quarta-feira, 24 de setembro de 2014

MITO OU VERDADE SOBRE AUTISMO!!!



Sobre Autismo

MITO: Os autistas são super inteligentes
VERDADE: Assim como as pessoas normais, os autistas tem variações de inteligência se comparados um ao outro.è muito comum apresentarem níveis de retardo mental.
...
MITO: Os autistas gostam de ficar sozinhos.
VERDADE: Os autistas gostam de estar com os outros, principalmente se sentir-se bem com as pessoas, mesmo que não participem, gostam de estar perto dos outros. Podem as vezes estranhar quando o barulho for excessivo, ou gritar em sinal de satisfação, quando seus gritos não são compreendidos, muitas vezes pensamos que não estão gostando.Tente interpretar seus gritos.

MITO: Os autistas não entendem nada do que está acontecendo.
VERDADE: Os autistas podem estar entendendo sim, nossa medida de entendimento se dá pela fala, logo se a pessoa não fala, acreditamos não estar entendendo, mas assim como qualquer criança que achamos não estar prestando atenção, não estar entendendo, de repente a criança vem com uma tirada qualquer e vemos que ela não perdeu nada do que se falou, o autista só tem a desvantagem de não poder falar. Pense bem antes de falar algo perto deles. (Fonte: www.maoamigaong.trix.net/mitoseverdades.htm)
 

Cientistas criam ‘bengala inteligente’ que vibra para alertar cegos

bengala
Cientistas do Instituto Indiano de Tecnologia de Nova Déli desenvolveram uma bengala inteligente para cegos que vibra ao detectar objetos e pessoas, ajudando a evitar que os usuários tropecem ao caminhar.
A Índia é o país com o maior número de deficientes visuais no mundo – são cerca de 12 milhões de pessoas.
Muitos não podem comprar equipamentos sofisticados, que podem chegar a R$ 2,3 mil. Esta nova bengala pode ser comprada por R$ 120.
O sensor que identifica objetos pode ser acoplado a qualquer bengala e pode ser trocado de uma para a outra.
Cerca de 1,5 mil bengalas inteligentes já estão sendo usadas na Índia.
A invenção tem dado mais autonomia a deficientes visuais como a professora Bahrti Kalra. Sem nenhuma visão, ela só conseguia chegar à sala de aula onde trabalha se recebesse ajuda.
Agora, com a nova bengala, ela se sente mais independente.
“Mesmo quando eu não estou sozinha, eu me sinto mais segura. Eu ando mais rápido”, conta ela. “E eu dependo menos dos meus pais e dos outros”.

