sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Medicamento para autismo será distribuído pelo SUS

Portal EBC
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O Sistema Único de Saúde (SUS) passará a oferecer o primeiro medicamento para tratar os sintomas do autismo. O remédio, conhecido como Risperidona, será incorporado na rede pública e vai auxiliar na diminuição das crises de irritação, agressividade e agitação, sintomas comuns em pacientes com a doença.



A Risperidona deverá estar disponível no início de 2015. De acordo com o Ministério da Saúde, o órgão investirá R$ 669 mil para a compra do remédio. A estimativa do governo é de que o tratamento esteja disponível para a população a partir do início de 2015 e que beneficie cerca de 19 mil pacientes por ano.
A doença
O autismo aparece nos primeiros anos de vida. Apesar de não ter cura, técnicas, terapias e medicamentos, como o Risperidona, podem proporcionar qualidade de vida para os pacientes e suas famílias. Entre os sintomas comuns, o autista olha pouco para as pessoas, não reconhece nome e tem dificuldade de comunicação e interação com a sociedade. Com variação do grau da doença, pacientes apresentam comportamento agressivo, agitado e isso exige cuidado e dedicação permanentes.
De acordo com a estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), 70 milhões de pessoas no mundo tenham a doença. No Brasil, a estimativa é que este número alcance duas milhões de pessoas. 
O medicamento
O remédio é usado para tratar as chamadas psicoses. Isto significa que ele tem um efeito favorável sobre um certo número de transtornos relacionados ao pensamento e às emoções. De acordo com o fabricante do remédio, a Risperidona é indicada para o tratamento de transtornos do comportamento, para pacientes com demência nos quais os sintomas como agressividade, transtornos psicomotores ou sintomas psicóticos são comuns. Além do uso em pessoas com autismo, o medicamento é usado para os tratamentos de esquizofrenia e transtorno bipolar.

O Papo de Mãe, da TV Brasil, discutiu a Síndrome de Asperger, uma forma mais branda do autimos. Reveja o programa:

Campanha visa fiscalização para uso correto de vagas especiais



Uma campanha de conscientização sobre vagas a deficientes físicos e idosos será lançada nesta quinta-feira (11), em Campo Grande (MS). O lançamento acontecerá no auditório do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso do Sul (CREA/MS), na Rua Sebastião Taveira, 272, Bairro Monte Castelo
O objetivo da campanha é conscientizar os motoristas e possibilitar que seja firmado convênio entre a Agência Municipal de Transporte e Trânsito (AGETRAN), supermercados e outros estabelecimentos comerciais para que haja uma fiscalização do correto uso das vagas reservadas ao idoso e pessoa com deficiência.
De acordo com denúncias, pessoas com deficiências vêm encontrando muitas dificuldades de acessibilidade em Campo Grande. Um desses problemas está relacionado com vagas em estacionamentos de estabelecimentos comerciais, geralmente ocupadas por pessoas que não têm em seus automóveis o selo que permite deixar seus veículos.
De acordo com o Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004, a Acessibilidade é definida como a “condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida".

Fonte: Correio do Estado

Empresário se comove e doa cadeiras de roda

Reportagem aqui

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Bombeiros raspam o cabelo em solidariedade a colega com câncer


Thais SkodowskiDo G1 PR
No quartel do Corpo dos Bombeiros, no bairro Cabral, em Curitiba, parece que a careca faz parte do uniforme. Mas na verdade, o cabelo raspado mostra uma atitude de solidariedade a um colega de farda que enfrentou um câncer. “Quando ele voltou ao trabalho encontrou a maioria do pessoal assim, sem cabelo. A gente quis mostrar que estava com ele, que iria apoiá-lo”, conta o tenente Muller. Segundo o tenente, mais de 20 bombeiros de vários quartéis da cidade resolveram apoiar o colega.
O soldado Locatelli, 25 anos, descobriu em abril deste ano que estava com câncer na glândula salivar. “Eu fui a uma dentista, ela desconfiou que um siso não tinha nascido e pediu para eu fazer exames. Aí constataram que eu tinha um tumor”, explica o soldado. O bombeiro fez uma cirurgia e acabou descobrindo que o tumor era maligno. “Tive que fazer radioterapia. No começo eu até tentei trabalhar na parte administrativa, mas eu sentia muito enjoo”, conta o soldado que voltou à rotina nesta semana.
Um sargento teve a ideia e o pessoal raspou o cabelo no sábado (6) (Foto: Fabio Bomm/ Arquivo Pessoal)Um sargento teve a ideia e o pessoal raspou o
cabelo no sábado (6) (Foto: Fabio Bomm/
Arquivo Pessoal)
O grupamento raspou o cabelo dentro do quartel no sábado (6). “O sargento Robson teve a ideia e veio perguntar se a gente poderia raspar o cabelo em solidariedade ao colega. Na verdade, pelo regulamento, não poderia, mas como a causa é boa, foi autorizado. Até eu raspei”, disse o tenente Muller.
Quando voltou ao trabalho, na segunda-feira (8), Locatelli foi surpreendido. “Eu me senti acolhido. Eu até evitei contar para muita gente o que estava acontecendo, pois não gosto de me expor, mas quando voltei, estava o pessoal com o cabelo raspado. É um grande apoio, não só para mim, mas por quem também passa por isso. Descobri que tenho mais do que colegas, tenho amigos aqu”, conta Locatelli.
Bombeiros de outros quartéis também aderiram à iniciativa. "O pessoal foi postando nas redes sociais, foi avisando os colegas e mais gente resolveu ficar careca. Eu sou do Bairro Alto e raspei a cabeça no domingo (7)”, explica o soldado Fábio Bomm.
Locatelli ainda brinca que achou a atitude dos colegas muito bonita, mas que a careca não ajudou na aparência de ninguém. “Ninguém ficou mais bonito, ficou pior”.
Locatelli voltou ao trabalho na segunda-feira (8) (Foto: Thais Skodowski/ G1)Locatelli voltou ao trabalho na segunda-feira (8) (Foto: Thais Skodowski/ G1)
Colegas de quartel rasparam o cabelo para apoiar o soldado Locatelli (Foto: Thais Skodowski/ G1)Colegas de quartel rasparam o cabelo para apoiar o soldado Locatelli (Foto: Thais Skodowski/ G1)

