço crônico. “Tudo o que eu queria fazer era ir para a cama”, revela.

A matéria completa está disponível aqui, para assinantes. Para assinar, clique aqui.

Google cria colher para pessoas que sofrem de mal de Parkinson

Do UOL, em São Paulo

  • Shirin Vala, 65, usa a colher "liftware spoon", desenvolvida pelo Google, em sua casa. O acessório ajuda pessoas com tremores a evitarem derrubar a comida
    Shirin Vala, 65, usa a colher "liftware spoon", desenvolvida pelo Google, em sua casa. O acessório ajuda pessoas com tremores a evitarem derrubar a comida
O Google apresentou nesta terça-feira (25) uma colher tecnológica. O acessório, segundo a empresa, usa uma série de algoritmos e permite que pessoas com mal de Parkinson ou com tremores possam comer sem derrubar o alimento.
A colher "liftware spoon" conta com uma tecnologia que estabiliza o acessório quando a mão da pessoa está tremendo. De acordo com o Google, o uso do dispositivo reduziu em 76% a queda de alimentos em testes próprios
"Nós queremos ajudar as pessoas em suas vidas diárias e, em longo prazo, aumentar a compreensão sobre esse tipo de enfermidade", disse Katelin Jabbari, porta-voz do Google, à agência de notícias AP.
A doutora Jill Ostrem, neurologista norte-americana e que ajudou no desenvolvimento do aparelho, disse que a colher é um dispositivo sem precedentes. "Tenho pacientes que não conseguiam comer de forma independente. Agora, elas conseguem comer por conta própria", afirmou Jim. "Isso não cura a doença, pois o tremor continua. No entanto, é uma mudança positiva."
A Lift Lab, empresa que desenvolveu a colher, foi comprada pelo Google em setembro deste ano. A aquisição faz parte da entrada da empresa nos ramos de biotecnologia e hardwares relacionados à saúde.
Mais de dez milhões de pessoas no mundo sofrem com tremores ou mal de Parkinson -- inclusive a mãe de Sergey Brin, um dos fundadores do Google. Apesar da relação, Brin disse que a aquisição não teve relação direta com a doença de sua mãe e que recentemente doou US$ 50 milhões para pesquisas relacionadas a esse tipo de enfermidade.
No site da Lift Lab (em inglês), o aparelho é vendido por US$ 295.
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Gadgets 2014142 fotos

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17.nov.2014 - Intel lança uma pulseira inteligente cravejada com pedras preciosas chamada Mica "My Intelligent Communication Accessory". O acessório é equipado com recursos de comunicação como SMS, mensagens de alerta e outras funcionalidades não vai depender de um smartphone para conectividade, como fazem a maioria dos smartwatches Reuters
(Com AP)