segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Lançada pedra fundamental do Campus Integrado em Saúde Pequeno Príncipe

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O prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, participou nesta quarta-feira (11) do lançamento da pedra fundamental do Campus Integrado em Saúde Pequeno Príncipe-Juril Carnasciali. O evento foi realizado no terreno da Associação Eunice Weaver do Paraná (AEW-PR), que cedeu parte do espaço para a instalação do empreendimento no bairro Bacacheri.
O Campus Integrado em Saúde Pequeno Príncipe-Juril Carnasciali irá abrigar um novo hospital; as sedes do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe e da Faculdades Pequeno Príncipe; um centro de pós-graduação; um centro cultural; o Museu da Criança; e um prédio com serviços de apoio, como cozinha, lavanderia, arquivo e área administrativa.
A solenidade teve a presença do convidado especial, padrinho do Instituto de Pesquisa, Pelé. “Esse é o primeiro passo para uma grande vitória”, ressaltou o maior jogador de todos os tempos no lançamento da pedra fundamental.
Fruet falou da relevância do Campus para a cidade. “Esse projeto é um ato de coragem e amor. É muito importante para a cidade, para o atendimento em saúde de alta complexidade e também para os municípios da região metropolitana norte, como Almirante Tamandaré e Colombo. Além disso, será um polo de formação de especialistas em saúde para todo o país.”
Ainda segundo Fruet, a Prefeitura, como gestora  dos recursos do SUS, vai fortalecer essa parceria por meio de emendas e convênios. “Sei como é preciso ter coragem para ser empreendedor no Brasil. E com o apoio do Pelé nesta causa podemos mobilizar a sociedade a participar da concretização desse sonho”.
Também estiveram presentes no evento os vereadores Chico do Uberaba, Geovane Fernandes e Zé Maria; o deputado estadual Gilberto Martin; o procurador-geral de Justiça (Ministério Público do Paraná), Gilberto Giacoia; e o corregedor-geral do MP-PR, Arion Rolim Pereira.
O diretor-corporativo do Complexo, José Álvaro da Silva Carneiro, ressaltou a importância do maior jogador de todos os tempos. “O apoio do Pelé é muito importante, pois nos dá visibilidade e ajudará a captar recursos para esse projeto que estamos levando adiante”, afirmou.
A presidente da Associação Hospitalar de Proteção à Infância Dr. Raul Carneiro, Ety da Conceição Gonçalves Forte, comentou sobre a parceria entre as instituições. “A Associação Raul Carneiro e a AEW-PR estão juntas e vieram para somar. Devemos dar as mãos com todos dessa grande família Pequeno Príncipe, pois sozinhos não fazemos nada.”
Investimento
O projeto contará com o apoio de diversos setores da sociedade, como governo, investidores e doadores, além de recursos próprios. A expectativa é que a primeira etapa a ser realizada seja a construção do Hospital, por meio de verba a ser disponibilizada via emendas parlamentares, parcerias e doações da comunidade. A previsão é que sejam necessários R$ 50 milhões para essa fase.
A programação também incluiu a inauguração do Memorial das Pioneiras, instalado no mesmo local para homenagear Eunice Weaver, fundadora da associação; Juril Carnasciali, que foi presidente da AEW-PR e viabilizou a cessão do terreno; e Ety Gonçalves Forte, da Associação Hospitalar de Proteção à Infância Dr. Raul Carneiro, mantenedora do Complexo Pequeno Príncipe.
A cerimônia ainda englobou a lacração da Cápsula do Tempo, junto ao memorial, que mostrará um pouco do cenário atual e as expectativas para o futuro. Autoridades públicas, incluindo o prefeito de Curitiba, e pessoas vinculadas ao Hospital, faculdades e Instituto foram convidadas a escrever mensagens que respondam a pergunta: “Como seria o planeta em que você deseja viver daqui a 40 anos?”.
http://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/lancada-pedra-fundamental-do-campus-integrado-em-saude-pequeno-principe/31577

Mãe desenvolve livro para ajudar filho autista a se alfabetizar

http://globotv.globo.com/rede-paraiba/jpb-1a-edicao/v/mae-desenvolve-livro-para-ajudar-filho-autista-a-se-alfabetizar/3004268/

Mãe cria projeto para aumentar a acessibilidade de crianças com deficiência em parquinhos



Todos apoiando o LIA!!! Êeeee!!! #inclusãonadiversão


Reportagem: - > http://g1.globo.com/pr/parana/paranatv-1edicao/videos/t/curitiba/v/mae-cria-projeto-para-aumentar-a-acessibilidade-de-criancas-com-deficiencia-em-parquinhos/3785939/

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Biblioteca de São Paulo promove atividades com acessibilidade

A Biblioteca de São Paulo (BSP), equipamento da Secretaria de Cultura, tem programação especial para pessoas com deficiência no mês de novembro. Um exemplo é o programa permanente Jogos Sensoriais, que testa habilidades sensoriais e a memória de pessoas com ou sem deficiência.
divulgação
divulgação
A Biblioteca de São Paulo fica em Santana, zona norte
Outro destaque da programação é o Tabuleiro de Jogos, sempre aos sábados, às 11 horas. A atividade ensina técnicas de jogada do xadrez, como abertura e roque, para iniciantes e pessoas com deficiência visual, por meio de tabuleiros adaptados.
Já o Entre Textos, do 27 de novembro, tem entre seus participantes pessoas com deficiência visual. O programa, que incentiva a formação de leitores críticos por meio da análise da estrutura de textos, debate neste mês a literatura africana, características, principais autores e sua vertente no Brasil. Serão lidos textos dos escritores Castro Alves e Marcelino Freire.
https://catracalivre.com.br/sp/cultura-de-ponta/gratis/biblioteca-de-sao-paulo-promove-atividades-com-acessibilidade/