Fonte: BBC Brasil

Empresas prudentinas descumprem lei de contratação de deficientes

cadeiranteEm Presidente Prudente, diversas empresas descumprem a lei de contratação de pessoas com deficiência e, apenas este ano, 48 estabelecimento já foram atuados pelo Ministério Público do Trabalho e Emprego. Recentemente, o órgão oficiou o Ministério Público sobre estes casos. As irregularidades foram constatadas em fiscalizações em setembro e outubro de 2013 e agora também serão investigadas pelos procuradores do trabalho.
Nas horas de folga, a presidente da associação dos deficientes físicos de Presidente Prudente, Priscila Medeiros, se locomove livremente pela casa dela. O fato de ser cadeirante não a impede de fazer nenhuma atividade diária. A jovem está no mercado de trabalho desde os 16 anos.
“Fiquei 11 anos em uma única empresa, porém, antes eu trabalhei em uma outra. Comecei a trabalhar com 16 anos foi uma oportunidade ótima, porque através desse serviço eu pude perceber que eu tinha capacidade para me sustentar, para estudar. E isso me levou a fazer uma faculdade e hoje já fazer uma pós-graduação”, diz.
E para quem conquistou uma vaga, as limitações não impedem também de sonhar cada vez mais alto.“Quero fazer mestrado, doutorado e seguir na vida acadêmica. Incentivar pessoas com algum tipo de deficiência e alguma limitação a buscar os seus ideais. A chegar longe também”, salienta Priscila.
lei-de-cotas-para-pessoas-deficientes
O trabalho, que foi importante para Priscila, também é para outras pessoas com deficiência. No Brasil, essa inclusão no mercado de trabalho é lei. Empresas com 100 ou mais funcionários são obrigadas a preencher cotas que variam de 2 a 5% para trabalhadores com deficiência.
Até 200 funcionários a empresa deve disponibilizar 2% das vagas; de 201 a 500 funcionários são 3%; de 501 e 1000 funcionários são 4%; e de 1001 em diante, o equivalente a 5%.
Segundo o diretor regional da Secretaria de Emprego e Relações do Trabalho (Sert), Guilherme Benedetti, existem mais de dez vagas disponíveis para portadores de deficiência com salários que chegam a R$ 4 mil.
“As empresas tem exigido qualificação profissional desses trabalhadores com deficiência. E temos uma segunda dificuldade que é a colocação dessas pessoas na empresa. As empresas tem uma grande resistência em adequar os locais para elas poderem prestar um trabalho adequado e digno”, explica.
Nos últimos três anos, o Ministério Público do Trabalho abriu cinco investigações de descumprimento desta lei e pelo menos quatro estabelecimentos foram atuados. “O principal argumento é que falta mão de obra qualificada, mas esse argumento não se sustenta porque o dever legal impõe a empresa deixar a postura passiva e qualificar essa mão de obra”, aponta o procurador do trabalho, Cristiano Lourenço Rodrigues.
Ainda segundo o promotor, um procedimento já foi instaurado para verificar se as empresas continuam descumprimento a lei. “Expedirei um ofício para as 48 empresas para que digam se cumpriram a lei e também para que essas empresas, caso não tenham cumprido, digam se vão assinar o Termo de Ajuste de Conduta [TAC], que nós procuradores do trabalho vamos propor”, finaliza.
Fonte: G1

Fiscalização em vagas de estacionamento para deficientes e idosos fica mais rigorosa

REPORTAGEM http://pr.ricmais.com.br/ric-noticias/videos/fiscalizacao-em-vagas-de-estacionamento-para-deficientes-e-idosos-fica-mais-rigorosa/

terça-feira, 23 de setembro de 2014

180Km de cadeira de rodas até Lisboa

Pelo direito a uma vida independente um tetraplégico de Concavada, nos arredores de Abrantes, iniciou esta manhã uma viagem de 180 quilómetros em cadeira de rodas até ao Ministério da Segurança Social. O protesto decorre em três etapas, numa viagem que pretende alertar para uma alteração legislativa que permita aos doentes permanecer em casa e dispensar internamento em lares.

Segurança Social “poupou” 18,6 milhões de euros nos apoios às crianças com necessidades educativas especiais