NOVO DESENHO: “SE JOGAR NO CHÃO” AUTISMO

Novo Desenho: “Se jogar no chão”
se_jogar_no_chao-2
Conheça o site “Autismo Projeto Integrar”
“Conviver com o autismo é semear e cuidar, fazendo com que sua dedicação seja a ponte para que o autista desabroche e floresça numa linda flor ou frondosa árvore”. Adriana Godoy – Mãe/ idealizadora do Autismo Projeto Integrar
O Autismo Projeto Integrar foi desenvolvido para auxiliar pais e familiares no convívio com o autista, disponibilizando material de apoio visual (desenhos roteirizados) através deste site”.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Chegou a hora! Prepare-se para o 6º Rally da Inclusão

http://unilehu.org.br/noticias/noticia137/

O tradicional Rally da Inclusão chega a sua 6ª edição. Reserve a data de 20 de setembro para fazer um passeio de jipe pelas trilhas de Curitiba e Região Metropolitana
A Universidade Livre Para Eficiência Humana (Unilehu), em parceria com o Jipe Clube de Curitiba, a FAS (Fundação de Ação Social) e o IPCC (Instituto Pró-Cidadania ), promovem pelo 6º ano consecutivo o Rally da Inclusão.
O evento, já tradicional na cidade, reúne jipeiros e pessoas com deficiência para um passeio diferente pelas trilhas off road de Curitiba e Região Metropolitana. A expectativa dos organizadores é de receber 500 pessoas.
O evento está marcado para 20 de setembro (sábado) com concentração às 8h30 da manhã, no estacionamento da 277, do Parque Barigui. A saída está prevista para às 9h com retorno ao meio dia.
Para a presidente da Unilehu, Andrea Koppe o objetivo do Rally é de sensibilizar a sociedade para a causa da inclusão. “Também é uma oportunidade de oferecer as pessoas com deficiência um passeio divertido e emocionante, onde eles são os protagonistas”, destaca ela.
Cada participante irá receber um kit composto por uma sacola com camiseta, mapa do percurso e um lanche para recompor as energias. O evento também conta com o apoio da Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência; do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência; d do Jeep Clube de Curitiba.
Como se inscrever
Pessoa com Deficiência Estão disponíveis 150 vagas para pessoas com deficiência. Para se inscrever é necessário ligar na Unilehu (3333 6464) ou enviar por e-mail para eventos@unilehu.org.br. Você também pode vir até a Unilehu (Rua Tamoios, 1500 – Portão) e se inscrever diretamente na recepção com a Paula. Pessoas com deficiência podem também se inscrever pelo telefone; (41) 3262-1330, na Secretaria Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência de Curitiba.
Inscrições Jipeiros As inscrições podem ser feitas no Jeep Clube de Curitiba pelos telefones: (41) 3352-5063/3332-5052 ou pela Unilehu (41 3333 6464 com Paula).

Bridgestone realiza campanha Lacre Solidário

Fábricas da empresa, lojas CarClub Firestone e revendas arrecadarão lacres de latinhas para a confecção de cadeiras de rodas

A Bridgestone, maior fabricante de pneus do mundo, inicia hoje, 21 de agosto, a Campanha Lacre Solidário. Realizada através do Programa de Qualidade de Vida da empresa e em parceria com a instituição Frato Social, a ação tem como objetivo arrecadar lacres de latinhas de alumínio para realizar a confecção de cadeiras de rodas que, posteriormente, serão doadas para pessoas carentes. As fábricas da empresa, as lojas CarClub Firestone e revendas serão as responsáveis em receber os lacres.