Jô Soares comenta experiência com tratamento de filho autista

No programa, Deputada Federal Mara Gabrilli defende o direito dos autistas às políticas públicas

21/11/2014 às 08h05 
Atualizado em 21/11/2014 às 08h05
Mara Gabrilli participa da gravação do 'Programa do Jô' (Foto: Ricardo Martins/Programa do Jô)Mara Gabrilli participa da gravação do 'Programa do Jô' (Foto: Ricardo Martins/Programa do Jô)
Em entrevista com Mara Gabrilli,  Deputada Federal autora de um projeto de Lei que defende o direito dos autistas às políticas públicas, Jô Soares comentou sobre dificuldades que teve com o tratamento de seu filho Rafinha, que perdeu recentemente.
Jô conta que recebeu vários diagnósticos e muitas indicações de tratamentos exóticos antes de ser constatado que Rafinha tinha autismo. “Há 50 anos, no Brasil, não havia nem a terminologia”. O apresentador revela que chegou a ouvir absurdos sobre a situação do filho. “Quando o Rafinha fez 2 anos, um médico disse para a Theresa: 'esse menino aí, o melhor que você têm a fazer é fazer outro, porque esse não vai falar, andar e escrever'. E ele acabou falando, inclusive inglês, e tocava piano”.
Segundo Mara, a lei é de extrema urgência, pois os autistas precisam ser considerados pessoas com deficiência para passarem a ter um atendimento público ideal. “Atualmente, não existe autismo como uma disciplina obrigatória na faculdade de Medicina. Isso tem que mudar para que a gente tenha diagnósticos precoces”.
Seu projeto de Lei foi aprovado em 2012, sancionado pela presidente Dilma Rousseff, mas ainda não foi regulamentado por conta de alguns entraves. 
Para a deputada, o próximo passo para a regulamentação do projeto de lei é começar a capacitar os profissionais. “A gente precisa de um atendimento especializado e de uma saúde e educação especializadas”.
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Mãe cria projeto de inclusão de crianças com deficiência em parquinhos da capital

Uma mãe de Curitiba cansada de ver que a filha cadeirante não podia brincar com os irmãos e amigos nos parquinhos públicos, desenvolveu um projeto de inclusão. A ideia dessa mamãe é que os parquinhos sejam adaptados para as pessoas com deficiência. Ela já entregou o projeto para diversas autoridades e torce para que a sugestão seja colocada em prática.

http://pr.ricmais.com.br/vida-leve/videos/mae-cria-projeto-de-inclusao-de-criancas-com-deficiencia-em-parquinhos-da-capital/

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Hoje tem entrevista minha no programa do Jô! Mara Gabrilli




Nesta quinta-feira vai ao ar minha entrevista no programa do Jô. 
Falamos de políticas públicas para a população com autismo, reabilitação, saúde e bem estar, direitos e muito mais.
Jô se mostrou muito empenhado em divulgar a bandeira da inclusão. Não percam nosso bate-papo.

O programa vai ao ar hoje, a partir das 00h30, na TV Globo.
No domingo tem reprise dos melhores momentos no GNT, a partir das 21h.

Compartilhem 

Descrição da imagem para cego ver: Mara de azul ao lado de Jô em sua mesa de entrevista.




Nossa querida Shirley Pereira também opinou sobre o tema acessibilidade e inclusão. Ressaltou a importância da inserção da inclusão na infância.

Crianças com autismo aprendem em aulas de circo




O ambiente criativo e mágico do circo está sendo palco de um projeto pioneiro que coloca, mais uma vez, Arapiraca como referência nacional no trabalho de inserção social de crianças autistas.
A Escola Municipal de Circo, localizada na parte sul do Bosque das Arapiraca, no prolongamento do Parque Ceci Cunha, também é utilizada para estimular socialmente e sensorialmente crianças com autismo.
A administração da prefeita Célia Rocha (PTB), por meio de parceria entre as secretarias de Saúde e Educação, está dando total atenção a meninos e meninas que frequentam o Espaço Trate de Arapiraca, o único estabelecimento público do gênero no Brasil e ligado ao Sistema Único de Saúde (SUS).
O novo projeto está ofertando agora aulas com professores e artistas circenses para as crianças com autismo e que necessitam de atendimento especializado.
Inaugurado em dezembro de 2011, ainda na gestão do ex-prefeito Luciano Barbosa, o Espaço Trate, localizado na Rua Abraão de Oliveira, no bairro Cavaco, conta com profissionais especializados, incluindo psicólogas, fisioterapeutas, fonoaudiólogas e assistentes sociais para o trabalho de reabilitação e reintegração das crianças com autismo junto com suas famílias na sociedade.
As crianças autistas frequentam aulas duas vezes por semana, às terças e quintas-feiras, nos períodos da manhã e tarde, aprendendo com os educadores e artistas circenses as habilidades que irão ampliar a recuperação e a reinserção social.
http://www.tribunahoje.com/noticia/123727/interior/2014/11/19/criancas-com-autismo-aprendem-em-aulas-de-circo.html