Enquanto Ministério da Solidariedade e Segurança Social corta nos subsídios, transferências do Ministério da Educação para as instituições de educação especial aumentam para os 219 milhões de euros.
No actual ano lectivo há 56.886 alunos com necessidades educativas especiais nos diferentes anos de escolaridade RUI GAUDÊNCIO
A despesa com os subsídios por educação especial diminuiu para metade em 2013. Dos 26,3 milhões de euros gastos no ano lectivo 2012/2013, baixou-se para apenas 12,9 milhões no ano lectivo passado. Do mesmo modo, a bonificação do abono de família para crianças e jovens com deficiência, que pode acumular com aquele subsídio, também regista reduções. Dos 61,1 milhões atribuídos em 2012/2013, baixou-se para apenas 55,9 milhões no ano seguinte.
Estes decréscimos constam no relatório Estado da Educação 2013, divulgado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), e concorrem com um aumento do número de alunos com necessidades educativas especiais (NEE) a frequentar as escolas regulares nos diferentes graus de ensino: passou-se de 54.083 no ano lectivo de 2102/2013 para os 56.886 no ano seguinte.
O relatório do CNE, que em Junho, apontava já graves falhas ao ensino especial, desde os atrasos no apetrechamento das escolas até à afectação dos profissionais, não estabelece, porém, nenhuma correlação entre estas duas tendências de sentido contrário. Nem com o facto de as transferências do Ministério da Educação e Ciência para as instituições de educação especial terem aumentado dos 189 milhões de 2012 para os 219 milhões do ano passado.
A Fenprof sim. “Os alunos não deixaram de ter as necessidades educativas especiais que tinham. O que aconteceu é que os critérios de elegibilidade para esses apoios [subsídios por educação especial e bonificação do abono de família] sofreram uma alteração que deixou milhares de famílias de fora”, acusou o secretário-geral daquela federação sindical. Para Mário Nogueira, esta “poupança” terá custos a quadruplicar no futuro. “Porque estes jovens deixam de ter acesso às terapias, mais tarde na sociedade vão ver agravados os problemas que poderiam ter sido resolvidos, ou pelo menos atenuados,” numa idade mais precoce. Aliás, Mário Nogueira admite mesmo que o aumento dos chumbos espelhado no relatório do CNE pode traduzir já um custo associado a esta “poupança” nos apoios aos alunos com NEE.
Estes decréscimos convivem, curiosamente, com um aumento global do número de crianças e jovens com necessidades educativas especiais. No ano passado, havia 56.886 jovens a frequentar os diferentes ciclos do básico e o secundário, contra os 54.083 do ano anterior. Os maiores aumentos verificam-se ao nível do 3º ciclo do básico e do secundário. Uma das explicações possíveis para este aumento poderá ser o alargamento da escolaridade obrigatória, mas também uma aplicação menos restritiva dos critérios de elegibilidade de alunos para medidas que respondem a NEE. O decreto-lei 3/2008 veio diminuir esses critérios de elegibilidade mas o próprio CNE recomendara, em Junho, a reformulação dos aspectos onde se identificam disfunções, sob pena de se “deixar desamparado um conjunto considerável de alunos” que manifestam aquelas necessidades.
Ao mesmo tempo que a Segurança Social poupou no apoio a estes alunos, o Ministério da Educação e Ciência gastou mais com a educação especial. Em 2013, esta despesa fixou-se nos 219 milhões de euros, contra os 189 milhões de euros de 2012. Ainda assim, longe dos 232 milhões gastos em 2010. Aqui entram os apoios concedidos pelo MEC às instituições de educação especial: de escolas particulares, a associações, cooperativas e instituições particulares de solidariedade social. Neste bolo, incluem-se ainda os apoios destinados aos centros de recursos e a despesas com professores colocados no grupo de recrutamento da Educação Especial.
Para Mário Nogueira, este aumento decorre do desinvestimento feito nas escolas públicas relativamente aos alunos com necessidade de apoio especial. “Cortaram nos terapeutas, na contratação destes professores e claro que, quanto mais se corta dentro das escolas, mais necessidade há de encaminhar estes alunos com NEE para outras instituições”, critica.
O sindicalista recorda ainda que 2013 foi o primeiro ano de vigência da portaria que determina que os alunos que transitam para o 10º ano com um Plano de Estudos Individualizado passam a ter apenas 5 das 25 horas lectivas integrados numa turma normal. Nas restantes 20 horas, esses alunos são encaminhados para instituições especializadas”, o que poderá ajudar a explicar o aumento da despesa.
A obrigatoriedade de crianças e jovens com deficiência frequentarem a escola foi instituída em 1990. No ano lectivo 2013/14, existem 32 escolas públicas para a educação de alunos cegos e com baixa visão, a que se somam 17 estabelecimentos para a educação bilingue de alunos surdos e 269 vocacionados para o ensino estruturado de alunos com perturbações do espectro do autismo.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Seminário reúne 40 municípios em Curitiba


Nos últimos dias 19 e 20 (sexta e sábado), em comemoração ao Dia Nacional da Luta das pessoas com deficiencia, realizou-se no Hotel Nacional Inn em Curitiba o Seminário sobre "Saúde e a Pessoa com Deficiência - Novos Caminhos".