“É sempre muito gratificante realizar uma campanha social para ajudar quem mais necessita. A Bridgestone tem em sua missão o compromisso de servir à sociedade e fazemos questão de continuar elaborando projetos com valores tão nobres”, comenta Luiz Fernando de Palma, gerente geral de assuntos corporativos da Bridgestone do Brasil.

Para produzir uma cadeira de rodas são necessários 80kg de alumínio, o que corresponde a 140 garrafas pets de dois litros cheias de lacres. “Se todos colaborarem, conseguiremos ajudar um grande número de pessoas que precisam de cadeiras de rodas”, diz Luiz Fernando de Palma. Desde o início do projeto há cinco anos, a Frato Social já beneficiou mais de 890 pessoas.

 SOBRE A BRIDGESTONE

Com sede em Tóquio (Japão), a Bridgestone é a maior empresa de pneus e borracha do mundo. Além de pneus para utilização em uma ampla variedade de aplicações, a Bridgestone também atua nos segmentos de molas pneumáticas; produtos químicos para aplicações em construção civil, como materiais de impermeabilização; borracha industrial; e artigos desportivos, entre outros. Seus produtos são vendidos em mais de 150 países em todo o mundo.

No Brasil, a fabricação de pneus das marcas Bridgestone e Firestone está distribuída nas unidades de Santo André (SP) e de Camaçari (BA). A companhia possui também duas fábricas de bandas de rodagem e partes de borracha para reforma de pneus, instaladas em Campinas (SP) e Mafra (SC).

Saiba mais em  www.bridgestone.com.br

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Homenagens às mães da pessoa com deficiência, no evento sobre a Dignidade da Pessoa com Deficiência na OAB/PR em 03/09/14



“Ainda que eu falasse a língua dos homens, e falasse a língua dos anjos,
sem amor, eu nada seria.”
Ao gerar uma vida espera-se dar a luz às Príncipes e Princesas, mas, pelas adversidades do destino chegam a vossas mãos, Anjos. E assim, para mãe da pessoa com e deficiência, começa a descoberta de um novo mundo, o qu...al muitas vezes desbravar sozinhas.
Sendo, as percussoras na luta pela nossa dignidade, sabem como ninguém, comemorar os pequenos gestos, aqueles para maioria das pessoas são e despercebidos. Mas para vocês são verdadeiros troféus, os mais valiosos. Decifram nossos idiomas, ou simplesmente leem nossos olhares com a doçura dos seus. Seu amor e sua dedicação nos ensinam que qualquer limite é superado, qualquer sonho é conquistado.
A nós, filhos e filhas com deficiência, cabe-nos rogar a Deus pela a vida de nossas mães, que abençoe suas lutas e agradecemos a dativa de tê-las em nossas vidas nos amando e zelando, tornando-nos seus Príncipes, e suas Princesas Angelicais. Adriana Denise Bezerra.
Ver mais

10 dicas simples para colaborar com a inclusão escolar.



 (via SAAI- Conscientizar é Preciso)

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Debate abordou o direito das pessoas com deficiência à educação inclusiva

http://www.oabpr.com.br/Noticias.aspx?id=19826


A Comissão de Acessibilidade da OAB Paraná promoveu nesta quarta-feira (3) um debate sobre o direito à saúde e à educação inclusiva para pessoas com deficiência. Foram apresentados casos de famílias com pessoas deficientes e aberto o debate em torno das dificuldades vividas. Os casos foram abordados por representantes das secretarias municipal e estadual da Saúde e   municipal da Educação, da Promotoria de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência e da Federação Estadual das Instituições de Reabilitação do Estado do Paraná. Pessoas com deficiência,  familiares e representantes de instituições de apoio que estavam na plateia também tiveram oportunidade de se manifestar.
A presidente da Comissão de Acessibilidade, Berenice Lessa, avaliou como “excelente” o resultado do debate, que reforçou a posição majoritária de que uma política pública inclusiva, na área da educação, deve prever a coexistência do ensino regular e do ensino especial, ficando a escola especial responsável por atender no contraturno. “O problema é que, nas escolas regulares, não existem pessoas qualificadas para prestar atendimento individualizado e compreender síndromes tão diversificadas. A luta é preparar os estabelecimentos de ensino”, afirmou Berenice. “Uma das nossas propostas é fazer com que os concursos públicos tenham um processo de seleção de pessoal que leve em conta o conhecimento e a vivência para atuar nessas áreas. O caminho é longo”, disse.  
Ao final do encontro, houve uma homenagem às mães de pessoas com deficiência. A advogada Adriana Bezerra, membro da Comissão de Acessibilidade, leu um texto de sua autoria. Com dificuldades de linguagem e locomoção, Adriana sensibilizou o público com o seu depoimento. A apresentação de um coral em libras, formado por advogados e colaboradores da OAB Paraná, encerrou o evento.