O evento, foi realizado pelo CVIRM - Centro de Vida Independente da Região Metropolitana de Curitiba, com apoio da Secretaria de Estado da Saúde e entidades parceiras.

O seminário, que teve a presença do vice-governador do estado, Flavio Arns, além de outras autoridades, recebeu publico de 180 pessoas de exatos 40 municípios do estado do Paraná, que debateram nos dois dias as questões de saúde, como órteses e próteses (demanda reprimida), prevenção de doenças raras, trabalho dos órgãos públicos em favor da pessoas com deficiencia, atividades da Secretaria Municipal de Direitos da Pessoa com deficiencia da Prefeitura de Curitiba e do Conselho Estadual de Direitos da Pessoa com deficiencia, lançamento do projeto LIA - Lazer, Inclusão e Acessibilidade e trabalhos desenvolvidos pelo SIANEE das Faculdades Uninter. Foi aprovada a CARTA DE CURITIBA, com solicitação de criação em 2015 da Secretaria de Estado da Pessoa com Deficiência e Idosos e mais quinze itens, para ser entregue aos candidatos ao governo do Paraná e uma moção ao governo federal e ao Congresso Nacional, solicitando zerar impostos e taxas incidentes sobre produtos destinados ao tratamento, reabilitação e laser das pessoas com deficiências, como medicamentos, órteses e próteses e veículos.
    

Representando a AFAG - Associação dos Familiares, Amigos e Portadores de Doenças Graves no Seminário Estadual sobre Saúde e Pessoas com Deficiência - Novos Caminhos. Com o Vice Governador Senhor Flavio Arns e o Prof. Dr. Rui Fernando Pilotto, Especialista em Genética Médica pelo Conselho Federal de Medicina e Sociedade Brasileira de Genética Médica.

Frase:

A ativista e mãe de criança com deficiencia intelectual, Shirley Ordonio, apresentando o Projeto LIA (Lazer, Inclusão e Acessibilidade)

Frase:

“Nenhum é tão bom quanto nós todos juntos”

foto Paulo tosin e Flavio Arns

Paulo Tosin e Flávio Arns

Adriana Bezerra e Flávio Arns

Durante a minha participação no Seminário Estadual sobre "Saúde e a Pessoa com Deficiência - Novos Caminhos", tive a satisfação de mostrar e entregar ao meu caríssimo amigo, o médico Dr. Antonio Paulo Mallmann – Diretor Geral do Hospital de Reabilitação Ana Carolina Moura Xavier e a senhora Daiane Koch – representante da AFAG - Associação dos Familiares, Amigos e Portadores de Doenças Graves, os flayers sobre o Projeto Eu Digo X (www.eudigox.com.br) idealizado pelo Instituto Zeca Muggiati e também aos demais participantes. Na oportunidade conversamos sobre a forma de divulgação e conscientização de que existe a síndrome do X frágil, motivo pelo qual o Instituto Zeca Muggiati estará promovendo a I Semana Estadual de Estudos e Conscientização sobre a síndrome do X Frágil, no dia 25 de outubro de 2014. Acesse o site www.eudigox.com.br veja a programação e venha participar conosco, a inscrição é gratuita (Médico geneticista Rui Fernando Pilotto).



Professora Leomar Marchesini e as interpretes de Libras, Ilise e Joselis do SIANEE/Uninter

Lucia Miyake, Coordenadora Tecnica com a palestrante Elizanete Favaro e Regiane

Gian Carlo (Cascavel), dagoberto e Ekzianete (S J Pinhais e Alberto Nogueira (Coordenador Geral)

Emoção

Clp do cantor Daniel: Prá ser Feliz

Link: https://www.youtube.com/watch?v=JslagBvWeS0

O clip foi apresentado no Seminário pelo medico Dr. Rui Pilotto enaltecendo as campanhas motivacionais das pessoas com deficiencias. No clipe, aparece uma moça cega atravessando a rua, esboçando momentos felizes, um cadeirante (estrelado por Alberto Nogueira), em um encontro publico e tambem demonstrando felicidade e um moço com síndrome de down atuando como garçon, todo sorridente.
(O filme foi produzido em junho de 2012 em Curitiba e em Brotas-SP).

sábado, 20 de setembro de 2014

As Aventuras dos Quimionautas no PlanetaTerra

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Esta é uma história de amor que começa há dois anos e meio, quando a Gigi (Gizella Werneck) estava grávida e descobriu que estava com câncer. Apesar de muitas opiniões contrárias, incluindo aqui uma sentença de no máximo um mês de vida para ela e o bebê, dada por alguns médicos, ela decidiu seguir adiante com a gravidez e, só depois, iniciar o seu tratamento. Então nasceu o Gael, bem prematuro, mas cheio de vontade de viver, assim como a mamãe dele. Hoje ele é esse menino lindo, forte e saudável que podemos ver nas fotinhas aí embaixo. A Gigi continua na batalha; já fez vários tratamentos de quimioterapia, radioterapia e algumas cirurgias (pulmões e pernas). Sua atual internação acaba de completar seis meses, mas ela continua firme em sua luta pela vida!
Montagem
Em seu "quarto do amor", como chama o local onde recebe tantas pessoas (ela é a campeã absoluta de visitas no hospital onde está internada!), a cada dia fortalece no seu coração a certeza de que sua vocação é agregar pessoas e ajudá-las. Com esse intuito, lançou a página "Primeiro Olhar" no Facebook (facebook.com/PrimeiroOlhar.Gigi), ajudando outras pessoas a terem um primeiro olhar sobre todas as coisas, apesar das intempéries da vida. E já realizou tantos projetos, tantas coisas, conheceu tantas pessoas, fez tantas amizades, que muitas vezes se pergunta como isso é possível, estando tão limitada, dentro de um hospital. Agora é chegada a hora de mais um grande projeto se tornar realidade. E a Gigi conta com VOCÊ para conseguir isso! Com seu jeitinho amoroso de ser, ela escreveu um lindo livro neste período de luta contra seu maior inimigo. Um livro para crianças que, como ela, enfrentam com muita coragem esta terrível doença e seu doloroso tratamento.
As Aventuras dos Quimionautas no Planeta Terra trata-se de uma fábula de super-heróis, repleta de fantasia e encantamento, com algumas lições importantes sobre a valorização da vida e a importância da fé e do amor no tratamento de quimioterapia em crianças.
Uma leitura que tem a proposta de funcionar como um bálsamo para amenizar a dureza de receber um diagnóstico de câncer e o tratamento quimioterápico, em uma fase da vida em que só a alegria e a magia de viver deveriam reinar.
As crianças ao lerem o livro terão um encontro lúdico com o universo mágico dos quimionautas, que são os super-heróis carequinhas do Planeta Kura. Eles vêm à Terra, em sua nave KurAtiva, para trazer as poções mágicas que fabricam e os ensinamentos de amor e superação para as crianças.
O objetivo desse projeto é levar para todas as crianças do Brasil, que estejam em tratamento, um lado lúdico e uma nova maneira de encarar a doença. Deixar que o universo mágico de uma história original, criada exclusivamente para elas, transforme e dê resultados positivos no tratamento quimioterápico das crianças.
Capa do Livro
(Capa do livro, criada por Sergio Osorio)
Participando com a gente, você estará contribuindo para a concretização deste lindo Projeto de Amor. Independente do valor, sua contribuição -- somada às demais contribuições de todos -- tornará possível levar até as crianças em tratamento quimioterápico uma história repleta de esperança, aventura e superação, transmitindo de forma leve e lúdica (e com o "conhecimento de causa" de quem vivencia esta realidade) uma grande lição.
É claro que recompensas sempre são bem-vindas e como forma de agradecimento pensamos em alguns "mimos" que pudéssemos oferecer aos nossos parceiros no amor! Desde a versão eletrônica da obra (e-book), até uma recompensa surpresa (e secreta, mesmo!), iremos recompensar aos participantes também com vídeos e mensagens diretas da autora da obra, convites para o lançamento do livro (a acontecer no Rio de Janeiro), fotolivros com lindos registros de momentos e cenas vivenciadas no indescritível "Quarto do Amor", atual residência da Gigi e -- o principal -- com o nosso total empenho nesta maravilhosa causa que nasceu no coração de nossa muito amada Gigi e que, se Deus nos permitir, iremos levar até os corações de todas as crianças e famílias que estão passando por momentos difíceis, sim; porém muito ricos em aprendizado.
Confira nossas opções de participação/doação e recompensas, à direita aqui do site! --->
Painel Parede Quarto do Amor
(painel de fotos em uma das paredes do Quarto do Amor)
Justificativa
Cada vez mais o câncer se tornou uma doença social, quase uma epidemia da sociedade contemporânea em que vivemos. Precisamos criar subsídios para trata-la de maneira positiva, leve e com a esperança de cura, pois ela está cada vez mais próxima de uma realidade integral.
A cada ano, milhões de pessoas são afetadas por essa doença e o número de crianças com neoplasia é assustador. A grande maioria se trata em órgãos públicos e não tem acesso a cultura como forma de construção de um imaginário lúdico, fundamental nessa fase da vida e principalmente durante um diagnóstico que as leva para uma dura realidade.
Durante as sessões de quimio, internações, intercorrências que são obrigadas a passar, elas se privam de brincar, de correr e de viver como crianças. Uma leitura que fale diretamente do que elas estão atravessando, de forma leve, lúdica e com uma grande lição, é extremamente assertivo para uma melhora no tratamento.
Público Alvo
Crianças, pais, familiares e amigos de crianças e pré-adolescentes que estejam atravessando o tratamento de quimioterapia.
Gigi e Gael
Distribuição
O livro será distribuido gratuitamente em hospitais, clinicas, centros de apoio a crianças com câncer e em todos os lugares onde crianças estejam em tratamento quimioterápico.

Responsável pelo Projeto

A autora e o editor
Meu nome é Ricardo Falco; sou este cara simpático aí de cima, amigo da Gigi há duas décadas (vamos pular esta parte da idade, por favor...). Por já ter passado por situação e tratamento similares e, principalmente, por ser apaixonado por livros e trabalhar na área (sou produtor editorial), ela me escolheu para cuidar deste seu belíssimo projeto. Possuo ampla experiência em todos os passos da cadeia produtiva do livro, já tendo organizado, produzido e publicado diversas obras literárias de escritores independentes.
Livros produzidos
Sou editor-chefe na Seu.Livro.Pronto, produtora editorial focada em novos autores (autopublicação), prestando serviços para escritores, editoras e estudantes.
 http://www.kickante.com.br/campanhas/aventuras-dos-quimionautas-no-planetaterra

Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência

Entenda por que a fisioterapia pode ajudar pessoas com lesão cerebral

http://globotv.globo.com/rede-globo/bem-estar/v/entenda-por-que-a-fisioterapia-pode-ajudar-pessoas-com-lesao-cerebral/3640188/

Uriel descobre força, concentração e liberdade no pilates


Bem Estar há 23 horas

03:48
 

O Uriel, de 24 anos, sofre de paralisia desde que nasceu, mas descobriu formas interessantes de resolver o problema e movimentos que nunca tinha conseguido fazer. Ele pratica há seis meses, três vezes por semana.